sexta-feira, 10 de julho de 2009 | Autor:

Hoje, 1 da manhã (portanto, já é dia 11), terei a satisfação e o privilégio de ser entrevistado pela nossa estimada Leda Nagle, sendo já a sexta vez que participo do programa Sem Censura nos últimos quinze anos. O programa é transmitido pela TV Brasil, do Rio de Janeiro, para todo o Brasil.

Entre em contato com os seus alunos (se você for instrutor) e amigos para que assistam e participem.

Mesmo o programa tendo sido gravado, acredito que seja muito positivo se você enviar agradecimentos, elogios, apoio e cumprimentos à produção do programa pela nossa participação.

http://www.tvbrasil.org.br/semcensura/

Se tiver dificuldade em conectar-se, entre pelo Google. Ou pode copiar o site e colar na barra de ferramentas.

Em São Paulo, você pode assistir pela Net canal 4 e pela Sky e Direct TV, canal 116.

Em Brasília, pela Net canal 16 e Direct TV, canal 116.

 

 

Everton Vieira

É possível ver pela internet. Até onde eu vi o site da TV Brasil disponibiliza sua programação on-line.

http://www.tvbrasil.org.br/

 

 

 

sexta-feira, 10 de julho de 2009 | Autor:

A intenção é deixar que fiquem na primeira página alguns posts que são muito importantes e permitir, assim, que mais pessoas tomem conhecimento deles. Embora seja muito simples navegar por todos os posts do blog, a maioria dos visitantes limita-se à primeira página.

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sexta-feira, 10 de julho de 2009 | Autor:

Estamos no Rio para os cursos deste final de semana. Depois conto como foi.
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quarta-feira, 8 de julho de 2009 | Autor:

Pablo Lewin

Círculo de lectura de Belgrano:

¨Everything has been said before, but since nobody listens we have to keep going back and beginning all over again¨ (André Gidé)

¨Todas la cosas ya fueron dichas, pero como nadie escucha es preciso comenzar de nuevo.”
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quarta-feira, 8 de julho de 2009 | Autor:

Se, no final das aulas, você só faz as perguntas (que fazem parte do Método) aos alunos de SwáSthya, corre o risco de passar por um constrangimento quando o seu pré-aluno (de pré-Yôga/Bio-Ex) pronunciar Yóga. Lembra-se das minhas recomendações? Vou repetir aqui.

“Quantas vezes você já ouviu um pré-aluno (de pré-Yôga) ao celular dizendo: ‘Eu terminei minha aula de ióga e já estou indo para casa.’ Ora, ele não fez aula de ióga nem de Yôga. Se o instrutor não faz as perguntas no final de cada aula, não consegue ter o feed-back do aluno ou do pré-aluno e perde a oportunidade de corrigi-lo.”

Logo, sempre recomendei que fizessem as perguntas mesmo aos pré-alunos. Por que estou contando isto aqui? Porque acabo de escutar de uma praticante de um instrutor nosso a palavra “ióga”. E não adianta o instrutor querer esconder casos assim, pois vivo encontrando com alunos de várias unidades nos aeroportos, restaurantes, shoppings, teatros e cinemas de várias cidades e mesmo alunos de um país que eu encontro noutro.

Um dia estávamos eu e a Fée saboreando um lanche em uma rambla de Barcelona, quando alguém se voltou e perguntou em brasileirês: “Você é o DeRose?” Na mesma viagem, no aeroporto de Paris uma jovem veio conversar comigo e disse que era aluna em Belo Horizonte. Imagine a quantidade de alunos que encontro no próprio Brasil. Para que eles não digam nada que o comprometa, siga o conselho de quem tem meio século de experiência com a área de ensino:

FAÇA AS PERGUNTAS PARA FEED-BACK NO FINAL DE CADA AULA, NO FINAL DE TODAS AS AULAS, MESMO QUE SEJAM DE PRÉ-YÔGA.

