terça-feira, 16 de junho de 2009 | Autor:

Rodrigo Vivas

Falando de amigos, hoje comemoramos o aniversário do nosso estimado amigo o professor Gustavo Marson de Joinville/SC.
Parabéns! Muitas felicidades.
Grande abraços
Rodrigo Vivas – Bal. Camboriú/SC

terça-feira, 16 de junho de 2009 | Autor:

“Não precisa ser homem ou mulher. Basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo, saber ouvir. Tem que gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, de Sol, da Lua, do canto dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de ser amigo. Deve sentir pena das pessoas tristes e compreender o imenso vazio dos solitários.

“Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações da infância. Precisa-se de um amigo para não enlouquecer, para contar o que viu de belo e de triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

“Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vide é bela, mas porque já se tem um amigo.

“Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que bata nos ombros sorrindo e chorando, mas que nos chame de amigo para ter-se consciência de que ainda se vive.”

Recebi este texto em 24 de julho de 1979 assinado “de Mara e Nirka, suas eternas alunas e amigas.”  Passados trinta anos, tenho a oportunidade de publicar aqui o mesmo texto e ofertá-lo a todos os meus alunos e amigos, inclusive os do passado e os do futuro. Principalmente, os eternos!

Fernanda Neis

Tinha que ser do Vinicius…

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências … A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.

Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí, e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer… Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente, os que só desconfiam – ou talvez nunca vão saber – que são meus amigos!

Vinicius de Moraes

Obrigado Fée, por me compreender e recorrer ao Vinicius para me ajudar a expressar o que eu sinto pelos meus amigos.  
Nakinagara aruku. DeRose.

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segunda-feira, 15 de junho de 2009 | Autor:

Rosângela de Castro está comigo há mais de 30 anos e continua uma jovem adolescente, linda e divertida. Só que agora também acumula um enorme conhecimento advindo dessas décadas de estudo, de viagens, de experiência no magistério da Nossa Cultura e como autora consagrada de livros célebres. Ro começou muito jovem e jovem ainda é. Imagine o que é ter de Método DeRose mais que o dobro do tempo de vida que viveu sem estar imersa na nossa filosofia! É uma pessoa muito importante para mim pela sua lealdade e carinho. Sua risadas animam a vida dos seus amigos e banham-me a alma com a sensação de que tudo valeu a pena. Ro de Castro habita no meu coração já há quase (eu disse quase) quarenta primaveras! E por isso mesmo é uma honra e um orgulho para todos nós, pois muitas meninas de 18 anos gostariam de ter o corpo que ela esculturou durante tanto tempo de SwáSthya. Ro, você hoje é mais jovem do que quando a conheci. E mais bonita. De verdade. Parabéns pelo seu aniversário! E parabéns para o nosso Método, pois você é a prova viva do que ele proporciona ao longo dos anos. Quando crescer, eu quero ser como você.

PS – Estamos todos aguardando seu novo livro.

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domingo, 14 de junho de 2009 | Autor:

luiza cotta

Boa noite professor De Rose.

Sou a Luiza e escrevo para agradecer suas palavras de conforto que recebi ao tempo do Hotel Widsor por mãos da assessoria de imprensa do Hotel.
De muitas palavras de atenção e solidariedade recebidas chamou-me atenção as suas pela sensatez nelas implicitas.
No meu momento de dor pela perda de entes queridos de uma forma tão trágica receba meus sinceros agradecimentos pela sua atenção e carinho.
Com votos de estima e gratidão:
Luiza.

[Certamente, você conta com a solidariedade e as mentalizações de todos os que leem nosso blog. Conte sempre com a nossa estima. DeRose.]

domingo, 14 de junho de 2009 | Autor:

Que bom termos unidades em tantas cidades e em vários países, não é? Não há nenhuma outra escola de Yôga que ofereça tantas facilidades e apoio aos alunos que viajam! Nenhuma outra instituição, clube ou confraria que proporcione uma família internacional tão grande, tão querida, íntima e confiável quanto a nossa. Precisamos divulgar mais esse diferencial aos nossos alunos.

Nossos alunos precisam ser mais informados de que se estiverem inscritos em qualquer uma das nossas escolas credenciadas, ao viajar para qualquer parte do Brasil e mais uma porção de países europeus e americanos continuarão praticando durante suas viagens sem ter que pagar nada às escolas que visitarem.

E ainda contam com uma rede de apoio lastreada na amizade e no companheirismo para o que precisarem quando estiverem fora da sua cidade ou país.

Temos alunos que praticam regularmente em dois ou três países. De vários deles, recebemos elogios quanto ao profissionalismo dos nossos instrutores que, mesmo em outros países, utilizam exatamente o mesmo método, aplicam os mesmos procedimentos e preservam o mesmo clima de afeto intimista que é tão raro e, por isso mesmo, tão valorizado.

Hoje atuamos no Brasil, Argentina, Chile, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Alemanha, Escócia, Havaí, Estados Unidos e outros países. É uma experiência maravilhosa ter amigos em centenas de cidades e em vários países. Imagine, você sair de viagem e ir praticando Yôga em diversas localidades. E mais: a segurança e outras facilidades que isso representa.

