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Li e reli algumas vezes e acredito que esta \u00e9 a melhor forma.<br \/>\nAdorei a aula de hoje !<br \/>\nSegue a tradu\u00e7\u00e3o abaixo<br \/>\nCada vez s\u00e3o mais casais que decidem n\u00e3o ter filhos<br \/>\nS\u00e3o conhecidos como DINK (ingresso em dobro, sem filhos, segundo as siglas em ingl\u00eas) e priorizam sua independ\u00eancia econ\u00f4mica, o crescimento profissional e desfrutar o tempo livre.<\/p>\n<p>Foto: Flikr\/pedrosimoes7<br \/>\nPor Alejandro Rapetti<br \/>\nEspecial para lanacion.com<br \/>\nFazem vista grossa \u00e0s regras sociais e decidem, sem culpa, que o n\u00facleo familiar se limite s\u00f3 a dois, sem lugar para terceiros. S\u00e3o conhecidos como DINK, sigla de Doble Income, No kids ou \u201cingresso duplo sem filhos\u201d e \u00e9 um fen\u00f4meno crescente.<br \/>\nTrata-se de casais entre 25 e 39 anos que cada vez mais optam por n\u00e3o ter filhos, em troca de uma independ\u00eancia econ\u00f4mica maior, crescimento profissional e tempo livre dispon\u00edvel.<br \/>\n\u201c\u00c9 preciso buscar as explica\u00e7\u00f5es sociais deste fen\u00f4meno nas expectativas das mulheres por uma posi\u00e7\u00e3o social melhor, que implicam em n\u00edveis educativos maiores e melhores posi\u00e7\u00f5es sociais no trabalho. Dali que se retarde a chegada e tamb\u00e9m se reduza a quantidade de filhos a ter\u201d, assinala Victoria Mazzeo, doutora em Ci\u00eancias Sociais e tamb\u00e9m chefa do departamento de An\u00e1lises Demogr\u00e1ficas da Dire\u00e7\u00e3o Geral de Estat\u00edstica e Censos ( GCBA)<br \/>\nSegundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada pela Dire\u00e7\u00e3o Geral de Estat\u00edsticas e Censos, a mudan\u00e7a das fam\u00edlias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere a diferentes fases pelas quais podem mudar os lares de tipo familiar.<br \/>\nDentro delas se encontram \u201cCasais jovens sem filhos\u201d, definida como casais que n\u00e3o tiveram filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A pesquisa demonstra que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11,3 % dos n\u00facleos de lares completos (cerca de 65.000 lares). Estes lares tem um alto ingresso per capit\u00e3 familiar em rela\u00e7\u00e3o ao total da cidade e em sua maioria (83%) est\u00e3o localizados em um quinto no ingresso dos mais ricos.<br \/>\n\u201cEsta tend\u00eancia pertence mais \u00e0s metr\u00f3poles, as civiliza\u00e7\u00f5es em progresso, j\u00e1 que n\u00e3o acontece nas pequenas cidades nem nos povoados, que dir\u00e1 nem sequer em Grande Buenos Aires, de onde as crian\u00e7as continuam nascendo de m\u00e3es jovens. Em geral acolhidas por suas familias de origem\u201d, assinala de sua parte a licenciada Jazm\u00edn Gul\u00ed, psic\u00f3loga especializada em Constela\u00e7\u00f5es Familiares e terapia de casal e autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.<br \/>\nE acrescenta \u201cSem d\u00favida esta nova forma pertence a o que chamamos de progresso e faz parte de um conjunto de ide\u00e1is que os sustentam, como ser que todo aquele que seja racional, premeditado e que adie os desejos \u201cprimitivos\u201d, como \u00e9 de reproduzir-se e continuar a esp\u00e9cie, ir\u00e1 nos distinguir cada vez mais dos animais que n\u00e3o pensam, nem tem a capacidade de planejar ou planejar-se objetivos reprodutivos\u201d.