quinta-feira, 1 de abril de 2010 | Autor:

Enviado em 01/04/2010 às 12:35

Olá Mestre,
Enviaram-me este vídeo que acho maravilhoso.

httpv://www.youtube.com/watch?v=PFLF57vDYcQ

Em baixo envio o texto traduzido do original em espanhol.

“Este dueto foi composto por Rossini para brincar com as sopranos que desafinavam. Não pertence a nenhuma de suas óperas.
Rossini era um brincalhão e disfrutava da vida (deixou de compor aos 33 anos e dedicou-se a “viver”; foi um reputado gourmet.)
É usual cantar a duas vozes femininas (mezzo e soprano) acompanhadas de piano e a sua única letra é o miau dos gatos. Daí que a letra fosse fácil para os cantores; mas a música tem muita dificuldade, especialmente a entoação.”

Beijos e abraços,

Mário Vendas

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Sensacional, Mário. Muito engraçado. Obrigado por compartilhar. Abração.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010 | Autor:

Mestrão, não sei se já lhe enviaram este cartoon, mas é uma lição sobre intolerancia religiosa, filosófica e até mesmo sobre como lidamos com opiniões diferentes.


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O link adverte de forma bem-humorada a respeito da intolerância do ser humano contra tudo quanto seja diferente daquilo a que ele estiver acostumado. “Diferente não é gente”, já diz o ditado. Nisso está compreendida a intolerância religiosa (de um religioso em relação a quem não o seja), de etnia (do pré-julgamento de um indivíduo em função do grupo étnico a que pertença) e, inclusive, da ióga contra o Yôga (e mesmo de um tipo de Yôga contra outra modalidade de Yôga). É muito interessante o texto do cartoon porque o diálogo que ocorre nessas circunstâncias é exatamente assim como o cartunista colocou: absoluto non-sense!

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segunda-feira, 29 de março de 2010 | Autor:

Grande Mestre!

Olha que lindo esse post:
http://www.mundogump.com.br/nos-e-eles/

Abraços.

Lauro Valente
Centro Cívico – Curitiba
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quarta-feira, 24 de março de 2010 | Autor:

Querido Mestre,
Achei esse texto super interessante e lembrei logo de ti, não sei se já o conhece, mas espero que goste!
Um grande e apertado beijo, beta

COMENTÁRIOS DE UMA HOLANDESA
Deborah Clasen – Pedagoga Empresarial
SOBRE O BRASIL
‘Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil.

E realmente parece que é um vício falar mal do Brasil.

Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.

Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não é nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo – ou de lavar as mãos – antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal – e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não- fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador. Em Paris , os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir para lá dar aulas de como conquistar o cliente.’

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo?
Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

O Brasil tem uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vítimas de vários crimes contra sua pátria,
crenças, cultura, língua, etc…

Os brasileiros mais esclarecidos sabem que tem muitas razões para resgatar as raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, tem apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

12. Por que não se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livros é 20% maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano.

13. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?

14. Que as agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

15 .Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

16. Por que não dizer que o Brasil é hoje a terceira maior democracia do mundo?

17. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

18. Por que não lembrar que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

19. Por que não se orgulhar de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando. É! O Brasil é um país abençoado de fato.

20. Que os brasileiros são considerados os maiores amantes do mundo, enquanto que os ingleses e os árabes são os piores?

21. Que os brasileiros tomam banho todos os dias, às vezes mais de um por dia enquanto que os europeus tomam em média um por semana? O país do mundo onde a Gessy Lever mais vende sabonetes é o Brasil.

Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendito este povo que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Por que o brasileiro tem a mania de só ser nacionalista e patriota durante a Copa do Mundo?

Se fossem assim todos os dias, vibrador como é durante a Copa, talvez,hoje o Brasil seria uma super potência….

Bendita seja, querida pátria chamada Brasil.

