segunda-feira, 22 de junho de 2009 | Autor:

Foi uma experiência maravilhosa, poder me sentar com o proprietário-investidor, a Diretora e os instrutores da Unidade Itaim, almoçar na própria escola e conversar descontraidamente, sem pressa, sem barulho, sem stress. Esta é uma atividade nova, que vamos praticar paralelamente com a “Conversa com os alunos” que realizo sem custo algum todas as quartas-feiras nas unidades que o solicitarem. Para mim é um prazer conversar com os alunos e outro prazer maior ainda almoçar com os instrutores sempre que possível. Vamos aproveitar para usufruir dessas duas ações de convivência enquanto isso está sendo possível. Não sabemos como será o dia de amanhã.

Estas atividades culturais são realizadas não somente em São Paulo, mas também quando estou em viagem pela sua cidade. Em viagem, a conversa com os alunos pode ser feita na sexta-feira à noite, sempre que não houver lançamento de livro. E o almoço com a equipe, no sábado e domingo, já é uma prática tradicional quando em viagem. Não deixe passar a oportunidade.

Outra ação que me deu muita satisfação foi marcar almoços com professores de diferentes linhas de Yoga. Muitos, nem nos conhecíamos pessoalmente. Outros, conhecíamos, mas nunca havíamos tido oportunidade de sentar, almoçar e conversar. Foi uma experiência muito gratificante para ambas as partes. Todos os que aceitaram meu convite foram muito cordiais e pudemos desfazer alguma imagem injusta que ambos pudéssemos ter alimentado em relação um ao outro. Em todos os almoços trocamos presentes, palavras sinceras de carinho e admiração recíproca, e longos abraços emocionados.

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segunda-feira, 22 de junho de 2009 | Autor:

Uma iniciativa que me deu muita satisfação foi marcar almoços em várias cidades com professores de diferentes linhas de Yoga. Em muitos casos, nem nos conhecíamos pessoalmente. Noutros, conhecíamo-nos, mas nunca havíamos tido oportunidade de sentar e conversar. Foi uma experiência muito gratificante para ambas as partes. Todos os que aceitaram meu convite foram muito cordiais e pudemos desfazer alguma imagem equivocada que ambos pudéssemos ter alimentado, um em relação ao outro. Em todos os almoços trocamos presentes, palavras sinceras de carinho e admiração recíproca, e longos abraços emocionados. Atos de conciliação fazem muito bem a todas as pessoas de boa-fé. As de má-fé recusam.

Num dos casos, tive a honra de almoçar em Curitiba com o Prof. Ulyssea e sua muito querida esposa. Depois da refeição, ficamos conversando longamente de mãos dadas, como velhos amigos que de fato somos. Num arroubo de humildade, aquele gigante de sabedoria e de espiritualidade beijou a minha mão como a me abençoar. Retribui da mesma forma, só que a pedir sua bênção, e muito comovido com o gesto daquele grande homem que tinha idade para ser meu pai.

Ontem fui informado de que o Prof. Ulyssea acaba de falecer. Nosso almoço teve um valor ainda maior, porque foi um reencontro, depois de trinta anos afastados, e uma despedida condigna. Interessante que o meu amigo Ulyssea me perguntou por que eu havia marcado o almoço com ele e se por acaso eu estava doente. Correu a notícia em Curitiba de que eu estava almoçando com os professores de outras linhas porque eu me encontrava mal e estaria querendo me despedir antes de partir. Na verdade, como, apesar da minha idade, eu ainda sou menos idoso do que alguns que já comemoram mais de oitenta primaveras, minha intenção, além da simples cortesia, era revê-los e abraçá-los enquanto ainda estamos todos por aqui.

Que o irmão Ulyssea seja conduzido aos mais elevados planos da espiritualidade que ele bem merece pela obra imortal que realizou no estado do Paraná, pela Universidade por cuja edificação e reconhecimento lutou durante toda a sua vida. Que nos planos celestiais, o Grande Arquiteto do Universo lhe conceda a reitoria da mais excelsa Universidade do Espírito.

domingo, 21 de junho de 2009 | Autor:

Alegremo-nos!

httpv://www.youtube.com/watch?v=p7fB06S8Bq8

http://www.youtube.com/watch?v=p7fB06S8Bq8

Hava Nagila

Hava nagila, hava nagila

Hava nagila venis’mechá

Hava nagila, hava nagila

Hava nagila venis’mechá

Hava neranenah, hava neranenah

Hava neranenah

Venis’mechá

Hava neranenah, hava neranenah

Hava neranenah

Venis’mechá

Uru, uru achim

Uru achim belev sameach

Uru achim belev sameach

Uru achim belev sameach

Uru achim belev sameach

Uru achim, uru achim

Belev sameach

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domingo, 21 de junho de 2009 | Autor:

Martin Pereira

Buen día Mestre!

Hoy es el Día del Padre en Argentina.

Un saludo grande para todos los padres!!!!

Martín
Sede Palermo – Buenos Aires

 

Mis saludos afectuosos a los padres de nuestros alumnos y visitantes deste blog, y a todos los papás de Argentina. Besos cariñosos a todos, desde este abuelo (abuelo es padre en doble). DeRose.

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domingo, 21 de junho de 2009 | Autor:

É interessante que nessas três línguas a palavra PAZ seja escrita de maneiras tão semelhantes. A todos, desejamos shanti, shalom, salaam.

