quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 | Autor:

José Afonso
http://www.espaceenergie.fr | [email protected] | 82.238.72.9

Outra opção é colocar o endereço do blog na assinatura do email, divulgando a cada email enviado:

José Afonso
http://www.espaceenergie.fr
+33 1 43 54 38 42

Visitez le blog du De Rose:
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009 | Autor:

Zélia Couto e Santos
http://www.yogaweb.com.pt | [email protected] | 213.22.170.231

Só o Mestre para descortinar o Swáramago e fazer o link entre swára e a pontuação!!! lololol
Apesar da falta da dita cuja, sou fã incondicional do Saramago, o mago da literatura portuguesa.
Quanto à divulgação do blog sugiro uma coisa que comecei a fazer com os alunos da nossa Unidade.
Diariamente, faço copy a um dos artigos do blogue e, depois, past para a folha de rosto do mail.
Em seguida, envio para a nossa lista de alunos e prospects com a indicação:
Quer saber mais? então vá ao Blog do DeRose em
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/
Leia e comente pois a sua opinião é importante.

Está a dar resultado. Fica a sugestão.
Um grande abraço e mais uma vez adoro este espaço na net ehehehehe
Zélia Couto e Santos

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009 | Autor:

Sabe o que é Swáramago? É o nome místico de um autor que é um mago da extensão do fôlego (swára) na leitura, por quase não usar pontuação. Pois é. Nosso blog já está encostando na pontuação desse grande escritor, detentor de um Prêmio Nobel (pronuncie: “nobél“).

Parabéns a todos nós. Por um lado. Por outro lado, nossos visitantes são muitos, mas não tenho observado crescimento numérico. Este blog tem que crescer. Será que nossos amigos não o estão divulgando para os seus amigos? Será que nossos instrutores não estão reiterando aos seus alunos, inclusive os de academias e empresas, a que entrem efetivamente no blog? Todos os dias detecto um aluno de algum instrutor que nem sabia do blog!

Vamos trabalhar, galera. Quem quer moleza, que se sente na maria-mole.

Recebi este comentário do Caio Melo:

Caio Melo
http://www.paraviverbem.com.br | [email protected] | 200.193.12.144

Embora não tenha a ver com este post, resolvi comentar aqui mesmo. Na verdade não é só para o Mestre, mas para todo mundo.

Pessoal, reparei que pesquisando por DeRose no Google, o site da Uni-Yôga está em primeiro, mas o blog está em terceiro. Entre eles consta um comunicado de saída.

Sempre tenho entrado aqui através do Google… que tal todos acessarmos dessa forma?

Beijos e abraços

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 | Autor:
Adote um animal de rua

Milhares de cães e gatos são recolhidos das ruas diariamente. Se ninguém os adotar, eles serão mortos em pouco tempo. Portanto, se você tem vontade de ter um animalzinho de estimação, adote em vez de comprar um. Nos centros de zoonoses, responsáveis por essa coleta, há diversos tipos de tamanhos, idades e pelagens. Certamente, você vai conseguir um amigão.

Ana Fior, de Curitiba, nos enviou estes dois sites:

http://www.spacuritiba.com.br/novo/index_pt.html

http://www.doacaodeanimais.com.br/

Fernanda Neis, de São Paulo, enviou este site:

http://www.patinhasonline.com.br

Tiago Orengo, de Porto Alegre, enviou este site:

http://www.bichoderua.com.br

Leia também os posts: Seu carro tem cheiro de cachorro?; Pessoinhas de quatro patas; Acabamos de adotar mais um peludo; e Jaya, minha weimaraner vegetariana.
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domingo, 18 de janeiro de 2009 | Autor:

Em nossos livros, apostilas, websites, blogs, textos de aula e artigos para a imprensa, vamos procurar usar menos a palavra Yôga. Relendo livros meus, do Sérgio Santos, do Joris Marengo, do Rodrigo de Bona, da Rosângela de Castro e outros autores, cheguei a detectar, em alguns casos, até oito vezes a palavra Yôga por página!

Então, também por uma questão de estilo, aí vão algumas sugestões de termos que você pode começar a usar para substituir a palavra Yôga nos seus textos:

1.      A Nossa Cultura.

2.      A cultura que propomos.

3.      A filosofia que preconizamos.

4.      O sistema que aplicamos.

5.      O método que transmitimos.

6.      A metodologia que ensinamos.

7.      O Método DeRose.

8.      Tradição ancestral.

9.      Nossa* filosofia.

10.  Nosso sistema.

11.  Nosso método.

12.  Nossa metodologia.

13.  Nossa obra.

14.  Nossa arte.

15.  Nossa proposta.

16.  Nossa família.

17.  Nossa egrégora.   [De uso mais restrito]

18.  Nossa empresa.

19.  Nosso trabalho.

20.  Nossa entidade.

21.  Nossa instituição.

22.  Nossa Escola.

23.  Nossa saga.   [De uso mais restrito]

24.  Nosso movimento cultural.

25.  Nossa proposta cultural.

26.  Esta revolução cultural.

27.  Esta corrente.

28.  Esta vertente.

29.  A reeducação comportamental.

30.  A implantação de uma nova** cultura.   [De uso mais restrito]

*Note que, às vezes, onde consta “o Yôga”, ao substituir a expressão, torna-se necessário inserir um “nossa” ou “nosso” para que a frase não perca o sentido. Confira no título Exemplos de utilização, abaixo, as substituições que fizemos ajudar a compreensão desta proposta.

