segunda-feira, 16 de março de 2009 | Autor:

Qual é o nosso público

Especializamo-nos num público de adultos jovens, saudáveis, descontraídos, cultos e de bem com a vida. Assim são os praticantes de SwáSthya Yôga. Assim devem ser os seus alunos.

Outras correntes especializaram-se em senhoras, idosos, crianças, gestantes, místicos, alternativos ou em terapia. O tipo de trabalho que desenvolvemos não é competente para atender as expectativas dessas pessoas. Entenda este procedimento como especialização profissional e nunca como discriminação. Jamais cometeríamos discriminação ou preconceito. Nós aceitamos pessoas de todos os credos, etnias, idades, procedências e opções sexuais. Somos contra qualquer tipo de discriminação.

A razão de termos nos especializado nesse público

Adultos jovens, saudáveis e cultos são o público mais refratário a doutrinações e manipulações. São, portanto, pessoas nas quais podemos confiar para a consecução do nosso trabalho. Queremos também precaver-nos a fim de que nenhum detrator invejoso possa jamais nos acusar de estar catequizando ou manipulando os alunos daquelas faixas mais vulneráveis que são os enfermos, as crianças, os idosos, etc.

Pesquisa na Universidade de Brasília confirma

Conforme matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo, no dia 5 de abril de 2007, o pesquisador Marcio de Moura Pereira, do Grupo de Estudos e Pesquisas da Atividade para Idosos da UnB, comprovou que o SwáSthya não é aconselhável para a Terceira Idade. Embora possamos sempre questionar que quem estava conduzindo a pesquisa não era instrutor de SwáSthya Yôga habilitado ou que o pesquisador era um antipatizante motivado por razões tendenciosas, ainda assim, basicamente concordamos com a conclusão da pesquisa: o SwáSthya não é para a Terceira Idade, como já vimos declarando há muitos anos.

A quem não direcionamos o nosso trabalho:

Crianças – é uma responsabilidade muito grande trabalhar com crianças em qualquer área. No Yôga é mais problemático, pois as recomendações comportamentais poderiam entrar em choque com as dos pais como, por exemplo, se eles tiverem o hábito do álcool e do fumo, os quais são desaconselhados por nós. Além disso, um adulto é menos sujeito a acidentes. Crianças conseguem se machucar até dentro do próprio apartamento, com os pais ao lado. Contudo, mesmo que um adulto sofresse um acidente, causaria menos comoção. Não podemos colocar uma escola de Yôga em risco e muito menos uma criança.

Idosos – são mais frágeis e propensos a sofrer algum problema em sala de prática. Também não conseguem acompanhar as técnicas mais eficientes, obrigando o instrutor a restringir-se a uma aula excessivamente leve, o que desmotiva o profissional e não tem efeito algum. Finalmente, o idoso já fumou ou bebeu ou manteve outros hábitos prejudiciais durante 60 ou 70 anos. Isso compromete seriamente os resultados deste método. O próprio autor, que escreve estas palavras, brevemente será bisavô (portanto, está excluída a possibilidade de discriminação!) e, mesmo com a prática do Yôga, observa em seu corpo as mudanças biológicas naturais dessa faixa etária. Isso significa que recusemos pessoas na idade da razão? De forma alguma! Cerca de cinco por cento dos nossos alunos tem entre sessenta e setenta anos de idade. Mas estão saudáveis, não vieram buscando terapia e aceitaram mudar seus hábitos de vida.

Gestantes – também constituem uma grande responsabilidade, especialmente numa sociedade carregada de desinformação e preconceitos. É claro que há modalidades que se especializaram nesse público, mas queremos enfatizar que não é o nosso caso. As futuras mamães devem tomar muito cuidado ao procurar qualquer linha de Yôga para não transformar o que deveria ser uma experiência maravilhosa  em um momento de grande tristeza.

Místicos – são pessoas boas, que têm uma tendência a crer. Não queremos pessoas que creiam no que estamos ensinando. Queremos pessoas que saibam, que conheçam, que estudem, que possuam um acervo de documentação e fundamentação suficientes para que nossas propostas sejam levadas a sério.

Enfermos – são pessoas que necessitam desesperadamente de alívio para o seu sofrimento e anseiam por uma esperança de cura. São vulneráveis às promessas dos charlatães e não queremos que nenhum instrutor do nosso método se imiscua nesse território. Outro fator de risco é que podem sofrer um achaque a qualquer momento, em qualquer lugar. Se um idoso ou um enfermo morre dentro de um ônibus, não passa pela cabeça de ninguém querer processar o motorista ou pedir uma lei que proíba os ônibus de circular. No entanto, se ele falecer em uma aula de Yôga não temos dúvidas de que poderão querer acusar o professor ou o próprio Yôga.

