segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009 | Autor:

Sob o mesmo estímulo exterior, uns endurecem, outros amolecem e outros interferem modificando o próprio meio que proporciona o estímulo. Quem nos conta uma parábola que exemplifica isso é o Edgardo Caramella, de Buenos Aires.

Em três recipientes com água fervendo, coloque uma cenoura no primeiro, um ovo no segundo e chá no terceiro. O estímulo exterior é o mesmo: a água fervendo. No entanto, cada qual reage de forma diferente. A cenoura fica macia, o ovo fica duro e o chá interfere com o próprio estímulo exterior, alterando sua cor e conferindo-lhe sabor.

Os seres humanos são assim. As adversidades fazem com que alguns fiquem rígidos; outros, brandos. Mas os que seguem a nossa filosofia, usam as adversidades para influenciar o próprio meio que as proporcionou: modificam o mundo em que vivemos!

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sábado, 21 de fevereiro de 2009 | Autor:

Eduardo Cirilo
http://blog.yoga.pt | [email protected] | 77.54.85.0

Olá Mestre!

Vou aproveitar o seu blog para reforçar a sugestão de todos os Directores portugueses e também aos do resto da Europa, aproveitarem a possibilidade de actualizarem as videotecas do curso básico com esta nova colecção de DVDs das suas aulas… O Flávio viaja para Portugal na primeira semana de Março, vem participar do único evento só para profissionais que realizamos em terras lusas, o SwáSthya Yôga Pro; dará 2 cursos sobre egrégora em ambas as Federações nacionais e com certeza terá todo o carinho em atender os pedidos para transportar consigo alguns DVDs. Tem um stock limitado e a sua mala não dará para trazer para todos. Aproveite, a Unidade Antas já tem o pedido efectuado!

Um mega abraço,
Edu

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009 | Autor:

É mesmo interessante como o nosso público é completamente diferente do público de yoga. No ambiente da yoga os alunos têm o condicionamento de sugar o professor, perguntar, cobrar, reclamar e criticar. Neste blog é muitíssimo mais comum que as pessoas aportem informações, vídeos, textos, contribuições culturais, dados úteis para compartilhar ou palavras de carinho para ofertar! Sou obrigado a concordar com os que disseram isso durante décadas e finalmente assumi: o que nós fazemos “é outra coisa”.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009 | Autor:

Nosso colega Flávio Moreira, proprietário da Unidade Anália Franco, editou um jogo de DVDs com a minhas aulas do Curso Básico em vídeo. São gravações mais novas, com som melhor, gravadas já em sistema digital e abordando os principais temas. Vale muito a pena para que o aluno tenha em casa a matéria para ver, rever, estudar, mostrar aos familiares e amigos, inclusive podendo organizar Grupos de Estudo. Para quem for de outra cidade, mais importante ainda é dispor desse material. Aos instrutores e futuros instrutores de outras regiões, montar Grupos de Estudo mostra-se muito interessante, para que todos estudem juntos a matéria prontinha disponível na tela do seu monitor, TV ou telão.

Flávio Moreira foi quem comandou duas equipes no grande evento do ashtánga sádhana do dia 14: a Agência YôgaPress e a Agência SwáSthya, com um batalhão de colaboradores que fizeram a divulgação, assessoria de imprensa, som, filmagens, fotografias e mais um montão de coisas. Adquirir a coleção de DVDs que ele lançou é uma forma de colaborar com ele e também divulgar a nossa Obra.

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domingo, 15 de fevereiro de 2009 | Autor:

 

Carla Mader
[email protected] | 201.43.134.206

Mestre,
Que dia! Foi o melhor! Estava tudo perfeito, organizadíssimo, pontual, lindo, arrumado, cheio de alegrias e surpresas agradáveis!
O que eram aquelas coreografias? A Yael é praticamente um mito, linda!
Que alegria inexplicável poder participar deste dia e comemorá-lo ao seu lado. A sua Fê fada, nossa madrinha tão querida, com os olhos brilhando de amor e orgulho.
Se eu conseguisse fazer o tempo parar…estaria lá com voces até agora. Tive que sair correndo pois ainda voltamos para o interior e depois seguimos com toda a energia e disposição para o casamento de uma aluna da Unidade Itu.
Mas o que quero deixar aqui registrada é minha alegria e satisfação por poder participar desse dia tão especial ao lado de vocês! Foi o melhor aniversário que já tive! Amo vcs!

