quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 | Autor:

José Afonso :: Paris

Gostaria de partilhar com os colegas do Blog este vídeo que na minha opinião merece ser visto. Ele tem muito a ver com na nossa cultura: somos todos um!
httpv://www.youtube.com/watch?v=cuPcCIVUuRo

Abraços com Carinho,
José Afonso

Espace Energie – Paris

Aqui está uma outra mensagem que coincide com a que você acabou de assistir e talvez mesmo ela tenha sido inspirada nesta:

httpv://www.youtube.com/watch?v=7xe346hROnE
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 | Autor:

Para aqueles que amam todas as formas de vida do planeta, postamos o vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=4oQdMMMwhsY

Abraços, Samir

domingo, 17 de janeiro de 2010 | Autor:
fabsmartins

Hi Professor DeRose,
in the UK, the BBC they have created a program shown nationally called: Kill it, Cook it, Eat it.

This program is looking at the VERY BEST procedures of selecting meat, lamb, pigs, and birds and how they select the animals, kill them and cook them for creating premium meat (not a factory).

The selected 6 people, 2 vegans and 4 meat eaters and took them to the farms and one of the only traditional slaughter houses left in the UK which produces premium products.

They do not take sides, they share the process.

Here is the link to the 6 parts in youtube dealing with cow meat.

Cheers
Fabs

Part 1: httpv://www.youtube.com/watch?v=AgKVg1uvwQQ

Part 2: httpv://www.youtube.com/watch?v=ckGxEw-pbmk

Part 3: httpv://www.youtube.com/watch?v=-WTyNln3poE

Part 4: httpv://www.youtube.com/watch?v=T1KqRv4IIkc

Part 5: httpv://www.youtube.com/watch?v=cJI2wYZWBR0

Part 6: httpv://www.youtube.com/watch?v=qUl6KneQVEM

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 | Autor:

Mestre, a série Coisas que a vida me ensinou está excelente.

Assisti a um vídeo que acho muito interessante. Eventualmente volto a vê-lo e pensei que talvez o agradasse também.
Eu gosto dele, pois não quero que ninguém manipule minhas ações através do medo. Já chega o medo que o Ser Humano tem de tudo por natureza, mas sempre tentam nos colocar um pouco mais para que nos tornemos mais manipuláveis.

http://vimeo.com/1763687

Abraço, Mestre.
Sinto falta das aulas de terça, pois tenho uma certa necessidade de ver que você está bem, saudável e feliz.
Espero que esteja tudo ótimo por aí.

O remetente pediu para não ser identificado.

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Arthur Costi

Excelente documentário, me faz lembrar de uma rotina de uns dos melhores comediantes “stand-up” que eu conheço.

http://www.youtube.com/watch?v=X_Di4Hh7rK0

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domingo, 10 de janeiro de 2010 | Autor:
  Rogério Chimionato – Método DeRose Centro Cívico

Carro movido a ar. Incrível!

http://d.yimg.com/kq/groups/4281941/1326174772/name/Carro.wmv

Abraços!

Rogério Chimionato
yogacentrocivico.org/blog

[Como o link às vezes não entra, experimente copiar o endereço e dar comando de abri-lo. Vai valer a pena.]

O que vemos, Rogério, é que há muitas soluções: carro a álcool, elétrico, híbrido, a hidrogênio, a energia solar, a biodiesel com gorduras reutilizáveis dos restaurantes, a lixo orgânico convertido em energia, a água e agora a ar. Soluções são o que não falta. É tudo uma questão de paradigma e de interesses comerciais das gigantes da indústria que pouco ligam se estão poluindo a atmosfera e expondo o planeta a guerras pelo petróleo. DR

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010 | Autor:

Olá querido Mestre. Sou aluno de SwáSthya da unidade Itu (Instrutora Carla Mader) e recebi esse vídeo. Segue link de mais uma atrocidade produzida por esse SER que se diz racional e inteligente. Espero que o mundo perceba o quanto faz mal a si mesmo com isso. Abraços.
http://www.peta.org/feat/ChineseFurFarms/index.asp

Felipe Camargo

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E depois o ser humano não sabe “o que fez de errado para sofrer tanto”. Somos uma espécie equivocada. O planeta, a Natureza e as demais espécies seriam muito mais felizes sem essa praga humana.

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sábado, 28 de novembro de 2009 | Autor:

É muito fácil livrarmo-nos desses terríveis sinistros. Imagine o desespero e o sofrimento de uma pessoa morrendo queimada. Em grandes incêndios de edifícios, hotéis, casas de espetáculos, multiplique esse sofrimento por centenas. E parece que as pessoas consideram isso simplesmente um acidente inevitável, sobre o qual não temos nem devemos ter nenhum controle, pois pouco fazem para evitá-lo. Por que digo isto? Porque é muito simples reduzir os riscos de incêncio a quase zero.

Em primeiro lugar, precisamos reconhecer que um grande número de sinistros em empresas e residências foram e são causados por uma espécie de animal irracional chamado fumante. Já sabe que dá câncer e mais uma constelação de enfermidades graves denunciadas por lei na embalagem de cada maço de cigarros. Mas, incompreensivelmente, o hominídeo continua comprando e usando o produto mortal. Mais mortal ainda quando põe fogo na casa.

Em segundo lugar, precisamos deixar de seguir cumprindo o paradigma estúpido de utilizar produtos inflamáveis nos materiais de construção e de decoração. Tinta é inflamável. Piso de madeira e carpete são inflamáveis. Cortinas de tecido ou persianas de madeira são inflamáveis. Por que então as pessoas continuam utilizando esses materiais? Essa é mais uma demonstração da falta de visão de futuro da espécie que se autodenominou “sapiens”. Agora – diz ele –  eu quero usar estes produtos porque são mais baratos, ou porque são mais bonitos, ou porque sempre se fez assim. Depois é futuro. Pode ser que nem pegue fogo…  “Não podemos ser paranóicos.” Essa foi a frase de um amigo meu que foi assaltado um sem-número de vezes por facilitar, sofreu vários acidentes de carro por falta de previsão e finalmente morreu em um incêndio.

Na construção da minha casa, na Alameda Jaú 2000, os pisos dos cinco andares são de ardósia, pedra, que não pega fogo. Ao invés de cortinas de tecido utilizei persianas de alumínio (exceto onde precisei de uma cortina black-out). Nas paredes não há tinta e sim porcelanato refratário ao calor que tende a retardar a propagação de algum incêndio ocorrido no prédio vizinho.

Além disso, em cada andar encontram-se vários extintores de incêndio a CO2 que pode ser usado inclusive em eletricidade. Embora a probabilidade de incêndio numa casa construída dessa forma seja quase nula, projetei em cada andar uma porta de escape que dá diretamente para a rua. Entre as medidas de segurança, estamos a cinco minutos de um corpo de bombeiros.

No entanto, só poderemos considerar que demos um passo efetivo na prevenção de incêndios quando utilizarmos fontes frias de energia. Eletricidade, gasolina, álcool ou carvão são fontes que produzem incêndios e nem compreendo como não ocorrem com muito mais frequência. Quando utilizarmos energia aeólica, energia geomagnética e outras com as quais ainda nem sonhamos, isso somado à utilização de materiais não-combustíveis nas construções/decorações e quando os fumantes estiverem extintos, muito menos gente será supliciada em incêndios perfeitamente evitáveis.

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