**Cuidado para não usar o vocábulo “nova” ou “novo” quando isso puder ser mal interpretado, dando a impressão de que estamos propondo alguma forma “nova” de Yôga. Só nos referiremos à implantação de uma nova cultura quando a frase deixar bem claro – e sem margem para distorção – que estamos falando do conjunto das atitudes e comportamentos que preconizamos nesta cultura.

 

Exemplos de utilização

Esta é a página 26 do livro A Parábola do croissant, do colega De Bona. Nessa página, encontramos a palavra Yôga sete vezes e SwáSthya quatro vezes. Isso também ocorre em várias outras páginas e não apenas no livro dele. Essa é a tônica da maior parte dos nossos livros, apostilas, artigos e textos em geral.

Texto original

“Trazendo essa parábola para a realidade do SwáSthya Yôga, podemos observar que não basta uma metodologia completa e altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança e relativa aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pelo Yôga.

Não basta que sejam observadas todas as demais características do SwáSthya, nem praticá-lo com disciplina, constância e humildade, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como Yôga autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando SwáSthya, não terá a mesma vibração, a egrégora e a força que esse Yôga transmite.

É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação, interesse, educação, cultura e sensibilidade. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.

Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com um Yôga antigo, iria questioná-lo, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade desse Yôga Tantra-Sámkhya, desconhecendo que o Yôga seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”

Texto modificado

“Trazendo essa parábola para a realidade da Nossa Cultura, podemos observar que não basta nós termos uma metodologia altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pela filosofia que preconizamos.

Não basta que sejam observadas todas as demais características do método, nem praticá-lo com disciplina, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como um sistema autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando a nossa proposta, não haverá a mesma vibração que esta reeducação comportamental transmite.

É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.

Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com uma tradição ancestral iria questioná-la, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade dessa vertente, desconhecendo que a cultura que propomos seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”

 

Tiramos todas as sete repetições da palavra Yôga e três das quatro repetições do nome SwáSthya. Admitamos que o texto ficou muito mais leve. Leia mais »

sábado, 17 de janeiro de 2009 | Autor:

Nosso colega, amigo e companheiro Mestre Edgardo já publicou vários livros e está com mais este projeto para mandar rodar imediatamente. Comecei a sua revisão e já estou cativado. Sua maneira fluida e gostosa de falar se transferiu para as palavras escritas. Muita coisa boa virá por aí. Esperemos que haja tempo hábil para todas as minhas funções.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 | Autor:

Recebi o seguinte comentário expondo uma dúvida:

“Instra. Amina Guerra
[email protected] | 189.12.41.128

Este é um tópico importante, sobre o qual gostaria de expor o meu entendimento. Doutrinar segundo o dicionário significa ‘instruir em uma doutrina’. Doutrina, por sua vez, significa ‘conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político ou filosófico’, entre outras coisas.
Portanto, não entendo, existe uma instrução em relação à filosofia que é o Yôga Antigo (me corrija se estiver errada), já não querer convencer ninguém de coisa alguma, isso sim, sem dúvida não queremos fazer.

Um beijo a todos os amigos da egrégora e ao MADER da Alemanha, que muito embora eu não tenha entendido nada que ele escreveu (rs) adorei ver o seu post aqui e a página em Alemão que está super legal.”

Então, vamos lá, Amina.

A palavra doutrinação no Dicionário Houaiss tem o seguinte significado: “doutrinação – rubrica: religião. Ato ou efeito de doutrinar, catequese, doutrinamento, adoutrinação.” Note que o referido dicionário só vincula essa palavra à rubrica religião. Para doutrinar, esse dicionário nos dá o significado, entre outros: “incutir (em alguém), opinião, ponto de vista ou princípio sectário; inculcar em alguém uma crença ou atitude em particular, com o objetivo de que não aceite qualquer outra.”

Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela quer ser doutrinada, a resposta é um indignado NÃO! Contudo, nos textos escritos pelos advogados aos Juízes de Direito, encontra-se com frequência o argumento: “segundo a Doutrina Jurídica…” Bem, aí ninguém implica com essa palavra. Mas se um jornalista entrevistá-la, perguntar se nós aplicamos doutrinação no SwáSthya e você disser que sim, isso vai tomar dimensão de escândalo. Estará isso certo? Quando os espíritas não se referem à Doutrina Espírita alguém os critica por isso?

A questão vai além do simples preconceito dos cri-críticos de plantão. Ocorre que as palavras ganham conotações conforme a época e o lugar. Por exemplo, o que é que você compreende por “chauvinismo”? O que entenderia pela frase: “Bush era um chauvinista”? Todos nós entendemos que ele seria um machista abominado pelas feministas. (Ou, como dizemos no livro Ser Forte, “machista-leninista”.) No entanto, o dicionário Houaiss define: “chauvinismo – s.m. 1. patriotismo fanático, cego, agressivo” e por aí vai, sem mencionar nenhuma acepção normalmente compreendida no uso coloquial e mesmo literário desse termo.

Portanto, nós execramos a doutrinação, no sentido de catequese. Nós ensinamos, informamos, esclarecemos, mas não queremos convencer ninguém de coisa alguma. Daí, o Axioma Número Um do Método DeRose: “Não acredite.” Leia mais »