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Ela consiste em concentrar-se e n\u00e3o pensar em nada, n\u00e3o analisar o objeto da concentra\u00e7\u00e3o, mas simplesmente pousar a mente nele at\u00e9 que ela se infiltre no objeto. \u201cQuando o observador, o objeto observado e o ato da observa\u00e7\u00e3o se fundem numa s\u00f3 coisa, isso \u00e9 medita\u00e7\u00e3o\u201d, dizem os Sh\u00e1stras. Portanto, o melhor termo em nossa l\u00edngua para definir esse fen\u00f4meno \u00e9 contempla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por outro lado, n\u00e3o queremos alimentar o falso estere\u00f3tipo popular de que os praticantes de Y\u00f4ga sejam \u201ccontemplativos\u201d. Assim sendo, essa palavra que melhor define dhy\u00e1na torna-se inconveniente no momento atual.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, resta-nos uma outra designa\u00e7\u00e3o. O estado de consci\u00eancia que os brit\u00e2nicos do s\u00e9culo XVIII arbitraram chamar de meditation \u00e9, na verdade, um tipo de intui\u00e7\u00e3o, ou seja, o mecanismo que possu\u00edmos para veicular a consci\u00eancia, o qual est\u00e1 localizado acima do organismo mental. Intui\u00e7\u00e3o, todos j\u00e1 tivemos uma manifesta\u00e7\u00e3o desse fen\u00f4meno,\u00a0alguns mais outros menos. Trata-se de um canal que nos traz o conhecimento por via direta, sem a interfer\u00eancia do intelecto. Foi intui\u00e7\u00e3o aquele epis\u00f3dio familiar ou profissional no qual voc\u00ea sabia do fato, embora ningu\u00e9m lhe tivesse dito, telefonado, escrito, telegrafado ou comunicado por meio racional algum. Simplesmente, voc\u00ea o sabia. Profissionalmente, academicamente, cientificamente, talvez voc\u00ea o tenha deixado passar por n\u00e3o dispor de um respaldo racional, uma do- cumenta\u00e7\u00e3o, uma pesquisa, uma bibliografia&#8230; No entanto, se tivesse lan\u00e7ado m\u00e3o daquele conhecimento intuicional, teria passado \u00e0 frente da concorr\u00eancia, teria feito uma grande descoberta cient\u00edfica muito al\u00e9m do seu tempo. Depois, bastaria procurar a documenta\u00e7\u00e3o adequada, ou as estat\u00edsticas necess\u00e1rias para fundamentar o que voc\u00ea j\u00e1 sabia \u2013 fundament\u00e1-lo apenas para que os seus pares n\u00e3o pudessem questionar as suas fontes.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>A intui\u00e7\u00e3o comum \u00e9 como o flash de uma c\u00e2mera fotogr\u00e1fica, s\u00f3 que n\u00e3o tem dimens\u00e3o em termos de tempo. \u00c9 um insight. Mas, sob treinamento, \u00e9 poss\u00edvel desenvolver uma outra forma de intui\u00e7\u00e3o que se manifesta como o flash de uma filmadora, que acende e permanece aceso por um \u00e1timo. Chamamos a esse fen\u00f4meno intui\u00e7\u00e3o linear, quando conseguimos manter a intui\u00e7\u00e3o fluindo voluntariamente por um segundo inteiro \u2013 ou mais. Essa \u00e9 a defini\u00e7\u00e3o perfeita para o termo s\u00e2nscrito dhy\u00e1na.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, n\u00e3o podemos us\u00e1-lo, j\u00e1 que ningu\u00e9m saberia a que quer\u00edamos nos referir. Somos, portanto, obrigados a voltar para a op\u00e7\u00e3o inicial e utilizar mesmo o voc\u00e1bulo medita\u00e7\u00e3o, pois, embora inexato, \u00e9 aceito universalmente, inclusive na \u00cdndia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>QUASE NINGU\u00c9M SABE O QUE \u00c9 MEDITA\u00c7\u00c3O<\/div>\n<\/div>\n<div title=\"Page 19\">\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, quase ningu\u00e9m sabe o que \u00e9 medita\u00e7\u00e3o. Nem no Ocidente, nem no Oriente. S\u00e3o poucos os Mestres que sabem de que est\u00e3o falando e menos ainda s\u00e3o os disc\u00edpulos que os compreendem.