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sexta-feira, 19 de junho de 2009 | Autor:

Fernanda Neis
http://yoganosjardins.com.br

Eu vou contar aqui uma das cenas inesquecíveis dos momentos de vida que partilhei com a Re.
Estávamos no hotel em Paris, com ela, Soninha, Manu e o Gui que na época morava em Londres.
O Mestre tinha dado um curso pela Federação Francesa de SwáSthya Yôga, no qual estavam presentes pessoas de 7 países (uma das principais características da Renata era a capacidade de agregar) e depois, para descansar, fomos comer no nosso hotel uma comidinha feita em casa .
O quarto que nos foi oferecido era como sempre, charmoso e aconchegante, e sempre que chegávamos em Paris, tinha, além das coisinhas de geladeira, uma baguete fresquinha, com a manteiga preferida do Mestre e rosas vermelhas, também suas preferidas.
Até hoje, mesmo com a ausência física da Re, a Soninha nos recebe, com o mesmo carinho e ritual.
Voltando àquele dia, comemos o tal jantarzinho super gostoso e acho que foi a Soninha que tinha mostrado ao Mestre uma musiquinha francesa linda no dia anterior. Depois de jantar, ficamos lá no quarto, e a Re cantava com o De e a Soninha, várias e várias vezes enquanto elas ensinavam a melodia para o Mestre.
Obviamente, como não poderia deixar de ser, Soninha com sua sensibilidade presenteou o Mestre com o CD que continha a música.
O refrão da música diz assim: “Donner pour donner. C’est la seule façon de vivre. C’est la seule façon d’aimer …”
Obrigada querida Re por tudo o que você fez por todos nós e a cada um de nós.
Obrigada por contribuir tão objetivamente com o crescimento da nossa família.
Obrigada pela sua dedicação sincera e, principalmente, obrigada pelo seu sorriso constante.

Regina Wiese Zarling

Oi Fée, essa música do Elton John e France Gall, é muito linda..

httpv://www.youtube.com/watch?v=I1yvbb3e5-M

E.John: We’re no handy silver lining We’re no crime to make the headline news If it’s a matter for decision You and I can be the ones to choose

F.Gall: Je te donne mes espoirs cachés Je te donne mes incertitudes Je te donne mes plus grands secrets
Duo: La vie c’est déjà si compliqué Donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer

EJ: Pas la peine de vivre enfermé
FG: C’est pas la peine
EJ: Pas la peine de rester couché
FG: Non c’est pas la peine
EJ: Je te donne sans rien demander
Duo : La vie c’est déjà si compliqué
FG: Je te donne mes sourires moqueurs Je te donne ma force ma douceur Je te donne mes secrets fragiles
Duo : La vie c’est déjà si difficile Donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer
EJ: Oh ! donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer
FG: Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer
Duo: Donner pour donner Tout donner C’est la seule façon d’aimer Donner pour donner C’est la seule façon de vivre C’est la seule façon d’aimer

Regina Wiese Zarling

Dar Por Dar ( tradução da música Donner Pour Donner- Elton John e France Gall )

Eu te dou minhas esperanças escondidas
Eu te dou minhas incertezas
Eu te dou meus maiores segredos
A vida já é tão complicada
Dar por dar
Tudo dar
É o único modo de amar
Dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar

Não vale à pena viver trancado
Não vale à pena
Não vale à pena ficar deitado
Não, não vale à pena
Eu te dou sem nada pedir
A vida já é tão complicada
Eu te dou meus sorrisos debochados [Eu traduziria, aqui, “sapecas, traquinas”. O que você acha, Regina?]
Eu te dou minha força, minha doçura
Eu te dou meus segredos frágeis
A vida já é tão difícil
Dar por dar
Tudo dar
É o único modo de amar
Dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar
Oh, dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar
Dar por dar
Tudo dar
É o único modo de amar
Dar por dar
É o único modo de viver
É o único modo de amar

Beijos Rê

sexta-feira, 19 de junho de 2009 | Autor:

“Gracinha” cometida por um jovem ao apresentar sua noiva.

Esposa (ou marido), às vezes, tem prazo de validade. Ex-mulher é para o resto da vida. Este é o espírito da nossa política de boa vizinhança com projeção no futuro. Vamos explicar.

Quando você tiver uma relação afetiva, a cada palavra, a cada flor, carinho ou carta de amor, você deve estar o tempo todo aplicando o “Alcance da Visão” lá na frente: você precisa investir no seu relacionamento como o fazem as empresas mais sérias e responsáveis ao cuidar do cadastro de clientes, isto é, precisa administrar o respeito, a parceria e todas aquelas atitudes que vão garantir uma amizade eterna entre os dois ex.

Pois é. Como diretor e como instrutor é a mesma coisa. A maior parte dos alunos acabará se transformando em ex-alunos, mesmo que seja daqui a cinco, dez ou vinte anos. A maioria dos instrutores que você preparar eventualmente desistirá da carreira ou optará pelo solipsismo, pois aí não precisará cumprir normas, não precisará estudar para os exames da Federação de Yôga do seu estado e poderá dar aulas de qualquer modalidade legítima ou não de Yôga.

Então, como no exemplo anterior, do relacionamento afetivo, desde agora vamos investir cada vez mais nos futuros ex (ex-namorados, ex-cônjuges, ex-alunos, ex-instrutores e nos futuros ex-membros da nossa egrégora, enquanto eles ainda estão dentro), para que continuem sempre nossos amigos, admirando e respeitando o SwáSthya, a Uni-Yôga, o instrutor dele e o codificador da Nossa Cultura mesmo depois que saírem.

Complemente este post, lendo o “Dissidente não é inimigo“.

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