<br \/>\nSofia Roncatti 33 anos. \u00c9 radiologista e vive casada h\u00e1 4 anos, mesmo que at\u00e9 o momento adiou a possibilidade de sua maternidade para mais adiante. \u201cNunca descartei a id\u00e9ia de ser m\u00e3e, apenas que at\u00e9 o momento estamos muito bem e gostaria de aproveitar este momento o m\u00e1ximo poss\u00edvel. Acredito que hoje em dia h\u00e1 tempo para ser m\u00e3e at\u00e9 uma idade mais avan\u00e7ada, e n\u00e3o vejo raz\u00e3o para nos apressarmos em tomar uma decis\u00e3o que mudar\u00e1 completamente nossas vidas\u201d, sustenta.<br \/>\nEm qualquer caso, os DINK n\u00e3o tem que preocupar-se em assistir todas as pe\u00e7as da escola, podem tirar f\u00e9rias em qualquer m\u00eas do ano, e com rela\u00e7\u00e3o ao card\u00e1pio, permitem-se consumir artigos e servi\u00e7os que para muitos poderia parecer luxo. Saem mais frequentemente a comer fora e levam uma vida muito saud\u00e1vel, dedicando grande parte de seu tempo a fazer exerc\u00edcios e a levar uma dieta equilibrada.<br \/>\nEstes casais quebram o conceito da concep\u00e7\u00e3o tradicional da familia, e defendem sua escolha como uma op\u00e7\u00e3o cada vez mais vi\u00e1vel na hora de eleger um modelo de vida.<br \/>\nAs estad\u00edsticas demonstram desta maneira. N\u00e3o \u00e9 por acaso que a partir da d\u00e9cada de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a idade para se casar. No decorrer dessa d\u00e9cada foi de 26 anos, nos anos 90 foi aos 28 anos e passa dos 30 anos na d\u00e9cada de 2000.<br \/>\n\u201c\u00c9 a corrida da idade da pimeira uni\u00e3o se fortalece ao examinar a idade m\u00e9dia das m\u00e3es que deram \u00e0 luz pela primeira vez, que oscilou entre 26 e 28 anos durante as d\u00e9cadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global da fertilidade (quantidade de filhos por mulheres) em 2001 manteve o mesmo n\u00edvel do que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas caiu em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 1980 (2 filhos por mulher)\u201d mostra Mazzeo.<br \/>\nNeste sentido, ao analizar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a propor\u00e7\u00e3o que teve filhos foi de 71% em 1980 e foi reduzido para 65% em 2006. Agora veja, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com o n\u00edvel educativo universit\u00e1rio completo, adverte-se que os n\u00edveis s\u00e3o distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com n\u00edvel universit\u00e1rio completo que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006.<br \/>\nMelhor dizendo, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com o n\u00edvel universit\u00e1rio completo teve filhos.<br \/>\nPor outro lado, se comprova a import\u00e2ncia do n\u00edvel educativo maior neste grupo de idade: a propor\u00e7\u00e3o de mulheres de 30 a 39 anos com n\u00edvel universit\u00e1rio completo em um total de mulheres deste grupo foi em 14% em 1980 y subiu a 26% em 2006.<br \/>\nPara Gul\u00ed, por tr\u00e1s dessa nova conduta parece que se veem multid\u00f5es de filhos que receberam a vida mas que n\u00e3o a passam a outros, mantendo uma juventude a for\u00e7a de negar-se a pertencer ao cilco da vida. \u201cN\u00e3o vejo separado do movimento, tamb\u00e9m crescente, das fertiliza\u00e7\u00f5es em idades avan\u00e7adas, insist\u00eancias civilizadas a que as coisas aconte\u00e7am como dizem e n\u00e3o como s\u00e3o ou seriam. Uma atitude frente \u00e0 vida\u201d, assegura.<br \/>\nQual sua opini\u00e3o sobre casais que decidem n\u00e3o ter filhos? Adiaria a paternidade\/ maternidade? Conte-nos sua experiencia<br \/>\nFonte: <a onclick=\"pageTracker._trackPageview('\/outbound\/comment\/http:\/\/www.lanacion.com.ar\/nota.asp?nota_id=1242613');\" rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.lanacion.com.ar\/nota.asp?nota_id=1242613\">http:\/\/www.lanacion.com.ar\/nota.asp?nota_id=1242613<\/a><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o Romina Natalia Pino Guajardo<\/p>\n<p>Ol\u00e1 Mestre,<br \/>\nMentalizo para que esteja tudo em harmonia!