Dalila
[email protected] | 85.243.49.216

Olá querido Mestre :)
Eu estive em Gondomar a participar do mega ashtánga sádhana ministrado por si. Foi maravilhoso mesmo…muita emoção e uma energia fora do comum.
Nestes momentos conseguimos sentir a força e o poder da egrégora mais do que nunca.
Fiquei muito comovida ao ver o brilho no seu olhar quando iniciou o Hino da Uni-Yôga.
Obrigada de coração… afinal quem está de parabéns é o Mestre e nós é que fomos presenteados.
Muitos Beijinhos :)

Zélia Couto e Santos
http://www.yogaweb.com.pt | [email protected] | 213.22.172.164

Querido Mestre, são 3 da tarde em Lisboa. Espero que o Mestre, a esta hora, ainda esteja a descansar da correria do dia de ontem (e dos dias anteriores).
Estivemos quase 300 pessoas em Gondomar a assistir e a fazer a sua aula. Que emoção! Não tenho palavras para descrever o prazer que me deu fazer o ashtánga sádhana ministrado por si.
Espero que em Sampa tenham ouvido as nossas manifestações de alegria por estarmos em directo com a egrégora e consigo.
Só posso dizer que foi lindo! Os nossos alunos adoraram e sentiram, ainda mais, o quanto é bom pertencer a esta tão fantástica família.
A organização de ambos os lados do oceano foi excelente! Os nosso demonstradores de coreografia, mais uma vez, deixaram o público de boca aberta e, pelo seu exemplo, incentivaram os mais novos a quererem ser como eles :)
E, para terminar, só quero testemunhar a minha emoção de ver a sua emoção e o brilho no seu olhar quando o evento iniciou com o Hino da Uni-Yôga. Só falta mesmo a bandeira!
E, estivemos mesmo todos juntos, ombro a ombro, de mãos dadas em União.
SwáSthya, será sempre a nossa batalha na saga da Uni-Yôga.
Com muito amor, carinho e o eterno obrigada da fieldiscípula
Zélia

Sara Garcia
[email protected] | 89.152.154.88

Querido Mestre, hoje de manhã vim logo ao blog ver se já havia um post sobre o sádhana de ontem, mas esqueço-me que a essa hora ainda é madrugada aí :)
Estava cheia de vontade de dizer a si e a todos quão feliz e orgulhosa estou. Os motivos são muitos: a beleza da união de cerca de 800 pessoas a praticar juntas, união essa que, conseguimos provar, não é quebrada por um oceano, nem por alguma interrupção na transmissão, a emoção que foi quando o Mestre ouviu os aplausos dos portugueses pela coluna de som, a emoção que senti quando ouvimos o hino, a emoção de subir ao palco para demonstrar coreografia num momento destes, e ficar no palco a demonstrar as técnicas do sádhana, tendo o prazer de ver mais de 200 pessoas com os olhos brilhantes a praticar – e elas nem estavam a olhar para mim, estavam com o olhar elevado em direcção ao Mestre, sorvendo os seus ensinamentos. Filigranas nas suas palavras que me fizeram aprender mais, para ensinar melhor. Ver-vos a todos deu-me também uma enorme saudade, e relembrou-me do Fest-Yôga de São Paulo de 2007 – experiência inesquecível, onde conhecemos tanta gente e fomos tão bem recebidos e mimados, guiados pela mão da nossa querida Renata, que teria adorado o dia de ontem também e que esteve nos meus pensamentos. Espero viajar até aí outra vez em breve! Aproveito para mandar um super beijo e abraço à Fê, minha linda monitora, que ainda vimos ontem pela câmara!! Saudades! Estaremos todos juntos já, já em Abril, em Lisboa. Parabéns à Organização, e um abraço com respeito, humildade e carinho a si, Mestre querido. Foi muito bom :)

