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Pero cuando abrieron no ten\u00edan mucho dinero, ni siquiera les alcanz\u00f3 para poner un cartel de \u201cvegan\u201d en la puerta!<\/p>\n<p>A\u00f1os despu\u00e9s se convirtieron en una de las mejores helader\u00edas de la zona, pero nunca pusieron un cartel \u201cvegan\u201d. Se dieron cuenta de que conven\u00eda evitar esa palabrita m\u00e1gica: al escuchar vegano, muchas personas se imaginan soja, tofu, cosas marrones y sin mucho sabor! Al no decir nada al respecto, la gente toma el helado sin preconceptos! Y les encanta!<\/p>\n<p>Un abrazo!<\/p>\n<p>Mart\u00edn<br \/>\nSede San Isidro<br \/>\nBuenos Aires<\/p>\n<p>____________________<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.gravatar.com\/avatar\/6ba05eb99cd27cc4332bf1c59ca6f629?s=32&amp;d=http%3A%2F%2Fwww.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D32&amp;r=G\" alt=\"\" width=\"32\" height=\"32\" \/> Alexandre Montagna<\/strong><\/p>\n<p>Vim responder teu apelo, Mestre: <strong>\u201cPor que n\u00e3o mencionar no mesmo lugar o M\u00e9todo e a palavra m\u00e1gica?\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Venho com a atitude de <em>mea culpa, mea maxima culpa<\/em>, pois h\u00e1 tempos escrevi um texto que publiquei ultrarrecentemente em meu blog.<\/p>\n<p>Est\u00e1 bem. \u201cQuando muda um paradigma, volta tudo a zero.\u201d Mas est\u00e1 na hora de eu compreender bem as regras, as exce\u00e7\u00f5es e as regras das exce\u00e7\u00f5es (se houver) para esclarecer o nosso trabalho ao mundo. Certamente, escrevi na melhor das boas inten\u00e7\u00f5es (aquelas das quais o inferno est\u00e1 cheio), achando que o texto receberia a condescend\u00eancia da exce\u00e7\u00e3o devido ao seu posicionamento de esclarecer que a palavra m\u00e1gica est\u00e1 contida no M\u00e9todo DeRose, mas que \u00e9 apenas uma fra\u00e7\u00e3o da filosofia que propomos.<\/p>\n<p>Minha contribui\u00e7\u00e3o para a pergunta do primeiro par\u00e1grafo: \u201cPorque mudar o r\u00f3tulo de nosso trabalho para <strong><em>M\u00e9todo DeRose<\/em><\/strong> \u00e9 o que nos permitir\u00e1 mostrar ao mundo, ao governo, \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es e institui\u00e7\u00f5es sociais e filantr\u00f3picas, aos pais e aos amigos, a verdadeira ess\u00eancia do que fazemos e da cultura que preconizamos. Num texto rico de um milh\u00e3o de palavras, basta que seja uma a m\u00e1gica para que deixemos de ser profissionais de qualidade de vida de alt\u00edssimo n\u00edvel e passemos a ser ensinantes de saltimbancos para mulheres, idosos e gestantes.\u201d<\/p>\n<p>____________________<\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.gravatar.com\/avatar\/4bc4716fc82bfc15cbcefb2391dd134d?s=32&amp;d=http%3A%2F%2Fwww.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D32&amp;r=G\" alt=\"\" width=\"32\" height=\"32\" \/> Heduan<\/strong>Respondendo a pergunta: Por que n\u00e3o mencionar no mesmo lugar o M\u00e9todo e a palavra m\u00e1gica?<\/p>\n<p>Para entender a fundo esta quest\u00e3o precisamos voltar um pouco no tempo\u2026<\/p>\n<p>Durante dezenas de anos toda a nossa egr\u00e9gora batalhou intensivamente para que o p\u00fablico e imprensa entendessem nossa proposta. Mas n\u00e3o teve jeito. Nossa luta foi em v\u00e3o.<br \/>\nNenhum de n\u00f3s aguentava mais a falta de compreens\u00e3o. Alguns de n\u00f3s j\u00e1 est\u00e1vamos desesperados. Fal\u00e1vamos de autoconhecimento, filosofia, cultura e aprimoramento das rela\u00e7\u00f5es humanas e todos entendiam terapia, zen, relaxamento e religi\u00e3o. (Opa, isto \u00e9 m\u00e1gica! Transforma o significado!)<br \/>\nEnt\u00e3o, nos conscientizamos que a palavra m\u00e1gica era na verdade uma caixa preta intoc\u00e1vel e imut\u00e1vel.<br \/>\nSolu\u00e7\u00e3o?