terça-feira, 18 de maio de 2010 | Autor:

Olá Mestre,

Como é bom entrar em contacto consigo!
Mentalizo oceanos azuis de energia, força e vitalidade para si e para toda a egrégora!

Gostaria de aproveitar o ensejo para divulgar uma campanha de solidariedade de renome mundial: A Marcha Mundial contra a Fome – Walk the World é uma manifestação global destinada a promover a sensibilização e recolha de fundos para as acções do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, que luta contra a fome infantil.

O evento decorre durante 24 horas, em todos os fusos horários, com o objectivo de erradicar a fome e a pobreza extrema no mundo até 2015, conforme a Campanha do Milénio das Nações Unidas.

Neste âmbito, o Método DeRose dá apoio à iniciativa desenvolvida em Portugal através da empresa TNT.

Haverá aula e coreografias do Método DeRose a partir das 9h (hora local).

Apelo a toda a nossa querida egrégora que prestigie este evento com a sua presença, tornando este evento ainda mais significativo!

“Juntos vamos mais longe.”

Domingo, 6 de Junho às 10 horas

Lisboa => Torre de Belém / Docas

Porto => Cais de Gaia / Passeio Alegre

Para visualizar o vídeo promocional, ver aqui:

Beijos e abraços,

Instr. Mário Vendas
http://www.MetodoDeRoseCampoAlegre.com
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quinta-feira, 13 de maio de 2010 | Autor:

Olá Mestrão!

Postei no meu blog conforme prometido os quadros sinóticos que definem visualmente o que é o Método para sua utilização. Se houver alguma alteração ou correção é só falar!

Um forte abraço!

Vernon Maraschin, Diretor da futura Unidade Vila Madalena, São Paulo

http://yogaserio.blogspot.com/

Explicação do quadro acima: Esta primeira explanação é a mais completa e que fala por si mesma devido à quantidade de texto.

Explicação do quadro acima: O Método DeRose não é Yôga com outro nome. O Método contém Yôga no setor de técnicas. No entanto, o Método é muito mais, já que não se limita às técnicas. A melhor definição de Yôga, diz: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Portanto, mesmo que conduza ao samádhi, se não for estritamente prática, não é Yôga. O Método contém Yôga, mas não é Yôga. ATENÇÃO: Este quadro só deve ser utilizado se for levantada a questão ou se o interlocutor estiver entendendo errado, achando que o Método é Yôga com outro nome.
Explicação do quadro acima: As técnicas aprimoram o indivíduo, porém os conceitos permitem mudar o mundo. Os círculos concêntricos são as ondas de choque que o adepto da Nossa Cultura produz e com as quais influencia, primeiro, o círculo familiar; depois, o círculo de amigos e colegas de trabalho, de faculdade, de esporte; por último, o círculo das pessoas com as quais nós cruzamos na nossa vida, inclusive os clientes, os fornecedores e os desconhecidos. É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica ásanas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro O que é o Método DeRose.

Para cada um que pratica formalmente o Método, podemos encontrar até dez que o praticam sem saber. Quem melhor descreve isso é a instrutora Jamile Martins, filha da instrutora veterana Conceição Martins, de Feira de Santana, no interior da Bahia:

“Comecei a minha primeira turma aos 9, são 20 anos de Swásthya, nem sei como é viver sem o Swásthya e sem o DeRose na minha vida! Obrigado pela presença constante: nas fotos dos quadros, nos livros da estante, nas roupas do guarda roupa, na conversa em família, em cada parte há um pedacinho do DeRose e principalmente…no coração! Esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha.”

