segunda-feira, 9 de março de 2009 | Autor:

Este é um sútra que alude ao fato de que quando alguém se dá ao trabalho de contrapor uma afirmação é porque reconhece um considerável grau de intensidade na força dessa afirmação. Caso contrário, simplesmente a ignoraria.

Por isso, muitas figuras históricas ficaram celebrizadas. Não tanto pelas suas contribuições efetivas, mas muito mais pela oposição barulhenta que seus adversários fizeram. O próprio Cristianismo teria perdido força se não fosse tão impiedosamente perseguido. As perseguições o divulgaram e fizeram chegar à notoriedade.

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segunda-feira, 9 de março de 2009 | Autor:

O colega Marco Carvalho adverte: “…não copiar textos de outros sites para colar aqui. Não tem problema copiar pequenos trechos, mas na íntegra é considerado plágio. ”

Concordo, apesar das boas intenções. Por outro lado, links para vídeos, textos, reportagens e músicas, não tem problema, porque são links, isto é, ao clicar o interessado estará na verdade acessando o outro blog ou site. Portanto, podem continuar enviando colaborações.

Apenas, quando se tratar de copiar e colar, por favor, limite-se a pequenos trechos.

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domingo, 8 de março de 2009 | Autor:

Estamos mesmo tão submersos na estrutura patriarcal que nem notamos conceitos assim. Se for masculino, patrimônio, define o conjunto de ativos, propriedades, posses, recursos de uma pessoa. Mas se for feminino, sugere que a forma de obter tudo isso é pelo casamento e não pelo trabalho e produtividade. Isso subordina metade da humanidade à outra metade. No passado, admito que isso talvez fosse necessário devido à conjugação de diversos fatores culturais. O marido trabalhava para sustentar a mulher e a prole. A mulher, “rainha do lar”, cuidava da filharada. Se ela trabalhasse, isso era considerado uma humilhação para o marido, pois constituía uma declaração de que ele era um fracassado, já que não conseguia sustentá-la!

Hoje, no entanto, é inadmissível que a mulher sacrifique sua carreira, sua realização pessoal e deixe de ser produtiva, deixe de ganhar o seu dinheiro e usufruir da sua independência apenas para ficar em casa, deteriorando sua inteligência e tendo que preencher, nos formulários que perguntam qual a sua profissão, “doméstica” ou “do lar” .

Pena que muitas das principais interessadas em mudar o status quo vivam físicamente no século vinte e um, mas suas cabecinhas permaneçam no século dezenove!

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sábado, 7 de março de 2009 | Autor:

Foto de Leila Folino

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quinta-feira, 5 de março de 2009 | Autor:

Luc

Olá, Mestre e amigos.

É com satisfação que participo a publicação de uma boa matéria sobre o SwáSthya no Jornal da Manhã de Uberaba-MG.
Continuando o intenso trabalho do Mestre Sérgio Santos em Minas Gerais, vim desbravar o Triângulo Mineiro.
Semana passada consegui uma entrevista sobre “Yôga e jovens”. Como é de praxe, pedi as perguntas e as respondi por escrito. A querida jornalista Faeza Rezende fez alguns cortes e reformulações, mas o resultado ficou bem satisfatório. Confiram:

http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,5654

Luc divulgando o SwáSthya Yôga em Uberaba

Gostaria de contar com o apoio da família SwáSthya para comentar e agradecer à jornalista Faeza Rezende. Imagine-a recebendo dezenas de e-mails em espanhol, francês, inglês, português? Sem dúvida a mídia uberabense ficará bem impressionada com nossa força e gratidão e abrirá novas oportunidades para divulgação do nosso método.

Dados:
Yôga: prática para um novo estilo de vida.
Jornal da Manhã, caderno Saúde, p. 10, dia 5/3/2009.
Telefone: (34) 3331–7900 – Fax: (34) 3321–8200
E–mail geral: [email protected]
E-mail da jornalista: [email protected]
Espaço do leitor: [email protected]

Lembre-se de colocar seu nome completo, RG/CPF, endereço e telefone.

Mahá abraço!

quinta-feira, 5 de março de 2009 | Autor:
quarta-feira, 4 de março de 2009 | Autor:

Obstáculos e dificuldades fazem parte da vida.
E a vida é a arte de superá-los.

DeRose

Meio século de instrutorado me ensinou a aceitar um defeito do ser humano como algo incurável: seu descontentamento.

Dei a volta ao mundo inúmeras vezes e conheci muita, mas muita gente mesmo. Travei contato íntimo com uma infinidade de fraternidades iniciáticas, entidades culturais, associações profissionais, academias desportivas, universidades, escolas, empresas, federações, fundações… Em todas elas, sem exceção, havia descontentamento.

Em todos os agrupamentos humanos, há uma força de coesão chamada egrégora. Pela lei de ação e reação, toda força tende a gerar uma força oponente. Por isso, nesses mesmos agrupamentos surgem constantemente pequenos desencontros. Estes passam a ganhar contornos dramáticos pela refração de uma ótica egocêntrica que só leva em conta a satisfação das expectativas de um indivíduo isolado que analisa os fatos de acordo com suas próprias conveniências.

Noutras palavras, se os fatos pudessem ser analisados sem a interferência deletéria dos egos, constatar-se-ia que nada há de errado com aqueles fatos, a não ser a instabilidade emocional de quem os vivencia. Instabilidade essa que é congênita em todos os seres humanos. Uma espécie de erro de projeto original, que ainda está em processo de evolução. Afinal, somos uma espécie extremamente jovem em comparação com as demais formas de vida no planeta. Estamos na infância da nossa evolução e, como tal, cometemos inapelavelmente as imaturidades naturais dessa fase.

Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores; da sua remuneração e do reconhecimento pelo seu trabalho; reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu País, do seu Estado, da sua cidade, da polícia, da Justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal-educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados… Quanta coisa para reclamar, não é?

Se formos por esse caminho, concluiremos que o mundo não é um lugar bom para se viver e seguiremos amargurados e amargurando os outros. Ou nos suicidaremos!

Já na antiguidade, os hindus observaram esse fenômeno da endêmica insatisfação humana e ensinaram como solucioná-la:

“Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o solo com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles.”

Ou seja, a solução não é reclamar das pessoas e das circunstâncias para tentar mudá-las e sim educar-se a si mesmo para adaptar-se. A atitude correta é parar de querer infantilmente que as coisas se modifiquem para satisfazer ao seu ego, mas sim modificar-se a si mesmo para ajustar-se à realidade. Isso é maturidade.

A outra atitude é neurótica, pois jamais você poderá modificar pessoas ou instituições para que se ajustem aos seus desejos. Não seja um desajustado.

Então, vamos parar com isso. Vamos aceitar as pessoas e as coisas como elas são. E vamos tratar de gostar delas. Você vai notar que elas passam a gostar muito mais de você e as situações que antes lhe pareciam inamovíveis, agora se modificam espontaneamente, sem que você tenha de cobrar isso delas. Experimente. Você vai gostar do resultado!

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