segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 | Autor:

Zélia Couto e Santos
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Mestre, não sei se dá para colocar isto no blog, mas aqui vai o calendário das actividades do Dia do Yôga para Portugal. Beijinho doce.

No dia 18 de Fevereiro celebra-se o Dia do Yôga. Data emblemática para esta filosofia de vida, pois coincide com o dia do nascimento de dois grandes Mestres – Rámakrishna em 1836 e DeRose em 1944.

Esta data está oficialmente instituída em vários estados brasileiros e homenageia publicamente a obra de uma personalidade tão carismática e importante na nossa sociedade actual, o Mestre DeRose.

Em Portugal, as entidades organizadoras são a Federação de Yôga do Norte de Portugal (FYNP) e a Federação de Yôga do Sul e Ilhas de Portugal (FYSIP).

Tal acção estende-se de Norte a Sul do País, possuindo também um cariz filantrópico, dado que haverá uma contribuição alimentar, através de doações de alimentos não perecíveis, para a Associação Abraço.

CALENDÁRIO DAS FESTIVIDADES DO DIA DO YÔGA

14 Fevereiro | Sábado
Multiusos de Gondomar, na Sala de Ouro

16h00 – Recepção dos participantes com entrega de um certificado de participação e recolha de alimentos não perecíveis para a Abraço;
16h30 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;
17h00 – Mega Aula de Yôga (Ashtánga Sádhana) para 300 pessoas.

20 Fevereiro | Sexta-feira
FNAC de Cascais

21h00 – Apresentação de coreografias do Método DeRose, com demonstradores nacionais e internacionais;
21h30 – Palestra: “Autoconhecimento, uma ferramenta para gerir o stress” com o Prof. António Pereira, Presidente da FYSIP.

21 Fevereiro | Sábado
Faro

22h00 – Clean Party no Suigeneris (restaurante/bar/discoteca).

Estão todos convidados!!!

domingo, 18 de janeiro de 2009 | Autor:

Em nossos livros, apostilas, websites, blogs, textos de aula e artigos para a imprensa, vamos procurar usar menos a palavra Yôga. Relendo livros meus, do Sérgio Santos, do Joris Marengo, do Rodrigo de Bona, da Rosângela de Castro e outros autores, cheguei a detectar, em alguns casos, até oito vezes a palavra Yôga por página!

Então, também por uma questão de estilo, aí vão algumas sugestões de termos que você pode começar a usar para substituir a palavra Yôga nos seus textos:

1.      A Nossa Cultura.

2.      A cultura que propomos.

3.      A filosofia que preconizamos.

4.      O sistema que aplicamos.

5.      O método que transmitimos.

6.      A metodologia que ensinamos.

7.      O Método DeRose.

8.      Tradição ancestral.

9.      Nossa* filosofia.

10.  Nosso sistema.

11.  Nosso método.

12.  Nossa metodologia.

13.  Nossa obra.

14.  Nossa arte.

15.  Nossa proposta.

16.  Nossa família.

17.  Nossa egrégora.   [De uso mais restrito]

18.  Nossa empresa.

19.  Nosso trabalho.

20.  Nossa entidade.

21.  Nossa instituição.

22.  Nossa Escola.

23.  Nossa saga.   [De uso mais restrito]

24.  Nosso movimento cultural.

25.  Nossa proposta cultural.

26.  Esta revolução cultural.

27.  Esta corrente.

28.  Esta vertente.

29.  A reeducação comportamental.

30.  A implantação de uma nova** cultura.   [De uso mais restrito]

*Note que, às vezes, onde consta “o Yôga”, ao substituir a expressão, torna-se necessário inserir um “nossa” ou “nosso” para que a frase não perca o sentido. Confira no título Exemplos de utilização, abaixo, as substituições que fizemos ajudar a compreensão desta proposta.

