Parabéns, pelo engajamento, aos colegas Sónia Saraiva (de Paris), Carlo Mea (de Roma) e Ricardo Soares (de Lisboa) que estão fazendo estágio de Diretor na Sede Central em São Paulo. Eles também participaram do evento Matando um leão por dia e vão participar do Festival Internacional de Yôga de São Paulo. Fico comovido com esse esforço e boa vontade. Carlo é candidato a ter uma Federação na Itália, futuramente, quem sabe, reconhecida pela Uni-Yôga.
Foi muito bom terem vindo, pois pudemos conversar e eles descobriram algumas sutilezas sobre o nosso trabalho, proposta, missão e cuidados que não se conseguem transmitir por informativo nem por outro meio que não seja o tête-à-tête.
Tivemos a noite de autógrafos do meu livro Viagens à Índia dos yôgis, hoje dia 7 de agosto de 2009, na Sede Central de São Paulo. Não avisamos com mais antecedência aqui no blog, nem enviamos convites, porque costuma comparecer tanta gente que chega a quase parar o trânsito na frente da escola e muita gente não consegue sequer subir para o Salão Nobre. Por isso, para não deixarmos as pessoas entristecidas por terem comparecido e não haverem conseguido entrar na casa, preferimos só divulgar depois que o evento já terminou.
Se fôssemos seguir à risca todas as recomendações dos médicos, teríamos que voltar a comer carne, pois a maioria deles a considera imprescindível.
O vídeo a seguir, em inglês e sem legendas, contém uma entrevista com uma vegetariana estadunidense de 70 anos (!) que foi eleita como a “PETA’s Sexiest vegetarian over 50″.
Concordo e assino por baixo. De há uns 5 anos até hoje que tenho viajado bastante e não posso imaginar como teria sido a minha vida se não tivesse viajado tanto. Conhecer outras culturas e outras formas de viver faz-nos crescer muito, alarga os nossos horizontes e estimula a nossa imaginação. Quanto à leitura curiosamente comecei a ler muito mais quando comecei a viajar. Todos os minutos que por vezes eram horas esperando o avião partir, aproveitei para ler mais e mais. Curiosamente os livros que mais gosto, depois dos da Nossa Cultura, são precisamente os que contam histórias passadas em outros lugares, muitas vezes envolvendo eles mesmo viagens.
Aproveito para deixar um link para um video de um cartoon que demonstra que não somos de facto carnívoros.
Beijinhos e abraços fortes cheios de saudades
Ana Ribeiro
Lisboa
Mestre, veja que interessante este texto sobre a memória do boi no matadouro. O post é de Lawrence Estivalet, extraído do blog pelotense Defensores dos Direitos Animais. O negrito foi por minha conta.
“Um etólogo (psicólogo de animais) examinou a memória de um boi, que após dois anos não havia esquecido o que havia visto no matadouro.
O psicólogo de animais Patfield comprou um bezerro e um boi em um matadouro em Chicago. Antes, havia combinado que ambos os animais fossem “presenciar” a matança de 150 bois. Em seguida, foram colocados em um caminhão e levados para um pasto com estábulo, que Patfield havia alugado. Patfield conseguiu que cinco abatedores que trabalharam no matadouro de Chicago fossem mostrados, seguidamente, ao bezerro e ao boi durante a matança. Ao longo de dois anos seguintes, os dois animais adquiridos do matadouro não tornaram a ver os abatedores.
Enquanto o boi ficou sozinho, o bezerro foi incorporado, após um ano, a um rebanho. Antes, Patfield lhe havia feito grandes marcas nas orelhas.
Após dois anos, o etólogo convidou os abatedores e os levou de carro até o pasto, onde o boi calmamente estava deitado na relva. Quando os homens desceram do carro, o boi se espantou. Levou apenas 12 segundos. Em seguida, enfureceu-se, devastou o estábulo e jogou-se contra a cerca alta e forte de arame, onde caiu ferido. Ele gemia e urrava de medo, ao ver os homens se aproximarem.
No rebanho (no pasto), o bezerro marcado foi o único que fugiu quando se aproximaram os cinco homens que estavam gravados em sua memória. Ele desembestou em pânico. Esperaram, de propósito, 24 horas para procurar o animal. A equipe de busca encontrou o bezerro após cinco dias, a uma distância de 190 km, onde havia se juntado a um rebanho estranho. Havia perdido 55 kg do seu peso.”
Fonte: Informationskreis gegen
Tierversuche, Konstanz, Suíça
Olá. Vi esta notícia e achei interessante partilhá-la. É sobre uma mulher que viveu na Faixa de Gaza (isso mesmo) durante 110 anos. Segundo o neto dela a senhora era forte e lúcida até o dia de sua morte. Ele diz que tamanha longevidade e força era devido ao fato dela ser vegetariana.
