segunda-feira, 15 de novembro de 2010 | Autor:

natcerqueira

Olá Mestre, no blog do Seth Godin ele mencionou o mesmo fenômeno com a palavra mágica “vegan”.

A ausência do termo acidentalmente evitou a activação de todos os esteriótipos associados, transformando o produto num sucesso tanto para os vegetarianos quanto para o público em geral, aqui vai o post :

http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2010/06/lulas-logic.html

beijinhos de lisboa!

Natália

____________________

Martin V

Hola querido De!

Sobre el uso de palabras mágicas… leí un artículo sobre una heladería en New York:

Se especializan en helados veganos, sin nada de lácteos. Pero cuando abrieron no tenían mucho dinero, ni siquiera les alcanzó para poner un cartel de “vegan” en la puerta!

Años después se convirtieron en una de las mejores heladerías de la zona, pero nunca pusieron un cartel “vegan”. Se dieron cuenta de que convenía evitar esa palabrita mágica: al escuchar vegano, muchas personas se imaginan soja, tofu, cosas marrones y sin mucho sabor! Al no decir nada al respecto, la gente toma el helado sin preconceptos! Y les encanta!

Un abrazo!

Martín
Sede San Isidro
Buenos Aires

____________________

Alexandre Montagna

Vim responder teu apelo, Mestre: “Por que não mencionar no mesmo lugar o Método e a palavra mágica?”

Venho com a atitude de mea culpa, mea maxima culpa, pois há tempos escrevi um texto que publiquei ultrarrecentemente em meu blog.

Está bem. “Quando muda um paradigma, volta tudo a zero.” Mas está na hora de eu compreender bem as regras, as exceções e as regras das exceções (se houver) para esclarecer o nosso trabalho ao mundo. Certamente, escrevi na melhor das boas intenções (aquelas das quais o inferno está cheio), achando que o texto receberia a condescendência da exceção devido ao seu posicionamento de esclarecer que a palavra mágica está contida no Método DeRose, mas que é apenas uma fração da filosofia que propomos.

Minha contribuição para a pergunta do primeiro parágrafo: “Porque mudar o rótulo de nosso trabalho para Método DeRose é o que nos permitirá mostrar ao mundo, ao governo, às organizações e instituições sociais e filantrópicas, aos pais e aos amigos, a verdadeira essência do que fazemos e da cultura que preconizamos. Num texto rico de um milhão de palavras, basta que seja uma a mágica para que deixemos de ser profissionais de qualidade de vida de altíssimo nível e passemos a ser ensinantes de saltimbancos para mulheres, idosos e gestantes.”

____________________

HeduanRespondendo a pergunta: Por que não mencionar no mesmo lugar o Método e a palavra mágica?

Para entender a fundo esta questão precisamos voltar um pouco no tempo…

Durante dezenas de anos toda a nossa egrégora batalhou intensivamente para que o público e imprensa entendessem nossa proposta. Mas não teve jeito. Nossa luta foi em vão.
Nenhum de nós aguentava mais a falta de compreensão. Alguns de nós já estávamos desesperados. Falávamos de autoconhecimento, filosofia, cultura e aprimoramento das relações humanas e todos entendiam terapia, zen, relaxamento e religião. (Opa, isto é mágica! Transforma o significado!)
Então, nos conscientizamos que a palavra mágica era na verdade uma caixa preta intocável e imutável.
Solução?
Não vamos mais usar tal palavra. Pronto. Vamos usar outra palavra, outro nome. Qual? Método DeRose parecia mais apropriado, pois era assim que o público, que verdadeiramente nos compreendia, nos chamava.
Quando usamos este nome, todos entendem. Todos se abrem para compreender. Todos associam-no a um trabalho íntegro e responsável. Não existem AINDA conceitos pré-estabelecidos. O nome é quase virgem. Basta que nós façamos a boa fama! (que continuemos a edificar a boa reputação que já tem).
E mais: Método DeRose é mais que Yôga. É maior! É outra coisa.
Dizer que o Método é Yôga é simplificá-lo. Então, não pode. Não podemos comprometer o satya. rsrsrs