Roberta Sienny

Eu perguntaria mais uma coisinha e essa seria dirigida aos demais países: por que, apesar de tudo isso, o resto do mundo insiste em ignorar esses dados e excluir o Brasil do cenário mundial? Discovery, Biography, History e outros canais de documentários jamais enfocam o Brasil (a não ser 0,0001% das vezes, para falar da Amazônia). Os filmes de Hollywood abordam a África, a Índia, a Rússia, a China, a Austrália, o Sudeste Asiático, o Leste Europeu, o Oriente Médio, o Canadá, a Europa Ocidental em média 10.000 vezes mais do que o Brasil (da filmografia mundial com alguns milhões de filmes, há apenas uns dez ou doze filmes de que eu me lembro tendo o Brasil como locação) e quando o fazem colocam os personagens falando espanhol. Há inclusive o filme com Gregory Peck intitulado “Os meninos do Brasil”  cuja história é toda transcorrida no… Paraguai! Também tem o filme intitulado “Brasil” que é uma suposta comédia non-sense ridicularizando o país, em que o tal de Brasil termina por afundar no mar. Quando a Fernanda Neis ou vários outros colegas declaram na Europa que são brasileiros têm que escutar: “Ah! Mas você não parece brasileiro!” Que etnia pensam eles que os brasileiros dos estados do Sul têm? Mesmo em Portugal, Fernanda entra nas lojas falando português (brasileirês) e os lojistas respondem em inglês!  Inclusive os garçons dos nossos hoteis em Lisboa, quando a Fernanda pede algo em português, eles respondem em inglês… E até hoje temos que suportar a fraude que afirma terem sido os irmãos Wright os inventores do avião, quando é sabido que o inventor do mais pesado que o ar foi o brasileiro Santos Dumont (leia o meu artigo “Wright or wrong?”). Num panorama cultural em somos excluídos pela consciência mundial, não é de se estranhar que o brasileiro tenha baixa-estima. Desculpe! Foi um desabafo. DR

terça-feira, 23 de março de 2010 | Autor:

Mestre querido.
Olha que legal a iniciativa deste vereador de Porto Alegre: http://wp.clicrbs.com.br/blogarpuro/2010/02/18/vereador-propoe-criacao-da-segunda-sem-carne/
Beijos e até sexta no Matando um Leão, Jujú – Rio Branco, PoA.

[ Reply ]

You Submit on terça-feira, 23 de março de 2010 12:51:28:

Sensacional, Jujú. Vamos votar nele! Beijokinhas.

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http://www.youtube.com/watch?v=bpnKeYmR1NM

Miguel Duarte

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quinta-feira, 18 de março de 2010 | Autor:

Inclusive no banco de trás!

Mestre.
Veja que bonito esse vídeo.

Beijo grande.

Rapha
Unidade Cabral
Curitiba – PR

http://www.youtube.com/watch?v=h-8PBx7isoM

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Uma coisa que você não sabe é que muito provavelmente os cintos de segurança viraram lei há vários anos em São Paulo graças à Nossa Cultura. É que assim que o Prefeito Malluf entrou para comandar a cidade em 1993, escrevi uma carta propondo essa lei. Meu argumento era convincente: “Imagine poder declarar que quando Va. Excia. entrou para administrar São Paulo ocorriam x mortes por acidentes automobilísticos e que ao sair esse número tenha se reduzido 30% ou 40%!”  Não sei se ele chegou a ler minha carta ou se algum assessor agarrou a ideia e a apresentou como sendo dele. O fato é que pouco depois, em outubro de 1994, a lei havia sido sancionada. Na sequência, não apenas a cidade, mas o próprio Estado de São Paulo adotou a mesma Lei. Em seguida, virou Lei Nacional. Se, de fato, foi a minha carta que desencadeou tudo isso, fico muito feliz com a quantidade de vidas (e tetraplegias!) que foram poupadas.

Imediatamente, passei a exigir que meus passageiros utilizassem também o cinto traseiro, que muita gente, incompreensivelmente, acha que não precisa usar. Agora, trafegar sem esse equipamento no banco traseiro é infração grave.

