terça-feira, 16 de dezembro de 2008 | Autor:

Alguns instrutores e alunos ainda não sabem e perguntaram: que ashtánga sádhana de fevereiro é esse que vira e mexe alguém deixa um comentário dizendo que vai participar? Então, aproveito para informar a todos. Em comemoração ao Dia do Yôga que ocorre no dia 18 de fevereiro, darei uma prática de ashtánga sádhana aberta a alunos e instrutores com a arrecadação totalmente revertida em benefício do FDI. Essa prática será no dia 14 porque é um sábado e isso facilitará para que os interessados possam vir de todas as partes do Brasil e até de outros países.

Vai ser a primeira prática de ashtánga sádhana que eu vou dar para alunos desde… não me lembro, mas põe ano nisso. Faz tanto tempo que é quase certo que nenhum praticante da rede é tão antigo que tenha participado de alguma aula prática de ashtánga sádhana dada por mim a alunos. Portanto, vai ser um acontecimento. E, é claro, os organizadores promoverão algumas atividades complementares. Será um happening de SwáSthya! Se você quiser participar, inscreva-se com o Diretor da sua Unidade Credenciada. Essa é a única forma de se inscrever. Mas não demore porque só temos 600 vagas e a previsão é de que muito mais gente queira comparecer.

Quando fizemos a prática de ásana (não de ashtánga sádhana: só de ásana) no dia 18 de fevereiro de 2008 na Praça da Paz, do Parque Ibirapuera, compareceu um mar de gente estimado em 5000 pessoas. Veja a foto no livro Quando é Preciso Ser Forte, 39a. edição – que está para sair.

Conto com a sua presença!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008 | Autor:

Terminei o livro Programa e agora estou finalizando a nova edição do Ser Forte, ao mesmo tempo estou revisando a apostila dos Quadros Sinóticos do DeBona, o livro El éxito organizado, da Gabriela Santemer, o Extrait du Traité de Yôga, mais um terceiro livro do Jojó, estou produzindo uma profusão de informativos, posts no blog e ainda tenho as reuniões do Rotary e solenidades das outras entidades. No meio viajo para dar cursos. Entre uma coisa e outra, participo das reuniões do Conselho Administrativo e recebo alunos e instrutores que viajam a São Paulo. E não posso deixar de dar atenção à minha fada, a Fée. Às vezes, recordo-me das cenas finais do filme Amadeus, em que o Mozart estava trabalhando tanto que se exauriu, definhou e morreu. Mas logo percebo a diferença. Ele não praticava SwáSthya! E trabalhava sob pressão, para pagar dívidas. Eu não tenho dívidas e trabalho por entusiasmo. Pelo sim, pelo não, tenho que aproveitar o pique, pois nunca se sabe quantos anos, décadas ou semanas isso pode continuar. Até agora está durando 49 anos. E agora eu conto com a colaboração de um exército de mais de mil instrutores em vários países e dezenas de milhares de alunos deles que também se sentem motivados e engajados no ideal de participar e de ajudar. É… isso está ficando bom!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 | Autor:

Depois de algumas quantas madrugadas trabalhando nele, acabo de terminar o novo Programa, agora com 286 páginas. Isso, porque foram retiradas mais de cem páginas da edição anterior. Significa que teremos muitas novidades. O Colegiado de Presidentes de Federações do Brasil, Argentina, Portugal e França procederam à revisão, deram boas sugestões e concederam seu “imprimatur”. Creio que estará disponível para os alunos em fevereiro.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 | Autor:

Era uma vez um menino cheio de idéias estranhas. Ele achava que o infinito era pequeno e que o eterno era curto. Conversava com as Árvores e com as Pedras, e se emocionava com elas, pela magnitude do que lhe contavam. Um dia as Árvores lhe disseram:

– Sabe? No nosso Universo cada uma de nós cumpre o que lhe cabe, pela satisfação de fazer assim. Nenhuma de nós se exime da sua parte. Os humanos passam suas vidas a só fazer coisas que lhes resultem em conflitos, infelicidade e doença. Não fazem o que realmente gostariam. Caem no cativeiro da civilização, trabalham no que não gostam para ganhar a vida e perdem-na, em vão, ao nada fazer de bom. Por isso tornam-se rabugentos, envelhecem e morrem insatisfeitos. Procure você viver feliz como nós, pois alimentamo-nos, respiramos e reproduzimo-nos, de acordo com a Natureza. Assim, quando morremos, na verdade continuamos vivas em nossas sementes e crescemos de novo. Vá e ensine isso aos que, como você, podem ouvir nossas palavras. Fará muita gente feliz, livre da escravidão da hipocrisia.

