quinta-feira, 18 de março de 2010 | Autor:

Inclusive no banco de trás!

Mestre.
Veja que bonito esse vídeo.

Beijo grande.

Rapha
Unidade Cabral
Curitiba – PR

http://www.youtube.com/watch?v=h-8PBx7isoM

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Uma coisa que você não sabe é que muito provavelmente os cintos de segurança viraram lei há vários anos em São Paulo graças à Nossa Cultura. É que assim que o Prefeito Malluf entrou para comandar a cidade em 1993, escrevi uma carta propondo essa lei. Meu argumento era convincente: “Imagine poder declarar que quando Va. Excia. entrou para administrar São Paulo ocorriam x mortes por acidentes automobilísticos e que ao sair esse número tenha se reduzido 30% ou 40%!”  Não sei se ele chegou a ler minha carta ou se algum assessor agarrou a ideia e a apresentou como sendo dele. O fato é que pouco depois, em outubro de 1994, a lei havia sido sancionada. Na sequência, não apenas a cidade, mas o próprio Estado de São Paulo adotou a mesma Lei. Em seguida, virou Lei Nacional. Se, de fato, foi a minha carta que desencadeou tudo isso, fico muito feliz com a quantidade de vidas (e tetraplegias!) que foram poupadas.

Imediatamente, passei a exigir que meus passageiros utilizassem também o cinto traseiro, que muita gente, incompreensivelmente, acha que não precisa usar. Agora, trafegar sem esse equipamento no banco traseiro é infração grave.

DeRose
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segunda-feira, 15 de março de 2010 | Autor:

Deve haver um no seu bairro. Se não houver, funde um. Em vez de reclamar que as coisas não estão do jeito como você acha que deviam ser, faça-as acontecer. Reúna-se com os seus concidadãos e tome com eles decisões em conjunto. Sendo um conselheiro, você terá um grande poder de melhorar o mundo: o seu mundo, o universo do seu bairro, da sua rua, da sua vizinhança. Não reclame: aja!

sábado, 28 de novembro de 2009 | Autor:

É muito fácil livrarmo-nos desses terríveis sinistros. Imagine o desespero e o sofrimento de uma pessoa morrendo queimada. Em grandes incêndios de edifícios, hotéis, casas de espetáculos, multiplique esse sofrimento por centenas. E parece que as pessoas consideram isso simplesmente um acidente inevitável, sobre o qual não temos nem devemos ter nenhum controle, pois pouco fazem para evitá-lo. Por que digo isto? Porque é muito simples reduzir os riscos de incêncio a quase zero.

Em primeiro lugar, precisamos reconhecer que um grande número de sinistros em empresas e residências foram e são causados por uma espécie de animal irracional chamado fumante. Já sabe que dá câncer e mais uma constelação de enfermidades graves denunciadas por lei na embalagem de cada maço de cigarros. Mas, incompreensivelmente, o hominídeo continua comprando e usando o produto mortal. Mais mortal ainda quando põe fogo na casa.

Em segundo lugar, precisamos deixar de seguir cumprindo o paradigma estúpido de utilizar produtos inflamáveis nos materiais de construção e de decoração. Tinta é inflamável. Piso de madeira e carpete são inflamáveis. Cortinas de tecido ou persianas de madeira são inflamáveis. Por que então as pessoas continuam utilizando esses materiais? Essa é mais uma demonstração da falta de visão de futuro da espécie que se autodenominou “sapiens”. Agora – diz ele –  eu quero usar estes produtos porque são mais baratos, ou porque são mais bonitos, ou porque sempre se fez assim. Depois é futuro. Pode ser que nem pegue fogo…  “Não podemos ser paranóicos.” Essa foi a frase de um amigo meu que foi assaltado um sem-número de vezes por facilitar, sofreu vários acidentes de carro por falta de previsão e finalmente morreu em um incêndio.

Na construção da minha casa, na Alameda Jaú 2000, os pisos dos cinco andares são de ardósia, pedra, que não pega fogo. Ao invés de cortinas de tecido utilizei persianas de alumínio (exceto onde precisei de uma cortina black-out). Nas paredes não há tinta e sim porcelanato refratário ao calor que tende a retardar a propagação de algum incêndio ocorrido no prédio vizinho.

Além disso, em cada andar encontram-se vários extintores de incêndio a CO2 que pode ser usado inclusive em eletricidade. Embora a probabilidade de incêndio numa casa construída dessa forma seja quase nula, projetei em cada andar uma porta de escape que dá diretamente para a rua. Entre as medidas de segurança, estamos a cinco minutos de um corpo de bombeiros.

No entanto, só poderemos considerar que demos um passo efetivo na prevenção de incêndios quando utilizarmos fontes frias de energia. Eletricidade, gasolina, álcool ou carvão são fontes que produzem incêndios e nem compreendo como não ocorrem com muito mais frequência. Quando utilizarmos energia aeólica, energia geomagnética e outras com as quais ainda nem sonhamos, isso somado à utilização de materiais não-combustíveis nas construções/decorações e quando os fumantes estiverem extintos, muito menos gente será supliciada em incêndios perfeitamente evitáveis.

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