 

Julio

Bom dia Mestre!

Bom, é de doer o ouvido quando um colega diz “Ióga”. Infelizmente já presenciei pessoas que fazem aula de SwáSthya dizer algumas barbaridades. Em um caso a pessoa disse “Ióga”, em outro caso a pessoa disse “Olha, esse Yôga que o DeRose inventou é mesmo muito bom”. Em ambos os casos eu procurei esclarecer cada pessoa, mas tenho consciência de que a minha palavra não tem a mesma força que a de um instrutor.

Um grande e carinhoso abraço!

Júlio Eccheli
São Paulo – SP

[Eu fico muito triste ao flagrar casos como esse, em que o instrutor não consegue estimular a leitura dos livros recomendados e não procede às perguntas no final de todas as aulas para poder esclarecer os alunos mais distraídos. Há uma coletânea de perguntas já elaboradas que os instrutores podem utilizar. Ainda bem que conto com você e com alguns outros praticantes atentos e engajados, que frequentam o blog, manifestam-se, tem opinião própria e expressam a coragem de corrigir quando um colega declara algum conceito equivocado. Na verdade, se os alunos ajudarem os instrutores na tarefa de esclarecimento dos demais, nossa obra poderá se depurar das desinformações mais rapidamente, o que será vantajoso para todos. Obrigado pela sua ajuda. DeRose.]

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quarta-feira, 8 de julho de 2009 | Autor:

Esta é uma dica valiosa que um amigo executivo da esfera bancária me proporcionou. Mesmo que você sempre pague em dia o “empréstimo” automático contraído ao usar o cheque especial, o banco considera você um cliente de alto risco e eleva as suas taxas. São dicas como esta que o nosso gerente deveria nos dar, mas se ele desse ninguém usaria o limite de crédito e o banco deixaria de faturar as absurdamente altas taxas de juros do cheque especial. Bem, esta já seria uma boa razão para jamais usar cheque especial. Aliás, um outro executivo da área financeira sempre dizia que o banco é a aids das empresas. A menos que você seja muito expert, deve fazer tudo para não tomar dinheiro emprestado.

Mas dizem que se conselho valesse alguma coisa ninguém dava de graça.

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terça-feira, 7 de julho de 2009 | Autor:

Esta informação nos foi enviada pelo colega Camacho, de Portugal:

Proccedings of the IASTED International Conference
BIOMEDICAL ENGINEERING
June 25-27, 2003, Salzburg, Austria

Tem como título

CHARACTERIZATION OF YÔGI MEDITATION STAGES BY EEG

Consta, exactamente como escrevi, “Yôgi”
Os autores deste trabalho são: AV Cruz, AC Pimentel; CC Rosa, AC Rosa

Durante todo o trabalho usam a palavra Yôga, exactamente desta forma, com acento circunflexo sobre o “o”.

[ … ] agradecem a António Pereira, assim como à União Nacional de Yôga.

Por outro lado, na bibliografia consta o Mestre, e o seu livro Yôga. Mitos e Verdades.

Não sei se terá interesse em divulgar este estudo científico. O Mestre fará como entender melhor.
Não consigo introduzir cópia integral do artigo, mas se o Mestre considerar interessante, creio que o Júlio conseguirá fazê-lo.

Um beijo

João Camacho

 

Mais alguns dados acerca da revista:
Biomedical Engineering (BioMED 2003)
June 25 – 27, 2003
Salzburg, Austria
Editor(s): M.H. Hamza
262 pages
ISBN: 0-88986-353-9;

Abraço

João Camacho

Camacho

Querido Grande Mestre

Informa-me o Inst. Júlio que o estudo em causa foi publicado numa edição da revista BioMED Engineering de 2003, cujo link é o seguinte:

http://www.actapress.com/Content_Of_Proceeding.aspx?ProceedingID=219#rates

A revista custa 100 euros. O Júlio comprou apenas o trabalho referido.

Um abraço

João Camacho