Forte abraço. http://br.noticias.yahoo.com/s/02112009/40/mundo-morre-gaza-mulher-110-anos.html
E agora um outro texto para compartilhar com vocês…
A melhor alimentação, é a ovolactovegetariana. Pois para o praticante conseguir realizar diversas técnicas mais aprofundadas no Yôga, deve-se estar limpo, de dentro para fora. Sem contar que as carnes em geral trazem dor e sofrimento. Pois o animal que morre, também possui corpo emocional. E carrega consigo em sua morte estas impressões. A vontade de viver está latente em todo ser vivo. E matar algo para comer não faz parte da nossa espécie. Basta colocar uma vaca e um porquinho à sua frente. Colocar uma faca em sua mão. Trancá-lo em uma sala e falar a você: Mate estes animais, ou opte por uma maçã que tenho aqui em mãos. Pois bem… Tenho certeza que sua opção não seria o assassinato. E tenho mais certeza ainda que você não salivaria ao ver a pobre vaquinha e o pobre porquinho, vivos à sua frente. Ainda mais se eu lhe contar que eles possuem os mesmo sentimentos que o seu cachorrinho ou o seu gatinho…
Ah… E os peixinhos? São tão saudáveis… Tanto que são os primeiros a estragar em seu lindo corpinho. Os peixes possuem mais putreficina e carnificina do que os outros animais que você está habituado a comer quando mortos. Vamos fazer um teste? Imagine-se na feira próxima à sua casa. Em frente à barraca que vende peixes. E então exatamente ao meio dia, faça uma inspiração profunda e sinta aquele odor maravilhoso de peixe podre. E olha que aqueles peixes ainda estão ali fresquinhos… E você pode observar as pessoas comprando-os à sua frente… E eles? Também não tinham a mamãe peixe e o papai peixe? Também não queriam viver para permanecerem com as suas famílias? Ou vai me dizer que você adora a natureza… Ah o mar… Como são lindos os peixinhos… Os golfinhos, os salmõezinhos, e você se torna um tubarãozinho… Que mata os pobres peixinhos para comê-los, muitas vezes ainda crus… e quanto mais frescos melhor!!! Pois estragam bem rápido não… É exatamente isso… Estragarão muito mais rápido dentro de você… E produzirão tantas toxinas quanto o resto dos animais que você costuma comer, ou mais…
Ah, mas e os camarões… tão caros… bom… preciso explicar que eles são os lixeiros do mar? Hum… agora você entende perfeitamente o porquê que as pessoas mais sensíveis possuem alergia por comê-los…
Mas será que vou ficar fraco sem comer carnes? E sem a tradicional “Mistura”, vou comer o que?
Garanto que a sua alimentação vai ficar muito mais rica e saudável. Pois você terá uma maior variedade de cores e sabores em seu prato.
Aquele gosto forte de carne, que lhe tira o paladar verdadeiro dos outros alimentos não estará mais presente. E você saberá definir exatamente com um paladar muito mais refinado todos os gostos de tudo que estará em seu prato.
Uma alimentação com vida. Com energia. Com Prána, bioenergia proveniente do Sol.
Imagine a grande diferença de alimentar-se com vida, ou com morte.
Vá naquela mesma feira e veja que linda a barraca de frutas, sinta os aromas, veja a beleza das hortaliças, dos legumes, das ervas e temperos. E mais adiante passe na barraca que vende carnes, lingüiças, mortadelas, presuntos, e sinta este cheiro de morte. De putrefação. E procure observar que o presunto que está ali, fora um dia um porquinho, e as costelas, foram um dia uma vaquinha, e que o franguinho, foi um dia um pintinho lindo, que cortaram o bico, prenderam em uma jaulinha, deram ração com hormônios e antibióticos para ele crescer forçosamente mais rápido, e ser logo abatido para chegar ao seu prato.
Aproveite estas dicas e inove o seu jeito de pensar. Permita-se escolher os alimentos que farão parte de você. Você escolhe de uma forma consciente o que quer colocar dentro do seu corpo.
E tenha orgulho em dizer: eu não faço parte desta matança. Posso não ser “todo o mundo”, e por isso mesmo é que sou única e diferente. Pois a minha parte eu farei nesta mudança.
Acho que os Coreanos e Chineses precisam ver o vídeo que está no final desse texto e rever seus conceitos de cultura, uma vez que lá comem carne de cachorro, além de outras carnes também. Ainda bem que o povo brasileiro, jamais aceitaria colocar no seu prato e comer, alguém que sustenta o título “o melhor amigo do homem”.
