segunda-feira, 17 de agosto de 2009 | Autor:

Eu queria que você tivesse estado aqui. Foram três cursos e uma noite de autógrafos, todos muito concorridos. Revi amigos antigos, cada vez mais consolidados. Conheci amigos novos, linda gente. Os cursos foram permeados por assuntos importantes e divertidos. O terceiro curso, Iniciação ao ÔM, tem material para duas horas, mas o curso durou seis.  E ninguém dava demonstração de cansaço. Quando dei o curso por terminado, ninguém se levantou para sair. Ficaram ali, sentados, sorrindo. Então, o Sandro teve uma ideia: vamos tirar fotos. Brevemente elas estarão aqui no blog.

Nestes três dias trocamos conhecimentos, know-how, solucionamos dúvidas e satisfizemos curiosidades, ampliamos nossa excelência no Método e aumentamos nossas chances de sucesso. Mas o principal foi podermos todos nos reencontrar, foram os abraços, os “olhos nos olhos”, o poder trocar algumas palavras, conhecermos melhor uns aos outros. Pena que foram só três dias. Cada vez que venho a Porto Alegre, tenho vontade de ficar morando aqui.

Quem sabe se um dia isso se tornará realidade?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009 | Autor:

paulinho

Oi querido Mestre,
ainda em atenção aos animais “selvagens” e seus sentimentos, dê uma olhada nesse vídeo. É emocionante e inacreditável.

httpv://www.youtube.com/watch?v=hCHrFNTVUZs

Um grande abraço,
Paulinho – London

Olha só, Paulinho. Localizei mais uma parte da história:
httpv://www.youtube.com/watch?v=S2VZQfqB8Tg

sexta-feira, 7 de agosto de 2009 | Autor:

Parabéns, pelo engajamento, aos colegas Sónia Saraiva (de Paris), Carlo Mea (de Roma) e Ricardo Soares (de Lisboa) que estão fazendo estágio de Diretor na Sede Central em São Paulo. Eles também participaram do evento Matando um leão por dia e vão participar do Festival Internacional de Yôga de São Paulo. Fico comovido com esse esforço e boa vontade. Carlo é candidato a ter uma Federação na Itália, futuramente, quem sabe, reconhecida pela Uni-Yôga.

Foi muito bom terem vindo, pois pudemos conversar e eles descobriram algumas sutilezas sobre o nosso trabalho, proposta, missão e cuidados que não se conseguem transmitir por informativo nem por outro meio que não seja o tête-à-tête.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009 | Autor:

Com um carinho muito doce, quero comemorar o aniversário desta pessoa tão especial que me acompanha na alegria e na tristeza, convertendo qualquer tristeza em alegria plena, compartilhando todas as coisas e todos os momentos, aconselhando e pedindo conselho, me mimando e fazendo manha para ser mimada, dando risada por tudo e por nada, proporcionando-me anos a mais de vida e momentos inesquecíveis que guardarei para sempre em meu coração.

A você, Fée, oferto minha existência, meu carinho e minha gratidão. Este dia é seu. Farei e faremos tudo para que seja um dia perfeito, prenúncio de um ano bem feliz.

Muitos anos de felicidade, Fezinha, é o que seus amigos sinceros lhe desejam em coro. 

 

Juliana Correa

Fê linda,
Felina
Feliz!
Feminina
Fê menina,
Fê que cuida,
Fecunda…
Ferventes
Festanças para a
Festeira
Fernanda!
Festejemos a
Festiva existência
Feérica e
Feroz da
Feiticeira Fée!