DeRose
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terça-feira, 16 de março de 2010 | Autor:

Se los conoce como DINK (doble ingreso, sin chicos, según las siglas en inglés) y priorizan su independencia económica, el desarrollo profesional y disfrutar del tiempo libre:

Hola, Mestre. ¿Cómo estás?
Hoy leyendo el diario La Nación encontré una nota que tal vez podría ser de tu interés.
Un abrazo fuerte,
Guido

http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1242613

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TRADUÇÕES DO LINK: UMA DA ROMINA, OUTRA DO MÁRIO E OUTRA DA BRUNA.

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Olá Mestre,
Fiz a tradução do artigo. Li e reli algumas vezes e acredito que esta é a melhor forma.
Adorei a aula de hoje !
Segue a tradução abaixo
Cada vez são mais casais que decidem não ter filhos
São conhecidos como DINK (ingresso em dobro, sem filhos, segundo as siglas em inglês) e priorizam sua independência econômica, o crescimento profissional e desfrutar o tempo livre.

Foto: Flikr/pedrosimoes7
Por Alejandro Rapetti
Especial para lanacion.com
Fazem vista grossa às regras sociais e decidem, sem culpa, que o núcleo familiar se limite só a dois, sem lugar para terceiros. São conhecidos como DINK, sigla de Doble Income, No kids ou “ingresso duplo sem filhos” e é um fenômeno crescente.
Trata-se de casais entre 25 e 39 anos que cada vez mais optam por não ter filhos, em troca de uma independência econômica maior, crescimento profissional e tempo livre disponível.
“É preciso buscar as explicações sociais deste fenômeno nas expectativas das mulheres por uma posição social melhor, que implicam em níveis educativos maiores e melhores posições sociais no trabalho. Dali que se retarde a chegada e também se reduza a quantidade de filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, doutora em Ciências Sociais e também chefa do departamento de Análises Demográficas da Direção Geral de Estatística e Censos ( GCBA)
Segundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada pela Direção Geral de Estatísticas e Censos, a mudança das famílias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere a diferentes fases pelas quais podem mudar os lares de tipo familiar.
Dentro delas se encontram “Casais jovens sem filhos”, definida como casais que não tiveram filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A pesquisa demonstra que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11,3 % dos núcleos de lares completos (cerca de 65.000 lares). Estes lares tem um alto ingresso per capitã familiar em relação ao total da cidade e em sua maioria (83%) estão localizados em um quinto no ingresso dos mais ricos.
“Esta tendência pertence mais às metrópoles, as civilizações em progresso, já que não acontece nas pequenas cidades nem nos povoados, que dirá nem sequer em Grande Buenos Aires, de onde as crianças continuam nascendo de mães jovens. Em geral acolhidas por suas familias de origem”, assinala de sua parte a licenciada Jazmín Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e terapia de casal e autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.
E acrescenta “Sem dúvida esta nova forma pertence a o que chamamos de progresso e faz parte de um conjunto de ideáis que os sustentam, como ser que todo aquele que seja racional, premeditado e que adie os desejos “primitivos”, como é de reproduzir-se e continuar a espécie, irá nos distinguir cada vez mais dos animais que não pensam, nem tem a capacidade de planejar ou planejar-se objetivos reprodutivos”.
Sofia Roncatti 33 anos. É radiologista e vive casada há 4 anos, mesmo que até o momento adiou a possibilidade de sua maternidade para mais adiante. “Nunca descartei a idéia de ser mãe, apenas que até o momento estamos muito bem e gostaria de aproveitar este momento o máximo possível. Acredito que hoje em dia há tempo para ser mãe até uma idade mais avançada, e não vejo razão para nos apressarmos em tomar uma decisão que mudará completamente nossas vidas”, sustenta.
Em qualquer caso, os DINK não tem que preocupar-se em assistir todas as peças da escola, podem tirar férias em qualquer mês do ano, e com relação ao cardápio, permitem-se consumir artigos e serviços que para muitos poderia parecer luxo. Saem mais frequentemente a comer fora e levam uma vida muito saudável, dedicando grande parte de seu tempo a fazer exercícios e a levar uma dieta equilibrada.
Estes casais quebram o conceito da concepção tradicional da familia, e defendem sua escolha como uma opção cada vez mais viável na hora de eleger um modelo de vida.
As estadísticas demonstram desta maneira. Não é por acaso que a partir da década de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a idade para se casar. No decorrer dessa década foi de 26 anos, nos anos 90 foi aos 28 anos e passa dos 30 anos na década de 2000.
“É a corrida da idade da pimeira união se fortalece ao examinar a idade média das mães que deram à luz pela primeira vez, que oscilou entre 26 e 28 anos durante as décadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global da fertilidade (quantidade de filhos por mulheres) em 2001 manteve o mesmo nível do que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas caiu em comparação à 1980 (2 filhos por mulher)” mostra Mazzeo.
Neste sentido, ao analizar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a proporção que teve filhos foi de 71% em 1980 e foi reduzido para 65% em 2006. Agora veja, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com o nível educativo universitário completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com nível universitário completo que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006.
Melhor dizendo, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com o nível universitário completo teve filhos.
Por outro lado, se comprova a importância do nível educativo maior neste grupo de idade: a proporção de mulheres de 30 a 39 anos com nível universitário completo em um total de mulheres deste grupo foi em 14% em 1980 y subiu a 26% em 2006.
Para Gulí, por trás dessa nova conduta parece que se veem multidões de filhos que receberam a vida mas que não a passam a outros, mantendo uma juventude a força de negar-se a pertencer ao cilco da vida. “Não vejo separado do movimento, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistências civilizadas a que as coisas aconteçam como dizem e não como são ou seriam. Uma atitude frente à vida”, assegura.
Qual sua opinião sobre casais que decidem não ter filhos? Adiaria a paternidade/ maternidade? Conte-nos sua experiencia
Fonte: http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1242613
Tradução Romina Natalia Pino Guajardo

