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S\u00e3o afirma\u00e7\u00f5es bastante audaciosas. Portanto, estudemos sua fundamenta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: center;\" align=\"center\"><strong style=\"mso-bidi-font-weight: normal;\"><span style=\"font-size: 9pt; text-transform: uppercase; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: center;\" align=\"center\"><strong style=\"mso-bidi-font-weight: normal;\"><span style=\"font-size: 9pt; text-transform: uppercase; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">Aumento da capacidade imunol\u00f3gica e amplia\u00e7\u00e3o da expectativa de vida<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">Na d\u00e9cada de 1970, em um laborat\u00f3rio de pesquisas farmac\u00eauticas nos Estados Unidos, daqueles que torturam os animais para desenvolver rem\u00e9dios mais eficazes para benef\u00edcio da praga humana, os cientistas se depararam com uma perplexidade. Ao inocular os v\u00edrus nos coelhinhos usados como cobaias, havia um grupo, todo da mesma gaiola, que n\u00e3o desenvolvia a doen\u00e7a como os demais. Os pesquisadores tentaram por todos os meios descobrir o que estava causando uma super resist\u00eancia t\u00e3o espantosa nessas cobaias, pois isso valia milh\u00f5es de d\u00f3lares se isolado e posto no mercado. Tudo em v\u00e3o. Aquele engradado recebia a mesma comida e \u00e1gua, a mesma quantidade de luz e de ventila\u00e7\u00e3o dos demais. Experimentaram trocar as gaiolas de posi\u00e7\u00e3o. Verificaram, chocados, que os coelhos da jaula nova que fora colocada na posi\u00e7\u00e3o antes ocupada pela das cobaias resistentes, tornaram-se tamb\u00e9m refrat\u00e1rias \u00e0s enfermidades! O que haveria de diferente naquela localiza\u00e7\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">Instalaram dezenas de c\u00e2meras para monitorar vinte e quatro horas por dia e analisar tudo o que acontecesse a cada minuto. Ent\u00e3o, observaram que a funcion\u00e1ria encarregada de dar comida aos coelhos era uma jovem baixinha que chegava todos os dias com a ra\u00e7\u00e3o e a atirava em todas as gaiolas que n\u00e3o alcan\u00e7ava. Mas daquela que estava na frente, ao seu alcance, ela pegava os coelhinhos e os acariciava, falava com eles e dava-lhes a comida na boca. Depois de muito estudo, perplexos, os cientistas foram obrigados a admitir que o carinho aumentara a capacidade imunol\u00f3gica das cobaias. Infelizmente, isso n\u00e3o podia ser isolado e posto em comprimidos para vender nas farm\u00e1cias.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: center;\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\"><span style=\"font-size: 9pt; text-transform: uppercase; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\"><strong>Beb\u00eas prematuros<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\"><span style=\"font-size: 9pt; text-transform: uppercase; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">\u00a0<\/span>Em 2009, descobriu-se nos Estados Unidos que beb\u00eas nascidos com menos de sete meses ganhavam at\u00e9 <span style=\"text-decoration: underline;\">47% a mais de peso por dia<\/span> se fossem massageados (leia-se acariciados) durante quinze minutos v\u00e1rias vezes pela manh\u00e3, \u00e0 tarde e \u00e0 noite.<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: center;\" align=\"center\"><strong style=\"mso-bidi-font-weight: normal;\"><span style=\"font-size: 9pt; text-transform: uppercase; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">Altera\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">Em 1959, cientistas russos procederam a uma experi\u00eancia na Sib\u00e9ria. Aprisionaram v\u00e1rias raposas selvagens e foram cruzando as menos agressivas. A primeira gera\u00e7\u00e3o foi mantida dentro de pequenas jaulas. Seus filhotes, j\u00e1 nascidos em cativeiro, tinham, naturalmente, menos agressividade e deixavam-se tocar e acariciar. <span style=\"text-decoration: underline;\">Em poucas gera\u00e7\u00f5es<\/span>, come\u00e7aram a agir exatamente como c\u00e3es dom\u00e9sticos, demonstrando carinho pelos tratadores e at\u00e9 abanando a cauda em sua presen\u00e7a. At\u00e9 a\u00ed, nada de mais. O fen\u00f4meno digno de nota ocorreu quando passaram a ser verificadas muta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, como o aparecimento de um tufo de p\u00ealo branco na cabe\u00e7a, que as outras raposas n\u00e3o ostentavam, e muito menos as selvagens. Foram muta\u00e7\u00f5es assim que h\u00e1 dezenas de milhares de anos come\u00e7aram a modificar os lobos e deram origem aos t\u00e3o queridos c\u00e3es dom\u00e9sticos. Hoje, com a engenharia gen\u00e9tica, sabe-se que os c\u00e3es simplesmente deixaram de desenvolver alguns genes dos lobos selvagens, assim como as raposas siberianas domesticadas. E por que isso ocorreria? No caso dos lobos e das raposas \u00e9 muito claro. A natureza \u00e9 seletiva. Se a descend\u00eancia de um animal n\u00e3o precisa de um determinado gene para a sobreviv\u00eancia sua heran\u00e7a gen\u00e9tica vai sendo gradualmente modificada ao longo das gera\u00e7\u00f5es. E com o ser humano, que resultados positivos isso poderia ter? Ser\u00e1 que reavivaria os genes recessivos do <em style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">Homo am\u0101bilis<\/em>?<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: center;\" align=\"center\"><strong style=\"mso-bidi-font-weight: normal;\">\u00a0<\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: center;\" align=\"center\"><strong style=\"mso-bidi-font-weight: normal;\"><span style=\"font-size: 9pt; text-transform: uppercase; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">O toque salva vidas<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\">Talvez o <em style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">touch healing<\/em> ajude a explicar em parte a baixa incid\u00eancia de \u00f3bitos entre instrutores da Nossa Cultura. Por tudo isso, temos a convic\u00e7\u00e3o de que todos n\u00f3s, com qualquer faixa et\u00e1ria, temos nossa sa\u00fade e expectativa de vida bem aumentadas, entre outros fatores, tamb\u00e9m por sermos carinhosos e privilegiarmos o toque, seja\u00a0pelos abra\u00e7os, \u00f3sculos, cafun\u00e9s ou outras formas de comunica\u00e7\u00e3o afetuosa entre amigos. Valorizemos isso. N\u00e3o deixemos que essa qualidade t\u00e3o rara se banalize. Sejamos gratos e reconhecidos a cada companheiro que nos transmita o seu carinho com o precioso <strong style=\"mso-bidi-font-weight: normal;\"><em style=\"mso-bidi-font-style: normal;\">touch healing<\/em><\/strong> !<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Verdana; mso-bidi-font-family: Vrinda;\"><!--more--><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O touch healing se baseia no fato confirmado de que o toque (qualquer experi\u00eancia sensorial, seja ela massagem, co\u00e7ada, cafun\u00e9, toque er\u00f3geno ou o seja l\u00e1 o que for) aumenta a capacidade imunol\u00f3gica, expande a expectativa de vida e causa muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas positivas. S\u00e3o afirma\u00e7\u00f5es bastante audaciosas. 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