sábado, 9 de julho de 2016 | Autor:

Uma das primeiras ações, no Brasil, da Ordem do Mérito das Índias Orientais (a divisão de honrarias ao mérito do DeROSE Method), foi promover uma campanha de resgate do Rio Ipiranga, nosso mais sagrado ícone de Independência.
Abaixo, reproduzimos o documento registrado em cartório, da campanha lançada em 2012. O motivo do Registro de Títulos e Documentos, sob o número 1984758, é o de poder provar que os primeiros brasileiros a mover essa campanha fomos nós, caso outra pessoa queira se apropriar da ideia como sua.
A questão nem é a da autoria do projeto e sim a valorização da Ordem do Mérito das Índias Orientais, agora trazida para o Brasil e que assim começa suas ações.

Rio Ipiranga

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sexta-feira, 8 de julho de 2016 | Autor:

Raras são as pessoas que nunca tiveram vontade de matar um inimigo. Seria tão bom, tão gostoso, ver aquela pessoa malvada indo para os quintos com todas as pompas fúnebres, não é mesmo?
Acontece que seria um mau negócio. Seu inimigo é o seu estressor. Sem ele, você se deitaria na almofada fofa da inércia. Ficaria restrito à sua zona de conforto. Não utilizaria seus estímulos de luta ou fuga. Você se converteria em um banana!
Não precisa cultivar inimizades. Elas nascem sozinhas, como fungos. Mas, afinal, os fungos são úteis. Olha a penicilina!
Alguns fungos são venenosos. Mas o veneno da jararaca, por exemplo, é usado para tratamento de hipertensão, no medicamento Captopril. Salva muitas vidas.
Se eu não tivesse sido impiedosamente atacado a vida inteira, não teria me tornado o mais bem sucedido profissional da minha área, não teria escrito o mais completo Tratado, não teria expandido meu Método para tantos países da Europa e das três Américas.
Então, o que você acha? Eu devo sentir rancor e ressentimentos, desejo de vingança e querer que o inimigo morra? Ou devo nutrir uma sensação de gratidão aos meus opositores e perseguidores?

Desenvolvo mais sobre esse assunto no vídeo abaixo. Assista:

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Se preferir, ouça no seu smartphone pelo podcast:

sexta-feira, 8 de julho de 2016 | Autor:

Em termos de custo/benefício, sai muito mais barato assumir um pequeno prejuízo do que entrar em uma pendenga e pagar muito mais caro. Meu amigo Fabiano Gomes, antes advogado de sucesso, hoje Diretor de uma das nossas escolas do Método DeRose de Qualidade de Vida, quando procurado por alguém que queria processar outra pessoa, perguntava-lhe:
– Você quer ter razão ou quer ser feliz?
Se o querelante declarasse que queria ser feliz, o conselho que dava era:
– Então, esqueça isso. Brigar não traz felicidade a ninguém.
E se o briguento dissesse que queria ter razão, então ele aceitava a causa.
No entanto, digo eu, a Justiça é uma mera abstração criada pelo ser humano. Não existe Justiça na Natureza. Nem na nossa Civilização.
Sai mais barato pedir desculpas. Sai mais barato contornar uma briga. Sai mais barato escutar o que você não merece ouvir, e não revidar. Se você conseguir fazer isso sem se reprimir, terá encontrado a pedra filosofal do bom relacionamento humano.

Assista ao vídeo completo sobre este assunto ou acompanhe no podcast!

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quarta-feira, 6 de julho de 2016 | Autor:

É chocante como as pessoas desconhecem o mecanismo da liderança animal! Quase todos os meus amigos me dizem a mesma frase (parece um disquinho):
– Quando fui escolher o cachorro, foi este que me escolheu. Ele veio correndo na minha direção e saltou nos meus braços!
Então, começou mal. A relação já se iniciou com o cão tomando as decisões. Se ele teve aquela atitude, deve ser um cão alfa dominante. Seu relacionamento com ele, provavelmente, vai ser de um medir forças sem trégua.
Quando fomos escolher a Jaya, ela era tão acanhada e tímida, que tive receio que fosse autista. No entanto, quando cresceu, no nosso dia-a-dia ela, passou a brincar, correr, pular, com uma energia incrível. Só que quando não queremos mais brincar, ela para na hora. É alegre e dinâmica, mas carinhosa e obediente.
Há um pequeno truque ao escolher o seu amiguinho: coloque-o no seu colo, de barriga para cima. Se ele aceitar tranquilamente essa posição, provavelmente, é cordato e dócil. Caso não se submeta e fique agitado para se virar, é possível que seja um animal rebelde.
Fora o cuidado de não escolher o cão mais hiperativo, deve-se conhecer bem os espécimens que o canil fornece e checar os ancestrais, para que não haja antecedentes de enfermidades genéticas. Verifique, também, se o canil não explora de forma cruel as fêmeas, fazendo-as engravidar seguidamente.
Por outro lado, não há nada mais lindo que salvar da morte certa os “focinhos carentes” que estão esperando por adoção nos abrigos. Se ninguém os adotar, serão abatidos sem dó nem piedade. Procure nos sites de adoção e poderá conhecer o seu futuro pet pela foto e pelo perfil que geralmente é descrito.