Júlia Fadel também reforça com o seguinte depoimento:
“Muito legal mesmo essa proposta [ … ] sugeri aqui em casa aos meus pais que eles a adotassem, até meu pai, carnívoro convicto aceitou a proposta e abraçou a causa. Segunda-feira eles não comem carne o dia todo, inclusive quando saem de casa, estão levando a sério mesmo. Fiquei impressionada.”
Obs.: No futuro, quando todos já tiverem comprendido a precedência dos conceitos, é provável que este quadro seja representado com as técnicas à esquerda e os conceitos à direita. Isso, para contemplar a lógica: primeiro, o pontinho, que é o indivíduo, aprimora-se; depois, ele reverbera seu estilo de vida, emitindo as ondas de choque que irão contagiar seus círculos de atuação (círculo familiar, círculo de amigos e colegas, círculo de desconhecidos). Talvez consigamos, no futuro, uma representação que se pareça menos com um alvo de tiro.
Veja a sugestão enviada pelo Alexandre Montagna:
quadro-metodo-derose-novo-estilo-7b.jpg

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Leilane Lobo
Uma aluna me disse que a mãe dela já assistiu [o post com a entrevista gravada na Europa] umas três vezes e semana passada uma amiga da mãe dela se matriculou de tanto que ela falava! =D

Um beijo enorme.

Instra. Leilane Lobo
Fortaleza-CE

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A Sandra Sellner, da Unidade Downtown, Rio, também elaborou uma opção por iniciativa própria, com a ajuda da instrutora Ana Cristina. É ela que faz a magia do Photoshop! Ficou bem bonito. Veja abaixo:

O quadro abaixo foi uma contribuição do Alexandre Montagna:

quadro-metodo-derose-montagna-1.jpg

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Oi!

Tenho a impressão de que você gostará desta entrevista do Patch Adams (não tenho certeza se já a compartilhei aqui) em que em uma das respostas ele foge do estereótipo de “doutor do riso” que o filme que leva seu nome lhe legou.

http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/182/entrevistados/patch_adams_2007.htm

Sobretudo neste trecho:

Não concordo com “rir é o melhor remédio”. Eu nunca disse isso. A amizade claramente é o melhor remédio. É a coisa mais importante na vida. São nossas relações com aqueles que amamos. Infelizmente, os meios de comunicação, sendo como são, muito antes de me conhecer, imaginam que rir seja o melhor remédio. Então, quando escrevem o artigo, põem essa frase porque o fazem, na realidade, sem pensar. Também quero corrigir a idéia de que rir seja uma terapia. Também nunca penso em música como terapia, nem em arte, nem em dança. Nunca precisam da palavra “terapia”, que é pequena para ajudar. A arte não precisa de ajuda da palavra “terapia”. É a cultura humana. Não fazemos terapia de cultura. Se estamos saudáveis, fazemos cultura. (Patch Adams)

Alessandro Martins, Curitiba, PR

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Que perfeito, Alessandro! A mim me parecia que eu estava me ouvindo falar! DR

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quarta-feira, 12 de maio de 2010 | Autor:

O canal francês France 2 passou recentemente um documentário em que a experiência de Milgram é reconstruída, neste caso com o formato de um programa de televisão : “Le Jeu de la Mort”.

A experiência decorre neste caso num palco de televisão e a autoridade é representada pela apresentadora que perante os gritos de sofrimento do questionado, apenas diz ao questionador para não se deixar impressionar e continuar.

Num dado momento não se ouvem mais os gritos dos questionado, dando a ideia que poderá estar já estar morto. Mesmo assim o questionador sob influência de todo o “mise en scène” do palco de televisão vai até ao fim!

Neste caso o objectivo era estudar até onde poderão chegar os excessos da televisão.

Além de confirmar os dados da experiência de Milgram, a reconstrução mostrou que a percentagem de voluntários que levaram a experiência até ao fim nos nosso dias foi bem maior (passou de 65% para aprox. 80%). Levando a pensar que a sociedade é hoje ainda mais “obediente” do que o era em 1964.

Esse documentário pode ser consultado aqui (em francês):
http://www.dailymotion.com/video/xcuvon_le-jeu-de-la-mort-le-film-1-5_shortfilms

abraços!
José Alphonse – Espace Energie – Paris

quarta-feira, 7 de abril de 2010 | Autor:

Oi :)
Deixo um vídeo bem legal para asistir (está em espanhol, com sotaque da Espanha).
É sobre o costume de ler…
Beijinhos!
Anahí
Buenos Aires

httpv://www.youtube.com/watch?v=iwPj0qgvfIs

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Grande Mestrão,

Excelente texto.
Para alimentar ainda mais a discussão, olha esse vídeo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=ducYY-XbYJk

Excelente.

