segunda-feira, 17 de maio de 2010 | Autor:

Este é o título do post que acabo de colocar no blog http://www.esperantoforadatoca.blogspot.com : “Um blog fora de série: Blog do DeRose”.

Fernando Marinho

Ô, meu querido! Muito obrigado! Você foi muito cavalheiro ao colocar nossa entrevista no seu blog. Eu gostaria muito que todos os nossos amigos e colegas visitassem o seu blog, pois tenho uma paixão não realizada com o esperanto. Quando era adolescente estudei com o livro Junul-Kurso e me entusiasmei com a proposta de um idioma universal, muito mais lógico e fácil. Em meia hora eu já estava falando alguma coisa, construindo algumas frases. Esperanto é um ideal lindíssimo. Bonan nokton.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010 | Autor:

Olá Mestrão!

Postei no meu blog conforme prometido os quadros sinóticos que definem visualmente o que é o Método para sua utilização. Se houver alguma alteração ou correção é só falar!

Um forte abraço!

Vernon Maraschin, Diretor da futura Unidade Vila Madalena, São Paulo

http://yogaserio.blogspot.com/

Explicação do quadro acima: Esta primeira explanação é a mais completa e que fala por si mesma devido à quantidade de texto.

Explicação do quadro acima: O Método DeRose não é Yôga com outro nome. O Método contém Yôga no setor de técnicas. No entanto, o Método é muito mais, já que não se limita às técnicas. A melhor definição de Yôga, diz: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Portanto, mesmo que conduza ao samádhi, se não for estritamente prática, não é Yôga. O Método contém Yôga, mas não é Yôga. ATENÇÃO: Este quadro só deve ser utilizado se for levantada a questão ou se o interlocutor estiver entendendo errado, achando que o Método é Yôga com outro nome.
Explicação do quadro acima: As técnicas aprimoram o indivíduo, porém os conceitos permitem mudar o mundo. Os círculos concêntricos são as ondas de choque que o adepto da Nossa Cultura produz e com as quais influencia, primeiro, o círculo familiar; depois, o círculo de amigos e colegas de trabalho, de faculdade, de esporte; por último, o círculo das pessoas com as quais nós cruzamos na nossa vida, inclusive os clientes, os fornecedores e os desconhecidos. É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica ásanas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro O que é o Método DeRose.

Para cada um que pratica formalmente o Método, podemos encontrar até dez que o praticam sem saber. Quem melhor descreve isso é a instrutora Jamile Martins, filha da instrutora veterana Conceição Martins, de Feira de Santana, no interior da Bahia:

“Comecei a minha primeira turma aos 9, são 20 anos de Swásthya, nem sei como é viver sem o Swásthya e sem o DeRose na minha vida! Obrigado pela presença constante: nas fotos dos quadros, nos livros da estante, nas roupas do guarda roupa, na conversa em família, em cada parte há um pedacinho do DeRose e principalmente…no coração! Esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha.”

Júlia Fadel também reforça com o seguinte depoimento:
“Muito legal mesmo essa proposta [ … ] sugeri aqui em casa aos meus pais que eles a adotassem, até meu pai, carnívoro convicto aceitou a proposta e abraçou a causa. Segunda-feira eles não comem carne o dia todo, inclusive quando saem de casa, estão levando a sério mesmo. Fiquei impressionada.”
Obs.: No futuro, quando todos já tiverem comprendido a precedência dos conceitos, é provável que este quadro seja representado com as técnicas à esquerda e os conceitos à direita. Isso, para contemplar a lógica: primeiro, o pontinho, que é o indivíduo, aprimora-se; depois, ele reverbera seu estilo de vida, emitindo as ondas de choque que irão contagiar seus círculos de atuação (círculo familiar, círculo de amigos e colegas, círculo de desconhecidos). Talvez consigamos, no futuro, uma representação que se pareça menos com um alvo de tiro.
Veja a sugestão enviada pelo Alexandre Montagna:
quadro-metodo-derose-novo-estilo-7b.jpg

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Leilane Lobo
Uma aluna me disse que a mãe dela já assistiu [o post com a entrevista gravada na Europa] umas três vezes e semana passada uma amiga da mãe dela se matriculou de tanto que ela falava! =D

Um beijo enorme.

Instra. Leilane Lobo
Fortaleza-CE

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A Sandra Sellner, da Unidade Downtown, Rio, também elaborou uma opção por iniciativa própria, com a ajuda da instrutora Ana Cristina. É ela que faz a magia do Photoshop! Ficou bem bonito. Veja abaixo:

O quadro abaixo foi uma contribuição do Alexandre Montagna:

quadro-metodo-derose-montagna-1.jpg

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Oi!

