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Fomos bem-sucedidos sob um certo aspecto, pois conseguimos definir muito bem o que n\u00e3o somos. N\u00e3o somos terapia, n\u00e3o somos seita, n\u00e3o somos gin\u00e1stica, n\u00e3o somos zen, n\u00e3o somos auto-ajuda, n\u00e3o somos esoterismo&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas n\u00e3o conseguimos dizer de maneira resumida, simples e clara o que somos. Talvez com mais cabe\u00e7as pensantes consigamos uma defini\u00e7\u00e3o do M\u00e9todo DeRose que seja facilmente compreendido pelo p\u00fablico leigo e possa mobilizar as pessoas certas a visitar uma escola do M\u00e9todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ajudar voc\u00ea na elabora\u00e7\u00e3o da sua sugest\u00e3o, vou-lhe fornecer alguns dados. N\u00e3o \u00e9 para mencion\u00e1-los, mas apenas para que voc\u00ea se situe:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1) M\u00e9todo DeRose \u00e9 constitu\u00eddo por t\u00e9cnicas e conceitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2) Nenhum dos dois \u00e9 moderno. As t\u00e9cnicas e os conceitos s\u00e3o inspirados em um per\u00edodo muito antigo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3) Sabemos que a meta dessa Cultura \u00e9 o estado de consci\u00eancia expandida que nos proporcione o autoconhecimento; sabemos que durante o percurso ocorrem consequ\u00eancias ben\u00e9ficas para o organismo e psiquismo do praticante; sabemos que n\u00e3o trabalhamos com foco nos benef\u00edcios. Como explicar isso em uma frase de at\u00e9 dez palavras?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4) Quem est\u00e1 dentro sabe que o mais importante \u00e9 a coisa em si, Nossa Cultura, nossa bel\u00edssima proposta de revolu\u00e7\u00e3o comportamental que torna as pessoas melhores e mais felizes. Fazemo-lo por que nos d\u00e1 prazer, n\u00e3o para receber qualquer tipo de benef\u00edcio. Mas como classificar ou resumir isso aos nossos amigos e familiares?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5) Queremos compartilhar nossa descoberta com os entes queridos, mas n\u00e3o desejamos doutrinar nem convencer ningu\u00e9m de coisa alguma. Como expor isso em uma pequena defini\u00e7\u00e3o que seja cativante, mas n\u00e3o queira vender nada?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pelos itens acima, voc\u00ea percebeu que \u00e9 muito mais simples agarrar um r\u00f3tulo que j\u00e1 tenha seus estere\u00f3tipos, seu f\u00e3-clube, como \u00e9 o caso do Y\u00f4ga, aceitar oferecer benef\u00edcios e n\u00e3o questionar os mitos, as farsas e o mesmismo. No entanto, esse \u00f4nus seria muito pesado para a nossa consci\u00eancia. Ter\u00edamos que abrir m\u00e3o daquilo em que acreditamos e nos prostituir \u00e0 sociedade de consumo. Queremos prosseguir &#8211; e cada vez mais &#8211; fazendo um trabalho s\u00e9rio, digno, elegante, ensinando uma filosofia de vida.<\/p>\n<p class=\"comment-author\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Aguardo as suas sugest\u00f5es de defini\u00e7\u00e3o daquilo que somos e do que propomos. Mas lembre-se: tem que ser abrangente, clara, simples, curta. E, \u00e9 claro, que n\u00e3o escorregue no paradigma: n\u00e3o mencione o r\u00f3tulo que queremos evitar. Lembre-se de que essa frase n\u00e3o \u00e9 para ser um <\/strong><em><strong>slogan<\/strong><\/em><strong> e sim uma defini\u00e7\u00e3o curta que tenha o poder de motivar uma pessoa que perten\u00e7a ao nosso p\u00fablico alvo a se mobilizar, levantar-se e ir at\u00e9 uma escola do M\u00e9todo DeRose para experimentar. Nosso p\u00fablico alvo \u00e9 aquele que n\u00e3o gosta de &#8220;i\u00f3ga&#8221;. Nosso p\u00fablico alvo \u00e9 adulto-jovem, din\u00e2mico, saud\u00e1vel e descomplicado. N\u00e3o est\u00e1 doente, n\u00e3o est\u00e1 deprimido, n\u00e3o precisa de terapia, n\u00e3o quer uma seita, n\u00e3o admite doutrina\u00e7\u00e3o nem manipula\u00e7\u00e3o. E vai adorar o ambiente!