terça-feira, 3 de maio de 2011 | Autor:

Está em estudo um projeto que propõe só seja aceito um novo Credenciado se ele provier de uma Unidade Vencedora. O projeto propõe que o candidato deva ter trabalhado pelo menos quatro anos em uma Unidade Vencedora. Isso, porque já está mais do que confirmado que os Diretores oriundos de escolas que não conseguiram sucesso tendem a repetir os mesmos erros que aprenderam em sua unidade de origem.

Não adianta insisitirmos em aceitar novas escolas se for detectada a tendência a não obter sucesso.

O projeto será enviado ao Conselho e ao Colegiado para avaliação e aprimoramento. Inclusive para a definição do que podemos considerar uma Unidade Vencedora. Imagino que essa unidade deva ser certificada, deva ter um número razoável de alunos, que tenha formado uma quantidade considerável de bons instrutores e que seja alinhada com as nossas propostas.

Isso vai proporcionar mais vetores de sucesso às novas escolas que abrirem e que se filiarem à nossa família.

Boa sorte, portanto, a todos os novos e futuros Diretores. Contem sempre com a nossa orientação e aconselhamento.

segunda-feira, 2 de maio de 2011 | Autor:
domingo, 1 de maio de 2011 | Autor:

Acabo de saber que o nosso estimado Edgardo Caramella está precisando de mentalizações de saúde. Vamos enviar luz azul turqueza e azul celeste, muito amor e mensagens “verbalizadas” mentalmente.

 

Faça a mentalização agora mesmo. Sente-se com as costas eretas e realize diversas respirações profundas para captar energia em seu próprio corpo. Depois de umas dez respirações, visualize o rosto do nosso querido amigo Edgardo e transmita-lhe um facho de luz azul turquesa que envolve e penetra o rosto e o corpo todo do Ed. Juntamente com a projeção de luz azul turquesa, envie a mensagem mental de saúde, vitalidade, regeneração e poder de cura. Mantenha-se concentrado nisso pelo tempo que desejar. Depois, envie-lhe um jorro de luz azul celeste, de sedação. Por último, encerre o procedimento visualizando uma chama de luz violeta (não é lilás, é violeta) brotando sob o seu próprio corpo (o de quem está mentalizando) e visualize esse fogo violeta envolvendo seu organismo, por fora e por dentro, consumindo qualquer liame kármico que você tenha contraído com qualquer fato ou pessoa, em qualquer momento da sua vida. Ouça o crepitar dos liames kármicos sendo queimados e eliminados. Encerre o exercício passando as mãos para o prônam mudrá e pronunciando a saudação “SwáSthya!”.

domingo, 1 de maio de 2011 | Autor:

Aqui mais um dos sites nos referindo Mestre!
http://www.allinlondon.co.uk/whats-on.php?event=67340
AbracosGus

domingo, 1 de maio de 2011 | Autor:

Prezado Educador DeRose,
Gostaria de partilhar mais uma de nossas  vitórias.Ainda estamos no começo das nossas conquistas, mas, termos conseguido entrar para a TIMEOUT foi um feito do qual podemos nos orgulhar!
Dear Professor DeRose
We would like to share one more of our victories.We are still at the beginning of our conquers, but managed to get into the TIMEOUT was an achievement of which we can be proud of!
Link para TIMEOUT:
http://www.timeout.com/london/around-town/event/87661/derose-method-classes

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sexta-feira, 29 de abril de 2011 | Autor:

Tanta gente pelo mundo afora assistiu ao casamento de William e Kate que vale a pena repensar se as pessoas não gostam mesmo da monarquia. Quando se fala em monarquia, seja no Brasil ou na França, percebo que restam alguns ranços do movimento republicano de 1889 no Brasil e de 1789 na França. Já era tempo de as novas gerações sacodirem das costas o peso incômodo dos ressentimentos contra os reis daquela época. Passados tantos anos, o que observamos no frigir dos ovos é que os países que preservaram suas monarquias deram mais certo do que a maioria dos que a aboliram.

Recentemente foi publicado o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) criado pela ONU para avaliar as condições de vida e perspectivas das populações, como acesso à saúde, estudo e padrão de vida. Nas primeiras dez posições, sete são monarquias.

Alguns países que atualmente utilizam sistema monárquico:

Austrália
Bélgica
Brunei
Canadá
Dinamarca
Espanha
Jamaica
Japão
Jordânia
Liechtenstein
Luxemburgo
Marrocos
Mônaco
Nepal
Noruega
Nova Zelândia
Holanda
Reino Unido (Inglaterra, Escócia e Irlanda)
Suécia
Tailândia
Vaticano

Você não sabia, não é?

quinta-feira, 28 de abril de 2011 | Autor:

Em 1975 viajei à Índia pela primeira vez. Depois, anualmente durante vinte e quatro anos. Ao retornar da primeira viagem, comecei a oferecer o chai aos alunos. Todos gostaram, mas a ideia não pegou. Eu só tinha uma escola e no Rio de Janeiro, na época, argumentava-se que o chai era quente e não deveria servir para o Rio, que tinha elevadas temperaturas. Eu contra-argumentava que se fosse assim, ninguém deveria tomar cafezinho quente e isso era (e ainda é) uma mania nacional.