<\/p>\n<p>Muita gente acha que meditar \u00e9 reduzir a consci\u00eancia, mas \u00e9 o contr\u00e1rio. \u00c9 aument\u00e1-la, \u00e9 expandi-la, \u00e9 adquirir mais lucidez. Por isso, seu ve\u00edculo \u00e9 chamado superconsciente.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitos grupos de medita\u00e7\u00e3o que n\u00e3o sabem explicar o que fazer para atingir esse estado expandido de consci\u00eancia e mandam simplesmente voc\u00ea se sentar e ficar quieto.<\/p>\n<p>DESPERTE!<\/p>\n<p>J\u00e1 escutei um orientador declarar que \u201cquando termino de dar medita\u00e7\u00e3o, as pessoas despertam mais felizes e relaxadas\u201d (!) Como assim despertam? Por acaso estavam dormindo? \u00c9 exatamente o contr\u00e1rio. Quando algu\u00e9m entra em medita\u00e7\u00e3o sente como se tivesse estado a dormir por toda a sua vida e agora, na medita\u00e7\u00e3o, tivesse acordado. Meditar \u00e9 o despertar. N\u00e3o meditar ou terminar a medita\u00e7\u00e3o e voltar ao estado mental \u00e9 entrar num processo de hiberna\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia. \u00c9 como blindar a lucidez com uma pesada armadura de l\u00f3gica e racioc\u00ednio.<\/p>\n<p>Lembro-me de uma \u201cprofessora\u201d que me visitou h\u00e1 mais de 20 anos, querendo dar aulas de medita\u00e7\u00e3o na minha escola. Por uma quest\u00e3o de cortesia, procurei dar-lhe um pouco de aten\u00e7\u00e3o e perguntei qual era a sua linha. Ela me respondeu que era de todas. Bem, a partir da\u00ed, percebi que n\u00e3o tinha conhecimento algum, pois uma pessoa n\u00e3o pode ser de todas as linhas, uma vez que elas s\u00e3o antag\u00f4nicas. Ent\u00e3o, perguntei como era o seu m\u00e9todo. Respondeu-me que mandava a pessoa sentar-se, fechar os olhos e meditar. \u201cSim \u2013 questionei \u2013, isso \u00e9 o que o praticante faz com o corpo. Mas e para meditar, qual \u00e9 a t\u00e9cnica?\u201d Ela repetia a mesma f\u00f3rmula e quanto mais eu procurava entender, mais irritada ficava, pois, simplesmente, n\u00e3o sabia o que dizer. Conseguia enganar um leigo, no entanto, ao perceber-se defrontada com uma pessoa que conhecia o assunto, tornara-se acuada.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>MEDITA\u00c7\u00c3O \u00c9 UMA T\u00c9CNICA?<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de 30 anos eu participava de um programa semanal na TV Bandeirantes e sempre no mesmo dia, todas as ter\u00e7as-feiras, tamb\u00e9m dissertava o conceituado fil\u00f3sofo brasileiro Huberto Rodhen. Embora meu amigo pessoal, no programa n\u00f3s defend\u00edamos pontos de vista divergentes sobre a medita\u00e7\u00e3o. Rodhen, not\u00e1vel espiritualista, n\u00e3o podia admitir que uma pr\u00e1tica \u201cespiritual\u201d (no seu entender) pudesse ser alavancada por uma simples t\u00e9cnica. Ent\u00e3o, todas as ter\u00e7as-feiras ele ia ao ar antes de mim e me alfinetava:<\/p>\n<p>\u2013 Tem gente que diz que \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar a medita\u00e7\u00e3o por meio de t\u00e9cnica. Isso n\u00e3o \u00e9 admiss\u00edvel, pois a espiritualidade n\u00e3o se conquista com t\u00e9cnicas, mas por merecimento.<\/p>\n<p>E, todas as ter\u00e7as-feiras eu ia ao ar logo em seguida e rebatia elegantemente, sem discordar abertamente, mas ensinando:<\/p>\n<p>\u2013 Bem, vamos agora praticar a t\u00e9cnica de medita\u00e7\u00e3o que o Y\u00f4ga milenar transmite h\u00e1 s\u00e9culos, com inquestion\u00e1vel sucesso.<\/p>\n<p>Depois, terminado o programa, r\u00edamos de nossas diverg\u00eancias filos\u00f3ficas e \u00edamos juntos tomar um ch\u00e1. Sempre respeitei muito esse que considero o maior fil\u00f3sofo brasileiro, um dos mais relevantes do s\u00e9culo passado. Relato aqui esta hist\u00f3ria para exemplificar que discord\u00e2ncias fundamentalistas n\u00e3o devem tornar os debatedores inimigos entre si.