Cultura é uma coisa engraçada, como se tivesse diferença da vaca para o cachorro. São animais, sentem dor e morrem, são todos iguais. Perante a um acidente ou morte, sentem muito mais dor, porque são muito mais sensíveis que nós, já que dependem de instinto e sentidos aguçados para sobreviverem. Além de terem emoções, inteligência, senso de trabalho em equipe e compaixão com os demais seres
Esse vídeo mostra um cachorro que foi atropelado na rodovia e um outro cachorro entra no meio da pista, que está muito movimentada, fazendo um resgate. Ele consegue o perigoso e difícil trabalho de tirar seu amigo do meio da pista e levar até o acostamento. Repare que ele foi tão inteligente na hora de resgatar, que não arrastou com a força da boca, para não machucar e ferir mais o pobre coitado, mas sim com a força das patas!
Envio o link de um guia prático da nova ortografia da língua portuguesa a vocês. Estou procurando me adaptar (e me desapegar do português antigo!) e achei muito útil.
Aí vai o endereço e uma prévia…
O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y. O alfabeto completo passa a ser:
A B C D E F G H I J
K L M N O P Q R S
T U V W X Y Z
As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:
a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);
b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kung fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.
Trema
Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui.
Como era Como fica
agüentar aguentar
argüir arguir
bilíngüe bilíngue
cinqüenta cinquenta
delinqüente delinquente
eloqüente eloquente
ensangüentado ensanguentado
eqüestre equestre
freqüente frequente
lingüeta lingueta
lingüiça linguiça
qüinqüênio quinquênio
sagüi sagui
seqüência sequência
seqüestro sequestro
tranqüilo tranquilo
Atenção: o trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Müller, mülleriano.
Mudanças nas regras de acentuação
1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba).
Como era Como fica
alcalóide alcaloide
alcatéia alcateia
andróide androide
apóia (verbo apoiar) apoia
apóio (verbo apoiar) apoio
asteróide asteroide
bóia boia
celulóide celuloide
clarabóia claraboia
colméia colmeia
Coréia Coreia
debilóide debiloide
epopéia epopeia
estóico estoico
estréia estreia
estréio (verbo estrear) estreio
geléia geleia
heróico heroico
idéia ideia
jibóia jiboia
jóia joia
odisséia odisseia
paranóia paranoia
paranóico paranoico
platéia plateia
tramóia tramoia
Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.
Aproveito o post para indicar o site: http://www.clickarvore.com.br . Através dele é possível que cada usuário plante, gratuitamente, uma muda de árvore por dia. O plantio é patrocinado por empresas e é possível verificar onde cada muda foi plantada. Transcrevo algumas informações tirada do próprio site:
O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras, e agora também pela própria sociedade civil através de uma nova ferramenta de e-commerce..
O clickarvore é uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, com o apoio de empresas patrocinadoras.
A Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril unem seus esforços neste Programa para captar recursos e convertê-los em árvores com a ajuda da Internet. Para cada click, uma árvore será plantada. Assim, pretendemos mudar o atual quadro de devastação da Mata Atlântica.
Os objetivos do clickarvore são:
· Apoiar iniciativas locais de recuperação de áreas, fornecendo mudas de árvores nativas e informações técnicas adequadas;
· Fomentar a produção de mudas e a coleta de sementes florestais das espécies nativas da Mata Atlântica;
· Recuperar áreas de preservação permanente, controlando os processos erosivos e de assoreamento dos corpos d’água;
·Mobilizar a sociedade civil para participar de projetos de reflorestamento;
· Apoiar a formação de corredores biológicos entre as diferentes ilhas de remanescentes florestais;
· Gerar empregos em viveiros florestais e propriedades rurais durante os plantios;
· Capacitar técnicos, agentes comunitários, professores e instituições sobre técnicas de reflorestamento, microbacias, produção de mudas e manejo adequado de áreas replantadas;
· Promover a educação ambiental;
Com o reflorestamento, reduzimos o sério problema da perda de terra por meio de erosões. Estima-se que 80% do Estado de São Paulo esteja sofrendo processos erosivos acima dos limites toleráveis, causando perdas de 194 milhões de toneladas de terra por ano, sendo que até 45 milhões de toneladas/ano chegam aos mananciais na forma de assoreamentos (BELLINAZZI JR R. Et alli.).
Geralmente toda esta terra caminha através de contínuos processos erosivos para dentro de recursos hídricos (reservatórios hidrelétricos, mananciais e demais corpos d’água), acelerando o assoreamento. Este problema pode ser minimizado com reflorestamentos em áreas de
preservação permanente, incentivados através deste programa.
Sugiro que o site seja colocado como página inicial no computador, assim será fácil criar o hábito de plantar sua muda diária e gratuitamente.