terça-feira, 8 de novembro de 2016 | Autor:

Sugestões de pratos sem carnes de qualquer espécie (nem carne de frango, nem carne de peixe, nem carne de crustáceo etc.).

Todas as nossas sugestões de pratos devem ser bem temperadas com as especiarias já citadas: orégano, cominho, coentro, noz-moscada, tomilho, gengibre, cardamomo, açafrão, curry, páprica, louro, salsa, cravo, canela, manjericão, manjerona, masala, kummel, sem mencionar a cebola e o alho. Usar azeite de oliva virgem ao invés de manteiga. Evitar sal, pimenta-do-reino e vinagre.

SOPAS, SOUFFLÉS E ASSADOS: de ervilhas, palmito, aspargos, legumes em geral, cebola, couve-flor, milho, champignon, queijo, beterraba com creme de leite, lentilha com batata cortada etc.
LEGUMES À MILANESA, EMPANADOS, DORÉ, AU GRATIN: couve-flor, palmito, cenoura, enfim, todos os legumes (sempre orgânicos) separadamente ou em combinações tais como batata com cebola, aspargo com champignon e todas as possibilidades imagináveis.
FAROFAS: brasileira autêntica (cebola, azeitona, pimentão, tomate, salsa), ou de ovo com azeitonas, passas com ovos, só com cebola, ou azeitonas com cebolas refogadas, ou ainda de banana etc.
FEIJÕES (desde que cozidos sem carne-seca, torresmo/bacon, paio nem caldo de carne de galinha, de boi, de peixe ou de qualquer outro bicho morto): preto, manteiga, fradinho, azuki, lentilha e tantos outros.
ARROZ (BRANCO OU INTEGRAL): com ervilhas, com cenoura, com palmito, com azeitonas, com passas, com queijo.
MASSAS: ao pesto, ao alho e óleo, ao suco de tomate, ao catupiry, ao tahine, ao creme de leite com cebolas refogadas, molho rosé com pal- mitos tenros, molho branco com champignons, ou com os molhos mais variados, ou com queijos diversos ao forno.
BOLINHOS FRITOS OU ASSADOS: de arroz, milho, couve-flor, aipim, petit-pois, cenoura, batata, e mais uma infinidade de legumes, cereais, raízes etc. sempre orgânicos. Mas evite as frituras.
QUIBE SEM CARNE: de triguilho com abóbora, com cenoura, com grão-de-bico, com espinafre, com ervilha e tudo que se queira experimentar. Podem também ser recheados com queijo, com cebola etc.
EMPADAS, CROQUETES, BARQUETES, PASTÉIS E EMPADÕES: de cebo- la, de cenoura, de palmito, de champignon, de aspargos, de legumes em geral, do que você tiver em casa!
OMELETES: usamos pouco ovo, mas se não houver mais nada no hotel ou restaurante ou se o cozinheiro não tiver tempo, apelamos para uma omelete de cebola, palmito, queijo, azeitonas, legumes diversos, couve-flor, salsa com cebola, tomate com qualquer outra coisa, milho, fines herbes, espanhola sem carne (azeitona, pimentão, salsa, tomate e legumes) etc.
PIZZAS: o que você quiser colocar sobre a massa da pizza fica sempre muito bom. Vamos, dê asas à imaginação!
SANDUÍCHES: com ciabata torrada (imbatível), baguete, croissant, brioche, focaccia, pão árabe, pão italiano, de milho, com um, dois ou três andares de pasta de ovo e azeitonas; alface e tomate; tomate e queijo; pasta de cebola com creme de leite; cenoura cozida com tahine; saladas diversas com maionese; algum legume batido no liquidificador com salsa, azeitona, cebola e creme de leite; e todas as experiências que você quiser fazer. Menos aquele famigerado sanduíche natural que de natural só tem o nome.
SALADAS DIVERSAS: bom, você já sabe que última coisa a oferecer a um vegetariano é salada, não sabe? Então, se fizer uma salada, esmere-se para arquitetar algo realmente saboroso, colorido, bonito, cheiroso e bem decorado. Jogar umas verduras em cima da travessa não é maneira de servir uma salada. E nada de temperá-la com limão e vinagre sem consultar os comensais.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016 | Autor:

As técnicas aprimoram o indivíduo, porém os conceitos permitem mudar o mundo, criando ondas de choque com as quais o praticante do DeRose Method influencia, mediante o exemplo de bons hábitos, primeiramente, o círculo familiar; depois, o círculo de amigos e colegas de trabalho, de faculdade, de esporte; por último, o círculo das pessoas com as quais nós cruzamos na nossa vida, inclusive os clientes, os fornecedores e os desconhecidos.