**Cuidado para não usar o vocábulo “nova” ou “novo” quando isso puder ser mal interpretado, dando a impressão de que estamos propondo alguma forma “nova” de Yôga. Só nos referiremos à implantação de uma nova cultura quando a frase deixar bem claro – e sem margem para distorção – que estamos falando do conjunto das atitudes e comportamentos que preconizamos nesta cultura.

 

Exemplos de utilização

Esta é a página 26 do livro A Parábola do croissant, do colega De Bona. Nessa página, encontramos a palavra Yôga sete vezes e SwáSthya quatro vezes. Isso também ocorre em várias outras páginas e não apenas no livro dele. Essa é a tônica da maior parte dos nossos livros, apostilas, artigos e textos em geral.

Texto original

“Trazendo essa parábola para a realidade do SwáSthya Yôga, podemos observar que não basta uma metodologia completa e altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança e relativa aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pelo Yôga.

Não basta que sejam observadas todas as demais características do SwáSthya, nem praticá-lo com disciplina, constância e humildade, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como Yôga autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando SwáSthya, não terá a mesma vibração, a egrégora e a força que esse Yôga transmite.

É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação, interesse, educação, cultura e sensibilidade. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.

Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com um Yôga antigo, iria questioná-lo, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade desse Yôga Tantra-Sámkhya, desconhecendo que o Yôga seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”

Texto modificado

“Trazendo essa parábola para a realidade da Nossa Cultura, podemos observar que não basta nós termos uma metodologia altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pela filosofia que preconizamos.

Não basta que sejam observadas todas as demais características do método, nem praticá-lo com disciplina, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como um sistema autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando a nossa proposta, não haverá a mesma vibração que esta reeducação comportamental transmite.

É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.

Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com uma tradição ancestral iria questioná-la, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade dessa vertente, desconhecendo que a cultura que propomos seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”

 

Tiramos todas as sete repetições da palavra Yôga e três das quatro repetições do nome SwáSthya. Admitamos que o texto ficou muito mais leve. Leia mais »

terça-feira, 13 de janeiro de 2009 | Autor:

Muita gente tem me consultado sobre se quem estava executando os ásanas no vídeo de divulgação da novela Caminho das Índias eram mesmo os atores. Como quem deu a consultoria a eles foram instrutores do Método DeRose, é bem capaz que os atores tenham conseguido mesmo. Afinal, nosso Método é rápido para desencadear progresso e também não sabemos quanto tempo eles treinaram. Por outro lado,  o pessoal da TV Globo é muito esforçado. Só não gostei da cara séria, pois o Yôga faz aflorar uma felicidade tão grande que é inevitável esse sentimento extrapolar para a fisionomia. Contudo, é capaz de melhorar quando, mediante a consultoria dos nossos instrutores do Método DeRose, for superado o paradigma de que o Yôga deve ser praticado com aquela fisionomia. Leia mais »

 | Autor:

Hoje está ocorrendo o nosso curso de pós-graduação. Turma cheia. Eu assisti à aula no horário da manhã e achei sensacional. Pena que à tarde tenho meu próprio curso para ministrar.

Considerando o sucesso da primeira turma, estamos querendo abrir mais uma. O curso é aberto também aos que não têm terceiro grau, como ouvintes. O pré-requisito é que o interessado seja instrutor do Método DeRose, formado, revalidado e quite com a supervisão. Como o curso ocorre somente aos sábados e apenas dois sábados por mês, você que mora noutra cidade e até mesmo noutro estado, pode participar. Na primeira turma termos gente que vem de Minas, Curitiba, Brasília e outras cidades. Não fique para trás. Acompanhe o nosso ritmo!

Os que têm terceiro grau receberão o certificado de pós-graduação com nível de MBA em Gestão e Empreendedorismo no Método DeRose.

Os que não tiverem terceiro grau receberão o certificado de extensão universitária como especialização.

E todos aprenderão o conteúdo da matéria, que é o mais importante.

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