Tenho a impressão de que você gostará desta entrevista do Patch Adams (não tenho certeza se já a compartilhei aqui) em que em uma das respostas ele foge do estereótipo de “doutor do riso” que o filme que leva seu nome lhe legou.

http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/182/entrevistados/patch_adams_2007.htm

Sobretudo neste trecho:

Não concordo com “rir é o melhor remédio”. Eu nunca disse isso. A amizade claramente é o melhor remédio. É a coisa mais importante na vida. São nossas relações com aqueles que amamos. Infelizmente, os meios de comunicação, sendo como são, muito antes de me conhecer, imaginam que rir seja o melhor remédio. Então, quando escrevem o artigo, põem essa frase porque o fazem, na realidade, sem pensar. Também quero corrigir a idéia de que rir seja uma terapia. Também nunca penso em música como terapia, nem em arte, nem em dança. Nunca precisam da palavra “terapia”, que é pequena para ajudar. A arte não precisa de ajuda da palavra “terapia”. É a cultura humana. Não fazemos terapia de cultura. Se estamos saudáveis, fazemos cultura. (Patch Adams)

Alessandro Martins, Curitiba, PR

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Que perfeito, Alessandro! A mim me parecia que eu estava me ouvindo falar! DR

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quarta-feira, 12 de maio de 2010 | Autor:

O canal francês France 2 passou recentemente um documentário em que a experiência de Milgram é reconstruída, neste caso com o formato de um programa de televisão : “Le Jeu de la Mort”.

A experiência decorre neste caso num palco de televisão e a autoridade é representada pela apresentadora que perante os gritos de sofrimento do questionado, apenas diz ao questionador para não se deixar impressionar e continuar.

Num dado momento não se ouvem mais os gritos dos questionado, dando a ideia que poderá estar já estar morto. Mesmo assim o questionador sob influência de todo o “mise en scène” do palco de televisão vai até ao fim!

Neste caso o objectivo era estudar até onde poderão chegar os excessos da televisão.

Além de confirmar os dados da experiência de Milgram, a reconstrução mostrou que a percentagem de voluntários que levaram a experiência até ao fim nos nosso dias foi bem maior (passou de 65% para aprox. 80%). Levando a pensar que a sociedade é hoje ainda mais “obediente” do que o era em 1964.

Esse documentário pode ser consultado aqui (em francês):
http://www.dailymotion.com/video/xcuvon_le-jeu-de-la-mort-le-film-1-5_shortfilms

abraços!
José Alphonse – Espace Energie – Paris

domingo, 2 de maio de 2010 | Autor:

Muitas profissões estão passando por uma crise de identidade por causa dos estereótipos que lhes foram impostos e, atrás dos estereótipos, os preconceitos. Por exemplo: no Brasil, quem é que gostaria de ser chamado de empregado? (“Este é o meu empregado.”) Todos passaram a ser chamados funcionários. E agora são denominados colaboradores! Por isso faxineira virou secretária; massagista virou massoterapeuta; artesão virou artista plástico; recepcionista de restaurante virou hostess; vendedor de loja virou consultor; aeromoça virou comissária de bordo; piloto virou comandante; oculista virou oftalmo; barbeiro virou cabeleireiro, que virou coifeur, que está virando estilista; dentista está virando odontólogo e manicure está virando designer de unhas.

Não só as profissões. Outros rótulos também passaram pela crise de identidade e, alguns, mais de uma vez nos últimos anos. Idoso virou terceira idade, que virou melhor idade. Cego virou não-vidente, que virou deficiente visual, que virou portador de necessidades especiais. Retardado virou mongoloide, que virou excepcional, que virou portador de síndrome de Down. Câncer virou CA, que virou “tumor” (ninguém mais chamava de câncer) e hoje é chamado de neoplasia. Vendedor virou consultor de vendas, que virou executivo de contas. Professor particular (de treinamento corporal) virou personal trainer, que virou coach.

[Contribua com acréscimos.]

E instrutor de SwáSthya Yôga? Virou instrutor do Método DeRose, ou empreendedor do Método DeRose, se for Diretor de estabelecimento cultural. A diferença é que nós não trocamos apenas o nome, mas o conteúdo. Continuamos ensinando SwáSthya, sim, no entanto, quando mencionamos Método DeRose estamos nos referindo a uma outra coisa, que extrapolou os limites do Yôga. Lembra-se da definição universal?  “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Ora, o Método é uma urdidura de conceitos e técnicas que extrapolam as dimensões da sala de prática e incorporam-se à vida real do praticante, à sua família, ao seu trabalho, ao seu esporte, à sua arte etc.  A existência (e a ênfase) nos conceitos demonstra que esta proposta em si não é uma “metodologia estritamente prática“, logo, não se enquadra na definição do Yôga.

Não é Yôga com outro nome: “Método DeRose é outra coisa.“

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Mestre,

Vai aqui um link de site que trata do assunto de maneira engraçada.
http://copicola.com/2010/04/dicas-para-seu-novo-curriculo/#more-4534

Raffa Loredo

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Hola querido De!

Sobre el uso de palabras mágicas… leí un artículo sobre una heladería en New York:

Se especializan en helados veganos, sin nada de lácteos. Pero cuando abrieron no tenían mucho dinero, ni siquiera les alcanzó para poner un cartel de “vegan” en la puerta!