<br \/>\nAqui vai o texto traduzido para portugu\u00eas.<\/p>\n<p>Beijos,<\/p>\n<p>M\u00e1rio Vendas<br \/>\n<a onclick=\"pageTracker._trackPageview('\/outbound\/comment\/http:\/\/www.MetodoDeRoseCampoAlegre.com');\" rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.metododerosecampoalegre.com\/\">http:\/\/www.MetodoDeRoseCampoAlegre.com<\/a><\/p>\n<p>Fazem ouvidos surdos aos mandatos sociais e decidem, sem culpa, que o n\u00facleo familiar se limite somente a dois, sem lugar para um terceiro. S\u00e3o conhecidos como DINK, acr\u00f3nimo de de Double Income, No Kids, \u201c duplo sal\u00e1rio sem filhos\u201d e \u00e9 um fen\u00f3meno crescente.<\/p>\n<p>Trata-se de casais entre os 25 e 39 anos que cada vez mais optam por n\u00e3o ter filhos em troca de uma maior independ\u00eancia econ\u00f3mica, desenvolvimento profissional e tempo dispon\u00edvel para o \u00f3cio.<\/p>\n<p>\u201cAs explica\u00e7\u00f5es sociais a este fen\u00f3meno encontram-se nas expectativas das mulheres por uma melhor posi\u00e7\u00e3o social, que implicam maiores n\u00edveis educacionais e melhores posi\u00e7\u00f5es laborais. Da\u00ed que se protele a chegada e tamb\u00e9m se reduza a quantidade de filhos a ter\u201d, assinala Victoria Mazzeo, doutorada em Ci\u00eancias Sociais e chefe do Departamento An\u00e1lise Demogr\u00e1fico da Direc\u00e7\u00e3o Geral de Estat\u00edstica e Censos (GCBA).<\/p>\n<p>Segundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada em 2009 pela Direc\u00e7\u00e3o Geral de Estat\u00edsticas e Censos, a passagem das fam\u00edlias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere \u00e0s distintas fases pelas quais podem passar os lares de tipo familiar.<\/p>\n<p>Dentro delas encontra-se o \u201cCasal jovem sem filhos\u201d, definido como o par que n\u00e3o teve filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A inquiri\u00e7\u00e3o assinala que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11% dos lares nucleares completos (aproximadamente 65.000 lares).<br \/>\nEstes lares t\u00eam alto rendimento per c\u00e1pita familiar respectivamente ao total da cidade e na sua maioria (83%) est\u00e3o localizados no quintil de ordenados mais ricos.<\/p>\n<p>\u201cEsta tend\u00eancia \u00e9 mais vis\u00edvel nas metr\u00f3poles, nas civiliza\u00e7\u00f5es em progresso j\u00e1 que o mesmo n\u00e3o sucede nas pequenas cidades nem nos pequenos povoados, ou seja, nem sequer na Grande Buenos Aires onde as crian\u00e7as seguem nascendo de m\u00e3es jovens, em geral acolhidas nas suas fam\u00edlias de origem\u201d, assinala por sua vez a licenciada Jazm\u00edn Gul\u00ed, psic\u00f3loga especializada em Constela\u00e7\u00f5es Familiares e terapia de casais e autora do livro Amor Delivery , editado por Aguilar.<\/p>\n<p>E acrescenta: \u201cAinda assim, esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e forma parte de um conjunto de ideias que o sustem, como ser tudo aquilo que seja racional, premeditado e que protele os desejos\u201dprimitivos\u201d, como o de reproduzir-se e continuar a esp\u00e9cie, que nos v\u00e1 distinguindo cada vez mais do animal que nem pensa nem tem a capacidade de planear ou propor-se a objectivos reprodutivos.