domingo, 21 de junho de 2009 | Autor:

Alegremo-nos!

httpv://www.youtube.com/watch?v=p7fB06S8Bq8

http://www.youtube.com/watch?v=p7fB06S8Bq8

Hava Nagila

Hava nagila, hava nagila

Hava nagila venis’mechá

Hava nagila, hava nagila

Hava nagila venis’mechá

Hava neranenah, hava neranenah

Hava neranenah

Venis’mechá

Hava neranenah, hava neranenah

Hava neranenah

Venis’mechá

Uru, uru achim

Uru achim belev sameach

Uru achim belev sameach

Uru achim belev sameach

Uru achim belev sameach

Uru achim, uru achim

Belev sameach

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domingo, 21 de junho de 2009 | Autor:

Martin Pereira

Buen día Mestre!

Hoy es el Día del Padre en Argentina.

Un saludo grande para todos los padres!!!!

Martín
Sede Palermo – Buenos Aires

 

Mis saludos afectuosos a los padres de nuestros alumnos y visitantes deste blog, y a todos los papás de Argentina. Besos cariñosos a todos, desde este abuelo (abuelo es padre en doble). DeRose.

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domingo, 21 de junho de 2009 | Autor:

É interessante que nessas três línguas a palavra PAZ seja escrita de maneiras tão semelhantes. A todos, desejamos shanti, shalom, salaam.

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domingo, 21 de junho de 2009 | Autor:

Para ampliar a foto da Agência de Notícias YôgaPress, clique em cima dela:

 

Melina

adorei a prática!!!!
algumas fotinhos de hoje:
http://picasaweb.google.com/copacabana.rj/ViparitaComOMestre#
bjs e boa noite!
mel

 

Pri Ramos

Confira as fotos do viparíta ashtánga sádhana no link:

http://picasaweb.google.com/unidade.alphaville/ViparitaAshtangaSadhana?feat=directlink
yxrbzWdLj1g-m3Wdn7rHVg?feat=directlink

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sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Apesar do ritmo alegre, esta é uma música que me emociona muito. Vou postá-la aqui para compartilhar com você.

 

httpv://www.youtube.com/watch?v=0U2nBre-JEU&feature=related

 

http://www.youtube.com/watch?v=0U2nBre-JEU&feature=related

 

Ue o muite arukou
namida ga kobore naiyouni
omoidasu harunohi

hitoribotchi no yoru


Ue o muite arukou
nijindá hosi o kazoete
omoidasu natsunohi

hitoribotchi no yoru

Shiawase wa kumo no ueni

shiawase wa sora no ueni


Ue o muite arukou
namida ga kobore naiyouni
nakinagara aruku

hitoribotchi no yoru


 

Omoidasu akinohi

hitoribotchi no yoru


Kanashimi wa hosino kageni
kanashimi wa tsukino kageni


Ue o muite arukou
namida ga kobore naiyouni
nakinagara aruku

hitoribotchi no yoru
hitoribotchi no yoru 

 

 

 


Translation:
I look up when i walk so the tears won’t fall
remembering those happy spring days
but tonight i’m all alone
I look up when i walk, counting the stars with tearful eyes
remembering those happy summer days
but tonight i’m all alone
Happiness lies beyond the clouds
happiness lies above the sky
I look up when i walk so the tears won’t fall
though my heart is filled with sorrow
for tonight i’m all alone
(whistling)
remembering those happy autumn days
but tonight i’m all alone
Sadness hides in the shadow of the stars
sadness lurks in the shadow of the moon
I look up when i walk so the tears won’t fall
though my heart is filled with sorrow
for tonight i’m all alone

 

marcos_eiji
[email protected] | 189.33.235.30

Essa música é uma das preferidas de meus avós e meus pais também amam ouvi-la. Obrigado por compartilhar conosco, Mestre! Esse post tem gosto de família!

Só uma observação que talvez seja interessante: “Sukiyaki” é um prato típico japonês e não tem nada a ver com a música. Por quê, então, o título é “Sukiyaki”? Bem, nos anos 60, a gravadora Capitol Records achou que o público americano não conseguiria assimilar o título original “Ue o muite arukou” (Olho para cima enquanto ando). Por isso, a gravadora resolveu colocar como título um prato famoso que lembrasse o Japão! É como se traduzissem “Trem das Onze” como “Feijoada” simplesmente porque “Feijoada” lembra o Brasil…

Marcos
aluno de São Paulo

sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Thiago Madruga

Oi Mestre,

Não sei como postar aqui, mas gostaria de compartilhar um vídeo com todos

O vídeo é de uma matéria do SBT Realidade sobre longevidade. A cidade de Loma Linda nos Estados Unidos ficou em segundo lugar no mundo com a maior expectativa de vida, perdendo apenas para a ilha de Okinawa, no Japão

O interessante é que a cidade é de adventistas do sétimo dia, ou seja, não comem carne, não bebem e não fumam

Segue o vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=1yv7goXOBVA

Abraços

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sábado, 20 de junho de 2009 | Autor:

