domingo, 14 de junho de 2009 | Autor:

Saindo da prática, fomos jantar e lotamos o restaurante. Aí alguém sugeriu que fôssemos ao cinema. Aí, lotamos a sala do cinema. Depois, que tal encerrar a noite com um chá ou algo assim? E lotamos o café, onde fomos fazer um lanchinho da noite. Conclusão: somos muitos. Quando simpatizamos com um estabelecimento isso representa o maná caindo do céu. Sob o golpe de uma simples sugestão, nossa gente é capaz de proporcionar um lucro imenso a qualquer estabelecimento. Ou também o contrário, se um dos nossos é mal atendido em algum lugar e conta aos demais. O fato é que fazer as coisas em grupo é muito gratificante pela sensação de unidade e coesão.

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sábado, 13 de junho de 2009 | Autor:

Foram chegando espontaneamente, sem ser festa nem nada, sem convite, apenas para nos visitar, instrutores de várias unidades de São Paulo e mais as cidades de Rio, Curitiba e Porto Alegre. Eles vieram a Sampa para participar do viparita ashtánga sádhana só para instrutores, que se realizará amanhã.

Estamos reunidos os instrutores Vivi e Gabriel Pessoa, Juliana Turoni e Rafa Ramos, Juliana Varaschin, Nilzo Andrade, Roberta, Rod, Rafaela, Dantas e Lelo, Lívia, Ivy, Fabrício, Marcelo, Rafa Santana, Arthur, Fernanda e DeRose, Sandrão e Eugênia, Flávcio e Pati, Will e Renata contando “causos” e dando risada, lá em cima, no home theater, enquanto passa o DVD Vinicius e com umas comidinhas deliciosas que não sei quem foi que trouxe.

Mas você que não está aqui, considere-se incluído na egrégora. Amanhã nos veremos.

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sexta-feira, 12 de junho de 2009 | Autor:

A todos os que amam, estejam namorando, noivando, casando, descasando, recasando, ficando, saindo ou simplesmente cultivando uma boa amizade plena de companheirismo, a todos o nosso cumprimento e votos de muita felicidade e alegria, muito amor e compreensão, muito respeito e tolerância.

Para a Fée,

Quando ela acorda sorrindo,
Tornando a manhã mais bela,
Sinto que viver é lindo.
Como é triste viver sem ela!

DeRose

_Lerivan Ribeiro_
http://www.YogaKobrasol.org | [email protected] | 189.101.242.59

Mestre e Fê,
Um presente para vocês! Bj
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quinta-feira, 11 de junho de 2009 | Autor:

camila.cabete

Oi Mestre!!!
Olha que animação incrível: http://www.fubiz.net/2009/06/09/partly-cloudy/
Ilustra muito bem o que é lealdade inquebrantável!
Muitos beijos!

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quinta-feira, 11 de junho de 2009 | Autor:

O touch healing se baseia no fato confirmado de que o toque (qualquer experiência sensorial, seja ela massagem, coçada, cafuné, toque erógeno ou o seja lá o que for) aumenta a capacidade imunológica, expande a expectativa de vida e causa mutações genéticas positivas. São afirmações bastante audaciosas. Portanto, estudemos sua fundamentação.

 

Aumento da capacidade imunológica e ampliação da expectativa de vida

Na década de 1970, em um laboratório de pesquisas farmacêuticas nos Estados Unidos, daqueles que torturam os animais para desenvolver remédios mais eficazes para benefício da praga humana, os cientistas se depararam com uma perplexidade. Ao inocular os vírus nos coelhinhos usados como cobaias, havia um grupo, todo da mesma gaiola, que não desenvolvia a doença como os demais. Os pesquisadores tentaram por todos os meios descobrir o que estava causando uma super resistência tão espantosa nessas cobaias, pois isso valia milhões de dólares se isolado e posto no mercado. Tudo em vão. Aquele engradado recebia a mesma comida e água, a mesma quantidade de luz e de ventilação dos demais. Experimentaram trocar as gaiolas de posição. Verificaram, chocados, que os coelhos da jaula nova que fora colocada na posição antes ocupada pela das cobaias resistentes, tornaram-se também refratárias às enfermidades! O que haveria de diferente naquela localização?