Para saber mais a este respeito, recomendamos que leia o livro A parábola do croissant, de Rodrigo De Bona.

Leia, também, neste blog o post A life style.

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domingo, 15 de março de 2009 | Autor:

A Cultura Preconizada

O Método DeRose é uma Cultura, uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas corporais que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

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terça-feira, 10 de março de 2009 | Autor:

Jaime e Desirée enviam a todos um carinhoso abraço e comunicam que estão começando a divulgar o trabalho com o Método DeRose em Palma de Mallorca. Nossos votos de sucesso e que contem com o apoio de toda a egrégora. Aguardamos algumas fotos para compartir com os colegas de blog!

segunda-feira, 9 de março de 2009 | Autor:

Codificar:  reunir numa só obra textos, documentos, extratos oriundos de diversas fontes; coligir, compilar. (Dicionário Houaiss)

 

Imagine que você ganhou como herança um armário muito antigo (no nosso caso, de cinco mil anos). De tanto admirá-lo, limpá-lo, mexer e remexer nele, acabou encontrando um painel que parecia esconder alguma coisa dentro. Depois de muito tempo, trabalho e esforço para não danificar essa preciosidade, finalmente você consegue abrir. Era uma gaveta esquecida e, por isso mesmo, lacrada pelo tempo. Lá dentro você contempla extasiado um tesouro arqueológico: ferramentas, pergaminhos, sinetes, esculturas! Uma inestimável contribuição cultural!

As ferramentas ainda funcionam, pois os utensílios antigos eram muito fortes, construídos com arte e feitos para durar. Os pergaminhos estão legíveis e contêm ensinamentos importantes sobre a origem e a utilização das ferramentas e dos sinetes, bem como sobre o significado histórico das esculturas. Tudo está intacto sim, mas tremendamente desarrumado, embaralhado e com a poeira dos séculos. Então, você apenas limpa cuidadosamente e arruma a gaveta. Pergaminhos aqui, ferramentas acolá, sinetes à esquerda, esculturas à direita. Depois você fecha de novo a gaveta, agora sempre disponível e organizada.

O que foi que você tirou da gaveta? O que acrescentou? Nada. Você apenas organizou, sistematizou, codificou.

Pois foi apenas isso que fizemos. O armário é o Yôga Antigo, cuja herança nos foi deixada pelos Mestres ancestrais. A gaveta é um comprimento de onda peculiar no inconsciente coletivo. As ferramentas são as técnicas do Yôga. Os pergaminhos são os ensinamentos dos Mestres do passado, que nós jamais teríamos a petulância de querer alterar. Isto foi a sistematização do SwáSthya Yôga.

Por ter sido honesta e cuidadosa em não modificar, não adaptar, nem ocidentalizar coisa alguma, nossa codificação foi muito bem aceita pela maioria dos estudiosos. Hoje, esse método sistematizado no Brasil existe em todos os Continentes. Se alguém não o conhecer pelo nome de SwáSthya Yôga, conhecerá seguramente pelo nome erudito e antigo: Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Seu nome já denota as origens ancestrais uma vez que a linhagem mais antiga (pré-clássica, pré-ariana) era de fundamentação Tantra e Sámkhya. Compare estas informações com o quadro da Cronologia Histórica publicado originalmente no meu livro Yôga Sútra de Pátañjali, editado sob a chancela da Universidade de Yôga.

 

Cronologia Histórica do Yôga

Divisão

Yôga Antigo

Yôga Moderno

Tendência

Sámkhya

Vêdánta

Período

Yôga Pré-Clássico

Yôga Clássico

Yôga Medieval

Yôga Contemporâneo

Época

Mais de 5000 anos

séc. III a.C.

séc. VIII d.C.

séc. XI d.C.

Século XX

Mestre

Shiva

Pátañjali

Shankara

Gôrakshanatha

Rámakrishna e Aurobindo

Literatura

Upanishad

Yôga Sútra

Vivêka Chudamani

Hatha Yôga

Vários livros

Fase

Proto-Histórica

Histórica

Fonte

Shruti

Smriti

Povo

Drávida

Árya

Linha

Tantra

Brahmácharya

 

 

Belgrano estudiando

¨All truth passes through three stages. First, it is ridiculed. Second, it is violently opposed. Third, it is accepted as being self-evident.¨

Arthur Schopenhauer. German philosopher (1788 – 1860)

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quinta-feira, 5 de março de 2009 | Autor:

Luc

Olá, Mestre e amigos.

