quinta-feira, 29 de janeiro de 2009 | Autor:

 http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2002/03/19509.shtml

McDonald’s indenizará vegetarianos com US$10 milhões de dólares

 

A empresa multinacional Mcdonald’s, deverá se desculpar publicamente e pagar 10 milhões de dólares a vegetarianos e grupos religiosos por usar condimentos com extratos de carne em suas batatas fritas, segundo o jornal The New York

 

 

McDonald’s indenizará vegetarianos com US$10 milhões de dólares
18:59 09/03

A empresa multinacional Mcdonald’s, deverá se desculpar publicamente e pagar 10 milhões de dólares a vegetarianos e grupos religiosos por usar condimentos com extratos de carne em suas batatas fritas, segundo o jornal The New York Times.

Os planos fazem parte de um acordo dos cinco processos judiciais apresentados contra a empresa de fast-food.

Os processos foram apresentados por 12 demandantes de diferentes grupos vegetarianos e religiosos, e segundo a proposta do acordo, 60 por cento dos 10 milhões de dólares serão destinados aos grupos vegetarianos e o restante a grupos hindus e sijs. [Tá errado. Eles quiseram dizer hindus e sikhs!]

McDonald também deverá pagar 4.000 dólares a cada um dos reclamantes, que disseram que a empresa descreveu de maneira errada as suas batatas fritas como “vegetarianas”.

Na semana passada, a rede MacDonald’s já emitiu uma desculpa pela utilização de ingredientes com sabor de carne nas batatas fritas.

No entanto, os demandantes rejeitaram as desculpas dizendo que a empresa tinha de fazer mais para reparar os danos, já que informou mal aos consumidores, dizendo que tinha substituído o azeite para fritar as batatas e que agora era vegetal, o que fazia com que o produto fosse apropriado para os vegetarianos.

A empresa deve publicar suas desculpas em sua página na Internet, além de contratar assessores vegetarianos para que não volte a acontecer algo parecido.

Quando o MacDonald’s divulgou no ano passado que utilizava comida para bezerros como ingrediente em suas batatas fritas, os grupos hindus atacaram um estabelecimento da empresa em Bombaím.

Os pedidos nos Estados Unidos foram apresentados por grupos de Washington, da Califórnia, do Texas, de Ilinois e de Nova Jérsei.

 

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009 | Autor:

http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2005/10/331464.shtml

Mastercard irrita vegetarianos com campanha

 

Irritados com propaganda da administradora de cartões Mastercard, que diz que “não ter nenhum amigo vegetariano não tem preço”, consumidores reclamam junto à empresa e muitos cancelam seus cartões.

 

 

Responsabilidade Social: Não tem preço

Irritados com propaganda da administradora de cartões Mastercard, que diz que “não ter nenhum amigo vegetariano não tem preço”, consumidores reclamam junto à empresa e muitos cancelam seus cartões.

A consumidora Celina Resende conta que já tinha o cartão há 17 anos e que se sentiu desrespeitada na sua opção de não comer carne. “Não quero me utilizar de um serviço que associou seu nome à ridicularização e discriminação de pessoas que acreditam no que acredito”, ela diz.

Questionada por alguns consumidores, a McCann Erickson, agência responsável pela campanha da Mastercard, se defendeu dizendo que “não houve a intenção de segregar, ridicularizar ou ofender qualquer cidadão ou segmento social, optante ou não pelo vegetarianismo. A menção a ‘não ter amigo vegetariano’ apenas teve a intenção de reforçar o cunho da promoção que é destinada a pessoas que compareçam aos estabelecimentos participantes -no caso churrascarias- em companhia de outra pessoa.”

Para o advogado Flávio Hernadez, “umas das interpretações mais claras entre as possíveis é a de que ‘não ter nenhum amigo vegetariano’ é algo muito bom, afinal não tem preço, logo esta sentença nos faz concluir que vegetarianos são pessoas indesejáveis.” O advogado acredita que a agência não teve “a intenção de prejudicar, descriminar ou ainda rotular um grupo específico, no caso, os vegetarianos, entretanto, o resultado da propaganda foi a polêmica (negativa) no meio vegetariano.”

