segunda-feira, 30 de março de 2009 | Autor:

O artista Marcelo Bortolotti teve a gentileza de fazer uma escultura que ele denominou DeRose Shankar.  A justificativa não era colocar DeRose na estatura de Shankar e sim propor a geração de um arquétipo de evolução do primeiro para que em algum momento, quem sabe, em alguma existência, chegue próximo à identificação com o segundo.

 

Como vários instrutores e alunos consultaram-no a respeito, Bortolotti comunica que aceita encomendas de reproduções da escultura em tamanho pequeno, em materiais diferenciados, desde bronze até resina, para que se ajuste ao valor que cada um dispuser.

Leia mais »

sábado, 28 de março de 2009 | Autor:

Se você leu e gostou do blog do jornalista António Mateus, cujo link se encontra aqui (foi postado há poucos dias), julgo que seria delicado escrever a ele emitindo a sua percepção. O blog dele não comporta comentários – e eu até compreendo, pois isso toma um tempão! – mas o colega Luís Lopes deve conseguir um meio de comunicação com o Mateus.

Leia mais »

terça-feira, 24 de março de 2009 | Autor:

Hoje quero homenagear um jovem instrutor que tem demonstrado elogiável capacidade de trabalho, caráter admirável, um vencedor que serve como modelo de competência e de sucesso a muitos alunos e a novos instrutores. Conhecido e admirado em todo o Brasil, já tem seu nome mencionado em outros países como exemplo de inteligência, boa educação, boa índole e merecedor das tantas amizades sinceras que lhe devotam carinho.

Conheço Heduan há vários anos e a cada dia sinto mais admiração por esse jovem promissor que tem demonstrado lealdade, fidelidade e boa têmpera. Sem dúvida, muito do seu valor proveio da herança cultural, da educação do berço, da sua família. Mas outro tanto deve ser creditado ao seu esforço pessoal, estudo e trabalho sério que vem desenvolvendo em Curitiba.

Ao Heduan, nosso reconhecimento, admiração e afeto.

Leia mais »

segunda-feira, 23 de março de 2009 | Autor:


Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde. A ideia é a de não deixá-lo completar a frase e fazê-lo sentir-se constrangido com a atitude. A menos que o futriqueiro já tenha conseguido concluir a agressão a alguém ou alguma coisa que você preze. Nesse caso, a honra e a ética mandam que você o defenda bravamente, mas sempre com elegância e compostura.

Lembre-se do axioma no. 1 do Swásthya Yôga: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo no 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo no 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo no 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo no 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:

— Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos, observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.

O tenente ao sargento:

— Por ordem do capitão, haverá eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.

O sargento ao cabo:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.

O cabo aos soldados:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão entrar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova não haverá chamada.

Entre os soldados:

— O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca o seu tempo acreditando em bobagens.

Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalizada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a aproveitar a força do oponente para levá-lo ao chão. Com a fofoca é a mesma coisa. Ao longo dos anos, tenho sido muito beneficiado pelos desamigos, pois cada vez que falam o que quer que seja a meu respeito estão, sem saber, me proporcionando uma grande visibilidade. A partir daí, é uma questão de aplicar meu know-how de meio século de profissão lidando com isso para converter a energia do adversário a meu favor. E, pelos resultados, parece que tem funcionado!

Leia mais »

quarta-feira, 18 de março de 2009 | Autor:

Sílvia Amêndola, aluna da Unidade Rio Claro, lembra-nos de que no próximo domingo, dia 22 de março, será comemorado o aniversário da colega Mírian Rodeguer. Pelas minhas contas, Mírian está conosco há mais de vinte anos e foi um dos que construiram uma sede própria muito bonita apenas com o que auferiu com seu trabalho com SwáSthya. Tenho a certeza de que Mírian ainda vai realizar obras bem importantes na nossa família.

quarta-feira, 18 de março de 2009 | Autor:

Se há uma colega a quem devemos todos admirar, essa é a Márcia Cordoni, heroína da auto-superação. Como para confirmar a tradição, Márcia foi muito cobrada e exigida, pelo seu Mestre e pela própria vida. Resultado: uma vice-presidente da Federação de Yôga do Estado de São Paulo que vem desempenhando sua função com dignidade e competência.