<\/p>\n<p>MEDITA\u00c7\u00c3O \u00c9 PARTE DO Y\u00d4GA<\/p>\n<p>Medita\u00e7\u00e3o (dhy\u00e1na) \u00e9 parte integrante do acervo de t\u00e9cnicas do Y\u00f4ga. Sacar a medita\u00e7\u00e3o do seu contexto n\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel. Sem as demais t\u00e9cnicas do Y\u00f4ga, tentar meditar pode ser prejudicial. A medita\u00e7\u00e3o surgiu dentro do Y\u00f4ga, por\u00e9m, v\u00e1rias correntes filos\u00f3ficas apoderaram-se somente dessa parte e desprezaram as outras que lhe dariam suporte. Resultado: (a) sem as demais t\u00e9cnicas torna-se bem mais dif\u00edcil meditar; e (b) se conseguir meditar isso poder\u00e1 ser mais prejudicial do que \u00fatil. Vamos tentar explicar de duas formas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong>Primeiro exemplo<\/strong><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Imagine uma pessoa que pratique esportes. Essa pessoa desenvolve toda a musculatura do corpo de forma equilibrada, ou quase. Mas o que ocorreria se um desportista resolvesse s\u00f3 exercitar bra\u00e7o e n\u00e3o pernas, nem t\u00f3rax, nem abd\u00f4men, nem dorsais, e pior: s\u00f3 um bra\u00e7o? Praticaria rosca de b\u00edceps com cada vez mais peso s\u00f3 com o seu bra\u00e7o direito, para poder exibi-lo na praia. O resultado cultivaria um aleij\u00e3o, com perninhas de periquito, barriguinha de chopp e um bra\u00e7o mais forte que o outro como um caranguejo patola ou uma v\u00edtima de elefant\u00edase. Se n\u00e3o tivesse feito nenhum exerc\u00edcio f\u00edsico poderia estar fora de forma, poderia ser magrela ou gorducho, mas sempre tenderia a uma certa harmonia dentro do seu biotipo. N\u00e3o seria uma anomalia.<\/p>\n<p>Quando algu\u00e9m pratica s\u00f3 um anga, por exemplo, s\u00f3 medita\u00e7\u00e3o, ou s\u00f3 mantra, ou s\u00f3 \u00e1sana etc., o resultado \u00e9 o desequil\u00edbrio como o do exemplo acima. Melhor seria n\u00e3o praticar nada, pois, nesse caso, a natureza manteria uma relativa harmonia de conjunto.<\/p>\n<p><strong>Segundo exemplo<\/strong><\/p>\n<p>A medita\u00e7\u00e3o \u00e9 o fen\u00f4meno produzido pelo funcionamento do \u00e1j\u00f1a chakra, situado entre as sobrancelhas. Os chakras, como estudaremos no respectivo cap\u00edtulo, s\u00e3o dinamizados pelo influxo da kundalin\u00ed. Logo, se o praticante n\u00e3o preparar seu sistema biol\u00f3gico para que a energia formid\u00e1vel da kundalin\u00ed ascenda gradualmente, chakra ap\u00f3s chakra, at\u00e9 o \u00e1j\u00f1a, a energia n\u00e3o conseguir\u00e1 subir, o que equivale a dizer que o praticante n\u00e3o conseguir\u00e1 meditar. Poder\u00e1 iludir-se e pensar que est\u00e1 meditando, mas n\u00e3o estar\u00e1. E se insistir muito, durante muito tempo, e acabar conseguindo atrair a energia para esse chakra, pior ainda. Pois a energia da kundalin\u00ed \u00e9 f\u00edsica e dever\u00e1 fluir medula espinhal acima, por dentro de meridianos de for\u00e7a que precisam estar perfeitamente desobstru\u00eddos, atrav\u00e9s de uma coluna vertebral flex\u00edvel e mediante uma s\u00e9rie de outros cuidados. Tal energia n\u00e3o poder\u00e1 sair pelo lado de fora do corpo, por onde n\u00e3o existe a anatomia dos canais de vasculariza\u00e7\u00e3o pr\u00e1nica, e chegar ao \u00e1j\u00f1a; nem poder\u00e1 aparecer nes- se chakra por um toque de m\u00e1gica.<\/p>\n<p>Se a insist\u00eancia em fazer medita\u00e7\u00e3o criar uma suc\u00e7\u00e3o da kundalin\u00ed na regi\u00e3o da cabe\u00e7a e essa energia for for\u00e7ada a subir sem que haja canais\u00a0desobstru\u00eddos, ela o far\u00e1 rompendo e queimando tudo o que encontrar pela frente. Poder\u00e1, ainda, romper algum duto e vazar, destruindo os tecidos dos \u00f3rg\u00e3os adjacentes. Nesse caso, ocorreriam dist\u00farbios no sistema nervoso e outros.