
































































































{"id":4821,"date":"2010-06-13T12:01:07","date_gmt":"2010-06-13T15:01:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.uni-yoga.org\/blogdoderose\/?p=4821"},"modified":"2010-06-13T12:21:26","modified_gmt":"2010-06-13T15:21:26","slug":"a-inadaptabilidade-da-palavra-yoga-para-a-comunicacao-contemporanea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/profissao\/a-inadaptabilidade-da-palavra-yoga-para-a-comunicacao-contemporanea\/","title":{"rendered":"A inadaptabilidade da palavra Y\u00f4ga para a comunica\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Estou postando outra vez este texto porque acho que alguns instrutores n\u00e3o o leram na postagem anterior que foi publicada em maio.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Quando mudamos um paradigma, volta tudo a zero.&#8221; Conhece esta frase? Claro que conhece. Ela \u00e9 um dos estribilhos do nosso curso sobre paradigmas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, \u00e9 natural que durante os primeiros tempos em que queiramos adotar outro paradigma tenhamos que aprender uma ou outra li\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antigamente, nossos festivais levavam o r\u00f3tulo de Y\u00f4ga. Chegando a Frankfurt [<em>nome fict\u00edcio para n\u00e3o expor o nome da cidade ou do pa\u00eds<\/em>] para o nosso Fest-Y\u00f4ga, no primeiro dia dei tr\u00eas entrevistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira, quando eu disse que n\u00e3o queria falar de Y\u00f4ga, correu bem, pois a entrevistadora era jovem e logo compreendeu tudo. O ve\u00edculo era uma revista de cultura e arte, o que ajudou bastante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda entrevista foi para o jornal Di\u00e1rio de Economia. Pedi que <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">n\u00e3o<\/span><\/strong> fosse uma entrevista sobe Y\u00f4ga, mas o argumento da entrevistadora era bem coerente: &#8220;Voc\u00eas divulgaram um evento de yoga&#8221;. Depois de discorrer durante cerca de uma hora sobre a Nossa Cultura, na qual eu disse mais ou menos as mesmas coisas que constam no v\u00eddeo da entrevista de Portugal, a entrevistadora me revelou: &#8220;Como o assunto \u00e9 yoga, esta mat\u00e9ria \u00e9 para o suplemento feminino.&#8221; Esse foi o primeiro choque. Ent\u00e3o, se quero discorrer sobre uma filosofia, n\u00e3o pode ser para homens? N\u00e3o entendo esse preconceito. No entanto, pior foi o que veio depois: &#8220;N\u00e3o sei como vou escrever isto. Minhas leitoras n\u00e3o v\u00e3o compreender nada.&#8221; Pensei c\u00e1 comigo: se fosse um homem a declarar tal coisa, seria tachado de machista-leninista. Ainda insisti que as mulheres a quem nos dirigimos s\u00e3o em sua maioria pessoas de n\u00edvel superior, empres\u00e1rias, pol\u00edticas, intelectuais, artistas&#8230; Mas n\u00e3o fiquei esperan\u00e7oso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A terceira entrevista foi o tiro de miseric\u00f3rdia. Muito educado, o entrevistador perguntou respeitosamente: &#8220;O senhor se considera um guru, uma pessoa especial, um escolhido?&#8221; Dei risada, descontra\u00ed o clima, respondi que somos <span style=\"text-decoration: underline;\">profissionais<\/span>,\u00a0que atualmente s\u00f3 se usa tal termo em express\u00f5es como <em>O guru da economia<\/em>, e coisas assim, mas n\u00e3o utilizamos esse voc\u00e1bulo na nossa <span style=\"text-decoration: underline;\">profiss\u00e3o<\/span>. Ent\u00e3o, veio a pr\u00f3xima pergunta: &#8220;O seu contato com Deus&#8230;&#8221; \u00a0Mas, como \u00e9 poss\u00edvel que se v\u00e1 entrevistar algu\u00e9m sem ter-se informado previamente sobre o trabalho e a obra dessa pessoa? O respons\u00e1vel pelo mal-estar?\u00a0A culpa n\u00e3o \u00e9 do entrevistador. Repito que ele foi muito respeitoso e at\u00e9 querido. A culpa foi do\u00a0r\u00f3tulo yoga. N\u00e3o \u00e9 i\u00f3ga? Ent\u00e3o!? Todo o mundo sabe o que \u00e9 a i\u00f3ga, ora!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conclus\u00e3o: n\u00e3o podemos mais utilizar a palavra m\u00e1gica que faz com que as pessoas reajam de maneira estranha. Nem mesmo nos nossos festivais. Ainda bem que agora trabalhamos com o <strong>M\u00e9todo DeRose<\/strong> que, inclusive, \u00e9 mais abrangente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_______________<\/p>\n<p>Ol\u00e1 Mestre!<\/p>\n<p>Hoje fui apresentar o nosso trabalho em uma empresa. Nesta apresenta\u00e7\u00e3o, em nenhum momento falei a palavra m\u00e1gica, no texto tamb\u00e9m n\u00e3o constava a palavra e sim M\u00e9todo DeRose.<\/p>\n<p>Na verdade eu nem precisei falar nada, quando a pessoa viu a logo do Nosso M\u00e9todo, disse: \u201cAh, DeRose. DeRose eu quero!\u201d Fiquei muito feliz e queria compartilhar isso com voc\u00ea.<\/p>\n<p>Tenha um \u00f3timo dia.<\/p>\n<p>Beijocas.<\/p>\n<p>Fernanda Rengel<br \/>\nJoinville \u2013 SC<\/p>\n<p>_______________<\/p>\n<p>Bom dia, Mestr\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 incr\u00edvel a associa\u00e7\u00e3o que as pessoas fazem com essa tal palavra e coisas estapaf\u00fardias. Ganhamos muito com o upgrade para M\u00e9todo DeRose, inclusive nas a\u00e7\u00f5es em empresas, col\u00e9gios etc.<\/p>\n<p>Nas organiza\u00e7\u00f5es em que desde o in\u00edcio exclu\u00ed a palavrinha m\u00e1gica e abordei com o atual paradigma, o trabalho foi muito mais produtivo. Al\u00e9m do que, as pessoas ficam mais receptivas, abertas \u00e0 nova experi\u00eancia e sem o peso dos estere\u00f3tipos e clich\u00eas.<\/p>\n<p>Abra\u00e7\u00e3o e at\u00e9 semana que vem aqui em Floripa!<\/p>\n<p>Caio Melo<br \/>\nUnidade Kobrasol \u2013 Florian\u00f3polis\/SC<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estou postando outra vez este texto porque acho que alguns instrutores n\u00e3o o leram na postagem anterior que foi publicada em maio. &#8220;Quando mudamos um paradigma, volta tudo a zero.&#8221; Conhece esta frase? Claro que conhece. Ela \u00e9 um dos estribilhos do nosso curso sobre paradigmas. Portanto, \u00e9 natural que durante os primeiros tempos em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[546,119,26,58,180,1644,3298,681,39,239,269,1287,1758,3291,82,86,249,238],"class_list":["post-4821","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-profissao","tag-arte","tag-blog-do-derose","tag-cultura","tag-derose","tag-entrevista","tag-fest-yoga","tag-filosofia","tag-guru","tag-metodo","tag-metodo-derose","tag-om","tag-paradigma","tag-preconceito","tag-profissao","tag-respeito","tag-swasthya","tag-uni-yoga","tag-yoga"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4821","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4821"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4821\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4821"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4821"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/derosemethod.org\/blogdoderose\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4821"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}