segunda-feira, 18 de maio de 2009 | Autor:

São poucos os blogs que podem contar com esse privilégio. Mais de mil leitores, amigos, alunos, colegas, simpatizantes que se deram ao trabalho de amavelmente colocar suas fotos na coluna da direita. Fico bem feliz ao ver nossa coluna de fotinhas crescer a cada dia.

Sugiro que você não olhe apenas as fotos da primeira página, mas que visite as demais para ver quanta gente interessante temos como habitués deste espaço cultural.

Parabéns a todos nós! Que continuemos crescendo!

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sábado, 16 de maio de 2009 | Autor:

Os companheiros da Argentina que participaram dos meus cursos tiveram a gentileza de me obsequiar com um pújá efetivo. Queriam me dar um presente, mas o que escolheram não deu certo por causa do Axioma No. 5 da Nossa Cultura:  “Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.”

Então, solucionaram tudo dando-me um simpático envelope que vai se transformar em parte de um novo lap-top para que eu possa prosseguir me comunicando com você durante as viagens que não são poucas(atualmente, quando viajo, tenho utilizado o notebook da Fée, mas precisamos administrar os tempos).

Meu agradecimento aos colegas:

Edgardo Caramella
Yael Barcesat
Diego Ouje
Sol Monetenegro
Lucía Gagliardini
Luciano López
Silvina Tenenbaum
Fernando Prado
Natalia Sanmartín
Sentitiva Quintero
Daniel Fersztand
Diana Raschelli
Natalia Aramburú
Pamela De Pablo
Pedro Estela
Pedro H. costa
David Uriz
Martín Pereira
Gianna Guerrante
Dwayne MacGowan
María Belén Abraham
Lucía López
Cristián García Laborde
Mariana Cicatelli
Celeste Sarachaga
Alex Falbe
Juan Abraham
Pablo Lewin
Guido Morando
Gabriel Abraham
Federico Fontana
Valeria Stefa
Livia Galina
Johnny Martínez
Mauricio Casas
Luciano Ferroni
Jorge Antonio
Joaquín Seijas
John Chisenhall

Se tiver faltado algum nome ou se escrevi errado, por favor, avisem-me.

A todos esses companheiros, o meu agradecimento com o coração palpitando de carinho.

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quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Se você perdeu a oportunidade de fazer uma festa na sua escola para homenagear as mamães, não perca agora a chance de comemorar o dia dos namorados, convidando para uma aula aberta os namorados, namoradas, maridos, esposas e assemelhados. Depois da aula, comemoração com almoço, ou jantar, ou coquetel, ou qualquer outra coisa, com direito a flores, música e poesia. Peça ao seu diretor que promova essa festa. Todos vão ficar felizes e os seus amados vão ser mais companheiros depois dessa linda experiência.

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sábado, 9 de maio de 2009 | Autor:

Mamãe, manhê, mammy, mãezinha, não importa como você é tratada. O carinho e gratidão acumulados de todo um ano e de toda uma vida encontram neste domingo a oportunidade de se expressar. Manifesto aqui o meu reconhecimento e homenagem à minha mãe que já não está mais entre nós, às mães dos meus alunos que sempre me emocionam com suas cartinhas carinhosas e às minhas alunas, colegas e amigas que são mamães. 

Na verdade, você sabe melhor do que ninguém que o seu dia são os 365 dias do ano. Porque não há um só dia, um só minuto em que você deixe de ser a pessoa que gerou seu filho ou filha, nem por um segundo deixa de ser a referência para a as atitudes, para a saúde, para os bons hábitos, para a educação, para o sucesso na vida, para a felicidade daquele(a) que não a esquecerá jamais, tenha a idade que tiver. Poderá se esquecer de amigos, de professores, de namorados, mas da mamãe ninguém se esquece.

Aproveite o dia que foi consagrado a reconhecer que todos os outros dias também são seus. Esta é a oportunidade de estreitar os vínculos de carinho em família, bem como entre os amigos.