____________________

Caros amigos.
Sou empresário, dedico minha vida a uma profissão, ensino um “life style” mais saudável com ênfase em qualidade de vida, nas horas vagas surfo ou faço vôo livre. Me visto discretamente e adoro o básico, calça jeans e camisa, procuro me atualizar no que se refere a alimentação, vestimenta, esporte, cultura, arte e lazer. Como será que sou visto pelos que me cercam? E se eu mencionar a “palavra mágica”, será que muda alguma coisa?
Não aguentamos mais, todas as vezes que mencionamos a “palavra mágica” para nossos amigos e familiares, eles interpretarem aquilo que não fazemos e o que não somos. Se amigos e familiares não compreendem, o problema é mais sério do que pensamos: como entendem aqueles que não nos conhecem? E nossos futuros clientes e alunos? E a opinião pública e a mídia?
Somos responsáveis por esta imagem, positiva para nós ou nem tanto. Temos duas escolhas:
A primeira é continuar sendo comparados com “alternativóides”, “bichos grilos”, “naturebas” e “eco-chatos”, simplesmente informando que fazemos a “palavra mágica”. Vale ressaltar que não tenho nada contra essas formas de levar a vida, apenas tenho um estilo diferente daqueles e que também não fui eu quem os batizei assim;
A segunda é assumir que temos um produto diferente, perceber que ele é destinado para poucos que optaram e querem um estilo de vida mais saudável. Pessoas que assumirão e acatarão, por livre escolha, nossos ensinamentos, que extrapolam posições estereotipadas, o modismo e o consumismo acidental.
Na segunda opção além de nos desvincular de uma imagem errônea, assumiremos nossa marca, defendendo-a e deixando-a livre de possíveis más interpretações oriundas principalmente de informantes externos. Além disso, empresarialmente falando, todas as vezes que valorizamos nossa marca através do profissionalismo, publicidade e de um trabalho sério, que é praxe nossa, estamos atrelados e valorizando a concorrência simplesmente se mantivermos a “palavra mágica”.
Assumamos uma atitude pacífica de não mais estarmos atrelados à “palavra mágica”, assim, por não fazermos mais parte desse meio, não teremos mais confrontos. Por outro lado, devemos adotar uma atitude combativa em assumir e defender nosso Método (e Mestre). A vida é feita de escolhas, optemos como queremos ser vistos e assumamos de que lado profissional queremos estar.
Abraços,
Marcus Amorim
Diretor da Unidade Granja Viana, São Paulo.

_____________________

Deixei de mencionar a palavra mágica, mas alguns amigos meus ainda continuam a usar o rótulo. Uma amiga contou à mãe que eu estava a tirar um curso de instrutora de Yôga, e a senhora perguntou-me como é que eu me vestia. Expliquei que para as aulas práticas precisava de roupa mais confortável.

– Sim, mas e fora das aulas? Quando andas lá…

Fiquei intrigada, sem perceber muito bem a pergunta. Disse-lhe que me vestia normalmente.

– Não usas “aquelas” roupas? Aquelas saias?

Respondi-lhe que me vestia da mesma forma de sempre, tentando esconder a tristeza que aquela conversa me estava a provocar. Isto partiu de uma pessoa que me conhece há alguns anos. Imagine se não me conhecesse!

Com a comida já desisti de me justificar, a não ser quando percebo que a pessoa pede um esclarecimento genuíno.

O que me faz feliz é sentir a reação das pessoas às mudanças positivas que notam em mim. Mas será que percebem que estas mudanças se devem ao Método?

Abração, com a força da paciência e da tolerância!

Susana Sousa
Espaço Lifestyle – Lisboa

_____________________

Por mais que tentemos explicar o verdadeiro conceito da palavra mágica, chegamos há muito tempo a conclusão de que gastamos salivas em vão, uma vez que a mídia já esteriotipou a mesma. Assim, somente excluindo para o povo leigo o uso de tal vocábulo é que poderão compreender a amplitude e a maravilha do Método DeRose. Mesmo porque se o que todos os outros sem experiência e formação alguma ensinam … [a palavra mágica], o que se vive no Método DeRose é completamente diferente, mais belo, mas completo, mais didático e mais contagiante.

Abços com saudades
Regina

Bombinhas-SC

_____________________

Após um “puxão de orelha” há algum tempo atrás por usar a palavra mágica para explicar o que eu fazia, tive plena consciência de como agia erroneamente e como “gastava saliva demais explicando algo que as pessoas não entenderiam por usar o termo incorreto”! Pois bem, no mesmo dia fiz o “teste” e constatei que o Mestre sempre tem razão!
Para obter uma maior desenvoltura, assisti a sua entrevista diversas vezes e passei a mentalizar diariamente formas mais sutis e simplificadas para explicar a proposta de lifestyle coaching; além de presentear as pessoas mais próximas com os livretos. Depois de algum tempo percebi que havia obtido progresso quando ouvi um familiar comentando com um amigo (da maneira como eu havia esclarecido) sobre o Método DeRose.
O objetivo era justamente este: ouvir alguém que não faz parte da egrégora, elucidar o Método sem receios, julgamentos e preconceitos.
Como não precisamos convencer ninguém, temos apenas que ter na ponta da língua a verdade e exatidão ao falarmos sobre o assunto, além da postura 100% lúcida que reflete o que levamos no coração!

Um beijo carinhoso!

Lu

Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.derosecentrocivico.org