Com um carinho tão grande que vai explodir! ;)

Ju Corrêa
Belo Horizonte

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009 | Autor:

O meu amigo Gustavo Cardoso, de Londres, me enviou este lindo texto que muito bem expressa o que sentimos um pelo outro:

gustavo321

Mestre,

Recebi isso do meu mais antigo amigo, era com ele que eu ia para a escola todos os dias pela manhã, tínhamos não mais do que 12, 13 anos quando nos conhecemos.
Falávamos, sobre sonhos, projetos, namoradas, e o que e mais interessante que passamos as vezes meses sem nos falarmos, mas quando ligamos um para o outro, e como tivéssemos nos falado ontem.
Apesar das distancias que nos separam, continuamos amigões do peito e fiquei emocionado quando ele me mandou.
Achei a poesia muito bonita e gostaria de compartilhar isso contigo e com todos os leitores.
Um grande abraco,
Gustavo de Londres

OS AMIGOS INVISÍVEIS

(Fabrício Carpinejar)

Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação.

Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com onipresença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente.

Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado!

O que é mais importante: a proximidade física ou afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio.

Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade.

Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar.

Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente.. Não vou mentir a eles, vamos nos ligar? num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento.

Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso os encontre, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim.

Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes.
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quinta-feira, 30 de julho de 2009 | Autor:

“No passado, queimavam os hereges com lenha.
Hoje, queimam-nos com jornais.”
DeRose

Contribuição da Anahí:

“Eu, Galileu Galilei, filho do falecido Vincenzo Galilei, de Florença, com 70 anos de idade, tendo sido trazido pessoalmente ao julgamento e ajoelhando-me diante de vós. eminentíssimos e reverendíssimos Cardeais Inquisidores-gerais da Comunidade Cristã Universal contra a depravação herética, tendo frente a meus olhos os Santos Evangelhos, que toco com as minhas próprias mãos, juro que sempre acreditei e, com o auxílio de Deus, acreditarei de futuro, em cada artigo que a sagrada Igreja Católica de Roma sustenta, ensina e prega. Mas porque este Sagrado Ofício me ordenou que abandonasse completamente a falsa opinião, a qual sustenta que o Sol é o centro do mundo e imóvel, e proíbe abraçar, defender ou ensinar de qualquer modo a dita falsa doutrina. […] Eu desejo remover da mente de Vossas Eminências e da de cada cristão católico esta suspeita correctamente concebida contra mim; portanto, com sinceridade de coração e verdadeira fé, abjuro, maldigo e detesto os ditos erros e heresias, e em geral todos os outros erros e seitas contrários à dita Santa Igreja; e eu juro que nunca mais no futuro direi, ou afirmarei nada, verbalmente ou por escrito, que possa levantar semelhante suspeita contra mim, mas se eu vier a conhecer qualquer herege ou qualquer suspeito de heresia, eu o denunciarei a este Santo Ofício ou ao inquiridor Ordinário do lugar onde eu estiver. Juro, além disso, e prometo que cumprirei e observarei todas as penitências que me foram ou sejam impostas por este Santo Ofício. Mas se por acaso eu vier a violar qualquer uma de minhas ditas promessas, juramentos e protestos (o que Deus não permita), sujeitar-me-ei a todas as penas e punições que forem decretadas e promulgadas pelos sagrados cânones e outras constituições gerais e particulares contra delinquentes assim descritos. Portanto, com a ajuda de Deus e de seus Santos Evangelhos, que eu toco com as minhas mãos, eu, abaixo assinado, Galileu Galilei, abjurei, jurei, prometi e me obriguei moralmente ao que está acima escrito, e, em fé de que, com minha própria mão, assinei este manuscrito de minha abjuração, o qual eu recitei palavra por palavra.”

A capacidade de resistência à tortura tem limites. Eu aguentei por 50 anos, mas já estou quase confessando o que não fiz, para que me deixem em paz. Confira no prefácio do meu livro Quando é preciso ser forte.

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quarta-feira, 29 de julho de 2009 | Autor:

Luiz Furtado

Olá Mestrão e amigos,

Vídeo da festa de Reinauguração da Unidade Champagnat no Blog: http://www.vilamarianayoga.com.br/blog

Abraço!

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