Eliane Lobato, grávida de nove meses da primeira filha, Parvatí, viajou de automóvel da sua cidade (na época, o Rio de Janeiro) para São Paulo. Assim que chegou foi furtada e ficou sem dinheiro e sem os documentos. Não tinha como abastecer o veículo para voltar ao Rio, nem dinheiro para comer ou hospedar-se. Nem mesmo cartões de crédito! Que fazer? Mas isso tudo deixou de ser problema, porque já existia a União. Bastou identificar-se em uma unidade da Rede e já tinha onde comer e dormir, e, ainda, como abastecer o carro para voltar à sua cidade. Casos como esse, de companheirismo e ajuda mútua são uma característica dos membros da Uni-Yôga.

Priscila Ramos de Sousa estava viajando pela Europa e num dado momento precisou de socorro. Escreveu no seu messenger: “Pri perdida em Barcelona”. Imediatamente recebeu o apoio de que precisava por parte de membros da nossa grande família.

A mãe da instrutora Fernanda Neis teve os documentos e cartões de crédito furtados quando passeava em Buenos Aires. Voltando ao Brasil, foi notificada pelas autoridades Argentinas de que seus documentos haviam sido recuperados. Bastou um telefonema da Fernanda a um colega porteño e ele fez a gentileza de buscar os documentos e enviou-os a ela por Sedex.

Um aluno quis viajar com uma determinada quantia, perfeitamente dentro da lei, mas não queria levar dinheiro vivo por uma questão de segurança. Comunicou-se com um colega e combinou: “Quando eu for à sua cidade você me disponibiliza esse valor. Depois, quando você vier à minha cidade eu lhe disponibilizo o mesmo valor.” E ambos viajaram em segurança, sem carregar dinheiro vivo.

Certa vez, um aluno havia vendido um imóvel na Europa e não sabia (ou não tinha tempo) para providenciar os trâmites burocráticos a fim de transferir os valores para o seu país. Pretendia declarar corretamente a transação ao Imposto de Renda como, de fato, creio que o fez, mas seria muito bom não ter que pagar aos bancos a elevada taxa de transferência. Outro aluno, na mesma época, havia vendido um imóvel no país daquele primeiro. Os dois entraram em contato, cada qual depositou o valor correspondente no banco do outro e ficou tudo resolvido.

Note bem que todos os casos relatados foram realizados sem a intervenção da Uni-Yôga. Nem recomendamos que realizem operações de risco – nem mesmo nos responsabilizamos por elas. Foram apenas pessoas ajudando pessoas. A entidade Uni-Yôga só ficou sabendo desses fatos muito tempo depois.

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domingo, 14 de junho de 2009 | Autor:

Gustavo Marson

Oi Mestre!

Gostaria de deixar uma dica para aqueles que não querem perder nenhum comentário do blog. Para saber o que está sendo comentado no blog de forma ágil, em posts recentes ou antigos, basta utilizar o feed de comentários. Isso não é novidade nenhuma mas acredito que muita gente não utiliza esta ferramenta por falta de conhecimento.

Este foi o caminho que utilizei para acompanhar os comentários através do google reader:

Basta se logar no site do google, através da sua senha do orkut ou gmail, clicar em reader e depois clicar em adicionar inscrição. Inclua o endereço obtido ao clicar no feed de comentários do próprio blog: http://feeds2.feedburner.com/ComentriosDoBlogDoDeRose

Pronto! Além de visitar diariamente o próprio blog, também verifico na minha conta do google, no reader, se há algum comentário que deixei de acompanhar. Essa é minha dica para você que quer ficar por dentro de tudo o que acontece no Blog do DeRose e ainda não utilizava esta ferramenta.

Grande abraço.

Gustavo Marson
Joinville – SC

 

cgarcialaborde

También está la opción de recibir por email.
Recibo un email por día con los nuevos posts. ;) Saludos desde Buenos Aires.
Cristián

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domingo, 14 de junho de 2009 | Autor:

gabriela mangia

Oi Mestre!

Estamos aqui em Saquarema no Viva+SwáSthya comemorando o aniversário da Profª. Rô de Castro e 6 anos da Unidade Downtown, com muita música e gente animada e feliz.
Te espero aqui no Rio no seu próximo curso.
Todos aqui estão mandando um grande beijo e SwáSthya!

Gabriela, Unidade Downtown – Rio de Janeiro.

 

[Rosângela de Castro está comigo há mais de 30 anos e continua uma jovem adolescente, linda e divertida. Só que agora também acumula um enorme conhecimento advindo dessas décadas de estudo, de viagens, de experiência no magistério da Nossa Cultura e como autora consagrada de livros célebres. Ro começoiu muito jovem e jovem ainda é. Imagine o que é ter de Método DeRose mais que o dobro do tempo de vida que viveu sem estar imersa na nossa filosofia! É uma pessoa muito importante para mim pela sua lealdade e carinho. Ro de Castro habita no meu coração já há quase (eu disse quase) quarenta primaveras! Parabéns pelo seu aniversário! DeRose]