<\/p>\n<p>Sof\u00eda Roncatti tem 33 anos, \u00e9 radiologista, e vive em comunh\u00e3o h\u00e1 4 anos, ainda que at\u00e9 ao momento posterga a possibilidade da sua maternidade para mais tarde: \u201cNunca descartei a ideia de ser mam\u00e3, s\u00f3 que por agora estamos muito bem assim, e gostar\u00edamos de estirar este momento o mais poss\u00edvel. Creio que hoje em dia h\u00e1 tempo de ser m\u00e3e at\u00e9 uma idade um pouco mais avan\u00e7ada, e n\u00e3o vejo a raz\u00e3o para apurar em tomar uma decis\u00e3o que modificar\u00e1 completamente nossas vidas\u201d, sustenta.<br \/>\nEm qualquer caso, os DINK n\u00e3o t\u00eam que se preocupar por assistir aos actos do col\u00e9gio, podem Salir de f\u00e9rias em qualquer m\u00eas do ano, e frequentemente permitem-se consumir artigos e servi\u00e7os que para muitos podem ser de luxo. Saem seguidamente mais vezes a comer fora e levam uma vida muito saud\u00e1vel, dedicando grande parte do seu tempo livre a fazer exerc\u00edcio e levam uma dieta equilibrada.<br \/>\nEste casais rompem com a concep\u00e7\u00e3o tradicional de fam\u00edlia e defendem sua escolha como uma op\u00e7\u00e3o cada vez mais vi\u00e1vel na hora de seleccionar um modelo de vida.<\/p>\n<p>Qual a tua opini\u00e3o dos casais que decidem n\u00e3o ter filhos? Adiarias a paternidade\/maternidade?<\/p>\n<p>As estat\u00edsticas assim demonstram. N\u00e3o \u00e9 por acaso que a partir da d\u00e9cada de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a sua idade para contrair matrim\u00f3nio. A m\u00e9dia dessa d\u00e9cada foi de 26 anos, na d\u00e9cada de 90 foi de 28 anos e supera a idade de 30 anos para a d\u00e9cada de 2000.<\/p>\n<p>\u201dEste correr da idade para a primeira uni\u00e3o se corrobora ao examinar a idade m\u00e9dia das m\u00e3es que deram \u00e0 luz pela primeira vez, que oscilou entre os 26 e 28 anos durante as d\u00e9cadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global de fecundidade (quantidade de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo n\u00edvel que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas descendeu com respeito a 1980 (2 filhos por mulher)\u201d, aponta Mazzeo.<\/p>\n<p>*** Nesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a propor\u00e7\u00e3o que teve filhos foi 71% em 1980, reduzindo para 65% em 2006. Ora bem, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com n\u00edvel educacional universit\u00e1rio completo, adverte-se que os n\u00edveis s\u00e3o distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com universidade completa que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006. Quer dizer que, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com n\u00edvel educacional universit\u00e1rio completo teve filhos.<\/p>\n<p>Por outro lado corrobora-se a import\u00e2ncia do maior n\u00edvel educacional deste grupo de idade: a propor\u00e7\u00e3o de mulheres de 30 a 39 anos com estudo universit\u00e1rio completo no total de mulheres desse grupo de idade foi de 14% em 1980 y subiu at\u00e9 26% em 2006.<br \/>\nPara Gul\u00ed por tr\u00e1s de esta nova conduta parece ver-se muitos filhos que receberam a vida mas n\u00e3o a passam a outros, mantendo uma juventude \u00e0 for\u00e7a de negar-se a pertencer \u00e0 roda da vida.<br \/>\n\u201c N\u00e3o vejo separado do movimento, tamb\u00e9m crescente, das fertiliza\u00e7\u00f5es em idades avan\u00e7adas, insist\u00eancias civilizadas a que as coisas ocorram como algu\u00e9m diz e n\u00e3o como s\u00e3o ou seriam. Uma atitude de levar pela vida\u201d, assegura<\/p>\n<p>_________________<\/p>\n<p>Mestr\u00e3o, segue abaixo a tradu\u00e7\u00e3o do texto! At\u00e9 mais tarde.