O garoto ainda era pequeno para saber a extensão do que lhe propunham as Árvores, mas concordou em levar essa mensagem aos homens. Entretanto as Pedras, que até então tinham-se mantido muito quietas, começaram a falar e disseram coisas aterradoras!

Uma Pedra maior e coberta de musgo, o que lhe conferia um ar ancião e sacerdotal, tomou a frente das demais e falou fundo, ecoando dentro da sua alma:

– Não, você não deve cometer a imprudência de levar aos homens a mensagem das Árvores. Nós somos Pedras frias e friamente julgamos. Estamos aqui há mais tempo que elas e temos visto o transcorrer desta pequena História Universal dos humanos. Antes de você, muitos receberam essa mensagem e foram incumbidos, por elas, de recuperar a felicidade que os hominídeos perderam ao ignorar as leis naturais. Todos quantos tentaram ajudar a humanidade foram perseguidos, difamados e martirizados. Cada um conforme os costumes de sua época: crucificados em nome da justiça, queimados em praça pública em nome de Deus e tantos outros martírios pelos quais você mesmo já passou várias vezes e se esqueceu… Hoje você pensa que não corre mais perigo e aceita tentar outra vez. Quanta falta de senso! Quando começar a dizer as coisas que as Árvores transmitiram, vão primeiro tentar comprá-lo. Se você não sucumbir ao tilintar dos trinta dinheiros, então precisará ser realmente um forte para permanecer de pé, pois passarão a agredi-lo de todas as formas.

Mas o menino respondeu prontamente. Tomou um ramo em uma das mãos e uma pedra na outra, e bradou:

– Este é meu cetro. E este, o meu orbe. Com o vosso reino elemental construirei nosso santuário e nele reunirei aqueles que forem capazes de ouvir e de compreender. As rochas manterão do lado de fora os incapazes e as toras aquecerão, do lado de dentro, os que reconhecerem o valor deste reencontro.

As Árvores e as Pedras emudeceram. Depois as Árvores o ungiram com o orvalho sacudido pela brisa, e as Pedras depositaram em suas mãos o musgo primevo que lhes vestia, como que a abençoá-lo.

Nesse momento, os raios do Sol eram difusos por entre os ramos e a névoa da manhã. O menino olhou e compreendeu: se a luz fosse excessiva não ajudaria a enxergar, mas ofuscaria o entendimento. Então, agradeceu aos ramos e à névoa. E mesmo às Pedras que o faziam tropeçar para torná-lo mais atento aos caminhos que percorria. E amou a todos… até aos homens!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 | Autor:

O Sergio Muinhos me deu um bom feed-back, ao texto no qual declaro que gosto de críticas e que lamento não ter acesso às menos polidas, pois seriam eliminadas pelo moderador. Assim sendo, pedi que tais opiniões, eventualmente mais cáusticas, me fossem enviadas por outros meios, uma vez que elas me ajudam a progredir.

Consultando o moderador, tive uma surpresa. Ele me informou que não foi necessário filtrar, porque não houve nenhuma mensagem mal-educada! Fico feliz por esse avanço na civilidade daqueles que professam filosofias com propostas de elevação do ser humano. Mostra que as pessoas estão realmente evoluindo.

Quanto ao seu comentário, Sérgio, ele me demonstrou que ambos concordamos e que dissemos a mesma coisa, embora com palavras diferentes. Acho que você iria gostar de ler meu livro Quando é Preciso Ser Forte. Sob o formato de biografia, o livro aborda história, filosofia, orientalismo, ocultismo, viagens à Índia, contatos com monges nos Himálayas e encontros com homens notáveis.

Obrigado pelo reforço positivo e namastê para você também.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 | Autor:

Luciano Laranjeira pede para alertar algum leitor mais distraído de que a Fábula sobre a Síndrome de Caim é uma fábula, conforme diz seu título. Tenho a certeza de que nossos leitores compreenderam a parábola . Mesmo assim, valeu a advertência. Obrigado, Luciano.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 | Autor:

Estamos de luto canino pelo falecimento do Cowboy, cachorrinho da instrutora Juliana Dias, da Unidade Leblon, no Rio.