Instalaram dezenas de câmeras para monitorar vinte e quatro horas por dia e analisar tudo o que acontecesse a cada minuto. Então, observaram que a funcionária encarregada de dar comida aos coelhos era uma jovem baixinha que chegava todos os dias com a ração e a atirava em todas as gaiolas que não alcançava. Mas daquela que estava na frente, ao seu alcance, ela pegava os coelhinhos e os acariciava, falava com eles e dava-lhes a comida na boca. Depois de muito estudo, perplexos, os cientistas foram obrigados a admitir que o carinho aumentara a capacidade imunológica das cobaias. Infelizmente, isso não podia ser isolado e posto em comprimidos para vender nas farmácias.

 Bebês prematuros

 Em 2009, descobriu-se nos Estados Unidos que bebês nascidos com menos de sete meses ganhavam até 47% a mais de peso por dia se fossem massageados (leia-se acariciados) durante quinze minutos várias vezes pela manhã, à tarde e à noite.

 

Alteração genética

Em 1959, cientistas russos procederam a uma experiência na Sibéria. Aprisionaram várias raposas selvagens e foram cruzando as menos agressivas. A primeira geração foi mantida dentro de pequenas jaulas. Seus filhotes, já nascidos em cativeiro, tinham, naturalmente, menos agressividade e deixavam-se tocar e acariciar. Em poucas gerações, começaram a agir exatamente como cães domésticos, demonstrando carinho pelos tratadores e até abanando a cauda em sua presença. Até aí, nada de mais. O fenômeno digno de nota ocorreu quando passaram a ser verificadas mutações físicas, como o aparecimento de um tufo de pêlo branco na cabeça, que as outras raposas não ostentavam, e muito menos as selvagens. Foram mutações assim que há dezenas de milhares de anos começaram a modificar os lobos e deram origem aos tão queridos cães domésticos. Hoje, com a engenharia genética, sabe-se que os cães simplesmente deixaram de desenvolver alguns genes dos lobos selvagens, assim como as raposas siberianas domesticadas. E por que isso ocorreria? No caso dos lobos e das raposas é muito claro. A natureza é seletiva. Se a descendência de um animal não precisa de um determinado gene para a sobrevivência sua herança genética vai sendo gradualmente modificada ao longo das gerações. E com o ser humano, que resultados positivos isso poderia ter? Será que reavivaria os genes recessivos do Homo amābilis?

 

O toque salva vidas

Talvez o touch healing ajude a explicar em parte a baixa incidência de óbitos entre instrutores da Nossa Cultura. Por tudo isso, temos a convicção de que todos nós, com qualquer faixa etária, temos nossa saúde e expectativa de vida bem aumentadas, entre outros fatores, também por sermos carinhosos e privilegiarmos o toque, seja pelos abraços, ósculos, cafunés ou outras formas de comunicação afetuosa entre amigos. Valorizemos isso. Não deixemos que essa qualidade tão rara se banalize. Sejamos gratos e reconhecidos a cada companheiro que nos transmita o seu carinho com o precioso touch healing !

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quarta-feira, 10 de junho de 2009 | Autor:

Julio

Bom dia Mestre!

Fico feliz de o Blog estar a todo o vapor, confesso que alguns dias fica difícil acompanhar o seu pique e o de todos os amigos que acessam e postam comentários!

Recebi um texto recentemente, e tão logo o li tive o ímpeto de compartilhá-lo com você e todos os visitantes do blog. Aí vai:

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
– Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!
A galinha disse:
– Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
– Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
– Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
– O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!

Um grande e carinhoso abraço,

Júlio

[Irado, Júlio! Grande lição. Sugiro que os colegas leiam também o post “O que gansos têm a ver com a Uni-Yôga”. DeRose.]

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quarta-feira, 10 de junho de 2009 | Autor:

Anahi Flores

Hoje, dia 10 de junho, é o aniverário do Professor Antonio Pereira.
Super parabéns para vc, querido Antonio!
Lembro muito bem do dia em que te conheçi, a sua foi a primeira unidade da nossa Rede que eu visitei fora da Argentina, pelo tanto estão super impregnadas as impressões na minha memória.

Um beijão e tenha um ótimo dia!

Anahí – Argentina