Olá Mestre,
Mentalizo para que esteja tudo em harmonia!
Aqui vai o texto traduzido para português.

Beijos,

Mário Vendas
http://www.MetodoDeRoseCampoAlegre.com

Fazem ouvidos surdos aos mandatos sociais e decidem, sem culpa, que o núcleo familiar se limite somente a dois, sem lugar para um terceiro. São conhecidos como DINK, acrónimo de de Double Income, No Kids, “ duplo salário sem filhos” e é um fenómeno crescente.

Trata-se de casais entre os 25 e 39 anos que cada vez mais optam por não ter filhos em troca de uma maior independência económica, desenvolvimento profissional e tempo disponível para o ócio.

“As explicações sociais a este fenómeno encontram-se nas expectativas das mulheres por uma melhor posição social, que implicam maiores níveis educacionais e melhores posições laborais. Daí que se protele a chegada e também se reduza a quantidade de filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, doutorada em Ciências Sociais e chefe do Departamento Análise Demográfico da Direcção Geral de Estatística e Censos (GCBA).

Segundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada em 2009 pela Direcção Geral de Estatísticas e Censos, a passagem das famílias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere às distintas fases pelas quais podem passar os lares de tipo familiar.

Dentro delas encontra-se o “Casal jovem sem filhos”, definido como o par que não teve filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A inquirição assinala que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11% dos lares nucleares completos (aproximadamente 65.000 lares).
Estes lares têm alto rendimento per cápita familiar respectivamente ao total da cidade e na sua maioria (83%) estão localizados no quintil de ordenados mais ricos.

“Esta tendência é mais visível nas metrópoles, nas civilizações em progresso já que o mesmo não sucede nas pequenas cidades nem nos pequenos povoados, ou seja, nem sequer na Grande Buenos Aires onde as crianças seguem nascendo de mães jovens, em geral acolhidas nas suas famílias de origem”, assinala por sua vez a licenciada Jazmín Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e terapia de casais e autora do livro Amor Delivery , editado por Aguilar.

E acrescenta: “Ainda assim, esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e forma parte de um conjunto de ideias que o sustem, como ser tudo aquilo que seja racional, premeditado e que protele os desejos”primitivos”, como o de reproduzir-se e continuar a espécie, que nos vá distinguindo cada vez mais do animal que nem pensa nem tem a capacidade de planear ou propor-se a objectivos reprodutivos.