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Não só o nosso hino foi feito em Portugal (pelo Zé Paulo), como também a nossa bandeira. Também foi lá que tivemos a nossa primeira e única medalha comemorativa. E também foi em Portugal que se elaborou a estola acadêmica, chiquérrima, para usar sobre o traje de noite em solenidades de gala. Parabéns, portanto, à nossa Terra-Mãe e ao Luís Lopes que, tirando o hino, foi quem realizou todas as outras iniciativas citadas.

Vamos pedir ao querido Luís Lopes que coloque aqui no post a nossa bandeira, a fim de que todos a conheçamos. O Miguel de Castro, da Uni-Yôga, fez a melhor aplicação de cores no nosso brasão. Luís aplicou essa versão do brasão da Uni-Yôga em cores, do Miguel, no ponto de honra da bandeira. Ficou lindíssimo. Nós merecemos ver o resultado do trabalho desses dois artistas.

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sábado, 7 de fevereiro de 2009 | Autor:

O que é uma codificação

(Segundo o dicionário Houaiss, o primeiro significado de codificar é: “reunir numa só obra textos, documentos, extratos oriundos de diversas fontes, coligir, compilar.” )

Imagine que você ganhou como herança um armário muito antigo (no nosso caso, de cinco mil anos). De tanto admirá-lo, limpá-lo, mexer e remexer nele, acabou encontrando um painel que parecia esconder alguma coisa dentro. Depois de muito tempo, trabalho e esforço para não danificar essa preciosidade, finalmente você consegue abrir. Era uma gaveta esquecida e, por isso mesmo, lacrada pelo tempo. Lá dentro você contempla extasiado um tesouro arqueológico: ferramentas, pergaminhos, sinetes, esculturas! Uma inestimável contribuição cultural!

As ferramentas ainda funcionam, pois os utensílios antigos eram muito fortes, construídos com arte e feitos para durar. Os pergaminhos estão legíveis e contêm ensinamentos importantes sobre a origem e a utilização das ferramentas e dos sinetes, bem como sobre o significado histórico das esculturas. Tudo está intacto sim, mas tremendamente desarrumado, embaralhado e com a poeira dos séculos. Então, você apenas limpa cuidadosamente e arruma a gaveta. Pergaminhos aqui, ferramentas acolá, sinetes à esquerda, esculturas à direita. Depois você fecha de novo a gaveta, agora sempre disponível e organizada.

O que foi que você tirou da gaveta? O que acrescentou? Nada. Você apenas organizou, sistematizou, codificou.

Pois foi apenas isso que fizemos. O armário é o Yôga Antigo, cuja herança nos foi deixada pelos Mestres ancestrais. A gaveta é um comprimento de onda peculiar no inconsciente coletivo. As ferramentas são as técnicas do Yôga. Os pergaminhos são os ensinamentos dos Mestres do passado, que nós jamais teríamos a petulância de querer alterar. Isto foi a sistematização do SwáSthya Yôga.

Por ter sido honesta e cuidadosa em não modificar, não adaptar, nem ocidentalizar coisa alguma, nossa codificação foi muito bem aceita pela maioria dos estudiosos. Hoje, esse método sistematizado no Brasil existe em todos os Continentes. Se alguém não o conhecer pelo nome de SwáSthya Yôga, conhecerá seguramente pelo nome erudito e antigo: Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Seu nome já denota as origens ancestrais uma vez que o Yôga mais antigo (pré-clássico, pré-ariano) era de fundamentação Tantra e Sámkhya. Compare estas informações com o quadro da Cronologia Histórica publicado originalmente no meu livro Yôga Sútra de Pátañjali, editado sob a chancela da Universidade de Yôga.

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