quinta-feira, 19 de março de 2009 | Autor:

Ele já era velhinho, um Rotweiler enorme, poderoso, às vezes ranzinza como o somos todos os velhotes, mas uma gracinha. Pena que nossos melhores amigos partam antes – e tão antes! – de nós. Nosso abraço de consolo ao Fabiano Gomes. Ainda bem que você tem a Eureka, para lhe fazer companhia. Mas vai ser preciso dar uma atenção especial (carinho, comidinhas e passeios) para que ela não sinta muito a falta do companheirão Dartagnan. Leia mais »

quinta-feira, 19 de março de 2009 | Autor:

Eu reviso vários livros ao mesmo tempo. Por isso, às vezes ocorre de ficar pronto um e logo depois ficar concluído outro. Desta vez, a Fée re-revisou o livro e acaba de me entregar os originais (ela também fica trabalhando até agora, 3;45h da matina).

Este novo livro do colega Joris Marengo é  O Yôga Antigo para iniciantes. Joris elaborou desta vez um livro menor, resumindo o que sua experiência de mais de trinta anos como instrutor deste método considerou como essencial aos principiantes. Espero que o nosso estimado Jojó edite rapidamente esta obra, pois tenho a certeza de que vai ser muito útil aos alunos em geral e até aos instrutores.

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quinta-feira, 19 de março de 2009 | Autor:

Barato sai caro

Cuidado com produtos baratos. O colega Edgardo Caramella sempre conta que o pai dele costumava comprar sapatos caros e quando alguém questionava o gasto, ele respondia: “Não sou rico para comprar sapatos baratos.” Explicação: sapatos baratos não duram e é preciso comprar outros e outros, enquanto que uns sapatos de boa qualidade duram décadas. Por outro lado, geralmente, os produtos muito baratos foram fabricados usando trabalho de imigrantes ilegais que tiveram de se sujeitar a condições desumanas e mal remuneradas. Muitos desses produtos provieram de mão-de-obra escrava ou de exploração infantil. Comprar produtos dessas procedências é o mesmo que ser cúmplice dessas circunstâncias. Leia mais »

quarta-feira, 18 de março de 2009 | Autor:

Sílvia Amêndola, aluna da Unidade Rio Claro, lembra-nos de que no próximo domingo, dia 22 de março, será comemorado o aniversário da colega Mírian Rodeguer. Pelas minhas contas, Mírian está conosco há mais de vinte anos e foi um dos que construiram uma sede própria muito bonita apenas com o que auferiu com seu trabalho com SwáSthya. Tenho a certeza de que Mírian ainda vai realizar obras bem importantes na nossa família.

quarta-feira, 18 de março de 2009 | Autor:

Se há uma colega a quem devemos todos admirar, essa é a Márcia Cordoni, heroína da auto-superação. Como para confirmar a tradição, Márcia foi muito cobrada e exigida, pelo seu Mestre e pela própria vida. Resultado: uma vice-presidente da Federação de Yôga do Estado de São Paulo que vem desempenhando sua função com dignidade e competência.

Há um tipo de fibra que só se adquire passando por dificuldades. Por isso, diz o texto dos Preceitos aos Instrutores de Yôga:

“A árvore podada cresce mais e o guerreiro ferido muitas vezes em combate torna-se perito no uso das armas. Tal exacerbação do instinto de sobrevivência é obtida pela disciplina e pelas dificuldades. O melhor discípulo será aquele sobre o qual forem aplicadas as maiores exigências e as mais duras críticas. O mais talentoso instrutor será aquele que tiver enfrentado as mais atrozes dificuldades no afã de bem desempenhar sua missão.”

À Márcia Cordoni o meu reconhecimento e as homenagens dos seus companheiros da União Nacional de Yôga.

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quarta-feira, 18 de março de 2009 | Autor:

Nos idos de 1960 e 1970 os instrutores de Yôga viviam isolados. Não podiam conviver com seus pares. Tinham que amargar a solidão, pois o único a realmente compreender o instrutor de Yôga é outro instrutor. A única pessoa que tem um diálogo útil e que preencha as carências de um professor de Yôga é outro profissional.

Nossa família e nossos amigos, geralmente, não compartilham os nossos ideais. Às vezes até gracejam ou boicotam nosso estilo de vida.