Eu me recordo do abraço afetuoso que recebi de cada mamãe dos nossos alunos ao nos conhecermos em algum evento ou ao visitar sua casa. Eu queria poder abraçá-la hoje. Queria poder estar com cada aluno, com cada colega, com cada amigo para sentar-me junto à mesa e comemorar de corpo presente esta data tão importante. Mas como isso é impossível, que tal deixar uma cadeira vazia para mim? Coloque um livro meu em cima do meu prato e eu estarei lá.

Em uma filosofia matriarcal como a nossa, nenhuma data poderia ser mais grata para nós do que esta. Ninguém mais do que nós do SwáSthya compreende e valoriza o papel da mulher na edificação da sociedade.

Se a sua unidade do Método DeRose seguiu minhas recomendações e organizou uma comemoração com festa, poesia e rosas para as mamães dos alunos e para as alunas que são mamães, não perca a oportunidade de levar seus familiares para conhecer o ambiente sadio que você frequenta. Tenho a certeza de que eles vão compreender você melhor e talvez alguns comecem até a praticar!

E se sua unidade não organizou a festa, organize você, mesmo que seja aluna ou aluno. Telefone ao seu instrutor e diga-lhe que ainda está em tempo. Basta dar alguns telefonemas e reunir todo o mundo.

Se não o fez no fim de semana, poderá fazê-lo na próxima quarta-feira, dia de sat chakra!

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sexta-feira, 8 de maio de 2009 | Autor:

Voltamos a Paris. A Paris das Américas! Acordamos de madrugada para tomar o desjejum e surprise! É um dos melhores que já degustei. Eu execro os cafés-da-manhã dos hotéis. São medíocres, impera a pobreza de espírito, mesmo nos bons hotéis. Portanto, passei a não descer para o petit déjeneur. Mas a Fée gosta. Então, voltei a descer…

Dos melhores desjejuns, podemos citar os seguintes:

Hotel Sofitel Luxory, de Buenos Aires. Hotel Alvear, Buenos Aires. Hotel Renaissance, São Paulo. Palácio de Vila Flor, o Pestana Palace, Lisboa.

Ontem dei uma charla na Unidad Recoleta. Os alunos eram lindos, jovens e de altíssimo nível. Meus cumprimentos! Depois um jantar no Sirop Folie, que me surpreendeu positivamente. É logo abaixo da Unidade Recleta. Recomendo vivamente.

 

Nota: Nossa profissão é ótima para quem gosta de viajar!

 

 

 

quarta-feira, 6 de maio de 2009 | Autor:

Não é qualquer blog que conta com tanta gente e muito menos com tanta gente linda. Essa é a nossa tribo. Brevemente vamos comemorar 1000 fotos! E depois 10.000…

Consulte o post: Você já viu que gente mais linda, mais cheia de graça?.

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terça-feira, 5 de maio de 2009 | Autor:

Há um fato ao qual dou muita importância. É que algumas pessoas antes de se envolver com a nossa profissão me conheceram como pessoa e só depois de conhecer o ser humano é que decidiram tornar-se alunos ou instrutores do nosso Método. Isso é muito lisonjeiro e me mostra que, afinal, não devo ser tão ruim assim…

Dentre muitos casos assim, há dois em especial que gosto de citar. Ambos eram, respectivamente, o marido e o namorado de instrutoras nossas. São eles o Edgardo Caramella, da Argentina, e o Sandro Nowacki, de Porto Alegre. Esses dois homens me proporcionaram o elogio mais importante desta fase da minha vida. Ambos tinham tudo para antipatizar comigo e para me rejeitar ou mesmo sentir ciúme, afinal, suas parceiras dedicavam parte do tempo que devia ser deles para estar em meus cursos e eventos. Mas ocorreu justamente o contrário. Brotou uma simpatia e um carinho à primeira vista.

Todos conhecem o caso do Edgardo, mas acho que poucos conhecem a história do Sandro. Então vou começar por ela.