<br \/>\nN\u00e3o vamos mais usar tal palavra. Pronto. Vamos usar outra palavra, outro nome. Qual? M\u00e9todo DeRose parecia mais apropriado, pois era assim que o p\u00fablico, que verdadeiramente nos compreendia, nos chamava.<br \/>\nQuando usamos este nome, todos entendem. Todos se abrem para compreender. Todos associam-no a um trabalho \u00edntegro e respons\u00e1vel. N\u00e3o existem AINDA conceitos pr\u00e9-estabelecidos. O nome \u00e9 quase virgem. Basta que n\u00f3s fa\u00e7amos a boa fama! (que continuemos a edificar a boa reputa\u00e7\u00e3o que j\u00e1 tem).<br \/>\nE mais: M\u00e9todo DeRose \u00e9 mais que Y\u00f4ga. \u00c9 maior! \u00c9 outra coisa.<br \/>\nDizer que o M\u00e9todo \u00e9 Y\u00f4ga \u00e9 simplific\u00e1-lo. Ent\u00e3o, n\u00e3o pode. N\u00e3o podemos comprometer o satya. rsrsrs<\/p>\n<p>____________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caros amigos.<br \/>\nSou empres\u00e1rio, dedico minha vida a uma profiss\u00e3o, ensino um \u201clife style\u201d mais saud\u00e1vel com \u00eanfase em qualidade de vida, nas horas vagas surfo ou fa\u00e7o v\u00f4o livre. Me visto discretamente e adoro o b\u00e1sico, cal\u00e7a jeans e camisa, procuro me atualizar no que se refere a alimenta\u00e7\u00e3o, vestimenta, esporte, cultura, arte e lazer. Como ser\u00e1 que sou visto pelos que me cercam? E se eu mencionar a \u201cpalavra m\u00e1gica\u201d, ser\u00e1 que muda alguma coisa?<br \/>\nN\u00e3o aguentamos mais, todas as vezes que mencionamos a \u201cpalavra m\u00e1gica\u201d para nossos amigos e familiares, eles interpretarem aquilo que n\u00e3o fazemos e o que n\u00e3o somos. Se amigos e familiares n\u00e3o compreendem, o problema \u00e9 mais s\u00e9rio do que pensamos: como entendem aqueles que n\u00e3o nos conhecem? E nossos futuros clientes e alunos? E a opini\u00e3o p\u00fablica e a m\u00eddia?<br \/>\nSomos respons\u00e1veis por esta imagem, positiva para n\u00f3s ou nem tanto. Temos duas escolhas:<br \/>\nA primeira \u00e9 continuar sendo comparados com \u201calternativ\u00f3ides\u201d, \u201cbichos grilos\u201d, \u201cnaturebas\u201d e \u201ceco-chatos\u201d, simplesmente informando que fazemos a \u201cpalavra m\u00e1gica\u201d. Vale ressaltar que n\u00e3o tenho nada contra essas formas de levar a vida, apenas tenho um estilo diferente daqueles e que tamb\u00e9m n\u00e3o fui eu quem os batizei assim;<br \/>\nA segunda \u00e9 assumir que temos um produto diferente, perceber que ele \u00e9 destinado para poucos que optaram e querem um estilo de vida mais saud\u00e1vel. Pessoas que assumir\u00e3o e acatar\u00e3o, por livre escolha, nossos ensinamentos, que extrapolam posi\u00e7\u00f5es estereotipadas, o modismo e o consumismo acidental.<br \/>\nNa segunda op\u00e7\u00e3o al\u00e9m de nos desvincular de uma imagem err\u00f4nea, assumiremos nossa marca, defendendo-a e deixando-a livre de poss\u00edveis m\u00e1s interpreta\u00e7\u00f5es oriundas principalmente de informantes externos. Al\u00e9m disso, empresarialmente falando, todas as vezes que valorizamos nossa marca atrav\u00e9s do profissionalismo, publicidade e de um trabalho s\u00e9rio, que \u00e9 praxe nossa, estamos atrelados e valorizando a concorr\u00eancia simplesmente se mantivermos a \u201cpalavra m\u00e1gica\u201d.<br \/>\nAssumamos uma atitude pac\u00edfica de n\u00e3o mais estarmos atrelados \u00e0 \u201cpalavra m\u00e1gica\u201d, assim, por n\u00e3o fazermos mais parte desse meio, n\u00e3o teremos mais confrontos. Por outro lado, devemos adotar uma atitude combativa em assumir e defender nosso M\u00e9todo (e Mestre). A vida \u00e9 feita de escolhas, optemos como queremos ser vistos e assumamos de que lado profissional queremos estar.