Mas os instrutores não podiam buscar consolo, conforto, solidariedade e compreensão entre outros colegas, já que havia um clima de desconfiança. Se um instrutor de Yôga tentasse visitar ou escrever a um colega, este entrava em defensiva, com medo, porque não era formado e sabia muito pouco. O outro era uma ameaça.

Com isso, os instrutores fechavam-se no seu isolamento e estagnavam-se no seu progresso. Só podiam encontrar algum incremento nos livros. Mas não tinham a quem consultar sobre suas dúvidas e incertezas; não tinham quem lhes desse opiniões, sugestões e críticas construtivas…

Então, um grupo de professores de vários tipos de Yôga resolveu unir-se para trocar idéias e para que cada um emitisse opiniões sobre o trabalho do outro. Se um conhecesse melhor determinado assunto, ensinaria isso aos demais. Juntos, dividiram o custo de impressos e de publicidade, o que foi vantajoso para todos. A essa “cooperativa” deram o nome de União de Yôga, União Nacional e, finalmente, União Nacional de Yôga.

Mais tarde, a União de todos passou a proporcionar cursos de aperfeiçoamento, cursos de formação, expedir os primeiros certificados de instrutor de Yôga do país, publicar livros e, até mesmo, criar um vínculo de mútuo apoio que fez muita gente crescer bastante.

Já não éramos indigentes. Agora tínhamos uma entidade amigável, honesta, grande e forte para nos respaldar.

Essa União não foi criada para gerar separatismo e sim para unir, como já diz o seu próprio nome. Contudo, era preciso proporcionar algumas vantagens exclusivas aos que quiseram fazer parte da família. Então, criaram-se descontos generosos de até 90% em cursos e eventos, e de até 50% na compra de livros e suprimentos.

Hoje, quarenta anos depois, estamos ainda aqui, de braços abertos para receber você na nossa família e lhe estender os benefícios da União. Estamos ansiosos por contar com a sua presença amiga entre nós.

 

Bruna Amor

Boa noite Mestre,
gostaria de compartilhar este vídeo com você e com todos que acessam seu blog.
Achei muito pertinente, uma vez que somos uma famiglia de pessoas engajadas e gregárias.
Me lembrou o sutra ” Uns se sentam e choram, outros se levantam e fazem.”
Segue link, vídeo intitulado “O menino e a árvore”.

http://romanticos-conspiradores.ning.com/video/video/show?id=2765393%3AVideo%3A1881

Um grande beijo no coração!
Bruna Amor

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terça-feira, 17 de março de 2009 | Autor:

 seriedade superlativa

Ao travar contato com o nosso trabalho, uma das primeiras impressões observadas pelos estudiosos é a superlativa seriedade que se percebe nos nossos textos, linguagem e procedimentos. Essa seriedade manifesta-se em todos os níveis, desde a honestidade de propósitos – uma honestidade fundamentalista – até o cuidado extremado de não fazer nenhum tipo de doutrinação, nem de proselitismo, nem de promessas de terapia. Definitivamente, não se encontra tal cuidado na maior parte das demais modalidades de aprimoramento pessoal.

Fazemos questão absoluta de que nossos instrutores e alunos sejam rigorosamente éticos em todas as suas atitudes, tanto no nosso círculo cultural, quanto no trabalho, nas relações afetivas, na família e em todas as circunstâncias da vida. Devemos lembrar-nos de que, mesmo enquanto alunos, somos representantes do Método DeRose e a opinião pública julgará a validade da proposta e o mérito da obra a partir do nosso comportamento e imagem.

Em se tratando de dinheiro, lembre-se de que é preferível perder o nobre metal do que perder um amigo, ou perder o bom nome, ou perder a classe.

Devemos mostrar-nos profundamente responsáveis, maduros e honestos ao realizar negócios, ao fazer declarações, ao evitar conflitos, ao buscar aprimoramento em boas maneiras, ao cultivar a elegância e a fidalguia.

O mundo espera de nós um modelo de equilíbrio, especialmente quando tivermos a obrigação moral de defender corajosamente nossos direitos e aquilo ou aqueles em que acreditamos. Fugir à luta seria a mais desprezível covardia. Lutar com galhardia em defesa da justiça e da verdade é um atributo dos corajosos. Contudo, lutar com elegância e dignidade é algo que poucos conseguem conquistar.

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