quinta-feira, 29 de setembro de 2011 | Autor: DeRose
Olá Mestre! Tudo bom?
Este mês começou a parceria entre a Revista Shape e o Método DeRose nos Parques Ibirapuera e Villa Lobos em São Paulo. Durante 3 meses a revista dará suporte às nossas tradicionais aulas abertas com águas, ‘squeezes’, camisetas, EVAs e exemplares da revista para os praticantes.
Estamos também nas próximas edições impressas da Shape Brasil até o final do ano.
Neste link você pode ver uma chamada para as aulas que está sendo divulgada nas redes sociais da revista.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011 | Autor: DeRose
Segundo o estudo abaixo, publicado pela revista Época de 16 de Outubro de 2006, todos os veículos juntos – automóveis, motocicletas, ônibus, caminhões, tratores e outros – produzem 4% da poluição do ar.
No entanto, a poluição produzida pela criação de ruminantes (28%) mais seu esterco (4%), juntos produzem 32% da contaminação da atmosfera. A desproporção é colossal!
Conclusão: os maiores responsáveis pela poluição e pelo comprometimento do ar que respiramos, pelo aquecimento global e pela destruição da camada de ozônio são os comedores de carnes que sustentam uma indústria pecuária sem precedentes na história da humanidade.
Confira no gráfico abaixo (clique no gráfico para ampliá-lo):
Mestre, por este link aqui dá para ver melhor e navegar no site Animals Save the Planet. Tem até informações sobre os personagens. Um primor! http://www.animalssavetheplanet.com/
Como peças vivas de um gigante quebra cabeça espalhadas pelo mundo, os genes amábilis pouco a pouco vão se encontrando e cada vez mais pessoas que AMAM surgem nesse mundo, vindas dos mais diversos credos, filosofias e estilos de vida com o intuito de fazer desse pequeno grão de areia azul um lugar melhor para se viver, com mais respeito, dignidade e amor entre todas as espécies.
Nós do SwáSthya sabemos do nosso compromisso e temos em ti, querido Mestre, nosso farol para nos orientar nesse caminho. E acredito que devemos ser, se não ativistas ativos, ao menos propagadores de idéias e ideais que ajudem a humanidade a ter um futuro digno.
Para tanto indico um site que contém um documentário nacional sobre como a criação de animais para alimentação contribui de forma muito significativa para a degradação do meio ambiente e a desigualdade social, o documentário Hábitos e Habitat é um prólogo para outro, Meat the Truth, mais longo, mais detalhado e mais incisivo.
Oi Mestre!
Hoje no site UOL sairam duas reportagens interessantes. Uma fala sobre a importância do curry em nossa alimentação e a outra fala do vegetarianismo contra a mudança climática.
Espero que ache interessante também!
Beijos e mais beijos da Flavinha
Jardins-SP
quarta-feira, 28 de setembro de 2011 | Autor: DeRose
Eduardo Galeano. Comendador de la Orden de Mayo al Mérito.
Eventualmente, suponemos que ya no se use el título de Comendador en Argentina solamente porque nuestros Formadores de Formadores no transitan en los círculos de Órdenes al Mérito.
terça-feira, 27 de setembro de 2011 | Autor: DeRose
“Burros! Burros!”, é o brado que me ecoa na mente cada vez que escuto um áudiolivro no meu carro. A ideia é muito boa. Poder ler os grandes clássicos e todas as obras que eu sempre quis conhecer e nunca tive tempo. No entanto – que irritância – os locutores só têm voz, falta-lhes estofo cultural. Imagine escutar “cêdro”, quando a pronúncia da madeira é cedro (“cédro“); “por consegüinte”, pronunciando a letra u; pronunciando “míster” (como se fosse inglês) o vocábulo mister (mistér) do português… e mais uma quantidade de analfabetismos da nossa própria língua. E quando surgem citações em inglês, francês, italiano, espanhol e latim? Em um livro de Machado de Assis, o locutor cometeu a leitura “ma-i-çon” para a palavra francesa maison que, qualquer criança sabe, pronuncia-se mesôn (ex.: Maison de France)! C’est, ele pronunciou “sésti“… sem comentários! Em uma citação do italiano, che foi lido como “tchê“. Em O Píncipe, de Maquiavel, o locutor pronuncia o nome da cidade de Piza como se fosse “pizza” (na segunda vez, acerta!). E tantas outras que nem vale a pena mencionar.
E os tradutores! No mesmo livro citado, o autor, dirigindo-se ao nobre (singular) a quem o livro fora ofertado, diz, em brasileirês: “A vocês…” quando no original era “A vós…” Como o animal entendeu que “vós” é a segunda pessoa do plural, lascou um “vocês” na tradução! Depois, passa a misturar o tratamento “tu” e “você” na mesma frase pelo livro todo.
Que o locutor não saiba pronunciar outras línguas, ou que o tradutor seja semianalfabeto, poder-se-ia solucionar desde que houvesse a responsabilidade da editora em providenciar uma revisão eficiente da gravação.
Eu gravei um audiobook do meu livro Eu me lembro… . Embora a locução tivesse sido minha, revisei a gravação um sem-número de vêzes, até que nada mais houvesse a corrigir. Considero uma falta de respeito com o leitor, com o consumidor, jogar o áudio no mercado de qualquer maneira, só para gastar o mínimo e faturar rapidamente.
É preciso que os leitores se insurjam e reclamem! Basta do silêncio dos inocentes.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011 | Autor: DeRose
Oi Mestre,
A revista Trip desse mês tem conteúdo especial sobre educação. Gosto muito da linha editorial deles e lembrei de você em diversas passagens dos textos. Segue um trecho:
“Para o Iluminismo, a própria ideia de inteligência consistia de certo tipo de pensamento dedutivo e um conhecimento dos clássicos – o que viemos a chamar de habilidade acadêmica. No código genético da educação pública, está entranhada a ideia de que existem dois tipos de pessoas: acadêmicas e não acadêmicas, inteligentes e burras. A consequência disso é que muitas pessoas brilhantes acham que elas não o são, porque foram julgadas à luz dessa visão particular da mente.” – a matéria é baseada numa entrevista do educador britânico sir Ken Robinson.