Estamos no Rio para os cursos deste final de semana. Depois conto como foi.
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¨Everything has been said before, but since nobody listens we have to keep going back and beginning all over again¨ (André Gidé)
¨Todas la cosas ya fueron dichas, pero como nadie escucha es preciso comenzar de nuevo.”
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Se, no final das aulas, você só faz as perguntas (que fazem parte do Método) aos alunos de SwáSthya, corre o risco de passar por um constrangimento quando o seu pré-aluno (de pré-Yôga/Bio-Ex) pronunciar Yóga. Lembra-se das minhas recomendações? Vou repetir aqui.
“Quantas vezes você já ouviu um pré-aluno (de pré-Yôga) ao celular dizendo: ‘Eu terminei minha aula de ióga e já estou indo para casa.’ Ora, ele não fez aula de ióga nem de Yôga. Se o instrutor não faz as perguntas no final de cada aula, não consegue ter o feed-back do aluno ou do pré-aluno e perde a oportunidade de corrigi-lo.”
Logo, sempre recomendei que fizessem as perguntas mesmo aos pré-alunos. Por que estou contando isto aqui? Porque acabo de escutar de uma praticante de um instrutor nosso a palavra “ióga”. E não adianta o instrutor querer esconder casos assim, pois vivo encontrando com alunos de várias unidades nos aeroportos, restaurantes, shoppings, teatros e cinemas de várias cidades e mesmo alunos de um país que eu encontro noutro.
Um dia estávamos eu e a Fée saboreando um lanche em uma rambla de Barcelona, quando alguém se voltou e perguntou em brasileirês: “Você é o DeRose?” Na mesma viagem, no aeroporto de Paris uma jovem veio conversar comigo e disse que era aluna em Belo Horizonte. Imagine a quantidade de alunos que encontro no próprio Brasil. Para que eles não digam nada que o comprometa, siga o conselho de quem tem meio século de experiência com a área de ensino:
FAÇA AS PERGUNTAS PARA FEED-BACK NO FINAL DE CADA AULA, NO FINAL DE TODAS AS AULAS, MESMO QUE SEJAM DE PRÉ-YÔGA.
Bom, é de doer o ouvido quando um colega diz “Ióga”. Infelizmente já presenciei pessoas que fazem aula de SwáSthya dizer algumas barbaridades. Em um caso a pessoa disse “Ióga”, em outro caso a pessoa disse “Olha, esse Yôga que o DeRose inventou é mesmo muito bom”. Em ambos os casos eu procurei esclarecer cada pessoa, mas tenho consciência de que a minha palavra não tem a mesma força que a de um instrutor.
Um grande e carinhoso abraço!
Júlio Eccheli
São Paulo – SP
[Eu fico muito triste ao flagrar casos como esse, em que o instrutor não consegue estimular a leitura dos livros recomendados e não procede às perguntas no final de todas as aulas para poder esclarecer os alunos mais distraídos. Há uma coletânea de perguntas já elaboradas que os instrutores podem utilizar. Ainda bem que conto com você e com alguns outros praticantes atentos e engajados, que frequentam o blog, manifestam-se, tem opinião própria e expressam a coragem de corrigir quando um colega declara algum conceito equivocado. Na verdade, se os alunos ajudarem os instrutores na tarefa de esclarecimento dos demais, nossa obra poderá se depurar das desinformações mais rapidamente, o que será vantajoso para todos. Obrigado pela sua ajuda. DeRose.]
Esta é uma dica valiosa que um amigo executivo da esfera bancária me proporcionou. Mesmo que você sempre pague em dia o “empréstimo” automático contraído ao usar o cheque especial, o banco considera você um cliente de alto risco e eleva as suas taxas. São dicas como esta que o nosso gerente deveria nos dar, mas se ele desse ninguém usaria o limite de crédito e o banco deixaria de faturar as absurdamente altas taxas de juros do cheque especial. Bem, esta já seria uma boa razão para jamais usar cheque especial. Aliás, um outro executivo da área financeira sempre dizia que o banco é a aids das empresas. A menos que você seja muito expert, deve fazer tudo para não tomar dinheiro emprestado.
Mas dizem que se conselho valesse alguma coisa ninguém dava de graça.
Pois é, a Nai me contou que conversou contigo e falou deste epsódio.
Bom, eu sou um pouco detalhista demais quando conto histórias, então se ficar muito grande escrevo de novo. [Não precisa. Eu vou cortar um pedacinho.]
[ … Trecho cortado para abreviar o relato. …]
A outra situação aconteceu quando eu conversava com uma amiga e uma conhecida. Num determinado momento minha amiga comentou sobre a escola, e a terceira pessoa da conversa perguntou:
– Escola do que?
– Do Método DeRose
– Ah, do DeRose! – disse ela e ficou alguns instantes em silêncio. Logo depois falou:
– DeRose é Yôga, né!? Ele é muito sério, não é!? Tem várias escolas aqui em Porto Alegre.
Aquilo me deu uma alegria e um alívio ao mesmo tempo, pois parece que não precisamos mais mencionar Yôga, o nome do nosso Método já basta. E mesmo assim, as pessoas sabem que estamos nos referindo à filosofia do Yôga, mas alicerçada por algo mais sério. Ao menos foi o que senti nestas duas experiências.