Em 1974, antes de fundar a Uni-Yôga, eu andava muito entristecido com minha equipe de trabalho. Tenho uma política de não descartar pessoas. Gosto de equipes antigas, amigos antigos, roupas velhas e sapatos que já façam parte da história da minha vida. Não gosto de mudar de casa, nem de mudar os móveis de lugar. Nesse aspecto sou conservador. Acontece que, às vezes, quando os comandados percebem isso, abusam. É como se pensassem: “faça eu o que fizer, ele não vai me afastar, então, farei o que bem entender e não o que ele determinar.” O fato é que naquela época eu tinha uma equipe de sete jovens instrutores e quando viajava para dar cursos, ao retornar a casa estava de pernas para o ar. Alunos me telefonavam para reclamar que vieram praticar e a Unidade Copacabana estava fechada. Outros queixavam-se que o instrutor sistematicamente atrasava-se e, quando aparecia, estava em trajes de praia e cheio de areia, o que demonstrava sua irresponsabilidade. Com isso, perdíamos alunos aos borbotões e a minha equipe cultivava uma péssima imagem para o meu nome.

Uma certa quantidade de livros era deixada para que fossem fornecidos a quem os procurasse. Quando eu voltava de viagem e perguntava por eles, ninguém sabia. E o dinheiro da venda? Sumira! Ninguém assumia a responsabilidade. E sob tal panorama desolador, ainda ocorria um clima de insatisfação e insubordinação!

Pelos padrões atuais, você já deve estar se perguntando como é que alguém podia admitir um comportamento daqueles. Pois leve em consideração que eu era quase quarenta anos mais jovem, menos experiente e ainda passávamos pela fase lisérgica em que a humanidade estava protestando paz e amor, a anarquia era modismo no mundo ocidental e a autoridade execrada. Ainda mais no Brasil, pois vivíamos a nefanda ditadura militar. Eu achava que não tinha o direito de mandar em ninguém, nem o de afastar um instrutor e muito menos selecionar os candidatos à prática do Yôga.

Um dia em que eu estava muito acabrunhado com o comportamento de instrutores e alunos, precisei ir ao banco fazer um depósito (na época era o Diretor quem o fazia). Ao entrar, tive um insight. Vi todos os funcionários trabalhando felizes e competentes. Sorriam e gracejavam uns com os outros, eram cordiais com os clientes, pontuais na chegada, jamais sumia dinheiro, raramente faltavam e, se precisavam faltar, eram descontados nos honorários. Se cometiam algum erro, eram humilhantemente repreendidos e, se reincidissem, eram demitidos com a justificativa desabonadora na carteira de trabalho. E estavam todos lá, lutando pelo empreguinho, ganhando um salário de fome, com patrão intolerante, relógio de ponto, responsabilidade exasperante e liberdade zero.

Por outro lado, na minha instituição ninguém era empregado, todos eram membros da diretoria, todos eram tratados com carinho e com respeito, tinham liberdade máxima, flexibilidade de horários, ganhavam bem e retribuíam agindo mal… e ainda estavam descontentes!

Fiquei tão triste que não prossegui no objetivo da minha visita ao banco. Sentei-me numa poltrona e fiquei observando o trabalho dos funcionários. Pouco a pouco fui me concentrando tanto no objeto da minha observação que entrei em meditação. No processo da meditação podem ocorrer percepções de diferentes manifestações. Naquele dia, tive a percepção de um Jardineiro cuidando do seu jardim e arrancando as ervas daninhas, deixando que ficassem somente as flores que plantara.

Ao presenciar aquilo, questionei a cena. Com que direito ele estava decidindo qual podia e qual não podia viver? Algumas daquelas ervas daninhas podiam ser muito úteis na cura de enfermidades! Nisso o Jardineiro, sem se virar para mim, continuou o seu trabalho e disse:

– Eu não estou impedindo que vivam. Só não permito que vivam no meu jardim. Aqui elas impedem as flores de se desenvolver.

Quando escutei aquilo, compreendi imediatamente onde estava o meu erro. Levantei-me, deixei o depósito para lá, voltei para a sede de Copacabana e reuni a equipe para colocar as novas diretrizes. Na minha frente, todos concordaram. No entanto, quando fui para a sala da diretoria, escutei lá fora uns sussurros em clima de insurreição:

– O que é que nós vamos fazer?

– Nada. Vamos continuar como sempre fizemos.

– É. O De é legal.

– Verdade, ele não vai cumprir a ameaça de nos afastar.

– Claro. E além do mais ele precisa da gente.

Foi a gota d’água. Sai da minha sala e lhes disse:

– Para mostrar que estou falando sério e que não preciso de ninguém, vocês estão todos dispensados.

– Mas De, quem é que vai dar aula para os nossos alunos? E quem vai cuidar do Instituto quando você estiver viajando para dar cursos?

– Não preciso de vocês, nem quero na minha casa os alunos que vocês deseducaram. Aluno de instrutor indisciplinado é indisciplinado e meio. Chega de insubordinação.

E assim coloquei ordem no galinheiro, eliminando todos os focos de indisciplina. Dispensei todos os instrutores e alunos, fechei a sede, fiz uma reforma para ajudar na mudança de egrégora e reabri sem comunicar aos antigos.

Ao longo da minha vida tive que repetir algumas vezes atitudes dramáticas como essa e sofri bastante com isso, pois tive que violentar minha natureza conciliatória e mostrar pulso firme. Mas os resultados compensaram.

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