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 | Autor:

Fiquei feliz ao saber que os Guerreiros do Rio montaram uma programação de cursos para o ano todo e que está havendo muita repercussão e procura.

Neste próximo week-end haverá um curso no sábado e outro no domingo na Unidade Leblon, da Diretora Vanessa de Holanda. Ambos fazem parte do Programa de Aprimoramento no Método DeRose.

Parabéns, Vanessa, parabéns Guerreiros do Rio, parabéns aos que vão participar dessa louvável iniciativa.

Recebi um comentário do Bruno, acrescentando alguns dados:

Bruno Sousa
[email protected] | 189.122.241.163

Pois é Mestre, neste fim-de-semana começamos o curso de Aprimoramento, que é prévio ao curso de Formação Profissional e se iniciará no meio do ano. Assim, os alunos chegam lá bem afiados!

Neste momento estão acontecendo as provas teóricas na Federação de Yôga no Estado, mais uma leva de alunos se tornando instrutores e de instrutores sendo reavaliados, para garantir sempre a excelência técnica que é a marca do nosso trabalho.

E na semana que vem teremos a ilustre presença do Mestre Edgardo Caramella, que participará das bancas nas avaliações práticas e, de quebra, dará dois cursos: Mantra, na sexta, dia 30, e Conhecimento Vivencial dos Ásanas, no domingo, dia 1 (este segundo para quem tem fibra, hehe!).

Ao que tudo indica, alguns instrutores virão de Sampa para aproveitar o verão no Rio de Janeiro e prestigiar nuestro querido Edgardo. Caso alguém queira participar dos cursos ou vir para o Rio para curtir o fim de semana com os swásthas locais, pode entrar em contato com as Unidades Leblon ou Copacabana.

Beijos!

Bruno

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 | Autor:

Concurso interescolar

Visando a avaliar o trabalho realizado pelos instrutores, escolas e associações filiadas à União Nacional de Yôga, será realizado um concurso interno.

O concurso será constituído por cem perguntas elaboradas pelas cem principais escolas ou associações que fazem parte da Rede.

Cada escola ou associação poderá enviar qualquer número de perguntas. As melhores perguntas serão integradas ao concurso e também ficarão disponíveis como sugestão às Federações para dispor delas, caso desejem, para as provas de avaliação e/ou revalidação de instrutores.

As questões poderão ser sobre os temas abordados nos livros Tratado de Yôga 42ª edição do texto-base, Tudo sobre Yôga 48ª edição, Programa do Curso Básico 7ª edição, Yôga a Sério 4ª edição e Quando é Preciso Ser Forte 39ª edição.

A unidade que enviar as melhores perguntas será premiada com a aceitação das suas questões. A unidade que enviar o maior número de boas perguntas será premiada com a aceitação de uma proporção maior de questões provenientes da sua equipe. No final, haverá um diploma para a escola que tiver elaborado a melhor pergunta, outro para a que tiver remetido o maior número de boas questões.

Responderão as questões todos os alunos que assim o desejarem. No escrutínio final, serão homenageados:

1.      O melhor aluno de cada unidade.

2.      O melhor aluno de cada cidade.

3.      O melhor aluno de cada estado.

4.      O melhor aluno de cada país.

5.      O campeão da Jurisdição Internacional da Europa e Américas que tiver obtido a maior nota.

Reciprocamente, receberão o reconhecimento público:

1.      A unidade e o instrutor de onde provier o melhor aluno de cada cidade.

2.      A unidade e o instrutor de onde provier o melhor aluno de cada estado.

3.      A unidade e o instrutor de onde provier o melhor aluno de cada país.

4.      A unidade e o instrutor de onde provier o campeão da Jurisdição Internacional da Europa e Américas que tiver obtido a maior nota.

As escolas já podem começar a elaborar as questões e deverão enviá-las todas juntas dentro de um mês a contar desta data.

A avaliação começará em maio de 2009, os resultados serão divulgados em junho e a premiação será em agosto, no Festival Internacional de Yôga de São Paulo.