Abraços,
Lauro Valente
Centro Cívico – Curitiba
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segunda-feira, 5 de abril de 2010 | Autor:

murilolessabraga

Oi mestre…andei sumido!!!

Quando tiver um tempinho, dá uma olhada nesse vídeo

httpv://www.youtube.com/watch?v=Z2mf8DtWWd8

até chorei!!! realmente linda campanha contra o alcóol!!!

Murilo Lessa Braga

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Rosália Kogan
Boa Tarde Mestre
Por mais que campanhas como essa sejam divulgadas, isso não costuma adiantar muito. Eu lembro de quando eu costumava beber, era pouco, como dizem, “socialmente”, mas mesmo assim fazia mal. O que realmente me fez parar foi conhecer o Método e essa linda egrégora. Um de seus ensinamentos que mais me marcou foi aquele no qual o senhor diz que a melhor forma de ensinar e convencer alguém é através do exemplo. Ninguém nunca me falou para parar de beber, só de observar as pessoas da egrégora me convenci sozinha de que não preciso disso.
Outra coisa que faz com que as pessoas parem de beber álcool é o aprendizado através de acidentes e desgraças. As pessoas param por causa do trauma, o que é algo muito infeliz e mesmo assim algumas vezes não adianta.
Portanto o exemplo que passamos aos outros é a melhor coisa que tem. Falar sobre isso não é bom, não entra na cabeça dos outros e ainda por cima ficaríamos com fama de chatos.

Beijos
Rosália – Unidade Itaim – São Paulo, SP

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O grande sonho de todo pai ou mãe é ter a certeza de que seu filho ou filha está em boa companhia e não vai se envolver com drogas, nem sair para a balada conduzido(a) por um amigo alcoolizado na direção de um veículo assassino.

No final de um curso que ministrei no Rio de Janeiro, o jovem Vinicius Machado veio falar comigo e fez uma declaração pública que comoveu os presentes:

– Professor. Quero lhe agradecer, porque você salvou a minha vida.

Respondi que ele também estava salvando a vida de muita gente, pois também era instrutor de SwáSthya. Mas Vini explicou:

– Não. Você salvou mesmo a minha vida. Eu tinha um amigo e costumava sair com ele para a night. A gente enchia a cara e saía por aí. Hoje, depois da aula, eu estou indo ao velório dele. Encheu a cara, bateu com o carro e morreu. Eu podia estar lá, mas estou aqui, vivo. Por isso, digo que você salvou a minha vida.

Declarações como esta emocionam e nos mostram que, mesmo se a Nossa Cultura fosse uma fantasia e se não servisse para mais nada, serviria para afastar nossos jovens das drogas, do álcool e do fumo. Isso, sim, é o que a imprensa precisa divulgar e defender.

Os pais reconhecem isso. Frequentemente perguntam-me como conseguimos que tantos jovens aceitem não usar drogas, nem fumo, nem álcool sem partirmos para a repressão e sem usar doutrinação. A resposta é muito simples. O ser humano é bastante influenciado pelo grupo. Ora, o ambiente do Método DeRose é extremamente alegre e descontraído. Os adeptos são jovens “cara-limpa”, saudáveis, desportistas, acadêmicos, gente bonita, educada, sensível e com corpos sarados. É perfeitamente compreensível que o recém-chegado fique fascinado e adote os bons hábitos desse grupo. Ele vê a moçada bonita, pessoas alegres, felizes e quer participar daquela tribo. Mas para ser aceito pela galera tem que ser cara-limpa.

Portanto, na verdade, quem consegue isso é o ambiente saudável, é a boa companhia, são os demais jovens com quem o recém-chegado vai conviver. Esse é o segredo do nosso sucesso com a juventude.

