Marcelo se dispõe a receber em casa interessados em hospedar-se, a um custo irrisório, considerando-se os altos preços dos hotéis na Big Apple. Isso é interessante para os nossos instrutores e alunos que estejam interessados em passar alguns dias por lá.
Hoje, a aula aberta foi só para instrutores e adivinhe! Deu um tremendo ibope. Quorum superior às demais aulas de terça-feira. Então ficou combinado que todos os meses, teremos uma aula só para instrutores, que ocorrerá sempre na terça-feira posterior ao meu curso na Sede Central, na Al. Jaú, 2000. Se você é instrutor, aproveite a oportunidade para uma aula mais profunda e mais abrangente sobre todos os assuntos pertinentes e… de graça!
Trata-se de um site onde podemos colocar qualquer foto e ela é rapidamente convertida naqueles mosaicos, com milhares de imagens que, olhados de longe, revelam a nossa foto….
http://click7.org/image-mosaic-generator/?create
[Valeu, amigão. Se tiver outras contribuições para compartilhar, agradecemos todos. DeRose.]
Um dia, gostaria de realizar um evento só para as pessoas que colocaram suas fotinhas na coluna da direita. Não ia ser demais?
httpv://www.youtube.com/watch?v=_SYjjgS6pmA
Abraços
Everton
São José – SC
[Contudo, há-de cumprir-se Portugal, através de seus novos navegantes, os instrutores do Método DeRose que, pioneiros, desbravam novas fronteiras e levam as cores dessa nobre nação a tantos outros países, conquistando terras e admirações pela sua excelência técnica e profissionalismo, ao difundir a Nossa Cultura pela Europa e pelo mundo. DeRose.]
Ainda a respeito do ritual de barbear-se, há um trecho do antigo post O paradigma do emprego que vale a pena isolar e repetir aqui:
“É como os cadarços dos sapatos. Há mais de meio século, quando eu ainda era criança, lançaram os primeiros calçados sem cordão. Eram os sapatos de fivela. Tempos depois introduziram o elástico. Depois, o velcro. Depois, o zíper. E até hoje a maior parte dos sapatos continua usando os absurdamente unpractisch cadarços que dão trabalho para calçar, para descalçar e desamarram-se o tempo todo, fazendo crianças e adultos tropeçar e cair. Por que continuam usando uma coisa dessas, trabalhosa, sem praticidade e perigosa, ao invés de substituí-la por alguma das muitas alternativas mais modernas? A explicação é que o humanóide demora a incorporar as mudanças.”
Aliás, esse é um dos motivos pelos quais adotei os calçados tradicionais dinamarqueses, que se parecem com os tamancos suecos que estiveram em moda no mundo todo há trinta anos, só que os dinamarqueses são fechados atrás. Eles são muito práticos especialmente para quem precisa descalçar-se e calçar-se com rapidez várias vezes por dia, como é o caso da nossa profissão. São resistentes à água e a maus-tratos. E são lindos. Mas acho que você vai ter que ir a Kopenhagen para adquiri-los!
Aproveitando o embalo, descobri no youtube este outro indicado pelo Mestre:
httpv://www.youtube.com/watch?v=XGvFJe0TsCo
[Atenção: este vídeo completo tem cerca de meia hora e este link apenas três minutos. Recomendo procurar o vídeo completo – A questão dos paradigmas, da Siamar. É sensacional e recomendo veementemente que você o assista completo, várias vezes. DeRose.]
Esta lista de reprodução mostra o documentário todo:
http://www.youtube.com/watch?v=XGvFJe0TsCo&feature=PlayList&p=33C73CB2889291F9&index=0&playnext=1
[Contudo, o vídeo A questão dos paradigmas que eu uso para orientar os instrutores é outra versão. E dublado em português.]
Próximos dias 19, 20 e 21 teremos outro Festival Internacional de Yôga do Porto. Se você ainda não conhece essa cidade, aí está a oportunidade. Se já conhece, sabe bem as razões para tornar a visitá-la.
Vai conhecer os mais célebres instrutores de vários países Europeus. Vai provar a deliciosa comida portuguesa, com certeza. E vai ampliar exponencialmente seu círculo de amizades.