É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e faz os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura. É o marido ou esposa; é o filho, ou o pai, ou o irmão o qual supõe que “ainda” não aderiu ao DeRose Method porque não colocou um rótulo. No entanto, já absorveu o lifestyle, o modus vivendi, adotou hábitos, atitudes, comportamentos saudáveis que são o cerne do nosso Método.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016 | Autor:

Aos dezesseis anos, o impulso para dedicar-me de corpo e alma a este life style era mais forte que eu. O Yôga fervilhava em minhas veias. Quando lia nos livros algum conceito, aquilo me era tão familiar que parecia não estar sendo assimilado pela primeira vez e sim apenas recordado. Quando aprendia algum termo sânscrito, ele me era perfeitamente íntimo, a pronúncia fluía como se fosse a minha própria língua e bastava lê-lo ou escutá-lo uma única vez para não o esquecer nunca mais. Quando executava alguma nova técnica, sentia uma facilidade tão grande que era como se sempre a tivesse praticado. Isso, para não mencionar os tantos procedimentos, conceitos e termos que eu já havia intuído antes de ler o primeiro livro desta filosofia indiana e que foram confirmados nos estudos posteriores.
Assim, superei todos os obstáculos e prossegui dedicando-me à minha grande vocação. Na época, eu era estudante, mas dava um jeito e só estudava os livros deste maravilhoso sistema durante o período escolar. Fora dele, lia mais ainda e praticava o tempo todo.

domingo, 6 de novembro de 2016 | Autor:

Todas as adversidades foram fundamentais para que eu aprendesse a ser forte e para que soubesse valorizar cada pedacinho de patrimônio conquistado ao longo de mais de 50 anos de profissão. Também foi bom passar por tudo aquilo para poder ensinar aos meus alunos como vencer na vida: o conhecimento mais importante é a noção de que dinheiro é uma energia volátil. Ele muda de mãos com muita facilidade. É da sua natureza. Quem não tem, ganha. Quem tem, perde. Portanto, se você se encontra na extremidade mais baixa dessa escala, fique tranquilo. Sua predisposição será crescer, pois descer aquém desse ponto é improvável. Por outro lado, se você já possui riqueza não seja arrogante, porquanto ronda-lhe o tempo todo o fantasma da perda e da bancarrota.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016 | Autor:

Ter um cão dá trabalho e dá despesas. Para ter um cachorro, você precisa de maturidade e estrutura. É necessário pagar veterinário e alimentos de boa qualidade, brinquedos, caminha (que ele vai destruir logo, logo), mantinhas e mais uma infinidade de coisas. Ter um cão é como ter um filho, só que não cresce nunca. Você tem de cuidar dele pela vida toda.
E precisa ter paciência, muita. E amor, um montão. E tempo, bastante tempo. É preciso caminhar com ele uma hora por dia. É preciso levá-lo várias vezes por dia lá fora para fazer suas necessidades (e recolher seus cocôs).
Ter um cão só para suprir as suas carências e não ligar a mínima para as dele é inadmissível. Deixar o bichinho trancado, sozinho no apartamento durante o dia todo, é uma maldade. Os cães são serezinhos amorosos que precisam desesperadamente de companhia ou de gente ou de outros cães. Para um cão, ficar só, confinado, o dia todo é uma tortura psicológica.
E se ele ficar apertado? A maior parte dos humanos não prevê isso na organização da sua vida com o cão e o animal só pode se aliviar na rua, de manhã e à noite. Você não fica apertado no meio do dia? Já imaginou você querendo fazer um xixi ou com dor de barriga e não podendo ir ao banheiro porque o seu dono deixou-o preso em um lugar sem banheiro?
Mas se não conseguir segurar e fizer um xixi – ou pior – na sala ou no quarto! O resto do dia pareceria uma eternidade, enquanto esperaria horas sem fim passarem-se arrastadas, antevendo a chegada do seu tutor e o constrangimento que viria a seguir. Mesmo que ele não brigue. Mesmo que não grite. Mesmo que não bata. O animal fica envergonhado pelo ar de chateação do humano.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016 | Autor:

Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores; da sua remuneração e do reconhecimento pelo seu trabalho; reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu País, do seu Estado, da sua cidade, da polícia, da Justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal-educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados… Quanta coisa para reclamar, não é?
Assista ao vídeo ou acompanhe no podcast o desenrolar deste assunto:

terça-feira, 1 de novembro de 2016 | Autor:

A resposta que o maître poderá lhe dar é a de que não tem nada para vegetarianos. Então você lhe contrapõe:

– Tem batata frita? Tem couve-flor? Tem queijo? Tem farofa? Tem palmito? Tem espaguete? Tem champignon? Tem pizza? Se tem tudo isso e muito mais, porque o senhor declara que não tem nada para vegetarianos?

Aí, ele lhe serve uma sopa de cebola com caldo de carne.
Vamos, portanto, tentar esclarecer alguns equívocos consagrados pela opinião pública leiga sobre a alimentação vegetariana, incluídos aqui os nutricionistas, especialmente os das companhias aéreas e os chefs de cuisine de restaurantes e hotéis – e, certamente, as tias-avós de todos nós.

Vegetariano é aquele que não come carnes. Nem vermelhas, nem brancas, nem azuis, nem furta-cor. Carne alguma. E é só isso.