terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor:

Os instrutores Alexandre Montagna e Daniela da Silva, e os alunos Sarita Borges e Hélio Roman sofreram um acidente quando vinham de Chapecó para Joinville. Bateram de frente em outro veículo. Incrivelmente, todos sobreviveram com ferimentos leves. Isso é impressionante, porque uma batida de frente na estrada era para não sobrar ninguém para contar a história. Mas a egrégora nos protege.

No Festival de Florianópolis de 2008, uma turma que vinha de São Bernardo, SP, capotou na estrada. Ninguém se machucou. Seguiram viagem e participaram do festival como se nada tivesse ocorrido.

Ontem, ao contar esse caso, fui informado de outro acidente em que o veículo do nosso pessoal capotou e depois foi abalroado por outro carro. Ninguém morreu. Ninguém se feriu gravemente.

Considerando que somos tantos milhares, que temos tantos eventos em tantas cidades e que viajamos o tempo todo, é impressionante que tenhamos tido tão poucos acidentes ao longo das décadas e que, em 50 anos, ninguém tenha morrido em acidentes de estrada!

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terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor:

Quando uma pessoa é tão querida e realiza obras importantes, devemos mentalizar para que goze sempre de boa saúde, seja feliz, tenha prosperidade e viva muito, mas muito tempo. Proponho que façamos hoje às 21 horas uma mentalização nesse sentido para o nosso bom amigo António Mateus. Como você já sabe, seguimos o fuso horário de cada país.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor:

Querida Marcinha. Você sempre me surpreendeu pela sua força interior, lealdade, carinho, capacidade de superação. Se há alguém que merece o reconhecimento de toda a nossa família, essa é você. Parabéns pelo seu aniversário!

Como temos mais de mil instrutores atuando na nossa rede, a cada dia temos dois ou três aniversários a comemorar. Seria impossível mencioná-los todos, mas reservamos este espaço para citar principalmente os dos Diretores e escritores da Nossa Cultura.

No entanto, quem souber do aniversário de algum colega nosso, pode e deve avisar aos demais, colocando um comentário no nosso blog.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor:

No post que estava sob este título, minha intenção era defender o senhor em questão. Esqueci-me de que algumas pessoas são muito melindráveis. Como não foi meu intuito aborrecer ninguém, optei por retirar o texto e se alguém se sentiu ofendido, peço que me desculpe.

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009 | Autor:

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Equipe de instrutores da Unidade Centro Cívico.

Em pé: Camilla Miranda, Guilherme Nunes, Valéria Vidal, Marcelo Osiecki, Cibele Léger, Julio Simões, Juliana Vieira, Daniel Maoski, Luciane Ogata e Márcio Michelotto.

Sentados: Leonardo Poli, Ricardo Poli e Arthur Costi.

Foto de Rodolpho Pajuaba.

[É preciso apoiar esta juventude saudável que ensina outros jovens a viver longe do fumo, do álcool e das drogas. É preciso respeitar o trabalho sério e honesto que os profissionais da Nossa Cultura desempenham em prol da sociedade, da família, da responsabilidade social e da responsabilidade ambiental. DeRose.]
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domingo, 30 de agosto de 2009 | Autor:

Achei que não precisava dizer isto, pois para mim estava hiper claro, mas como ocorreram enganos, então lá vai:

Quando não utilizamos a palavra mágica “Yôga” na entrevista foi para libertar-nos dos estereótipos e preconceitos atrelados a esse rótulo tão popularizado atualmente.

Ora, se é para que a opinião pública e a Imprensa enxergue e escute quem somos nós sem os filtros dos estereótipos, você não pode encaminhar carta ou release em que mencione a palavra que tomamos o cuidado de não usar na entrevista!!!

Nem deve se referir ao entrevistado como Mestre. Pode utilizar escritor, educador, comendador, qualquer outra qualificação que seja óbvia e incontestável, mas que não gere a pergunta: “Mestre de quê?”

Vou lhe contar mais um depoimento para reforçar este positioning. Ontem à noite, na festa de reinauguração da Unidade Cabral, a Diretora da Unidade Batel, Karla Juliane, me informou que está ministrando aulas do Método em uma importante empresa do estado do Paraná. No entanto, na hora em que foram firmar o contrato, a empresa exigiu que não usasse o rótulo de Yôga. O argumento foi: “Se chamarmos de Yôga não vai atingir todos os funcionários. Muitos deixarão de comparecer às práticas por preconceito.”

E na conversa que tivemos com os alunos da Unidade Alto da XV, um motocilista da tribo Harley Davidson, nos contou publicamente: “Quando eu disse que praticava, o meu mecânico respondeu – ‘O senhor pratica o Método DeRose, não é? É um trabalho muito sério.’ ” 

 

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domingo, 30 de agosto de 2009 | Autor:

A Unidade Cabral não estava muito bem. Se não houvesse uma rede por trás, seu proprietário se endividaria e acabaria quebrando. Mas nós somos uma grande família pró-ativa. Apareceu o Gustavo Oliveira, que já era Diretor de outra unidade e estava se dando muito bem, para comprar a escola deficitária. Todos ganharam. O antigo proprietário se recapitalizou ao vender seu patrimônio ao invés de simplesmente fechar e perder todo o investimento. Sob nova direção, a Unidade Cabral cresceu 500% (você leu certo: quinhentos por cento) em poucos meses. E todos viveram felizes para sempre. Por isso temos pena daqueles que não tiveram o privilégio de participar da nossa egrégora e caminhar junto conosco.

Essa experiência também nos mostrou que, geralmente, o problema não é o ponto, não é a cidade e – certamente – não é o Método, mas sim e sempre o administrador. Há companheiros que são ultracompetentes como instrutores, verdadeiros virtuoses que ministram aulas portentosas. Mas que não têm talento para dirigir uma escola. Eu, por exemplo, não tenho esse talento. Então, coloquei outra pessoa para administrar a Sede Central. Nas mãos encantadas da Profa. Fernanda Neis, a escola teve um crescimento exponencial, como nunca havia tido antes dela. E eu fui me dedicar ao que sabia fazer de melhor que era escrever livros e dar cursos pelo mundo afora. A partir do bom aproveitamento dos talentos de cada um de nós, o Método DeRose se expandiu para vários países da Europa e Estados Unidos. O segredo foi encontrar a química certa entre as pessoas. Para encontrar essa química, às vezes, basta realocar algum membro da equipe, tirando-o de uma função e colocando noutra. Ou mesmo, retirando-o de uma equipe e recomendando-o a outra escola da rede onde, dando a química certa, essa pessoa poderá demonstrar o seu potencial.

Uma boa ajuda é encaminhar o Diretor ou o instrutor para estágio com a Profa. Fernanda Neis, na Sede Central, e para consultoria com a Profa. Dora Santos, em São Bernardo do Campo, SP. Outro grande auxílio é contratar auditoria com o Prof. Charles Maciel. Convidar o Prof. Flávio Moreira para dar um curso aos instrutores da sua equipe tem realizado verdadeiros milagres nas unidades por onde ele andou. Flávio tem um talento especial para agregar e para ensinar como motivar os alunos para a fidelização, para o gurusêvá e para a formação de instrutores. Flávio formou tantos instrutores e teve tanto sucesso na sua escola que já abriu mais uma.

Espero que estas dicas tenham ajudado.