Años después se convirtieron en una de las mejores heladerías de la zona, pero nunca pusieron un cartel “vegan”. Se dieron cuenta de que convenía evitar esa palabrita mágica: al escuchar vegano, muchas personas se imaginan soja, tofu, cosas marrones y sin mucho sabor! Al no decir nada al respecto, la gente toma el helado sin preconceptos! Y les encanta!

Un abrazo!

Martín
Sede San Isidro
Buenos Aires

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segunda-feira, 26 de abril de 2010 | Autor:

Fico muito triste quando converso com algum aluno (de qualquer das nossas escolas) ou mesmo instrutor, e ele me diz que não tem visitado – consequentemente, não tem recomendado – este meio para que possamos estar juntos, sempre atualizados e sincronizados. Sei que são dois milhões de pessoas que lêem o que escrevo, mas fico desolado ao constatar que mais este e mais aquele não está sabendo o que se passa por aqui. Isso desanima.

Há algum tempo solicitei que todos os instrutores divulgassem o blog para os seus monitores e para os seus monitorados. Só com isso, já abrangeríamos todos os instrutores desta formidável egrégora. E pedi também que todos os instrutores o divulgassem por entre todos os seus alunos. Mas se o próprio instrutor não me visita, é óbvio que ele também não divulga por considerar de menor importância.

Assim sendo, eu agradeço muito aos que estão sempre aqui, mas acho que vou dar uma desacelerada já que instrutores e diretores estão considerando supérfluo este meio de comunicação. Tenho investido muito tempo e trabalho neste blog. Queria que ele fosse para todos e não apenas para alguns.

Rafa Ramos
[email protected] |

Galera,

Vamos colocar o link do blog do Mestre como Página Incial.
É bem simples:

*Ferramentas / opções da internet / (campo)home page

Beijos à todos!

Alexandre Montagna
http://www.alexandremontagna.com | [email protected] |

Para quem for possível, sugiro acrescentar no final da assinatura do e-mail, a seguinte frase: “Visite o blog do educador DeRose em http://www.Uni-Yoga.org/blogdoderose“. Principalmente para quem respira SwáSthya, como praticante identificado ou instrutor. Cabe também colocar o blog como página inicial, bem como relacioná-lo em posição de destaque na seção “Links indicados” do seu site/blog.

Não é preciso refletir muito para ver a importância deste espaço de comunicação.
É do blog do sistematizador do SwáSthya que estamos falando!

Por fim, quero lembrar que é tão fácil divulgar.. tão fácil mesmo! Quando copiamos/colamos um post via e-mail, torna-se um viral: cada um passa para mais pessoas, numa verdadeira multiplicação das palavras aqui postadas. E não custa nada. É um prazer, é um hobby, é um investimento.. É uma ação efetiva!

SwáSthya!!

Rafaella Coelho
http://www.vivaqualidadedevida.org | [email protected] |

Muito boas as dicas do Alexandre e do Rafa Ramos! Já as adotei!

Também podemos divulgar o seu blog no nosso perfil do orkut/facebook/msn, bem como nas comunidades relacionadas a Yôga.

Muitas vezes na minha aula ou em conversas informais comento sobre um assunto que foi colocado no blog e indico o acesso deste.

Se lembrar de mais uma forma de divulgar, coloco aqui!

Beijos,

Rafaella

Joaquina
[email protected] |

una cosa más!
la forma que yo elegí para recomendar este blog es en mi firma,
asi:

Joaquina García Laborde
Instructora de SwáSthya Yôga
recomiendo este blog: http://www.uni-yoga.org/blogderose

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segunda-feira, 26 de abril de 2010 | Autor:

Axiomas

Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.

1. Não acredite.

2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.

3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.

4. Deixar recado não funciona.

5. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.

6. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.

7. Nada é aquilo que parece ser.

8. Tudo é relativo.

Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).

Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão.

[Espero que o Joris tenha razão!]

domingo, 25 de abril de 2010 | Autor:

Esta é uma contribuição à nossa cultura geral. Abaixo o link e mais abaixo a letra de Nessun Dorma:

Link

(Clique no logo YouTube no canto inferior direito da tela para ampliar a imagem.)

http://vagalume.uol.com.br/luciano-pavarotti/nessun-dorma.html

Letra

Nessun dorma! Nessun dorma!
Tu pure, o, Principessa,
nella tua fredda stanza,
guardi le stelle
che tremano d’amore
e di speranza.

Ma il mio mistero e chiuso in me,
il nome mio nessun saprá!
No, no, sulla tua bocca lo diró
quando la luce splenderá!

Ed il mio bacio sciogliera il silenzio
che ti fa mia!

(Il nome suo nessun saprá!…
e noi dovrem, ahimé, morir!)

Dilegua, o notte!
Tramontate, stelle!
Tramontate, stelle!
All’alba vinceró!
vinceró, vinceró