Assista no YouTube o vídeo completo!

youtube.com/watch?v=U52zuMlYDTo

terça-feira, 5 de julho de 2016 | Autor:

Há várias atitudes que servem como cumprimento. O mais simples dos cumprimentos é o sorriso, que já foi abordado anteriormente. Muitas vezes, basta sorrir para as pessoas e não é preciso dizer mais nada. Esse cumprimento é muito útil quando você está viajando por países cuja língua não domina, já que o sorriso é a língua universal.

O abraço é outra maneira, querida e informal, de cumprimentar. Gosto muito dessa opção.

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segunda-feira, 4 de julho de 2016 | Autor:

Há uma experiência muito convincente que costumo fazer em sala de aula e você pode reproduzi-la na sua casa. Material necessário: um ser humano e uma vaca. Coloque o ser humano diante da vaca. Peça que o ser humano mate a vaca com os recursos que a natureza lhe dotou, ou seja, sua força, suas mãos, seus dentes etc. O ser humano vai tentar por todos os meios, vai querer estrangular a vaca, vai dar socos na vaca e não vai conseguir matá-la. Talvez consiga aborrecê-la e acabe levando uma chifrada. Fim da experiência científica. Conclusão: o ser humano não foi projetado para caçar. Além do mais, na natureza ele nem conseguiria se aproximar o suficiente para agarrar o bicho, pois também fomos privados da velocidade que o predador necessita.

Contestação da validade da experiência acima

O ser humano contrapõe que ele é um animal inteligente. Como tal, teve condições de fabricar ferramentas e, com elas, caçar. Já não é lá muito verdadeira essa afirmação, pois estamos tentando provar que por natureza não fomos dotados dessas ferramentas, mas vamos aceitar a contestação e refutá-la com outra demonstração.

Impugnação da contestação

Desta feita, entregamos uma ferramenta de abate – uma faca – e solicitamos que o sujet mate a vaca na nossa frente para provar que, com instrumentos, a experiência anterior ficaria invalidada. Mas, então, o que é que verificamos estupefatos? Noventa e nove por cento dos humanos não têm coragem de enfiar a faca na jugular do bovino! Seria prova suficiente de que não somos predadores naturais? Pelo sim, pelo não, vamos além. Tomo a faca da mão daquele espécimen covarde. “Se você não tem coragem, mato eu a vaca.” Introduzo a lâmina na garganta da desditada. O sangue jorra. E o ser humano… Onde está ele? Ah! Lá está, no canto, vomitando!
Se fosse carnívoro, o simples cheiro do sangue ou a sua visão já daria água na boca. Mas, se ele não é capaz de matar e ainda lhe embrulha o estômago quando outro mata, isso demonstra claramente que nossos instintos são bem diferentes. Aquele reflexo de “pôr para fora” é exatamente o oposto da reação de comer. Talvez não sejamos carnívoros. Quem sabe, somos carniceiros?

Veja esta história narrada com muito humor, em vídeo ou pelo podcast:

youtu.be/3kGfe5EIMMY

domingo, 3 de julho de 2016 | Autor:

Ocorreu uma lenta transição – de quase 50 anos – do trabalho com Yôga para o trabalho com o Método. Podemos declarar que o DeROSE Method foi importado da França porque foi nesse país que primeiro começou a ser utilizado como marca. Dali, foi para a Inglaterra, depois para Portugal e, só então, para o Brasil, onde chegou como marca em 2008.
No entanto, também podemos declarar que o Método surgiu em 1960, porque desde que ministrei naquele ano as minhas primeiras aulas, os ensinantes de outras linhas referiram-se ao meu trabalho como “o método do DeRose” uma vez que, já de início, era muito diferente da versão moderna e utilitária que conheciam como Yôga. Devido ao cacófato “dodode”, logo passaram a se referir ao “Método DeROSE”. Todos, menos eu, se referiam ao nosso trabalho por aquele nome. Gradualmente, fui acatando essa nomenclatura. Porém, não queria aplicá-la às aulas de Yôga. Então, fui enfatizando progressivamente os conceitos de reeducação comportamental. Não subtraímos nada. Agregamos muita coisa.

youtu.be/taAgyQ6GfPA