<br \/>\nUm beijo carinhoso da Bruna<br \/>\nUnidade Granja Viana\/SP<\/p>\n<p>Cada vez mais casais decidem n\u00e3o ter filhos<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o conhecidos como DINK renda (casal, sem filhos, segundo a sigla em Ingl\u00eas) e priorizar a independ\u00eancia econ\u00f4mica, desenvolvimento profissional e desfrutar do seu tempo livre.<br \/>\nPor Alejandro Rapetti<br \/>\nEspecial para lanacion.com<br \/>\nEles ignoraram os mandatos sociais e decidem, sem culpa, que a fam\u00edlia \u00e9 limitada apenas dois, n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para um terceiro. Eles s\u00e3o conhecidos como DINK, uma sigla para Double Income, No Kids, ou \u201crenda dupla sem filhos\u201d e \u00e9 um fen\u00f4meno crescente.<br \/>\nEsses casais com idade entre 25 e 39 anos, que cada vez mais optam por n\u00e3o ter filhos em favor de uma maior independ\u00eancia econ\u00f4mica, o desenvolvimento profissional e tempo dispon\u00edvel para lazer.<br \/>\n\u201cAs explica\u00e7\u00f5es sociais para este fen\u00f4meno deve ser buscada nas expectativas das mulheres por uma melhor posi\u00e7\u00e3o social, que implicam maiores n\u00edveis educativos e melhores posi\u00e7\u00f5es no mercado de trabalho. Da\u00ed que se adiada a chegada e tamb\u00e9m reduz a quantidade filhos a ter\u201d, assinala Victoria Mazzeo, Doutora em Ci\u00eancias Sociais e chefe do Departamento de An\u00e1lises Demogr\u00e1ficas da Dire\u00e7\u00e3o Geral de Estat\u00edstica e Censo (GCBA).<br \/>\nSegundo a Pesquisa Anual de Domic\u00edlios de 2007, publicado em 2009 pela Dire\u00e7\u00e3o Geral de Estat\u00edstica e Censos, o tr\u00e2nsito de fam\u00edlias ao longo dos anos deu origem ao conceito de est\u00e1gios do ciclo de vida familiar, que se refere \u00e0s distintas fases que se pode transitar nos tipos de casas de fam\u00edlia.<br \/>\nEntre eles est\u00e1 \u201cjovem casal sem filhos\u201d, definido como um casal que n\u00e3o teve filhos, onde as mulheres t\u00eam menos de 40 anos. A pesquisa constata que na cidade de Buenos Aires, em 2007, estes parceiros representaram 11,3% das fam\u00edlias nucleares completas (cerca de 65.000 fam\u00edlias). Estas fam\u00edlias t\u00eam alta renda per capita em rela\u00e7\u00e3o ao total da cidade, a maioria (83%) est\u00e1 localizadas na popula\u00e7\u00e3o de renda mais alta.<br \/>\n\u201cEsta tend\u00eancia pertence mais \u00e0s metr\u00f3poles, \u00e0s civiliza\u00e7\u00f5es em andamento e j\u00e1 que ainda n\u00e3o acontece nas pequenas cidades nem nas aldeias, quer dizer, mesmo em Buenos Aires, onde as crian\u00e7as continuam nascendo de m\u00e3es jovens, de modo geral, s\u00e3o acolhidas em suas fam\u00edlias de origem\u201d, explica Jasmine Gul\u00ed, psic\u00f3loga especializada em Constela\u00e7\u00f5es Familiares e Terapia de Casais, autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.<br \/>\nE acrescenta: \u201cNo entanto esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e \u00e9 parte de um conjunto de id\u00e9ias que o sustentam como tudo aquilo que seja racional, premeditado e que se posterguem os desejos primitivos, como o de reprodu\u00e7\u00e3o e o de continuar a esp\u00e9cie, vai se distinguindo cada vez mais dos animais que nem pensam e nem possuem a capacidade de planejar ou considerar objetivos reprodutivos\u201d.<br \/>\nSofia Roncatti tem 33, \u00e9 um radiologista, e vive com um companheiro h\u00e1 4 anos, e at\u00e9 agora v\u00ea a possibilidade da maternidade adiada: \u201cEu nunca descartei a id\u00e9ia de ser m\u00e3e, porem agora n\u00f3s estamos muito bem, e gostaria de prolongar este momento na medida do poss\u00edvel. Acredito que hoje em dia d\u00e1 tempo para ser m\u00e3e em uma idade um pouco mais avan\u00e7ada, e n\u00e3o vejo raz\u00e3o para apressar uma decis\u00e3o que mudar\u00e1 completamente a nossa vida\u201d, diz ele.