Sofía Roncatti tem 33 anos, é radiologista, e vive em comunhão há 4 anos, ainda que até ao momento posterga a possibilidade da sua maternidade para mais tarde: “Nunca descartei a ideia de ser mamã, só que por agora estamos muito bem assim, e gostaríamos de estirar este momento o mais possível. Creio que hoje em dia há tempo de ser mãe até uma idade um pouco mais avançada, e não vejo a razão para apurar em tomar uma decisão que modificará completamente nossas vidas”, sustenta.
Em qualquer caso, os DINK não têm que se preocupar por assistir aos actos do colégio, podem Salir de férias em qualquer mês do ano, e frequentemente permitem-se consumir artigos e serviços que para muitos podem ser de luxo. Saem seguidamente mais vezes a comer fora e levam uma vida muito saudável, dedicando grande parte do seu tempo livre a fazer exercício e levam uma dieta equilibrada.
Este casais rompem com a concepção tradicional de família e defendem sua escolha como uma opção cada vez mais viável na hora de seleccionar um modelo de vida.

Qual a tua opinião dos casais que decidem não ter filhos? Adiarias a paternidade/maternidade?

As estatísticas assim demonstram. Não é por acaso que a partir da década de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a sua idade para contrair matrimónio. A média dessa década foi de 26 anos, na década de 90 foi de 28 anos e supera a idade de 30 anos para a década de 2000.

”Este correr da idade para a primeira união se corrobora ao examinar a idade média das mães que deram à luz pela primeira vez, que oscilou entre os 26 e 28 anos durante as décadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global de fecundidade (quantidade de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo nível que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas descendeu com respeito a 1980 (2 filhos por mulher)”, aponta Mazzeo.

*** Nesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a proporção que teve filhos foi 71% em 1980, reduzindo para 65% em 2006. Ora bem, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com nível educacional universitário completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com universidade completa que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006. Quer dizer que, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com nível educacional universitário completo teve filhos.

Por outro lado corrobora-se a importância do maior nível educacional deste grupo de idade: a proporção de mulheres de 30 a 39 anos com estudo universitário completo no total de mulheres desse grupo de idade foi de 14% em 1980 y subiu até 26% em 2006.
Para Gulí por trás de esta nova conduta parece ver-se muitos filhos que receberam a vida mas não a passam a outros, mantendo uma juventude à força de negar-se a pertencer à roda da vida.
“ Não vejo separado do movimento, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistências civilizadas a que as coisas ocorram como alguém diz e não como são ou seriam. Uma atitude de levar pela vida”, assegura

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Mestrão, segue abaixo a tradução do texto! Até mais tarde.
Um beijo carinhoso da Bruna
Unidade Granja Viana/SP