Boa sorte a todos!

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domingo, 18 de janeiro de 2009 | Autor:

Só recebi três propostas, todas boas. Mas precisamos de mais participação. Não posso crêr que de tantos milhares de pessoas que nos lêem só três tenham talento para compor uma letra impactante para o Hino da Uni-Yôga. A Pri ficou de enviar um ajuste. À Regina eu solicitei uma gravação para saber encaixar a letra na música. E aos outros, tímidos, vai aqui uma injeção de coragem. Imagine o seu nome imortalizado como autor da letra! Lembre-se, no entanto, do que solicitamos. Vou reproduzir aqui o texto do post em que eu pedia colaborações:

Sugestão de conceitos para o nome do hino:

Vitória

Luta

Saga

Avante

Bravura

Justiça

Verdade

 

Sugestão de valores a cultivar na letra do hino:

gratidão, entusiasmo, sentimento;

compartilhar;

união, coesão;

juntos, ombro a ombro, de mãos dadas;

defesa, defender;

coragem, bravura;

justiça, honestidade;

grande ideal, nobre ideal;

consideração;

amizade, companheirismo, parceria;

abrigo, amparo;

dignidade, honra;

elegância;

cultura;

nosso nome, nome forte, orgulho pelo nome;

vitória;

e o que mais você considerar importante que conste.

domingo, 18 de janeiro de 2009 | Autor:

Em nossos livros, apostilas, websites, blogs, textos de aula e artigos para a imprensa, vamos procurar usar menos a palavra Yôga. Relendo livros meus, do Sérgio Santos, do Joris Marengo, do Rodrigo de Bona, da Rosângela de Castro e outros autores, cheguei a detectar, em alguns casos, até oito vezes a palavra Yôga por página!

Então, também por uma questão de estilo, aí vão algumas sugestões de termos que você pode começar a usar para substituir a palavra Yôga nos seus textos:

1.      A Nossa Cultura.

2.      A cultura que propomos.

3.      A filosofia que preconizamos.

4.      O sistema que aplicamos.

5.      O método que transmitimos.

6.      A metodologia que ensinamos.

7.      O Método DeRose.

8.      Tradição ancestral.

9.      Nossa* filosofia.

10.  Nosso sistema.

11.  Nosso método.

12.  Nossa metodologia.

13.  Nossa obra.

14.  Nossa arte.

15.  Nossa proposta.

16.  Nossa família.

17.  Nossa egrégora.   [De uso mais restrito]

18.  Nossa empresa.

19.  Nosso trabalho.

20.  Nossa entidade.

21.  Nossa instituição.

22.  Nossa Escola.

23.  Nossa saga.   [De uso mais restrito]

24.  Nosso movimento cultural.

25.  Nossa proposta cultural.

26.  Esta revolução cultural.

27.  Esta corrente.

28.  Esta vertente.

29.  A reeducação comportamental.

30.  A implantação de uma nova** cultura.   [De uso mais restrito]

*Note que, às vezes, onde consta “o Yôga”, ao substituir a expressão, torna-se necessário inserir um “nossa” ou “nosso” para que a frase não perca o sentido. Confira no título Exemplos de utilização, abaixo, as substituições que fizemos ajudar a compreensão desta proposta.

**Cuidado para não usar o vocábulo “nova” ou “novo” quando isso puder ser mal interpretado, dando a impressão de que estamos propondo alguma forma “nova” de Yôga. Só nos referiremos à implantação de uma nova cultura quando a frase deixar bem claro – e sem margem para distorção – que estamos falando do conjunto das atitudes e comportamentos que preconizamos nesta cultura.

 

Exemplos de utilização

Esta é a página 26 do livro A Parábola do croissant, do colega De Bona. Nessa página, encontramos a palavra Yôga sete vezes e SwáSthya quatro vezes. Isso também ocorre em várias outras páginas e não apenas no livro dele. Essa é a tônica da maior parte dos nossos livros, apostilas, artigos e textos em geral.