<br \/>\nEm qualquer caso, o Dink n\u00e3o precisa se preocupar em ver eventos da escola, eles podem sair de f\u00e9rias em qualquer m\u00eas do ano, e muitas vezes podem consumir bens e servi\u00e7os que para muitos podem ser considerados de luxo. Saem mais para comer fora e levam uma vida muito mais saud\u00e1vel, dedicando grande parte de seu tempo livre a exerc\u00edcio e a possuem uma dieta equilibrada.<br \/>\nEsses casais rompem com a concep\u00e7\u00e3o tradicional de fam\u00edlia, e defendem a sua escolha como uma op\u00e7\u00e3o cada vez mais vi\u00e1vel, na hora de escolher um modelo de vida.<br \/>\nAs estat\u00edsticas confirmam isso. N\u00e3o \u00e9 por acaso que desde os anos 80, as mulheres aumentaram gradualmente a idade para se casar. A m\u00e9dia nesta d\u00e9cada foi de 26 anos, na d\u00e9cada de noventa foi de 28 anos e mais de 30 anos na d\u00e9cada de 2000.<br \/>\n\u201cEsta mudan\u00e7a na idade ao primeiro casamento \u00e9 confirmado pela an\u00e1lise da idade m\u00e9dia das m\u00e3es dando \u00e0 luz pela primeira vez, que variou entre 26 e 28 anos durante os anos 1980 e 1990 e mais de 29 anos em 2000. Como resultado, a taxa de fecundidade total (n\u00famero de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo n\u00edvel que em 1991 (1,8 filhos por mulher), mas foi baixo em compara\u00e7\u00e3o com 1980 (2 filhos por mulher)\u201d, disse Mazzeo.<br \/>\nNesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres com idade entre 30 a 39 anos, a propor\u00e7\u00e3o dos que tinham filhos era de 71% em 1980 e foi reduzida para 65% em 2006. Pois bem, se dentro desta faixa et\u00e1ria observa-se o comportamento reprodutivo das mulheres com n\u00edvel educacional completo, adverte-se que os n\u00edveis s\u00e3o distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com forma\u00e7\u00e3o superior completa que tiveram filhos reduziram de 65% em 1980 para 48% em 2006. Ou seja, na cidade, menos da metade das mulheres 30 a 39 anos com n\u00edvel de ensino universit\u00e1rio teve filhos.<br \/>\nPor outro lado, se confirma a import\u00e2ncia de maior n\u00edvel educacional nesta faixa et\u00e1ria: a propor\u00e7\u00e3o de mulheres com idade entre 30 a 39 anos com forma\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria no total de mulheres deste grupo de idade foi de 14% em 1980 e subiu para 26 % em 2006.<br \/>\nPara Gul\u00ed, por tr\u00e1s desta nova conduta tamb\u00e9m aparece uma multid\u00e3o de crian\u00e7as que receberam a vida, mas n\u00e3o passaram para o outro lado, mantendo a juventude, a for\u00e7a de negar a pertencer \u00e0 roda da vida. \u201cN\u00e3o vejo movimento em separado, tamb\u00e9m crescente, das fertiliza\u00e7\u00f5es em idades avan\u00e7adas, insist\u00eancia civilizada para que as coisas ocorram como voc\u00ea diz e n\u00e3o como s\u00e3o ou seriam. Uma atitude frente \u00e0 vida\u201d, diz ele.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se los conoce como DINK (doble ingreso, sin chicos, seg\u00fan las siglas en ingl\u00e9s) y priorizan su independencia econ\u00f3mica, el desarrollo profesional y disfrutar del tiempo libre: Hola, Mestre. \u00bfC\u00f3mo est\u00e1s? Hoy leyendo el diario La Naci\u00f3n encontr\u00e9 una nota que tal vez podr\u00eda ser de tu inter\u00e9s. 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