<\/strong><\/p>\n<p class=\"comment-author\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Ao elaborar uma explica\u00e7\u00e3o curta, mostre a algumas pessoas que n\u00e3o praticam e pergunte-lhes se essa defini\u00e7\u00e3o teria o poder de mobiliz\u00e1-las a sair de casa e procurar uma escola do M\u00e9todo.<\/strong><\/p>\n<p class=\"comment-author\"><strong>Leia tamb\u00e9m as respostas que dei aos primeiros que enviaram coment\u00e1rios com suas sugest\u00f5es.<\/strong><\/p>\n<p class=\"comment-author\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"comment-author\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"comment-author\">Veja abaixo a opini\u00e3o enviada pelo companheiro Juliano Paganini:<\/p>\n<p class=\"comment-author\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"comment-author\"><strong><a class=\"row-title\" title=\"Editar Coment\u00e1rio\" href=\"http:\/\/www.uni-yoga.org\/blogdoderose\/wp-admin\/comment.php?action=editcomment&amp;c=8002\">Juliano Paganini<\/a><\/strong><br \/>\n<span style=\"color: #0000ee; text-decoration: underline;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p>Mestr\u00e3o,<\/p>\n<p>Refletindo sobre este t\u00f3pico, gostaria de compartilhar uma experi\u00eancia pessoal\u2026<\/p>\n<p>Infelizmente, j\u00e1 conclui que o termo \u201cY\u00f4ga\u201d gera uma rotulagem estereotipada quase imposs\u00edvel de ser revertida, e, para o intelecto popular, representa exatamente aquilo que n\u00e3o somos: naturebas, pseudo-hindus, m\u00edsticos, \u201cespiritualizad\u00edssimos\u201d, etc.<\/p>\n<p>Contudo, acredito que com os termos \u201cSw\u00e1Sthya\u201d, \u201cDeRose\u201d, e \u201cUni-Y\u00f4ga\u201d, ocorre coisa diversa: por conta de sua perpetua\u00e7\u00e3o pelas pessoas integrantes desta poderosa egr\u00e9gora, atrav\u00e9s de um exemplo cotidiano de virtuosidade, levado a cabo pelos representantes fi\u00e9is daquilo que o Sw\u00e1Sthya significa (dinamismo, sa\u00fade, alegria sincera, companheirismo, apre\u00e7o pelo conhecimento, etc.), o p\u00fablico em geral pode construir uma opini\u00e3o mais fiel a respeito da Nossa Cultura, ainda que dela n\u00e3o participe diretamente. Tanto pode como j\u00e1 o vem fazendo! (Pelo que posso observar\u2026)<\/p>\n<p>Por isso, pessoalmente, sempre fa\u00e7o quest\u00e3o de deixar claro ao p\u00fablico leigo que tudo isso de bom tem nome (Sw\u00e1sthya!), e que aquelas \u201cPessoas\u201d se unem por um ideal em comum (s\u00e3o alunos do DeRose e dos professores por ele formados, que estudam e trabalham na Universidade de Y\u00f4ga!).<\/p>\n<p>Grande abra\u00e7o! Aguardamos sua vinda a Curitiba !<\/p>\n<p>Juliano Paganini<br \/>\n(Aluno do Ricardo Poli)<\/p>\n<p class=\"comment-author\"><!--more--><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante quase cinquenta anos, n\u00f3s nos esfor\u00e7amos por corrigir falsos estere\u00f3tipos (para mim, todos os estere\u00f3tipos s\u00e3o falsos) sobre a nossa filosofia e sobre o nosso trabalho. Fomos bem-sucedidos sob um certo aspecto, pois conseguimos definir muito bem o que n\u00e3o somos. 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