Texto original

“Trazendo essa parábola para a realidade do SwáSthya Yôga, podemos observar que não basta uma metodologia completa e altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança e relativa aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pelo Yôga.

Não basta que sejam observadas todas as demais características do SwáSthya, nem praticá-lo com disciplina, constância e humildade, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como Yôga autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando SwáSthya, não terá a mesma vibração, a egrégora e a força que esse Yôga transmite.

É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação, interesse, educação, cultura e sensibilidade. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.

Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com um Yôga antigo, iria questioná-lo, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade desse Yôga Tantra-Sámkhya, desconhecendo que o Yôga seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”

Texto modificado

“Trazendo essa parábola para a realidade da Nossa Cultura, podemos observar que não basta nós termos uma metodologia altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pela filosofia que preconizamos.

Não basta que sejam observadas todas as demais características do método, nem praticá-lo com disciplina, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como um sistema autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando a nossa proposta, não haverá a mesma vibração que esta reeducação comportamental transmite.

É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.

Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com uma tradição ancestral iria questioná-la, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade dessa vertente, desconhecendo que a cultura que propomos seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”

 

Tiramos todas as sete repetições da palavra Yôga e três das quatro repetições do nome SwáSthya. Admitamos que o texto ficou muito mais leve. Leia mais »

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 | Autor:

Recebi o seguinte comentário expondo uma dúvida:

“Instra. Amina Guerra
[email protected] | 189.12.41.128

Este é um tópico importante, sobre o qual gostaria de expor o meu entendimento. Doutrinar segundo o dicionário significa ‘instruir em uma doutrina’. Doutrina, por sua vez, significa ‘conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político ou filosófico’, entre outras coisas.
Portanto, não entendo, existe uma instrução em relação à filosofia que é o Yôga Antigo (me corrija se estiver errada), já não querer convencer ninguém de coisa alguma, isso sim, sem dúvida não queremos fazer.

Um beijo a todos os amigos da egrégora e ao MADER da Alemanha, que muito embora eu não tenha entendido nada que ele escreveu (rs) adorei ver o seu post aqui e a página em Alemão que está super legal.”

Então, vamos lá, Amina.

A palavra doutrinação no Dicionário Houaiss tem o seguinte significado: “doutrinação – rubrica: religião. Ato ou efeito de doutrinar, catequese, doutrinamento, adoutrinação.” Note que o referido dicionário só vincula essa palavra à rubrica religião. Para doutrinar, esse dicionário nos dá o significado, entre outros: “incutir (em alguém), opinião, ponto de vista ou princípio sectário; inculcar em alguém uma crença ou atitude em particular, com o objetivo de que não aceite qualquer outra.”

Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela quer ser doutrinada, a resposta é um indignado NÃO! Contudo, nos textos escritos pelos advogados aos Juízes de Direito, encontra-se com frequência o argumento: “segundo a Doutrina Jurídica…” Bem, aí ninguém implica com essa palavra. Mas se um jornalista entrevistá-la, perguntar se nós aplicamos doutrinação no SwáSthya e você disser que sim, isso vai tomar dimensão de escândalo. Estará isso certo? Quando os espíritas não se referem à Doutrina Espírita alguém os critica por isso?

A questão vai além do simples preconceito dos cri-críticos de plantão. Ocorre que as palavras ganham conotações conforme a época e o lugar. Por exemplo, o que é que você compreende por “chauvinismo”? O que entenderia pela frase: “Bush era um chauvinista”? Todos nós entendemos que ele seria um machista abominado pelas feministas. (Ou, como dizemos no livro Ser Forte, “machista-leninista”.) No entanto, o dicionário Houaiss define: “chauvinismo – s.m. 1. patriotismo fanático, cego, agressivo” e por aí vai, sem mencionar nenhuma acepção normalmente compreendida no uso coloquial e mesmo literário desse termo.

Portanto, nós execramos a doutrinação, no sentido de catequese. Nós ensinamos, informamos, esclarecemos, mas não queremos convencer ninguém de coisa alguma. Daí, o Axioma Número Um do Método DeRose: “Não acredite.” Leia mais »