segunda-feira, 31 de agosto de 2009 | Autor:

Ontem à noite, como penúltima atividade do fim-de-semana, fomos participar de um jantar de confraternização no Quintana, Café e Restaurante literário exclusivamente para os nossos instrutores. Adoramos o ambiente, a equipe de trabalho super carinhosa e competente, as comidinhas com sabor superlativo que foram elaboradas todas sem carnes. A chef Gabriela Carvalho, pessoa linda, culta e atenciosa, nos cobriu de cuidados e explicou que da estante de livros, quem quiser pode levar uma obra e contribuir com outra para manter a dinâmica da biblioteca do café. Uma iniciativa cultural que merece todo o nosso apoio. Karla Juliane doou dois livros meus: Quando é Preciso Ser Forte e o Tratado de Yôga. Voltarei sempre e recomendo vivamente o local a todas as pessoas que valorizam um bom ambiente, uma decoração aconchegante, uma excelente comida e um serviço de primeira.

O restaurante foi aberto só para nós. Aí eu percebi quanta gente nós somos. Nossos instrutores lotaram o local. Quando comentei “Quantos nós somos!” a Karla me informou que ali só estava a metade dos nossos instrutores. Deduzi que era porque o restaurante estava lotado e não havia mais vaga.

Mais uma vez, constatamos que atualmente quem deixa para aderir “mais tarde” fica sem vaga. Isto está acontecendo com todos os nossos cursos, eventos e atividades culturais.

O último sat chakra conjunto de instrutores de São Paulo teve gente que precisou ficar em pé, do lado de fora. Acho que vamos precisar adotar o procedimento de reservas para quem pretender participar dos sat chakras.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009 | Autor:

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Equipe de instrutores da Unidade Centro Cívico.

Em pé: Camilla Miranda, Guilherme Nunes, Valéria Vidal, Marcelo Osiecki, Cibele Léger, Julio Simões, Juliana Vieira, Daniel Maoski, Luciane Ogata e Márcio Michelotto.

Sentados: Leonardo Poli, Ricardo Poli e Arthur Costi.

Foto de Rodolpho Pajuaba.

[É preciso apoiar esta juventude saudável que ensina outros jovens a viver longe do fumo, do álcool e das drogas. É preciso respeitar o trabalho sério e honesto que os profissionais da Nossa Cultura desempenham em prol da sociedade, da família, da responsabilidade social e da responsabilidade ambiental. DeRose.]
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domingo, 30 de agosto de 2009 | Autor:

Achei que não precisava dizer isto, pois para mim estava hiper claro, mas como ocorreram enganos, então lá vai:

Quando não utilizamos a palavra mágica “Yôga” na entrevista foi para libertar-nos dos estereótipos e preconceitos atrelados a esse rótulo tão popularizado atualmente.

Ora, se é para que a opinião pública e a Imprensa enxergue e escute quem somos nós sem os filtros dos estereótipos, você não pode encaminhar carta ou release em que mencione a palavra que tomamos o cuidado de não usar na entrevista!!!

Nem deve se referir ao entrevistado como Mestre. Pode utilizar escritor, educador, comendador, qualquer outra qualificação que seja óbvia e incontestável, mas que não gere a pergunta: “Mestre de quê?”

Vou lhe contar mais um depoimento para reforçar este positioning. Ontem à noite, na festa de reinauguração da Unidade Cabral, a Diretora da Unidade Batel, Karla Juliane, me informou que está ministrando aulas do Método em uma importante empresa do estado do Paraná. No entanto, na hora em que foram firmar o contrato, a empresa exigiu que não usasse o rótulo de Yôga. O argumento foi: “Se chamarmos de Yôga não vai atingir todos os funcionários. Muitos deixarão de comparecer às práticas por preconceito.”

E na conversa que tivemos com os alunos da Unidade Alto da XV, um motocilista da tribo Harley Davidson, nos contou publicamente: “Quando eu disse que praticava, o meu mecânico respondeu – ‘O senhor pratica o Método DeRose, não é? É um trabalho muito sério.’ ” 

 

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sábado, 29 de agosto de 2009 | Autor:

Antigamente, eu dava cursos. Agora são tantas as atividades e tão variadas a cada viagem, que podemos considerar um mini-festival. Temos conversa com os alunos de uma das unidades, almoço com um professor da ióga, lançamento de livro, jantar com os instrutores, entrevista na imprensa, visita a uma personalidade importante (um deputado, um embaixador, um prefeito, um governador), tudo isso além dos cursos de sábado e de domingo. Sem mencionar que vem gente de vários estados. Quando bem divulgados, os meus cursos reúnem pessoas de até cinco estados e, às vezes, de mais algum país. Em Paris, Londres (e em abril também em Roma), meus cursos reúnem pessoas de mais de seis países. Já não podemos chamar de cursos. São mini-festivais.

Fazemos tantas coisas nos fins-de-semana que quando retornamos a São Paulo na segunda-feira, frequentemente me surpreendo ao perceber que as incumbências deixadas na sexta-feira aos colegas ainda estão por fazer. 

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor:

A ideia me surgiu a partir do comentário abaixo, do Arthur Costi:

Arthur Costi

Me fez lembrar a entrevista com Joseph Campbell que originou o livro O poder do mito.

