sexta-feira, 15 de maio de 2009 | Autor:

Certo dia, um comprador viu a placa na porta de uma loja: “Vendem-se cravos”. Como estava precisando de uns condimentos, entrou. Pediu ao proprietário:

– Quero duzentos gramas de cravos, por favor.

Ao que o lojista respondeu:

– Desculpe, cavalheiro. Não trabalhamos com esse produto.

Para não perder a viagem, o freguês tentou adquirir outra especiaria:

– Então, dê-me duzentos gramas de orégano.

O vendedor, sem perder a elegância, informou:

– Sinto muito, meu senhor. Não trabalhamos com temperos.

O consumidor, indignado, contrapôs:

– Mas o senhor colocou um luminoso lá fora dizendo que vende cravos!

E o dono da loja esclareceu:

– Exatamente. Vendemos cravos, os nobres instrumentos renascentistas, predecessores dos pianos. Acho que não é o que o senhor está procurando.

Essa história acontece todos os dias nas escolas credenciadas pela Uni-Yôga. Muitos candidatos lêem a palavra Yôga e pensam tratar-se de academia, ou de terapia, ou de alguma outra amenidade. No entanto, o que nós oferecemos é uma cultura, uma proposta de reeducação comportamental, um estilo de vida.

Por isso, em várias escolas nossas, em diversos países da Europa, os diretores optaram por não ostentar o rótulo Yôga em suas placas e letreiros. Estão utilizando somente Método DeRose e revelam-se bem satisfeitos. Ninguém entra equivocado procurando por cravos da Índia. Com isso, o trabalho de atendimento ao público passou a consumir-nos menos e não ocorre mais o constrangimento de esclarecer que não trabalhamos com aquilo que o interessado vem buscar.

 

soninha.paris
En France ça marche,
c’est incroyable comme le public qui vient nous chercher change, je l’ai adopté et c’est super.
Essayez, vouz allez pas regretter :)
shauc
Sonia

[Vou traduzir porque todos precisam saber disto: “Na França, está funcionando. É incrível como mudou o público que vem nos procurar. Eu o adotei (a marca Método De Rose) e é ótimo! Experimente. Você não vai se arrepender!”]

Se você tiver uma experiência semelhante, compartilhe com os demais aqui no blog.

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Em www.research-live.com  de 09 may, in 60 second soapbox, tive a felicidade de encontrar uma bela declaração do executivo Fabio Martins: “Quality of life. I practise SwáSthya Yôga and it has allowed me to appreciate what quality really is. Quality is about drawing satisfaction, being healthy, knowing yourself and achieving your dreams, SwáSthya Yôga has allowed me to discover and practise this.”

Pois é, Fabio. Seu texto me fez recordar que há mais de vinte anos nós usávamos camisetas com a inscrição: “Yôga: the best for your Self“, fazendo um trocadilho entre yourself e seu próprio Self, o Púrusha, a Mônada.

Quanto ao carro elétrico Tesla, há tempos também venho sonhando com um.

Fiquei bem feliz pela menção. Mais feliz ainda porque a Research ilustrou a matéria com a foto de um homem, o que quebra alguns estereótipos.

Leia mais »

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Se você perdeu a oportunidade de fazer uma festa na sua escola para homenagear as mamães, não perca agora a chance de comemorar o dia dos namorados, convidando para uma aula aberta os namorados, namoradas, maridos, esposas e assemelhados. Depois da aula, comemoração com almoço, ou jantar, ou coquetel, ou qualquer outra coisa, com direito a flores, música e poesia. Peça ao seu diretor que promova essa festa. Todos vão ficar felizes e os seus amados vão ser mais companheiros depois dessa linda experiência.

Leia mais »

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Veja os links atualizados neste post:

http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/links/

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Links:

http://www.youtube.com/watch?v=Wuo6PUeyHmA

http://www.youtube.com/watch?v=mLozn2HTeng

FIGLIO PERDUTO

Música de Van Beethoven / adaptação de Michael Soltau e Chiara Ferraú, baseados em um texto de Von Goëthe, conforme link enviado pelo nosso companheiro Luis Régio. Interpretada no link acima por Sarah Brightman.

Muri di vento
Notte è scesa
Padre e figlio sono insiem.

Con un cavallo
Vanno avanti
In questa grande oscurità.

Ma ad un tratto
Il bimbo trema
Dalla paura
Freddo si fa.

Padre, oh padre!
Tu non hai visto?
Re degli elfi
Eccolo la!

Figlio perduto!
Vuoi far un gioco?
Gioia ti porto
Vieni con me.

Padre, oh padre!
Hai già sentito?
Cosa mi dice?
E che vuol’ far’?

Figlio perduto!
Se tu non vieni
Io userò la forza che ho.

Padre, oh padre!
Re degli elfi
Mi sta toccando
Male mi fa.

E il bambino,
Con occhi chiusi
Lui non si muove
Perso è già.

Figlio,
Figlio perduto!
Se tu non vieni
Io userò la mia forza.

Padre, oh padre!
Re degli elfi
Mi sta toccando
Male mi fa.

E il bambino,
Con occhi chiusi,
Lui non si muove
Perso è già.

… perso è già! Leia mais »

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Com alguma frequencia (nova ortografia), nos eventos e solenidades, me perguntam se sou padre. Com um sorriso cordial, explico que aquele traje é o “terno” formal hindu. Para os amigos, gracejo e chamo-o de hindumentária. No entanto, o nome internacional da roupa é Nehru suit, fazendo referência ao primeiro Primeiro-Ministro da Índia (1947), que a tornou conhecida por comparecer a reuniões com chefes de estado ou a solenidades de gala com sua vestimenta tradicional. Na verdade, vestimentas tradicionais são aceitas em muitos lugares do mundo para substituir o smoking (tuxedo), como, por exemplo, no Rio Grande do Sul. Lá, em recepções que exijam black tie, se o gaúcho chegar pilchado, isto é, de calça bombacha, botas etc., essa indumentária é aceita como traje de gala. Outro nome para o Nehru suit, em hindi, é bandgalá. Não só na Índia, mas também no Paquistão e em alguns outros países utiliza-se um traje semelhante.

Uma curiosidade: você sabe por que no Brasil chamamos “terno” ao traje formal de calça e paletó da mesma cor? É porque nas suas origens tinha três peças – calça, paletó e colete!

Na foto acima, estou vestindo a “hindumentária”, no Palácio do Governo, em São Paulo, após uma solenidade, ao lado de uma querida amiga e aluna antiga (de mais de dez anos) da Unidade Anália Franco, nossa estimada Halana, assessora política de um expressivo deputado que nos apoia. E que nós apoiamos, reciprocamente, com muito carinho e gratidão. Leia mais »

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Vamos ver qual será o resultado. A maioria foi muito boa, mas talvez tenha faltado o apelo que levaria alguém a sair da sua casa para buscar uma escola do Método. Como eu queria que os últimos posts tivessem mais ênfase, evitei colocar outros que dispersassem a atenção do leitor.

 

Luciano López Guzman nos enviou esta frase do Edgardo Madanes, escultor, professor de artes e nosso aluno da Argentina:

Hay lugares a los cuales no accedemos habitualmente,
lugares por los cuales no podemos transitar,
lugares donde podríamos construir un refugio
alejado de lo cotidiano y crear un espacio
con leyes y códigos propios.
En este lugar (que no es ni muy alto ni muy bajo, no es cielo ni es tierra),
es donde voy a dibujar el espacio,
recorrerlo en todas sus dimensiones,
señalar el aire y corporizarlo

Leia mais »