quarta-feira, 11 de agosto de 2010 | Autor:

Isto é mesmo impressionante! Ao que parece, tratados com carinho, os leões podem ser tão carinhosos quanto um cachorro doméstico. Lembra-se do leão Christian? Há um post sobre ele aqui no blog (“Um leão muito boa gente”). Simplesmente chocante! Dá vontade de entrar na película e ir afagar o gatão. Obrigado, Cherrine por compartilhar algo assim.

  Che Cardoso

Mestre, talvez você já tenha visto este vídeo e já até saiba muito sobre este cara, mas como só assisti a ele agora, para mim foi surpreendente e emocionante, então compartilho!

Bjos

terça-feira, 13 de julho de 2010 | Autor:

Mas como é na Índia?

Eu viajei para a Índia durante 24 anos. Frequentei vários tipos de estabelecimentos, desde as escolas até os mosteiros, dos mais sérios aos que já estavam contaminados pelo consumismo ocidental – e percebi as diferenças. Mas, em todos eles, ocorria um mesmo fenômeno. Os alunos indianos entravam na sala de aula com cara normal e roupa normal, muitas vezes praticando de calça e camisa. Os ocidentais, no entanto, pareciam um bando de alucinados que se destacavam dos hindus por serem os únicos a estar vestidos com “roupa indiana”, isto é, o equivalente àquelas camisas hipercoloridas e cheias de flores que os turistas estrangeiros usam no Brasil por acharem que aqui é assim que o povo se veste. Será que não percebem que nenhum brasileiro está portando aquelas camisas espalhafatosas, ou que nenhum indiano está vestindo a tal de “roupa indiana” (especialmente as famosas “saias indianas”, que nenhuma indiana veste)?

Durante a aula de Yôga, os hindus preservam a fisionomia de pessoas perfeitamente normais, sorriem, interagem com os colegas e com o instrutor, às vezes até fazem gracejos. Os ocidentais, pelo contrário, mantêm-se muito taciturnos, com cara de santo cristão e, às vezes, babam um pouco.

Frequentemente os instrutores que levei em minhas viagens, para conhecer o verdadeiro Yôga da Índia, observaram:

– DeRose, você já percebeu que os ocidentais ficam com cara de malucos quando entram numa sala de Yôga e que os indianos são como nós do SwáSthya e preservam a cara normal?

Pois é. Aí está o x da questão. O ocidental vai à Índia, olha, mas não vê. Ouve, mas não escuta. Tanto que volta falando “ióga”, embora todos lá pronunciem Yôga, com ô fechado. É uma questão de paradigma. O ocidental enfurnou no bestunto que Yôga deveria ser de uma determinada forma. Depois ele viaja para a Índia e não consegue perceber que lá é diferente do clima cristianizado, naturéba e alternativoide que grassa no Ocidente.

Uma das fantasias é que na Índia – e nas escolas de Yôga desse país – só se coma pão integral, arroz integral, açúcar mascavo e outros modismos ocidentais. Só que não é assim. Nas escolas de Yôga come-se muito bem, desfruta-se uma comida deliciosa (obviamente vegetariana!), bem temperada e, fora isso, normal. Certa vez, uma pessoa que estava no nosso grupo pediu arroz integral ao garçom do restaurante em Nova Delhi. O empregado trouxe arroz branco. A brasileira mandou voltar e instruiu-o com mais ênfase:

– Olha, meu filho, eu quero arroz integral, compreendeu? Arroz in-te-gral!

O coitado voltou com outra porção de arroz branco. Percebendo que não agradara, explicou:

– Mas o arroz está inteirinho, Madame. Eu mesmo ajudei o cozinheiro a catar só os grãos que não estavam quebrados.

Hoje já há alguns estabelecimentos com opções integrais para atender a turistas, assim como já existem escolas de Yôga para satisfazer os devaneios dos que pagam bem para que lhes vendam o que eles querem comprar, ou seja, aquilo que o ocidental pensa que o Yôga é.