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>MEDITANTES QUE N\u00c3O PRATICAM Y\u00d4GA<\/p>\n<p>Foi feita uma pesquisa nos Estados Unidos com meditantes que n\u00e3o praticavam Y\u00f4ga, mas eram adeptos de grupos, seitas ou associa\u00e7\u00f5es de medita\u00e7\u00e3o. O resultado foi estarrecedor. Mais de 99% apresentavam dist\u00farbios psiqui\u00e1tricos seri\u00edssimos. No entanto, os pesquisadores confessaram que ocorrera um erro no controle da experi\u00eancia. N\u00e3o conseguiram detectar se tais sujets j\u00e1 tinham anteriormente dist\u00farbios e por isso foram procurar coisas estranhas e ex\u00f3ticas para praticar, ou se foram essas pr\u00e1ticas que os conduziram a estados patol\u00f3gicos. A boa not\u00edcia \u00e9 que no grupo que praticava medita\u00e7\u00e3o como parte do Y\u00f4ga, menos de 1% apresentou problemas.<\/p>\n<p>Shiv\u00e1nanda explica em seu livro Autobiografia, na p\u00e1gina 102: \u201co desenvolvimento unilateral n\u00e3o \u00e9 muito ben\u00e9fico\u201d; e na p\u00e1gina 142: \u201cum desenvolvimento unilateral n\u00e3o o ajudar\u00e1\u201d. Portanto, cultivar um desenvolvimento s\u00f3 com \u00e1sana, s\u00f3 com mantra, s\u00f3 com medita\u00e7\u00e3o etc., n\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel. N\u00e3o se deve praticar um fragmento de Y\u00f4ga ou um Y\u00f4ga truncado. \u00c9 recomend\u00e1vel praticar todos os angas.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea pratica Y\u00f4ga, observe que se praticar um minuto cada anga do Y\u00f4ga Antigo (mudr\u00e1, p\u00faj\u00e1, mantra, pr\u00e1n\u00e1y\u00e1ma, kriy\u00e1, \u00e1sana, y\u00f4ganidr\u00e1 e samyama) ter\u00e1 realizado uma pr\u00e1tica de oito minutos. Com um minuto de medita\u00e7\u00e3o (realizada no anga samyama) voc\u00ea ter\u00e1 conseguido meditar com muito mais facilidade e ter\u00e1 ido muito mais fundo. No entanto, voc\u00ea que pratica Y\u00f4ga, no dia em que resolver n\u00e3o realizar uma pr\u00e1tica completa em oito partes, mas s\u00f3 meditar, verificar\u00e1 que mesmo com dez vezes mais tempo investido na medita\u00e7\u00e3o, encontrar\u00e1 muito mais dificuldade para galgar esse estado e se o conseguir, ele ser\u00e1 mais superficial. Conclus\u00e3o, a medita\u00e7\u00e3o \u00e9 mesmo parte de um contexto e n\u00e3o deve ser praticada fora dele.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p>A PAR\u00c1BOLA DA LAGOA<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>No fundo da lagoa que abastecia de \u00e1gua a aldeia Vajrakutir, havia um diamante. Dois homens resolveram procurar a valiosa gema observando a partir da superf\u00edcie. A face norte da lagoa era assolada por ventos que encrespavam a superf\u00edcie das \u00e1guas. Do outro lado, na face sul, as montanhas protegiam-na dos ventos e a superf\u00edcie era serena. Assim, o homem que tentou ver o fundo da lagoa pelo norte nada enxergou, pois havia uma barreira de turbul\u00eancia entre ele e a pedra preciosa. Mas o que divisou pelo sul, conseguiu ver o fundo da lagoa e o tesouro que l\u00e1 estava.<\/p>\n<p>A lagoa \u00e9 a mente. O diamante \u00e9 o P\u00farusha, o Self, a M\u00f4nada. A superf\u00edcie encrespada \u00e9 a turbul\u00eancia das ondas mentais (chitta vritti). A superf\u00edcie serena corresponde \u00e0 supress\u00e3o da instabilidade da consci\u00eancia (chitta vritti nir\u00f4dhah).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MEDITA\u00c7\u00c3O (DHY\u00c1NA) Medita\u00e7\u00e3o \u00e9 uma palavra inconveniente para definir a pr\u00e1tica chamada dhy\u00e1na em s\u00e2nscrito, j\u00e1 que essa t\u00e9cnica consiste em parar de pensar a fim de permitir que a consci\u00eancia se expresse atrav\u00e9s de um canal mais sutil, que est\u00e1 acima da mente, mas o dicion\u00e1rio define meditar como pensar, refletir. 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