O maior de todos os sádhanas é a convivência gregária. Ainda que nos tirassem o direito à nossa pratica diária, mas ainda tivéssemos uns aos outros, evoluiríamos assim mesmo, pelo exemplo em que nos espelhamos. Joris Marengo (Presidente da Federação de Yôga de Santa Catarina – Brasil) Leia mais »
50 anos de tradição e credibilidade
Em 2010 estaremos comemorando MEIO SÉCULO de trabalho ininterrupto nesta área de ensino. Os festejos vão-se iniciar no Dia do Yôga.
A data do meu aniversário, dia 18 de fevereiro, foi consagrada por Lei Estadual como o Dia do Yôga nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Piauí, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e, ainda, Distrito Federal.
O Dia do Yôga do nosso Jubileu de Ouro será comemorado com uma semana de atividades gratuitas, abertas ao público, em diversas praças, jardins e praias de várias cidades do Brasil. Serão demonstrações de coreografias, aulas públicas e palestras em diversos locais proferidas pelos diretores das nossas unidades.
Aula ministrada pelo DeRose com a participação de alunos de todo o país:
Coroando essa semana, ministrarei no dia 28 de fevereiro uma aula prática com a participação também de alunos das nossas unidades de todo o país. No ano passado, foram 600 praticantes, um mar de gente que emocionou a todos quantos estiveram presentes. Este ano estamos prevendo um número bem maior, motivo pelo qual o Conselho Administrativo já reservou um espaço muito maior e melhor que o do ano passado, com uma estrutura admirável. Conto com a sua presença!
Veja a foto do “mar de gente” do sádhana do ano passado – emocionante!

Foto de Leila Folino
Miren que interesante. En http://www.harappa.com hasta el 31 de enero se pueden escribir preguntas a los expertos que están trabajando en el sitio.
las preguntas se hacen a través de facebook, les dejo el link:
http://www.facebook.com/topic.php?uid=24752074845&topic=13180
y el texto que ellos escriben:
Harappa.com is running an ‘Ask the Expert’ forum for two months until 31st January 2010. This is your chance to learn the latest about the Indus Valley Civilization directly from an illustrious panel of Indus Valley experts including Asko Parapola, Iravatham Mahadevan, Richard Meadow, Shereen Ratnagar and others. Ask your question and participate in discovering this remarkable civilization.
To ask your question, please reply to this post below. As a guide, questions can be on one of the following topics, though any serious question is welcome. Please try to make your question as clear and specific as possible. Answers will appear athttp://www.harappa.com/ in February-March, 2010. Ask away!
Possible topics for questions:
Origins of the Civilization
The people of the Indus Valley
Technology and Skills
Governance and Daily Life
Indus Script and Language
Internal and External Trade
Urbanisation and City Architecture
Decline of the Indus Civilization
Dwayne – Unidad Belgrano – Buenos Aires – Argentina
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– Como vai você?
– Vou trishulando e kalidando.
Este tipo de cumprimento e respectiva resposta dos praticantes de SwáSthya é apenas um bem-humorado gracejo que não precisa significar coisa alguma. Mas, se quisermos “traduzir”, poderemos entender que o instrutor e até mesmo o aluno desta modalidade está sempre trishulando, isto é, corrigindo os equívocos, cortando-os com o trishúla de Shiva e, por outro lado, incensando com Kálí-Danda, para analgesiar e cicatrizar, com a alma leve e o coração cor-de-rosa. É como se fosse dar um tapinha com uma mão e fazer um carinho com a outra. Se o tapas é necessário (tapinha não é o diminutivo do niyama sânscrito tapas?), o carinho é duas vezes mais importante. Leia mais »
No Brasil, é melhor escrever junto; na França, o certo é separado. Nos Estados Unidos, é junto; na Itália, é separado. A forma original e correta é escrever separado. Nos países de língua inglesa ou influenciados por eles devemos escrever tudo junto, com D e R maiúsculos, porque nesses países as pessoas não sabem que o De deve ter inicial maiúscula e que faz parte do nome. É o caso dos nomes DeSica, DeNiro, DeGaule. Naqueles países, se DeNiro tivesse seu nome escrito separadamente (como deve ser), todos o chamariam de “Mister Niro”. Imagine a gafe de chamar “General Gaule” ao General De Gaule! Isso ocorreu, por exemplo, quando Ravi Shankar escreveu a mensagem elogiando o nosso trabalho em 1969, na qual ele escreveu “Prof. Rose”, porque o nome estava escrito separadamente e é mais educado tratar as pessoas pelo último sobrenome. Assim, ele foi polido ao fazê-lo. Esse foi, também, o caso de Beethoven, que teve o seu nome celebrizado sem o Van. O correto seria chamá-lo Van Beethoven, assim como chamamos Van Lysebeth ao Presidente da Federação Belga de Yôga, recentemente falecido; e Von Hartenthal, àquele promissor profissional de Yôga de ascendência na nobreza alemã. Mas as pessoas, em geral, não sabem que o Van, do holandês, e o Von, do alemão, equivalem ao De, do francês e do italiano. Também por isso, MacDonald é escrito desta forma nos Estados Unidos e a Macintosh desistiu de manter o I maiúsculo, como esse nome é escrito originalmente e corretamente. Mac significa “filho”. O sobrenome Mac Intosh indica que a pessoa pertence ao clã dos Intosh, da Escócia.
Assim, na Inglaterra, Estados Unidos, Brasil e América Latina em geral, escrevo DeRose (junto). Na França, Itália, Bélgica, Suíça e Canadá, escrevo De Rose (separado). Leia mais »
Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.
Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade
Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”
Chazinhos naturébas, não!
Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho. Leia mais »
Começou a nova etapa. Agora, é pôr em prática todas as propostas lindas, maravilhosas, que exprimimos nos votos que transmitimos aos amigos. Criar o arquétipo dessas lindas intenções foi ótimo. Agora é necessário aplicar “ação efetiva”, e realizar efetivamente tudo de bom que desejamos. Ontem à noite a Bel e o Gus me escreveram uma mensagem no celular desejando-me “tudo de ÔM”. Achei a ideia tão genial que preciso compartilhar com você. E se você fizer o mesmo, em breve teremos dois milhões de pessoas com o mesmo sentimento e sua consequente ação efetiva. Leia mais »