É com satisfação que participo a publicação de uma boa matéria sobre o SwáSthya no Jornal da Manhã de Uberaba-MG.
Continuando o intenso trabalho do Mestre Sérgio Santos em Minas Gerais, vim desbravar o Triângulo Mineiro.
Semana passada consegui uma entrevista sobre “Yôga e jovens”. Como é de praxe, pedi as perguntas e as respondi por escrito. A querida jornalista Faeza Rezende fez alguns cortes e reformulações, mas o resultado ficou bem satisfatório. Confiram:

http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,5654

Luc divulgando o SwáSthya Yôga em Uberaba

Gostaria de contar com o apoio da família SwáSthya para comentar e agradecer à jornalista Faeza Rezende. Imagine-a recebendo dezenas de e-mails em espanhol, francês, inglês, português? Sem dúvida a mídia uberabense ficará bem impressionada com nossa força e gratidão e abrirá novas oportunidades para divulgação do nosso método.

Dados:
Yôga: prática para um novo estilo de vida.
Jornal da Manhã, caderno Saúde, p. 10, dia 5/3/2009.
Telefone: (34) 3331–7900 – Fax: (34) 3321–8200
E–mail geral: [email protected]
E-mail da jornalista: [email protected]
Espaço do leitor: [email protected]

Lembre-se de colocar seu nome completo, RG/CPF, endereço e telefone.

Mahá abraço!

quarta-feira, 4 de março de 2009 | Autor:

Nós evitamos confrontos

Seja com alunos, colegas, fornecedores ou com quem quer que seja, por uma questão de estilo e elegância, nós praticantes do Método DeRose evitamos confrontos. Aplicamos o jogo de cintura, o sorriso, negociamos e procuramos soluções amistosas. Como todo advogado inteligente, consideramos que um mal negócio é melhor do que uma boa briga. Há muitas outras saídas, sem ter que brigar.

Quem bate-boca é gente mal educada. É quem provém de um meio cultural rude e faz questão de continuar nele. Quem encrenca, dificulta, reclama, faz intriga, discute, faz caras, levanta a voz, gesticula como um morador de cortiço não pode conviver com os demais instrutores e alunos da Nossa Cultura.

Cada vez que você se desentende com alguém isso é mau sinal. É sinal de que falta equilíbrio emocional, falta civilidade e falta educação. Depõe contra você e contra nós.

sábado, 7 de fevereiro de 2009 | Autor:

O que é uma codificação

(Segundo o dicionário Houaiss, o primeiro significado de codificar é: “reunir numa só obra textos, documentos, extratos oriundos de diversas fontes, coligir, compilar.” )

Imagine que você ganhou como herança um armário muito antigo (no nosso caso, de cinco mil anos). De tanto admirá-lo, limpá-lo, mexer e remexer nele, acabou encontrando um painel que parecia esconder alguma coisa dentro. Depois de muito tempo, trabalho e esforço para não danificar essa preciosidade, finalmente você consegue abrir. Era uma gaveta esquecida e, por isso mesmo, lacrada pelo tempo. Lá dentro você contempla extasiado um tesouro arqueológico: ferramentas, pergaminhos, sinetes, esculturas! Uma inestimável contribuição cultural!

As ferramentas ainda funcionam, pois os utensílios antigos eram muito fortes, construídos com arte e feitos para durar. Os pergaminhos estão legíveis e contêm ensinamentos importantes sobre a origem e a utilização das ferramentas e dos sinetes, bem como sobre o significado histórico das esculturas. Tudo está intacto sim, mas tremendamente desarrumado, embaralhado e com a poeira dos séculos. Então, você apenas limpa cuidadosamente e arruma a gaveta. Pergaminhos aqui, ferramentas acolá, sinetes à esquerda, esculturas à direita. Depois você fecha de novo a gaveta, agora sempre disponível e organizada.

O que foi que você tirou da gaveta? O que acrescentou? Nada. Você apenas organizou, sistematizou, codificou.

Pois foi apenas isso que fizemos. O armário é o Yôga Antigo, cuja herança nos foi deixada pelos Mestres ancestrais. A gaveta é um comprimento de onda peculiar no inconsciente coletivo. As ferramentas são as técnicas do Yôga. Os pergaminhos são os ensinamentos dos Mestres do passado, que nós jamais teríamos a petulância de querer alterar. Isto foi a sistematização do SwáSthya Yôga.

Por ter sido honesta e cuidadosa em não modificar, não adaptar, nem ocidentalizar coisa alguma, nossa codificação foi muito bem aceita pela maioria dos estudiosos. Hoje, esse método sistematizado no Brasil existe em todos os Continentes. Se alguém não o conhecer pelo nome de SwáSthya Yôga, conhecerá seguramente pelo nome erudito e antigo: Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Seu nome já denota as origens ancestrais uma vez que o Yôga mais antigo (pré-clássico, pré-ariano) era de fundamentação Tantra e Sámkhya. Compare estas informações com o quadro da Cronologia Histórica publicado originalmente no meu livro Yôga Sútra de Pátañjali, editado sob a chancela da Universidade de Yôga.

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