Oi Mestre, assisti este video no blog da Sarita Borges, lá de Chapecó. Adorei! Uma forma bem humorada de ver como as pessoas tem dificuldades de comunicação.
Beijos,
Marisol, Porto Alegre — Brasil
O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma.
Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da consciência e ao autoconhecimento.
Precisamos esclarecer que o foco do Método não é oferecer benefícios, uma vez que cada um tem suas expectativas pessoais e seria inadequado afirmar que poderia suprir a todas. Os eventuais resultados são apenas consequências de uma filosofia de vida saudável.
Os fundamentos da proposta cultural concebidas pelo Método vem sendo difundidos há mais de cinco décadas.
O Método aponta os mecanismos para se obter uma boa qualidade de vida, objetivo perseguido pela maioria dos profissionais nos dias de hoje. Por meio de reeducação comportamental, uma alimentação saudável, boas relações humanas, boa forma e boas maneiras pode-se conseguir a otimização da vitalidade, produtividade e administração do stress.
Graças ao alcance de sua proposta, o Método DeRose transformou-se em mais do que simplesmente um curso e passou a constituir uma cultura, um estilo de se viver. Seu aspecto fundamental é o alcance do bem-estar pessoal. Para atingir essa meta, diversas ferramentas são utilizadas, entre elas, técnicas respiratórias, técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, além de procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.
O Método foi desenvolvido e é indicado para adultos jovens em uma faixa etária que vai dos 18 aos 58 anos.
É praticado em várias regiões do Brasil, Argentina, França, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal e Estados Unidos.
Só ouço excelentes comentários de quem assistiu a entrevista e não é praticante do Método.
Mestre, a entrevista tem uma característica muito interessante: o clima. Dá a impressão que estamos muito próximos e que poderíamos ficar horas e horas a conversar.
Hoje estava na faculdade e uma colega me parou e disse que viu o link dessa entrevista no meu perfil do Orkut e resolveu ver o que era.
Disse que simplesmente não conseguiu parar de assistir enquanto a entrevista não acabou (eu a compreendo).
Elogiou sua forma de falar, sua eloqüência, o conteúdo e o mais interessante: disse que sentiu muita vontade de conhecer o Método.
Ela, inclusive, já olhou uma unidade mais próxima dela para conhecer e eu disponibilizei-me para ir com ela em sua aula experimental.
Gostei do fato de ela ter me procurado pedindo informação sobre a Nossa Cultura e o que possibilitou isso foi a entrevista!
Divulgar essa entrevista através do MSN, Orkut, Facebook, blogs e qualquer outra ferramenta online não tem custo e tem um impacto grande devido à visibilidade que a internet proporciona.
Obrigado, do fundo do meu coração, por tudo que você nos proporciona, principalmente o convívio com essa egrégora maravilhosa.
Um forte abraço e um grande beijo,
Arley Salgado
sádhaka – Unidade Savassi – Belo Horizonte-MG
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Leilane Lobo
Entregamos uma cópia para todos os alunos e agora estamos entregando aos que vêm fazer aula experimental. Logo, logo estaremos entregando aos prospects que nos pedirem informações.
Uma aluna me disse que a mãe dela já assistiu umas três vezes e semana passada uma amiga da mãe dela se matriculou de tanto que ela falava! =D
Agora temos em DVD editada, com uma capa lindíssima que compramos da Unidade Vila Mariana.
Um beijo enorme.
Instra. Leilane Lobo
Fortaleza-CE
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Querido Mestre,
A tua entrevista e excelente! E eh muito importante para nos sim!
Estamos trabalhando há semanas nela para colocar os subtítulos, só que e um trabalho titânico, para começar não tínhamos computadores que conseguissem suportar tamanho peso, tivemos que conseguir um só para tal feito.
Finalizamos a entrevista no Youtube agora mesmo, enquanto das a aula online, meu computador sofre para terminar a edição!
Mas ficou pronto, aqui est’a e as pessoas da língua inglesa já podem assisti-la.
Lamentavelmente eu tinha programado para que a entrevista fosse online no dia do teu aniversario, mas não deu pelo tamanho da obra.