Cada vez mais casais decidem não ter filhos

Eles são conhecidos como DINK renda (casal, sem filhos, segundo a sigla em Inglês) e priorizar a independência econômica, desenvolvimento profissional e desfrutar do seu tempo livre.
Por Alejandro Rapetti
Especial para lanacion.com
Eles ignoraram os mandatos sociais e decidem, sem culpa, que a família é limitada apenas dois, não há espaço para um terceiro. Eles são conhecidos como DINK, uma sigla para Double Income, No Kids, ou “renda dupla sem filhos” e é um fenômeno crescente.
Esses casais com idade entre 25 e 39 anos, que cada vez mais optam por não ter filhos em favor de uma maior independência econômica, o desenvolvimento profissional e tempo disponível para lazer.
“As explicações sociais para este fenômeno deve ser buscada nas expectativas das mulheres por uma melhor posição social, que implicam maiores níveis educativos e melhores posições no mercado de trabalho. Daí que se adiada a chegada e também reduz a quantidade filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, Doutora em Ciências Sociais e chefe do Departamento de Análises Demográficas da Direção Geral de Estatística e Censo (GCBA).
Segundo a Pesquisa Anual de Domicílios de 2007, publicado em 2009 pela Direção Geral de Estatística e Censos, o trânsito de famílias ao longo dos anos deu origem ao conceito de estágios do ciclo de vida familiar, que se refere às distintas fases que se pode transitar nos tipos de casas de família.
Entre eles está “jovem casal sem filhos”, definido como um casal que não teve filhos, onde as mulheres têm menos de 40 anos. A pesquisa constata que na cidade de Buenos Aires, em 2007, estes parceiros representaram 11,3% das famílias nucleares completas (cerca de 65.000 famílias). Estas famílias têm alta renda per capita em relação ao total da cidade, a maioria (83%) está localizadas na população de renda mais alta.
“Esta tendência pertence mais às metrópoles, às civilizações em andamento e já que ainda não acontece nas pequenas cidades nem nas aldeias, quer dizer, mesmo em Buenos Aires, onde as crianças continuam nascendo de mães jovens, de modo geral, são acolhidas em suas famílias de origem”, explica Jasmine Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e Terapia de Casais, autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.
E acrescenta: “No entanto esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e é parte de um conjunto de idéias que o sustentam como tudo aquilo que seja racional, premeditado e que se posterguem os desejos primitivos, como o de reprodução e o de continuar a espécie, vai se distinguindo cada vez mais dos animais que nem pensam e nem possuem a capacidade de planejar ou considerar objetivos reprodutivos”.
Sofia Roncatti tem 33, é um radiologista, e vive com um companheiro há 4 anos, e até agora vê a possibilidade da maternidade adiada: “Eu nunca descartei a idéia de ser mãe, porem agora nós estamos muito bem, e gostaria de prolongar este momento na medida do possível. Acredito que hoje em dia dá tempo para ser mãe em uma idade um pouco mais avançada, e não vejo razão para apressar uma decisão que mudará completamente a nossa vida”, diz ele.
Em qualquer caso, o Dink não precisa se preocupar em ver eventos da escola, eles podem sair de férias em qualquer mês do ano, e muitas vezes podem consumir bens e serviços que para muitos podem ser considerados de luxo. Saem mais para comer fora e levam uma vida muito mais saudável, dedicando grande parte de seu tempo livre a exercício e a possuem uma dieta equilibrada.
Esses casais rompem com a concepção tradicional de família, e defendem a sua escolha como uma opção cada vez mais viável, na hora de escolher um modelo de vida.
As estatísticas confirmam isso. Não é por acaso que desde os anos 80, as mulheres aumentaram gradualmente a idade para se casar. A média nesta década foi de 26 anos, na década de noventa foi de 28 anos e mais de 30 anos na década de 2000.
“Esta mudança na idade ao primeiro casamento é confirmado pela análise da idade média das mães dando à luz pela primeira vez, que variou entre 26 e 28 anos durante os anos 1980 e 1990 e mais de 29 anos em 2000. Como resultado, a taxa de fecundidade total (número de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo nível que em 1991 (1,8 filhos por mulher), mas foi baixo em comparação com 1980 (2 filhos por mulher)”, disse Mazzeo.
Nesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres com idade entre 30 a 39 anos, a proporção dos que tinham filhos era de 71% em 1980 e foi reduzida para 65% em 2006. Pois bem, se dentro desta faixa etária observa-se o comportamento reprodutivo das mulheres com nível educacional completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com formação superior completa que tiveram filhos reduziram de 65% em 1980 para 48% em 2006. Ou seja, na cidade, menos da metade das mulheres 30 a 39 anos com nível de ensino universitário teve filhos.
Por outro lado, se confirma a importância de maior nível educacional nesta faixa etária: a proporção de mulheres com idade entre 30 a 39 anos com formação universitária no total de mulheres deste grupo de idade foi de 14% em 1980 e subiu para 26 % em 2006.
Para Gulí, por trás desta nova conduta também aparece uma multidão de crianças que receberam a vida, mas não passaram para o outro lado, mantendo a juventude, a força de negar a pertencer à roda da vida. “Não vejo movimento em separado, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistência civilizada para que as coisas ocorram como você diz e não como são ou seriam. Uma atitude frente à vida”, diz ele.

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