quarta-feira, 29 de julho de 2009 | Autor:

Nilzo Andrade Jr.

Mestrão, este é um link com os melhores momentos do Matando 2009, caso vc queira divulgar.

httpv://www.youtube.com/watch?v=8stK9KhUibs.

Com as sugestões que vc deu, faremos um evento em 2010 ainda melhor.

Bjs e obrigado por tudo!

terça-feira, 28 de julho de 2009 | Autor:

Esta foi da Flávia, a baiana garbosa, devido ao frio de Curitiba que pegou pesado, especialmente os que vieram das terras mais quentes.

Não é demais informar que os maiores e piores frios da minha vida eu não sofri nos Himálayas (onde “desfrutei” o inverno por 24 anos) e sim em Curitiba!

Aos colegas europeus, uma informação inusitada sobre este subcontinente que tem a imagem de tropical: nevou em várias cidades no fim-de-semana passado; e em São Joaquim (SC) a sensação térmica foi de 17 graus negativos. Noutra ocasião. chegou a 23 graus negativos. Quando viajarem para o Brasil, informem-se sobre a nação que pretendem visitar e quais as expectativas de temperatura. Certa vez, em Saquarema (no estado do Rio de Janeiro) tivemos que emprestar agasalhos aos europeus que vieram só com roupinhas leves de verão – afinal, no Brasil, em novembro, é verão – mas na praia, com chuva e vento, naquele ano fez um frio que maltratava a alma. Por isso, mesmo quando viajo para o Nordeste, levo agasalhos. E quando viajo para lugares frios levo camisetas e calções de piscina. Nunca se sabe… 

Um dia, cheguei a Salvador, Bahia, com minha indefectível jaqueta de inverno. Todos me disseram, em tom de brincadeira, que eu não precisava ter levado agasalho, já que lá não fazia frio (todos me dizem a mesma coisa quando chego às tórridas cidades do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste). Respondi, como sempre, que depois teria que desembarcar em São Paulo e precisava estar prevenido para a volta. Pois naquele ano danou a fazer frio (meros 15 graus) e todos os baianos à minha volta estavam batendo queixo. Então, vesti tranquilamente a minha jaqueta e perguntei: “Como é mesmo aquela história de não precisar trazer agasalho?”

segunda-feira, 27 de julho de 2009 | Autor:

Lu Fandinho

Acompanhei tudo pelo Twitter e pelo Facebook, lindo demais, parabéns prá galera que foi.

Aproveitando novamente seu blog maravilhoso, informo que há uma campanha rodando o mundo todo:

Apóie a Declaração Universal de Bem-Estar Animal

http://www.animalsmatter.org/

É uma pena ter que divulgar os direitos de um ser vivo e fazer campanhas para sua preservação, mas fazer o que, né??

Amo muitos todos vocês, sua sempre amiga, Lu Fandinho
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segunda-feira, 27 de julho de 2009 | Autor:

Envie o seu voto: quem foi que mais contribuiu com o blog compartilhando vídeos, notícias, matérias jornalísticas, fotos, textos, informações, sugestões etc. que tenham sido úteis para todos nós? No final, faremos uma avaliação e postaremos a lista dos nossos melhores colaboradores. Eles merecem esse reconhecimento!

Em cada comentário, vote em apenas uma pessoa para facilitar a contagem e minimizar os equívocos.

Atenção: não é estar sempre presente. É ter feito efetivamente contribuições relevantes.

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terça-feira, 21 de julho de 2009 | Autor:

Marisol já é de uma segunda geração de instrutores de SwáSthya na sua família. Mamãe Rosa Espinosa tornou-se instrutora da Nossa Cultura em um curso da PUC de Porto Alegre em 1982, se não me falha a memória. Conheço Marisol desde quando era bem pequena e tive a alegria de vê-la tornar-se uma instrutora do nosso Método, uma excelente profissional e uma líder natural. Graças ao seu incentivo e apoio Marcelo Tessari foi desbravar New York.

Parabéns, Marisol. Muitos anos de vida, muitas vidas conosco.

PS – Marisol é uma daquelas pessoas que tem mais tempo de vida dentro da Nossa Cultura do que fora!

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sábado, 18 de julho de 2009 | Autor:

Em 1975 estive em um congresso internacional fora do Brasil e um grupo da dinamarca apresentou um filme caseiro que documentava a construção de um retiro. Eram todos jovens, um bando de hippies, e trabalhavam a sério, carregando, construindo, pintando. Lembro-me de que naquela época fiquei com um misto de tristeza e desânimo, porque ter um grupo de jovens brasileiros trabalhando com disciplina para levar um projeto a cabo era impensável na década de 1970. 

No ano seguinte, a prefeitura de Santo Antônio do Pinhal, no caminho para Campos do Jordão, nos doou uma montanha. Lembrei-me do filme que havia assistido no ano anterior e tentei motivá-los para construirmos ali o nosso retiro. E concluí, consternado, que o nosso pessoal da época não tinha a disciplina nem o caráter necessário para construir coisa alguma.

Fiquei com essa frustração azedando a alma desde 1975/1976. Agora, assisti a uma gravação da instalação da Unidade Paes de Barros pela equipe de instrutores e alunos da Unidade Anália Franco, do Flávio Moreira e Patrícia Mezzomo. O que eu vi foi uma multidão de jovens, muito maior do que o grupo escandinavo, muitos mais bonitos, muito mais alegres e trabalhando muito mais. Isso lavou a minha alma.

Obrigado, galera. Que sirva de exemplo para todos os demais, em todos os países em que estamos com o Método DeRose.

Assista ao filme da instalação, enviado pela colega Marina Engler:

httpv://www.youtube.com/watch?v=fwgppqKWPlk

A beleza da Nossa Cultura é que os jovens ficam longe das drogas, do fumo e do álcool, aprendem uma profissão de carreira, rica em charme e glamour, e trabalham felizes. Uma observação de todos é a de que quando as pessoas entram para o Método DeRose ficam mais bonitas. O vídeo que você acaba de assistir ilustra tudo isso muito bem.

Compartilhe este post com os seus amigos. Vamos fazer todo o mundo conhecer o nosso trabalho e admirar nossos instrutores!

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segunda-feira, 13 de julho de 2009 | Autor:

Terminei a revisão do livro Diez propuestas para respirar mejor en qualquier lugar del mundo. Está muito interessante. Agora vou sair correndo para a reunião do Rotary. Depois nos falamos mais.