Há um tipo de fibra que só se adquire passando por dificuldades. Por isso, diz o texto dos Preceitos aos Instrutores de Yôga:

“A árvore podada cresce mais e o guerreiro ferido muitas vezes em combate torna-se perito no uso das armas. Tal exacerbação do instinto de sobrevivência é obtida pela disciplina e pelas dificuldades. O melhor discípulo será aquele sobre o qual forem aplicadas as maiores exigências e as mais duras críticas. O mais talentoso instrutor será aquele que tiver enfrentado as mais atrozes dificuldades no afã de bem desempenhar sua missão.”

À Márcia Cordoni o meu reconhecimento e as homenagens dos seus companheiros da União Nacional de Yôga.

Leia mais »

quarta-feira, 18 de março de 2009 | Autor:

Nos idos de 1960 e 1970 os instrutores de Yôga viviam isolados. Não podiam conviver com seus pares. Tinham que amargar a solidão, pois o único a realmente compreender o instrutor de Yôga é outro instrutor. A única pessoa que tem um diálogo útil e que preencha as carências de um professor de Yôga é outro profissional.

Nossa família e nossos amigos, geralmente, não compartilham os nossos ideais. Às vezes até gracejam ou boicotam nosso estilo de vida.

Mas os instrutores não podiam buscar consolo, conforto, solidariedade e compreensão entre outros colegas, já que havia um clima de desconfiança. Se um instrutor de Yôga tentasse visitar ou escrever a um colega, este entrava em defensiva, com medo, porque não era formado e sabia muito pouco. O outro era uma ameaça.

Com isso, os instrutores fechavam-se no seu isolamento e estagnavam-se no seu progresso. Só podiam encontrar algum incremento nos livros. Mas não tinham a quem consultar sobre suas dúvidas e incertezas; não tinham quem lhes desse opiniões, sugestões e críticas construtivas…

Então, um grupo de professores de vários tipos de Yôga resolveu unir-se para trocar idéias e para que cada um emitisse opiniões sobre o trabalho do outro. Se um conhecesse melhor determinado assunto, ensinaria isso aos demais. Juntos, dividiram o custo de impressos e de publicidade, o que foi vantajoso para todos. A essa “cooperativa” deram o nome de União de Yôga, União Nacional e, finalmente, União Nacional de Yôga.

Mais tarde, a União de todos passou a proporcionar cursos de aperfeiçoamento, cursos de formação, expedir os primeiros certificados de instrutor de Yôga do país, publicar livros e, até mesmo, criar um vínculo de mútuo apoio que fez muita gente crescer bastante.

Já não éramos indigentes. Agora tínhamos uma entidade amigável, honesta, grande e forte para nos respaldar.

Essa União não foi criada para gerar separatismo e sim para unir, como já diz o seu próprio nome. Contudo, era preciso proporcionar algumas vantagens exclusivas aos que quiseram fazer parte da família. Então, criaram-se descontos generosos de até 90% em cursos e eventos, e de até 50% na compra de livros e suprimentos.

Hoje, quarenta anos depois, estamos ainda aqui, de braços abertos para receber você na nossa família e lhe estender os benefícios da União. Estamos ansiosos por contar com a sua presença amiga entre nós.

 

Bruna Amor

Boa noite Mestre,
gostaria de compartilhar este vídeo com você e com todos que acessam seu blog.
Achei muito pertinente, uma vez que somos uma famiglia de pessoas engajadas e gregárias.
Me lembrou o sutra ” Uns se sentam e choram, outros se levantam e fazem.”
Segue link, vídeo intitulado “O menino e a árvore”.

http://romanticos-conspiradores.ning.com/video/video/show?id=2765393%3AVideo%3A1881

Um grande beijo no coração!
Bruna Amor

Leia mais »