Realmente quando há um real interesse por parte do jornalista é possível extrair muito conteúdo e mostrar a amplitude de nosso trabalho, as outras entrevistas por estarem dentro de um rótulo (yôga) acabavam fazendo com que você dedicasse praticamente o tempo inteiro desfazendo mal-entendidos e pré-conceitos.

Meus sinceros parabéns ao António Mateus por permitir que o mundo conheça o que o DeRose está propondo, proposta esta que vai muito além de algumas técnicas, estamos mostrando uma Cultura.

Será que seria possível legendar a entrevista em inglês? Eu não sei como fazer isso mas acho uma ótima idéia para esse vídeo ficar realmente acessível ao mundo todo.

Abraços!

Arthur Costi
Unidade Centro Cívico – Curitiba PR
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor:

Os que dizem que não gostam de nós sempre são os que não nos conhecem, os que não leram nenhum livro do DeRose, os que não o conheceram pessoalmente. Os que nos conhecem, imediatamente mudam de opinião e passam a gostar de nós.

Assim sendo, nosso compromisso é o de que os nossos alunos e instrutores informem o mundo exterior (familiares, amigos, mídia) sobre:

– Quem somos nós, realmente;

– O que ensinamos;

– A que nos propomos.

Tudo isso, sem mencionar nenhuma palavra que possa conduzir a falsos estereótipos, preconceitos e discriminações.

Os que estiveram no Festival Internacional de São Paulo, saíram de lá com a convicção da importância de divulgar a Nossa Cultura. Espero que cada leitor deste blog assuma a mesma missão.

Para auxiliá-lo nessa tarefa, postamos o vídeo de uma entrevista gravada em Portugal que não menciona nenhum termo que induza a estereótipos, a fim de que você possa fornecer o link às pessoas para assistirem. Foi instalado um dispositivo de forma que, além de indicar o link, você também possa fazer download para exibir em reuniões especialmente organizadas com esse objetivo ou, ainda, gravar CDs ou DVDs para presentear os amigos, os familiares e a mídia.

Essa entrevista precisa ser muito divulgada para todos os seus conhecidos, parentes e meios de comunicação, para que entendam o que é o Método DeRose. E para que, se vierem nos entrevistar, possamos dialogar sobre temas realmente abrangentes e relevantes, sem nos restringirmos a “lugares-comuns”.

Faça o download da entrevista com DeRose neste link: http://www.uni-yoga.org/entrevista_derose_tv.php

 

Gustavo Marson

Oi Mestre!

Aqui em Joinville passamos a entrevista em todas as nossas turmas, durante as aulas práticas, realizando permanência em ásanas. Essa foi uma forma de todos, até mesmo aqueles que “não tem tempo”, assistirem a entrevista. O resultado foi ótimo, todos elogiaram e muitos disseram que vão passar adiante.

Agora vamos continuar divulgando e distribuindo cópias em DVD.

Grande abraço.

Gustavo Marson
Joinville – SC

Fabiano Gomes

Mestrão,
Semana passada matriculei um novo aluno em minha escola. Este, integrante da mais alta classe de nossa sociedade (preservarei o nome) de muita influencia inclusive no âmbito nacional em função do trabalho que exerce. É uma grande pessoa, exigente, detalhista.
Disse-me ele o seguinte, olhando para minha placa (Uni-Yôga): “não sabia que vocês trabalhavam com o método DeRose, pois não vi o nome na placa. Se soubesse que vocês trabalhavam com este método, eu tinha parado aqui antes.”
É! Método DeRose é mesmo outra coisa.
Grande abraço

Fabiano Gomes – Porto Alegre

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor:

Lembra-se de que há algum tempo a Fée enviou um informativo para coletar textos intitulados: “Eu conheci o DeRose”?

Na ocasião, algumas pessoas enviaram seus textos, mas depois caiu no esquecimento. Agora ela está retomando a compilação da obra e convida você a participar. Por uma questão de praticidade, poderá postar seu texto no blog.

Vamos torcer para que o projeto chegue a um bom termo e que os depoimentos sejam interessantes, inusitados, curiosos, verdadeiros, engraçados, profundos, sinceros. Enfim, que tenhamos um livro divertido e instrutivo, cujo objetivo não seja adular nem lustrar o ego de quem quer que seja, mas sim acrescentar, elucidar, esclarecer, ilustrar e registrar fatos que contribuam para a construção da nossa história. Fatos esses que às vezes só uma pessoa conhece, fatos que eu mesmo talvez não conheça, fatos que quase todos já tenham esquecido ou jamais sabido, mas que possam ser do interesse da nossa “famiglia”.

Acho que cabe aqui citar um texto que a colega Tânia Loureiro postou aqui no blog:

Mestre, partilho consigo e com o mundo DeRose a analogia feita pelo médico, cientista e professor universitário brasileiro, no campo da farmacologia – Gilberto de Nucci – sobre o comportamento Humano.

Ele diz o seguinte:
“Os Homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.
Na sacola de trás, guardamos todos os nossos defeitos.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuimos, presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele – sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.”

… Felizmente que nós carregamos as duas sacolas bem na frente, atentos às qualidades e aos defeitos!

Beijo com muito SwáSthya!

Tânia Loureiro
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