E as raves! Você já imaginou uma rave sem fumo, sem álcool e sem drogas? Nossa garotada vira a noite se divertindo, dançando, na maior alegria e numa disposição inacreditável, sem uma gota de álcool (nem cerveja), sem fumo (nem natural) e sem drogas (nem as legalizadas). Quando as raves não são nossas, quando o nosso pessoal vai a alguma outra, nossa turma é a mais animada, tão mais animada que os outros ficam nos assediando para pedir um pouco do que nós tomamos! E não adianta dizer que foi água mineral. Invariavelmente escutamos:

– Pô, cara. Divide aí, vai. Eu sei que você tá com algum barato.

E achamos muita graça, pois não precisamos disso e temos muito mais energia.

Fica-nos a sensação de confiança que recebemos dos pais e mães, e o sentimento de responsabilidade com que devemos corresponder àquele privilégio. Felizmente, cada vez mais pais e mães compreendem e apoiam seus filhos para que sigam a profissão que tiverem escolhido, ainda que seja a de músico, artista ou instrutor de Yôga!

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Bruno Sousa

Mestre, nunca te contei isso, mas aquela história que você cita às vezes sobre um instrutor que teve a vida salva por conhecer a Nossa Cultura – já que seu melhor amigo faleceu num acidente por estar bêbado – é potencialmente verdadeira para mim, e imagino que para muitos outros colegas. Um grande amigo meu faleceu há cerca de 3 anos, num acidente na Marginal Pinheiros, pois ele e o motorista do carro em que estava estavam bêbados, a caminho da balada. É possível que eu estivesse no carro também, se não tivesse entrado em contato com esse mundo incrível que é a Nossa Cultura. Naquele dia, fui dormir cedo, para praticar de manhã. Assim, meu muito obrigado, em meu nome e em nome de todos os jovens a quem você mostrou o grande barato que é levar uma vida saudável. Aprender isso no convívio com as incríveis pessoas que fazem parte desta nossa família, pelo exemplo que elas me proporcionaram e proporcionam, foi e é um grande prazer. Poder ensinar isso a outras pessoas é um privilégio, e por isso também te agradeço.

Beijos, com muito afeto.

Bruno

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Realmente muito forte e arrepiante. Passei para amigos e família.

Na mesma linha, aproveito para enviar uma sugestão sobre o uso do cinto de segurança.
http://www.youtube.com/watch?v=h-8PBx7isoM

Obrigado pelo exemplo de vida.
Bjão Mestre!

Régis Zampieri

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cgarcialaborde

Hola Mestre

Acá va otro video sobre la irresponsabilidad al tomar alcohol.

abrazo fuerte desde Buenos Aires.

Cristián
Sede Callao — Buenos Aires

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quinta-feira, 1 de abril de 2010 | Autor:

Enviado em 01/04/2010 às 12:35

Olá Mestre,
Enviaram-me este vídeo que acho maravilhoso.

httpv://www.youtube.com/watch?v=PFLF57vDYcQ

Em baixo envio o texto traduzido do original em espanhol.

“Este dueto foi composto por Rossini para brincar com as sopranos que desafinavam. Não pertence a nenhuma de suas óperas.
Rossini era um brincalhão e disfrutava da vida (deixou de compor aos 33 anos e dedicou-se a “viver”; foi um reputado gourmet.)
É usual cantar a duas vozes femininas (mezzo e soprano) acompanhadas de piano e a sua única letra é o miau dos gatos. Daí que a letra fosse fácil para os cantores; mas a música tem muita dificuldade, especialmente a entoação.”

Beijos e abraços,

Mário Vendas

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Sensacional, Mário. Muito engraçado. Obrigado por compartilhar. Abração.
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terça-feira, 30 de março de 2010 | Autor:

Querido Mestre,

Ao ver este vídeo do youtube, lembrei-me imediatamente da Nossa Família, porque mostra como é possível aliar uma seriedade superlativa no trabalho apresentado a uma alegria sincera, que contagia todo o público.
E todos nós somos assim: sérios no trabalho que fazemos, mas alegres e doces com quem nos rodeia.
Aqui fica o link:
httpv://www.youtube.com/watch?v=pI-PloJWbSk

Beijo recheado de carinho e mahá badha abracinho,
Patrícia Moreira
Unidade da Amadora – Portugal
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