No Youtube ja esta: http://www.youtube.com/user/derosemethod#p/u .
Agora estamos colocando online em todos os outros servidores possíveis.
httpv://www.youtube.com/watch?v=Z7rbzD7CJsA
PS: Prof. Luis Lopes, já temos todo o material e posso fornecer-te, dize-me apenas o formato em que queres.
Em relação a tradução do John, adaptamos para o inglês britânico e fizemos pequeníssimos ajustes de interpretação.
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Seria possível colocar aqui no blog toda a entrevista em um arquivo só? Pergunto isso porque no YouTube está partido em vários segmentos e o primeiro foi muito mais acessado, mas os outros, menos. Além disso, quem postou no YouTube, colocou uma coreografia antes. Algumas pessoas poderão se contaminar com a imagem da coreografia e interpretar diferentemente as palavras do entrevistado. Além disso, a coreografia tem uma legenda com a palavra mágica, o que imporá estereótipos a quem acessar o arquivo. Há como corrigir isso? Eu agradeço. DeRose
Eu estava em uma reunião do Rotary em Paris e quando disse que era do Brasil, os companheiros me informaram que justo naquele hotel em que estava sendo realizada a reunião havia vivido o Imperador do Brasil, D. Pedro II e que havia uma placa comemorativa de bronze na fachada do prédio. Quando fui lá conferir, descobri que havia outra placa, acima da de bronze, registrando que no mesmo local vivera o Heitor Villa-Lobos de 1952 a 1959.
Leia o texto abaixo e descubra o que está faltando. Veja a resposta no final.
Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos.
Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o “E” ou sem o “I” ou sem o “O” e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o “P”, “R” ou “F”, ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente, repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.
Descobriu?
O texto foi todo escrito sem a letra A. Leia mais »
Independentemente da origem deste vídeo, eu gostaria que os nossos leitores sempre aplicassem o Axioma Número Um: “Não acredite.” Porque já aconteceu antes o fato de recebermos denúncias que logo em seguida foram desmentidas como lenda urbana ou simples fofoca. Tenho a certeza de que os responsáveis pela marca Nestlé são bem conscientes do momento em que vivemos e da importância pela preservação. No entanto, se algo passou despercebido pelo seu filtro, com este alerta eles agirão o mais rápido possível para providenciar a correção dos procedimentos. Provavelmente, eles já o fizeram.
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Querido Mestre e consumidores da Nestle, Aqui ficou a resposta da Nestle. Mesmo falando que assumiram uma serie de compromissos e que nao compram mais da Sinar Mas, assumiram que compram oleo de palma de fontes nao sustentaveis. Aqui fica a resposta. Abracos Mr Gustavo Cardoso
17 May 2010
Dear Mr Cardoso Thank you very much for your email. Nestlé views destruction of tropical rainforests and peatlands as one of the most serious environmental issues facing us today. At the recent Annual General Meeting our Chairman Peter Brabeck-Letmathe reinforced this position and repeated our support for a moratorium on the destruction of rainforests. He invited all concerned parties, including Greenpeace, to join this initiative. Regarding palm oil, Nestlé has taken the following steps:
a) We can assure you that neither Nestlé UK, nor any Nestlé company, buys palm oil from the Sinar Mas Group for any of our products, including Kit Kat.
b) We can also confirm that we have made arrangements with a number of suppliers, including Cargill, to suspend purchasing from Sinar Mas for delivery to our European factories. In April 2010, Sinar Mas announced the hiring of two independent auditors (Control Union Certification and British Standard Institute) to address the allegations made about them by Greenpeace. The audit is currently in process and Nestlé is now part of the committee overseeing this audit. If the allegations are confirmed and sufficient action plans are not put in place Nestlé are determined to ensure that our suppliers do not buy palm oil from Sinar Mas, for all our factories.
c) We have become active members in the Roundtable on Sustainable Palm Oil, not only in discussions, but more importantly, through action at the field level.
d) We have joined a coalition calling for a moratorium on rainforest destruction for palm oil in Indonesia.
