terça-feira, 13 de janeiro de 2009 | Autor:

Colei aqui o texto do comentário do Luciano Laranjeira, por considerá-lo extremamente importante. Gostaria que você fizesse o máximo ao seu alcance para tornar a nossa presença mais expressiva na Wikipedia, bem como em todas as demais ferramentas de compartilhamento de informações hoje disponíveis.

“Mestre,

Notei que boa parte do conteúdo na Wikipedia a respeito de Yôga, não fala de Yôga, fala de Ioga e afins.

Seria interessante haver um esforço de nossa parte corrigir o conteúdo literário dessa ferramenta tão utilizada por milhares de pessoas, inclusive no Brasil.

Para quem não conhece a Wikipedia um site que serve como uma biblioteca virtual gratúita e colaborativa, ou seja, qualquer um pode acessar e escrever. Há moderação para evitar propaganda, mas não para revisar o conteúdo publicado. Não há como evitar descrições equivocadas, senão indo lá e escrevendo também.

Muita gente usa. Aliás, muita gente toma o que está escrito lá como literatura confiável, dando mais crédito a Wikipedia do que à enciclopédias mais tradicionais ou dicionários.

Grato, forte abraço.

Luciano Laranjeira” Leia mais »

terça-feira, 13 de janeiro de 2009 | Autor:

Um Amigo

Amizade que partilha,
companheirismo que participa,
parceria que ajuda,
cumplicidade que assume.

Um olhar doce,
um sorriso espontâneo,
uma palavra sincera,
um gesto que comove.

O prazer de estar junto,
a alegria de escutar sua voz,
a companhia para comer,
o alívio de uma confidência escutada com afeto.

O valor de um abraço apertado e longo,
o calor de uma mão para segurar,
o abrigo de um ombro onde pousar a emoção,
o amparo de um coração que enxugue as lágrimas.

Tudo isso quero ser,
Tudo isso quero ter,
para você, Meu Amigo, Minha Amiga,
enquanto eu possa viver.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009 | Autor:

Hoje (ontem), dia 12 de janeiro de 2009, batemos o recorde de visitas e de comentários no nosso blog. Meus cumprimentos a você e a toda a nossa famiglia. Que a cada dia nós continuemos nos superando e, não apenas visitando e deixando comentários, mas também prossigamos divulgando o blog por todos os meios, para toda gente, por todo o mundo. Se este blog tem tanta visitação, sei que devo isso a você. Vamos levantar essa bandeira! É importante que o máximo possível de pessoas nos conheça. Hoje vou dormir feliz. Boa noite para você. SwáSthya!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 | Autor:

Sei que é suposto não ser correto chamar “América” aos Estados Unidos. Na escola te ensinam que chamar de “América” aos Estados Unidos é ofensivo a todos os outros países da América do Norte, América Central e América do Sul porque então, onde ficam todos esses países?

Porém, estou pouco ligando se a Venezuela ou qualquer outro país se ofende. Somos os estados que decidiram unir-se para ser o melhor país do mundo e somos o único ao qual ocorreu incluir “América” em seu nome. O Brasil não se chama “Brasil da América”. Assim, temos todo o direito a chamar-nos “América” […].

Andy Warhol, America, New York, Harper & Row Publisher, 1985, p.8.

Eu admiro muito os Estados Unidos. Seu valor é indiscutível. No entanto, não posso concordar com o meu amigo Warhol. Chamar de americanos os que vivem em apenas um dos países do continente americano seria equivalente aos alemães se declararem europeus. Os outros ficariam com o privilégio de ser franceses, ingleses, italianos, espanhóis, portugueses. Mas “europeus somos nós, os alemães”. E por pouco isso não acontece, em 1945. Se o resto do mundo não se erguesse contra a águia predadora do III Reich, todos os países europeus estariam falando alemão. Mas, então, como denominaríamos os que nascem nos Estados Unidos? Ora, estadunidenses. É como consta nos nossos dicionários e é como muitos países se referem aos naturais dos Estados Unidos. Mas como seria isso em inglês? USman, UnitedStatesman. É até mais bonito.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 | Autor:

Você vai ficar fascinado, apaixonado e bem orgulhoso ao abrir os links de entrevistas, de coreografias e para os sites dos nossos companheiros de todo o Brasil, Argentina, Chile, Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, França, Inglaterra, Escócia, Polônia, Austrália, Havaí, Estados Unidos e outros países. Leia mais »

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 | Autor:

Vi ringrazzio per l’attenzione. È sempre molto bello leggere un messagio d’amore da Italia al Brasile, che muove il mio cuore.. Accetta il mio abbraccio forte e pieno di affetto. De Rose, il tuo nono.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 | Autor:

Lembre-se de que este é um canal público e aberto. Evite mencionar as empresas em que você dá aulas, ou com as quais assinou contrato, a fim de prevenir-se contra a sucessão de boicotes que os nossos instrutores vêm sofrendo por parte da concorrência, por parte daqueles que conspurcam e envergonham a nossa profissão.

É por esse motivo que não anuncio com antecedência os nomes das universidades em que vou dar cursos, nem as cidades que vou visitar. Felizmente, não precisamos de propaganda e há décadas minhas atividades culturais não são abertas ao público: temos número de interessados internamente mais do que suficiente para lotar nossas salas de aula. É comum que as vagas se esgotem antes mesmo que possamos pronunciar Dakshinacháratántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Por causa de precedentes deploráveis, peço que não divulguem as universidades em que vou dar cursos e que não publiquem em órgãos de comunicação que irei visitar a sua cidade. Só comunicamos depois que o evento já aconteceu*, pois assim não permitimos que a concorrência tente prejudicar o bom andamento de quem está mais ocupado em trabalhar do que preocupado em querer impedir o trabalho dos outros. Leiam, a esse respeito, as histórias de boicotes aos cursos nas universidades denunciadas no nosso livro Ser Forte.

Isto é válido também para os Fest-Yôgas que não forem realizados nas capitais e para todos os eventos culturais que não precisem da participação do público. Nos Fest-Yôgas das capitais, há atividades abertas ao público durante a semana que precede o Festival propriamente dito. Nesse caso, por contingência, abrimos exceção para comunicar previamente através da mídia. Mas, lembre-se, “exceção é palavrão”. Evitamo-la o quanto pudermos.

No entanto, imediatamente depois do evento você deve aproveitar o acontecimento fresquinho para usá-lo como gancho para notícias, notas, entrevistas, reportagens e tudo mais, em jornais, revistas, rádio e TV.

*Nota a posteriori: Em virtude de ocorrências mais recentes, após a visita a uma cidade, podemos divulgar que a visita ocorreu, mas não divulgaremos o nome das faculdade ou universidade em que o curso foi dado. Daremos entrevistas sem mencioná-lo. Depois de realizada a entrevista ou reportagem, vamos divulgá-la, mas não vamos mencionar o veículo que publicou a matéria. Obrigado por estar atento.

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