Passaram-se os anos, repetiram-se as viagens à Índia e eu insistia no chai. A nossa rede cresceu e expandiu-se por quase todo o país, bem como por Portugal, Argentina e, mais tarde, pela França, Inglaterra, Itália, Espanha, Estados Unidos etc.

Mas, curiosamente, embora todos declarassem que gostavam do chai, a ideia não pegava. O paradigma ocidental contemporâneo era de que uma escola de hinduísmo no Ocidente tinha que ter chazinho naturéba. Você sabe: aquelas infusões muito boas para a saúde, mas com gosto ruim. Acontece que não trabalhamos com terapia, nem com gente doente. Mas o pior era o fato de que esse costume constituía um falso estereótipo e nós somos contra estereótipos, especialmente os falsos.

Um dia perdi a paciência e disse que a escola que insistisse em servir “chazinhos” naturébas não estava alinhada conosco. Que o chá da Índia era o chai e que eu não queria ver outro que não fosse o chai nas nossas escolas. Aí, funcionou! Todas as nossas escolas começaram a servir o chai e assim o fizemos durante alguns anos.

Pouco a pouco, vimos aparecer o chai nesta e naquela casa de chá, bem como em alguns restaurantes mais finos. Mais algum tempo se passou e o chai se fez presente em algumas entidades culturais. Ele já estava bem popular quando a rede Globo lançou uma novela inspirada na Índia. Nossos milhares de alunos que eram aficcionados do chai exultaram ao ver na TV a nossa bebida institucional. Daí para a frente, passamos a encontrar chai em toda parte, alguns deles intragáveis. Em muitos restaurantes, inseriam no cardápio uma explanação que era a cópia literal dos nossos textos explicativos sobre o chai.

Por tudo o que foi descrito, julgamos que fomos nós que introduzimos o chai no Brasil, Argentina e Portugal.

Como preparar o chai

(texto extraído do nosso livro “Alimentação biológica”)

Na Índia, o chai é feito com leite e, eventualmente, com condimentos. Muitas vezes, vi os hindus preparando o chai na rua. É muito simples.

Eles colocam em uma panela sobre o fogo a quantidade desejada de água, para um copo, dois copos etc. Juntam a quantidade de leite que é quase igual à de água. Colocam a erva do chá preto e o açúcar. Quando sobe a fervura, está pronto! Retiram do fogo e servem.

No entanto, o chá preto não deve ferver porque se torna tóxico. Claro que uma leve fervura não faz mal, porém se puder evitar é melhor. Então, sugiro que você coloque a água para ferver antes, desligue o fogo e – só então – coloque a erva do chá preto, o leite e o açúcar. Açúcar branco, é claro! Na Índia nunca vi o tal de açúcar mascavo. Mas se quiser, tome sem adoçar, pois o adoçante artificial é execrável.

Masala tea, ou masala chai, é o que leva especiarias. Existe um composto que se pode encontrar em alguns importadores de condimentos, denominado tea masala. Masala (pronuncie “massála”) é masculino e significa blend. Basta colocar um pouco do pó, a gosto.

Ginger tea, ou ginger chai, é feito com gengibre, o qual deve ser cortado em fatia finas ou ralado e posto na água que vai ferver. Nesse caso, deixamos ebulir alguns instantes para retirar o sabor e os princípios ativos do gengibre, antes de prosseguir na confecção do chai.

Para variar e também para dar uma refrescada no hálito, pode-se acrescentar cardamomo. Ou em pó, ou em sementes. Neste caso, retiramos as sementes da palha e esmagamo-las com uma faca ou pilão.

É de bom tom coar antes de servir, a fim de evitar fragmentos do gengibre ou do cardamomo.

Use um tipo de chá preto forte. As marcas inglesas costumam ser as melhores e são produzidas na Índia. Os melhores chás ingleses são do tipo Assam e Darjeeling, pois deixam o chai encorpado, com boa cor, aroma e sabor. Os chás pretos sul-americanos não devem ser utilizados porque são muito fracos e têm um sabor bem diferente, em nada aparentado com o do verdadeiro chá preto indiano. No Brasil, os chás indianos ou ingleses são muito caros, mas na Inglaterra e nos Estados Unidos são extremamente baratos. Vale a pena fazer uma viagem para se abastecer.

E um bom chai para você!