e) We are intensifying our cooperation with international organisations to build a global movement to support the development, implementation and disclosure of sustainable forestry practices.
f) We are stepping up our vigorous advocacy against the use of food products for biofuels which is a serious factor in the destruction of the rainforests.
g) We have pledged to source sustainable palm oil by 2015, and are working with providers of certified palm oil to increase the availability.
h) We are making progress on sustainable palm oil and palm oil certificates, with 18% of the Nestlé purchases covered in 2010, and we expect to reach 50% by the end of 2011. Nestlé UK is one of the Nestlé markets which has already purchased Green Palm certificates For more details about the Nestlé position on palm oil and deforestation please consult the following link: http://www.nestle.com
Thank you again for taking the trouble to contact us. We are grateful for the interest you have shown in our company.
Abraços
Rodrigo Vivas
Espaço Culture de SwáSthya Yôga em Balneário Camboriú
Notícia – 17 mai 2010
Após campanha do Greenpeace, maior empresa alimentícia do mundo lança nova política interna para excluir o desmatamento de florestas tropicais de sua linha de produção.
A Nestlé, a maior empresa alimentícia do mundo, anunciou hoje a intenção de parar de comprar matéria-prima cuja produção tenha provocado o desmatamento de florestas tropicais.
A empresa se compromete a identificar e excluir de sua lista de fornecedores companhias que possuam ou gerenciem “plantações ou fazendas de alto risco ligadas ao desmatamento”. Nesse grupo entraria, por exemplo, a Sinar Mas, a maior produtora de óleo de dendê e de papel e celulose da Indonésia, caso não siga a nova política da Nestlé, e intermediadoras como a Cargill, que compram da Sinar Mas.
O anúncio acontece depois de o Greenpeace conduzir umacampanha pública mundial que expôs o uso de óleo de dendê, proveniente de áreas recém-desmatadas na Indonésia, para produzir chocolates como o KitKat. Em dois meses, centenas de milhares de pessoas contataram a Nestlé para avisar que não comprariam produtos ligados à destruição das florestas tropicais.
A expansão das plantações de dendê – usado pela indústria alimentícia, cosmética e como biocombustível – é um dos principais vetores de destruição dessas importantes florestas tropicais, lar de espécies ameaçadas como o orangotango. A Indonésia hoje é um dos países campeões de desmatamento do mundo e, por conta disso, terceiro maior emissor de gases do efeito-estufa.
“Ficamos contentes pela Nestlé ter a intenção de dar um tempo para os orangotangos, e convidamos os compradores internacionais, como Carrefour e Wal-Mart, a fazerem o mesmo”, afirma o diretor da campanha de Florestas do Greenpeace International, Pat Venditti.
“O passo dado pela Nestlé manda um sinal claro para a Sinar Mas e as demais empresas do setor que a destruição das florestas não é aceitável no mercado global. Elas precisam limpar a cadeia de produção e implementar uma moratória que interrompa a destruição e promova a proteção”, diz Venditti. “O Greenpeace vai monitorar de perto o cumprimento e a implantação da política da Nestlé.”
Segundo Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia, do Greenpeace, “a decisão de um ator mundial como a Nestlé é um claro sinal que o consumidor global não aceita mais estar envolvido com produtos ligados a desmatamento e perda da biodiversidade. Trata-se de uma clara advertência às empresas que, aqui no Brasil, causam, direta ou indiretamente, a destruição de nossas florestas”. “Vale também como recado para a bancada ruralista do Congresso: mudar o Código Florestal para permitir mais desmatamento em nada vai ajudar o produtor brasileiro. Ao contrário, vai contribuir para fechar as portas do mercado.”
O Greenpeace pede ao governo indonésio que tome atitudes rígidas para conservar as florestas tropicais e de turfa. “Uma moratória protegeria não apenas a natureza como também a reputação de indústrias de óleo e de papel”, diz Bustar Maitar, coordenador da campanha na região. “O Greenpeace manterá a pressão tanto no governo da Indonésia quanto nas indústrias que causam a devastação da biodiversidade e do clima.” Leia mais »