<br \/>\nAbra\u00e7os,<br \/>\nMarcus Amorim<br \/>\nDiretor da Unidade Granja Viana, S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____________________<\/p>\n<p>Deixei de mencionar a palavra m\u00e1gica, mas alguns amigos meus ainda continuam a usar o r\u00f3tulo. Uma amiga contou \u00e0 m\u00e3e que eu estava a tirar um curso de instrutora de Y\u00f4ga, e a senhora perguntou-me como \u00e9 que eu me vestia. Expliquei que para as aulas pr\u00e1ticas precisava de roupa mais confort\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u2013 Sim, mas e fora das aulas? Quando andas l\u00e1\u2026<\/p>\n<p>Fiquei intrigada, sem perceber muito bem a pergunta. Disse-lhe que me vestia normalmente.<\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o usas \u201caquelas\u201d roupas? Aquelas saias?<\/p>\n<p>Respondi-lhe que me vestia da mesma forma de sempre, tentando esconder a tristeza que aquela conversa me estava a provocar. Isto partiu de uma pessoa que me conhece h\u00e1 alguns anos. Imagine se n\u00e3o me conhecesse!<\/p>\n<p>Com a comida j\u00e1 desisti de me justificar, a n\u00e3o ser quando percebo que a pessoa pede um esclarecimento genu\u00edno.<\/p>\n<p>O que me faz feliz \u00e9 sentir a rea\u00e7\u00e3o das pessoas \u00e0s mudan\u00e7as positivas que notam em mim. Mas ser\u00e1 que percebem que estas mudan\u00e7as se devem ao M\u00e9todo?<\/p>\n<p>Abra\u00e7\u00e3o, com a for\u00e7a da paci\u00eancia e da toler\u00e2ncia!<\/p>\n<p>Susana Sousa<br \/>\nEspa\u00e7o Lifestyle \u2013 Lisboa<\/p>\n<p>_____________________<\/p>\n<p>Por mais que tentemos explicar o verdadeiro conceito da palavra m\u00e1gica, chegamos h\u00e1 muito tempo a conclus\u00e3o de que gastamos salivas em v\u00e3o, uma vez que a m\u00eddia j\u00e1 esteriotipou a mesma. Assim, somente excluindo para o povo leigo o uso de tal voc\u00e1bulo \u00e9 que poder\u00e3o compreender a amplitude e a maravilha do M\u00e9todo DeRose. Mesmo porque se o que todos os outros sem experi\u00eancia e forma\u00e7\u00e3o alguma ensinam \u2026 [a palavra m\u00e1gica], o que se vive no M\u00e9todo DeRose \u00e9 completamente diferente, mais belo, mas completo, mais did\u00e1tico e mais contagiante.<\/p>\n<p>Ab\u00e7os com saudades<br \/>\nRegina<\/p>\n<p>Bombinhas-SC<\/p>\n<p>_____________________<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um \u201cpux\u00e3o de orelha\u201d h\u00e1 algum tempo atr\u00e1s por usar a palavra m\u00e1gica para explicar o que eu fazia, tive plena consci\u00eancia de como agia erroneamente e como \u201cgastava saliva demais explicando algo que as pessoas n\u00e3o entenderiam por usar o termo incorreto\u201d! Pois bem, no mesmo dia fiz o \u201cteste\u201d e constatei que o Mestre sempre tem raz\u00e3o!<br \/>\nPara obter uma maior desenvoltura, assisti a sua entrevista diversas vezes e passei a mentalizar diariamente formas mais sutis e simplificadas para explicar a proposta de lifestyle coaching; al\u00e9m de presentear as pessoas mais pr\u00f3ximas com os livretos. Depois de algum tempo percebi que havia obtido progresso quando ouvi um familiar comentando com um amigo (da maneira como eu havia esclarecido) sobre o M\u00e9todo DeRose.<br \/>\nO objetivo era justamente este: ouvir algu\u00e9m que n\u00e3o faz parte da egr\u00e9gora, elucidar o M\u00e9todo sem receios, julgamentos e preconceitos.<br \/>\nComo n\u00e3o precisamos convencer ningu\u00e9m, temos apenas que ter na ponta da l\u00edngua a verdade e exatid\u00e3o ao falarmos sobre o assunto, al\u00e9m da postura 100% l\u00facida que reflete o que levamos no cora\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Um beijo carinhoso!<\/p>\n<p>Lu<\/p>\n<p>Unidade Centro C\u00edvico \u2013 Curitiba \u2013 PR<br \/>\n<a onclick=\"_gaq.push(['_trackEvent','outbound-comment','www.derosecentrocivico.org']);\" rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.derosecentrocivico.org\/\">http:\/\/www.derosecentrocivico.org<\/a><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>natcerqueira Ol\u00e1 Mestre, no blog do Seth Godin ele mencionou o mesmo fen\u00f4meno com a palavra m\u00e1gica \u201cvegan\u201d. 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