Nossa instrutora era a Cleyde Alberti, de Caxias do Sul (RS). Conheci Cleyde em 1979 e logo ficamos muito amigos. Cleide tinha duas filhas que eu conhecia desde pequenas, sete ou oito anos de idade. E agora estavam adultas. Naiana, lindíssima e sempre bem querida, decidiu tornar-se instrutora e mudou-se para Porto Alegre. Seu namorado, Sandro, sempre foi um cara bonitão, louro de olhos azuis, alto, corpo atlético, de dar inveja a qualquer barbado. Sempre que podíamos saíamos os três para jantar, comer uma pizza, ou ficar conversando e ouvindo música no apartamento da Cleyde. Sinto muita saudade daqueles tempos. Desde que nos conhecemos, Sandro sempre me tratou com tanto carinho que carrego o peso na consciência de nunca ter conseguido retribuir, pelo fato de estar sempre trabalhando e não conseguir tempo para saborear momentos de pura descontração ao lado dos que eu amo. Jamais me esquecerei de uma noite em que estávamos Naiana, eu e o Sandro, conversando no apê.  Ele era, na época, fisioterapeuta com clínica instalada e uma carreira garantida. Naquela noite Sandrão me olhou com um sorriso que jamais esquecerei, um brilho doce no olhar e me perguntou (mais ou menos assim): “De, você acha que eu poderia me tornar instrutor e junto com a Naiana abrirmos uma escola do seu Método em Porto Alegre? Nós faríamos um trabalho como você sempre sonhou.” Ah! Sandrão, você nunca vai conseguir avaliar o que eu senti naquela noite. Naquele momento depositei meu coração nas suas mãos. Queria tanto que pudéssemos conviver mais e compartilhar mais a vida, enquanto ela ainda está por aqui… 

O caso do Edgardo foi igualmente emocionante. Sua mulher era representante do nosso Método em Buenos Aires. Ele era o maridão. Um dia foi a um curso para conhecer esse tal de DeRose, de quem a esposa vivia falando. Não poderia ocorrer situação mais propensa a que o marido não gostasse de mim. No entanto, não há nada como conhecer as pessoas, conversar olhos nos olhos. Ambos percebemos que estava ocorrendo um desses encontros que mais parecem reencontros. Rolou uma sintonia, um diálogo de almas, e começou uma relação muito bonita de pura amizade. Quando saíamos juntos ou quando viajávamos os três, com a esposa, falávamos de profissão. Com Edgardo, falávamos de tudo. Até que um dia Edgardo me consultou: “DeRose, você acha que eu daria um bom instrutor de SwáSthya?” E foi assim que ele primeiro se tornou meu amigo e só depois me escolheu como Mestre.

No meu livro Quando é Preciso Ser Forte eu escrevi o seguinte trecho:

“Edgardo gosta de contar que antes de adotar DeRose como Mestre, conheceu o homem DeRose, o ser humano cheio de defeitos, mas que para ele soavam como qualidades. Normalmente, quando alguém entra para o Yôga já passa a olhar DeRose como se fosse um guru, um santo, um ser sobre-humano, que não erra, que não fica triste ou zangado, que não cai doente, que não come nem vai ao banheiro. Com Edgardo ocorrera o contrário do que acontece com os demais que, primeiro adotam DeRose como Mestre e depois se tornam seus amigos. Edgardo conheceu primeiro o outro lado. Pelo fato de ter-se tornado primeiramente meu amigo, todas as fantasias e expectativas mirabolantes dos demais no seu caso não existiram. Viu um DeRose que ficava triste e zangado e todas as outras facetas. E gostou do que viu. Em função disso, um dia me perguntou se eu o aceitaria como discípulo. E, para o bem de todos nós, assim foi.”

Hoje Edgardo é um dos meus melhores amigos, a quem devoto uma grande admiração e um carinho que não cabe no meu peito. E como primeiro me conheceu sem me colocar num pedestal, a possibilidade de se decepcionar comigo é quase nula.

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