Para concluir, gostaria de dizer que acho que o grande receio de tirarmos o nome Yôga dos diálogos, fachadas e material de divulgação de nosso trabalho é um receio comercial. [Mas quem não faz um trabalho comercial, não tem o que recear, não é mesmo?] Os diretores e instrutores tem medo de perder a identidade e deixar de cativar as pessoas para usufruirem de seus serviços. Mas se pensarmos no alívio que seria se sempre que identificarmos nossa proffisão e nossa filosofia de vida, as pessoas não fizessem caras esquisitas ou nos associassem com estereótipos que nada tem a ver com os conceitos de força, beleza, energia, qualidade de vida que ensinamos, certamente todos adotariam esta nova forma de identificação ante a sociedade.
E pensando mais a fundo, se as pessoas pararem de nos associar com tudo aquilo que não tem relação com o que fazemos, talvez comecem a nos associar com o que realmente somos!
Espero que não tenha ficado um texto muito longo, nem cansativo. E desejo que sirva de incentivo para que os demais também se pronunciem como ensinantes do Método DeRose para ver o que acontece.
Acho que era isso, né, Mestre!?
Beijos
Lucas De Nardi – Porto Alegre – RS
Hoje falei para uma amiga que fazia o Método DeRose e ela disse: Ah, me lembro uma vez que estava em Porto Alegre e tinha o pessoal do DeRose no mesmo restaurante que eu, eles estavam cantando e eram muito alegres, no final, eu e meu marido estávamos lá, cantando com eles, foi contagiante!
Ela nunca fez Yôga e é bem provável que seu eu falasse sobre Yôga, ela também faria confusão … mas sabia bem como era “o pessoal do DeRose” …
Alê – Unidade Alphaville / SP
Eu não consigo dar uma opinião do ponto de vista do instrutor e do diretor de Unidade, ou seja, de quem precisa ter a visão comercial das consequências de tirar a palavra Yôga dos materiais de comunicação.
Mas, posso dar minha opinião de profissional de Marketing: em uma palavra…..genial!!!! Assim, abandonamos a concorrência, muitas vezes estranha, das “iogas” e vamos para um novo patamar, onde estamos sozinhos, pois não há pessoa ou nome que alcance o DeRose.
Se hoje muitas pessoas já reconhecem, amanhã mais pessoas ainda vão reconhecer… depende de muito trabalho, coragem e de que todos tenham a noção exata de que passam a representar e, de certa forma, falar em nome do DeRose.
Alê – Unidade Alphaville / SP
Mas graças ao trabalho desses que conseguem disseminar nossa cultura o Método DeRose é cada vez mais reconhecido e enaltecido mundo a fora. Recentemente tive uma experiência muito prazerosa. Estava numa consulta com a minha dermatologista e ela me perguntou qual era minha profissão e eu cai no erro de falar que era instrutora de Yôga. Pela sua reação pude perceber que na cabeça dela passaram-se mil pensamentos deturpados sobre o Yôga, coisas que não tem realmente a ver com o Yôga que professamos. Foi quase que uma reação de indiferença e até desprezo. Continuando a consulta tive a oportunidade de dizer que eu dava aula numa unidade do Método DeRose e então ela parou de escrever, olhou para mim com uma cara de orgulho e disse: Puxa, que legal. Método DeRose é muito sério.
Beijo grande e até o Fest-Yôga!!!
Esta informação nos foi enviada pelo colega Camacho, de Portugal:
Proccedings of the IASTED International Conference
BIOMEDICAL ENGINEERING
June 25-27, 2003, Salzburg, Austria
Tem como título
CHARACTERIZATION OF YÔGI MEDITATION STAGES BY EEG
Consta, exactamente como escrevi, “Yôgi”
Os autores deste trabalho são: AV Cruz, AC Pimentel; CC Rosa, AC Rosa
Durante todo o trabalho usam a palavra Yôga, exactamente desta forma, com acento circunflexo sobre o “o”.
[ … ] agradecem a António Pereira, assim como à União Nacional de Yôga.
Por outro lado, na bibliografia consta o Mestre, e o seu livro Yôga. Mitos e Verdades.
Não sei se terá interesse em divulgar este estudo científico. O Mestre fará como entender melhor.
Não consigo introduzir cópia integral do artigo, mas se o Mestre considerar interessante, creio que o Júlio conseguirá fazê-lo.
Um beijo
João Camacho
Mais alguns dados acerca da revista:
Biomedical Engineering (BioMED 2003)
June 25 – 27, 2003
Salzburg, Austria
Editor(s): M.H. Hamza
262 pages
ISBN: 0-88986-353-9;
Abraço
João Camacho
Querido Grande Mestre
Informa-me o Inst. Júlio que o estudo em causa foi publicado numa edição da revista BioMED Engineering de 2003, cujo link é o seguinte:
http://www.actapress.com/Content_Of_Proceeding.aspx?ProceedingID=219#rates
A revista custa 100 euros. O Júlio comprou apenas o trabalho referido.
Um abraço
João Camacho
Normalmente, não divulgo meus cursos com antecedência. Porém, graças a uma estrutura especial que temos no Rio de Janeiro, posso divulgar que darei um curso domingo próximo no Rio. Terei muito prazer de reencontrar os amigos.
No sábado, 11/7 – Ásanas para coreografias na Unidade Leblon e no domingo um curso somente para instrutores que será realizado na Unidade Downtown, na Barra da Tijuca.
A nossa Unidade está reformada e ainda mais bonita para receber você e a Fée. ![]()
Beijinhos,
Taty.
Retificado está, querida. É que estou no quarto dia de quase-jejum e o “cérbero” não está lá muito ágil. Tenho uma verdadeira paixão pela equipe da Unidade Downtown e amo dar cursos aí. Estão todos convidados para compartilhar comigo dessa alegria e conhecer a Barra da Tijuca. Beijinhos do DeRose.
Mil beijos,
Taty.

