Enviado por Marco Carvalho:
http://www.ted.com/talks/derek_sivers_weird_or_just_different.html
A respeito da matéria que a Carol enviou, convido-o também a assistir à palestra que Ken Robinson deu no âmbito das TED Talks, disponível em: http://www.ted.com/talks/lang/eng/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html
Um abraço bem apertado, desde o outro lado do oceano
Daniela Areal
Mestrão,
Vale registrar que, embora a página da ouvidoria do Ministério Público do DF seja bastante extensa e burocrática quanto aos dados requeridos, é uma fonte direta de registro e análise de queixas.
Após ler a denúncia aqui exposta e as matérias publicadas sobre o fato, segui o exemplo do Instr. Heduan e registrei também meu pedido de investigação. Hoje recebi a mensagem de resposta (encaminhamento da mesma, mas já um começo).
“Em atenção a sua manifestação, informamos que foi encaminhada, para conhecimento e providências cabíveis, à Promotoria de Justiça Militar, por meio do Memorando número 470/2011/Ouvidoria, e à Promotoria de Defesa do Meio Ambiente- PRODEMA, por meio do memorando número 471/2011/Ouvidoria.”
Creio que, se todo cidadão realmente assumisse o poder que possui (delegado temporariamente ao governo) e exigisse a conduta correta de seus representantes, com investigação e correção de erros cometidos (dos humanos que lá estão), essa sensação de medo e impunidade seria corrigida.
Obrigado pela dica e parabéns pelo importante serviço que realiza.
Abraço, Anísio – Un. Alto da XV – Curitiba/PR
[ Reply ]
Muito bom, Anísio. Parabéns!
Olá Mestre!
Gostaria de compartilhar um vídeio do qual eu gostei muito.
Espero que você também goste.
Um grande beijo!
Andressa Dalledone Waltrick
Graduada — Unidade Alto da XV
httpv://youtu.be/m-pgHlB8QdQ
“Burros! Burros!”, é o brado que me ecoa na mente cada vez que escuto um áudiolivro no meu carro. A ideia é muito boa. Poder ler os grandes clássicos e todas as obras que eu sempre quis conhecer e nunca tive tempo. No entanto – que irritância – os locutores só têm voz, falta-lhes estofo cultural. Imagine escutar “cêdro”, quando a pronúncia da madeira é cedro (“cédro“); “por consegüinte”, pronunciando a letra u; pronunciando “míster” (como se fosse inglês) o vocábulo mister (mistér) do português… e mais uma quantidade de analfabetismos da nossa própria língua. E quando surgem citações em inglês, francês, italiano, espanhol e latim? Em um livro de Machado de Assis, o locutor cometeu a leitura “ma-i-çon” para a palavra francesa maison que, qualquer criança sabe, pronuncia-se mesôn (ex.: Maison de France)! C’est, ele pronunciou “sésti“… sem comentários! Em uma citação do italiano, che foi lido como “tchê“. Em O Píncipe, de Maquiavel, o locutor pronuncia o nome da cidade de Piza como se fosse “pizza” (na segunda vez, acerta!). E tantas outras que nem vale a pena mencionar.
E os tradutores! No mesmo livro citado, o autor, dirigindo-se ao nobre (singular) a quem o livro fora ofertado, diz, em brasileirês: “A vocês…” quando no original era “A vós…” Como o animal entendeu que “vós” é a segunda pessoa do plural, lascou um “vocês” na tradução! Depois, passa a misturar o tratamento “tu” e “você” na mesma frase pelo livro todo.
Que o locutor não saiba pronunciar outras línguas, ou que o tradutor seja semianalfabeto, poder-se-ia solucionar desde que houvesse a responsabilidade da editora em providenciar uma revisão eficiente da gravação.
Eu gravei um audiobook do meu livro Eu me lembro… . Embora a locução tivesse sido minha, revisei a gravação um sem-número de vêzes, até que nada mais houvesse a corrigir. Considero uma falta de respeito com o leitor, com o consumidor, jogar o áudio no mercado de qualquer maneira, só para gastar o mínimo e faturar rapidamente.
É preciso que os leitores se insurjam e reclamem! Basta do silêncio dos inocentes.
Oi Mestre,
A revista Trip desse mês tem conteúdo especial sobre educação. Gosto muito da linha editorial deles e lembrei de você em diversas passagens dos textos. Segue um trecho:
“Para o Iluminismo, a própria ideia de inteligência consistia de certo tipo de pensamento dedutivo e um conhecimento dos clássicos – o que viemos a chamar de habilidade acadêmica. No código genético da educação pública, está entranhada a ideia de que existem dois tipos de pessoas: acadêmicas e não acadêmicas, inteligentes e burras. A consequência disso é que muitas pessoas brilhantes acham que elas não o são, porque foram julgadas à luz dessa visão particular da mente.” – a matéria é baseada numa entrevista do educador britânico sir Ken Robinson.
O link para a matéria completa é esse: http://revistatrip.uol.com.br/revista/203/reportagens/aprendendo-a-ensinar.html#6
Beijos,
Carol Mathias
Instrutora da Unidade Itu
Oi Mestre, veja que interessante essa história, sobre bons produtos e boas embalagens, mas aplicada a adoção de cãezinhos.
Uma fotógrafa decidiu ajudar um centro de adoções tirando fotos melhores dos cachorros, fora de jaulas ou terrenos baldios, em estúdio e bem produzidas. O resultado, 100% foram adotados. Antes, muitos eram sacrificados por não conseguirem um novo lar.
Abração, Claus.
httpv://youtu.be/DUORkJ08PYY