  Leia mais »

sexta-feira, 9 de julho de 2010 | Autor:

Somos uma família: há irmãos, primos, tios, padrinhos e até um avô! Os irmãos são os brothers, que estão sempre juntos. Os primos são os que pertencem à mesma família, mas não convivem tão próximos – há até os que não se conhecem! Os tios são os que detêm mais experiência de vida, são mais velhos. Os padrinhos são aqueles que arriscam sua reputação para avalizar os méritos de seus afilhados, para que possam tornar-se credenciados. E o avô sou eu, mais velho que todos os demais! Leia mais »

sexta-feira, 9 de julho de 2010 | Autor:

Dedico ao meu amigo e companheiro Flávio Moreira, extensivo à sua equipe, o texto enviado por uma estimada amiga. Solicito que todos nós meditemos detidamente sobre o conteúdo e, se não alcançarmos o significado, que consultemos o Supervisor Decano em busca de esclarecimento.

 “Quando li esta notícia há um tempo atrás, chamou-me a atenção a opinião de Mark Leithause, diretor da Galeria Nacional de Arte que, perante o fato, não se surpreendeu: “A arte tem de estar em contexto. Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará. Mesmo um especialista poderá apenas observar que se trata de uma boa cópia e continuará a comer.” Hoje penso: se vivenciamos Nossa Cultura em tempo integral e somos portadores de tradições milenares que são verdadeiras obras de arte, temos que estar em contexto, em embalagens adequadas também em tempo integral, pois, caso contrário, é esperado que muitos passem a não associar as pessoas que praticam o Método DeRose à beleza e grandeza intrinsecas a ele.

Para quem se interessar, o texto original do Washington Post, Sunday, April 8, 2007:
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/04/04/AR2007040401721.html

Obrigada pelo texto e por todas as experiências aqui compartilhadas, a partir delas lembrei de diversas situações com familiares e amigos, tanto de embalagens inadequadas para o que se está a oferecer, quanto de preconceito perante uma aparência que não diz, mas tem muito valor; e percebi o quanto é importante parecer e aparecer às pessoas melhor a cada dia, pois o contato com essa egrégora ímpar me faz a cada dia muito melhor.

Abraço transbordante de carinho,
Alice Árabe – BH – Unidade Serra”

sexta-feira, 9 de julho de 2010 | Autor:

Eu espero que em algum momento este blog seja uma ferramenta de comunicação entre os colegas. Veja que coisa mais interessante: ao invés de ser contato meramente do DeRose com todos e de todos com o DeRose (o que não deixa de ser limitante), que venha a ser um veículo de diálogo de todos com todos. Tenho a certeza de que então ele será muito mais dinâmico e abrangente. Leia mais »

domingo, 4 de julho de 2010 | Autor:

Não deixe para a última hora. Você já sabe que as vagas dos Festivais se esgotam com meses de antecedência. Veja a mensagem do Mestre Edgardo Caramella:

NO SE PIERDAN EL VII DeROSE FESTIVAL de Argentina. Con las mayores autoridades mundiales del Método DeRose los días 24, 25 y 26 de setiembre de 2010.
Ingresá a http://www.fest-yoga.com.ar/programa.html y encontrarás toda la programación, los disertantes, videos, imágenes y la forma de inscribirte. NO TE LO PIERDAS.
Leia mais »

quinta-feira, 1 de julho de 2010 | Autor:

maribeluco

Olá Mestre.

No próximo sábado, dia 3/7, a Unidade Higienópolis realizará um open school em prol da Campanha do Agasalho 2010.
Serão duas aulas abertas ao público e, para participar, basta trazer uma doação para a campanha.
A primeira prática será às 13h e terá como foco as técnicas corporais e a concentração.
A segunda prática será às 14h e terá como foco as técnicas corporais e a respiração.

As aulas acontecerão na Unidade Higienópolis do Método DeRose, que fica na Rua Goiás, 113. Para mais informações, nosso telefone é 11 3825-1422.

Esperamos com essa ação alavancar ainda mais a quantidade de doações que arrecadamos anualmente para essa campanha.

Um grande beijo
Instr. Mariana Beluco
Unidade Higienópolis
São Paulo
Leia mais »