terça-feira, 14 de junho de 2016 | Autor:

Se num restaurante você se declarar vegetariano e consultar o maître sobre o que ele sugere, o esforçado profissional poderá lhe dar duas respostas. A mais frequente é:
– O senhor é vegetariano? Nesse caso podemos lhe oferecer frango, peixe… E a lagosta está ótima.
Inútil tentar fazê-lo entender que vegetariano não come carne de frango, nem carne de peixe, nem carne de crustáceo. Ele fará uma cara de ervilha encefálica e lhe oferecerá bacon. O leitor pensa que estou gracejando? Então faça a experiência. Entre no próximo restaurante e use a palavra mágica vegetariano. Garanto que à saída fará uma generosa doação para o Serviço de Proteção ao Vegetariano Incompreendido.
A outra resposta que o maître poderá lhe dar é a de que não tem nada para vegetarianos. Então você lhe contrapõe:
– Tem batata frita? Tem couve-flor? Tem queijo? Tem farofa? Tem palmito? Tem espaguete? Tem champignon? Tem pizza? Se tem tudo isso e muito mais, porque o senhor declara que não tem nada para vegetarianos?
Aí, ele lhe serve uma sopa de cebola com caldo de carne.

Assista ao vídeo e acompanhe também o assunto em nosso podcast:

youtube.com/watch?v=KeH3V0GoB8w

segunda-feira, 13 de junho de 2016 | Autor:

Há um método seguro para saber se a culpa é dos outros ou não. Se você se indispõe com, no máximo, uma pessoa a cada cinco anos, fique tranquilo. É bem possível que o mal-estar não tenha sido responsabilidade sua. Mas se você frequentemente precisa se defender com veemência de ações cometidas pelos seus alunos, colegas, amigos, funcionários, prestadores de serviços ou desconhecidos, então você precisa fazer terapia. As pessoas, em qualquer profissão, tendem a tornar-se difíceis, grosseiras, autoritárias, sempre que progridem na vida ou sempre que são promovidas em seus cargos. No entanto, chegar no topo não é difícil: o difícil é ficar lá. Um verdadeiro líder não é autoritário nem antipático. Se o for, não ficará lá em cima por muito tempo.

Assista a uma ponderação sobre a Educação e o desenvolvimento do país.

youtube.com/watch?v=ebVz3w174rw

domingo, 12 de junho de 2016 | Autor:

Certo dia, um comprador viu a placa na porta de uma loja: “Vendem-se cravos”. Como estava precisando de uns condimentos, entrou. Pediu ao proprietário:
– Quero duzentos gramas de cravos, por favor.
Ao que o lojista respondeu:
– Desculpe, cavalheiro. Não trabalhamos com esse produto.
Para não perder a viagem, o freguês tentou adquirir outra especiaria: – Então, dê-me duzentos gramas de orégano.
O vendedor, sem perder a elegância, informou:
– Sinto muito, meu senhor. Não trabalhamos com temperos.
O consumidor, indignado, contrapôs:
– Mas o senhor colocou um luminoso lá fora dizendo que vende cravos!
E o dono da loja esclareceu:
– Exatamente. Vendemos cravos, os nobres instrumentos renascentistas, predecessores dos pianos. Acho que não é o que o senhor está procurando.

Assista uma breve explanação sobre o tema.
youtube.com/watch?v=7udU2rusZIM

sexta-feira, 10 de junho de 2016 | Autor:

Todos queremos estar no controle. Pois a forma mais racional e que proporciona melhores resultados não é fazer jogo duro ou vomitar as emoções atabalhoadamente. Quando você compreende que quem diz o que quer ouve o que não quer, suas palavras e ações passam a ser mais inteligentes.
Imagine uma enorme pedra arredondada, estável na beirada de uma ribanceira. A pedra é o nosso emocional. Enquanto está ali, parada, dá-nos a impressão de que sua estabilidade é perene. No entanto, sua posição é suscetível a rolar morro abaixo. Basta um pequeno toque, talvez com a ponta do seu dedo indicador, para fazê-la perder a aparente estabilidade e descer destruindo tudo. Assim é o nosso emocional.
Por outro lado, se a pedra começar a oscilar, na posição em que se encontra também basta um dedo do outro lado para evitar que comece a rolar. Assim é o nosso emocional.
Apenas um dedo é o suficiente para evitar um desastre, desde que aplicado na hora certa, antes do desencadeamento.

Assista no YouTube um aprofundamento deste assunto. Ou, ouça no podcast!
youtube.com/watch?v=4lQOhv6ALX8

quinta-feira, 9 de junho de 2016 | Autor:

Seja qual for o caso do cão, o problema é o seu humano. Os cães são criaturas sensíveis que captam a atmosfera emocional das pessoas próximas. Se essas pessoas se comportam com nervosismo, medo, insegurança, agressividade, falta de liderança ou qualquer tipo de neurose, o animal reage incorporando a atitude correspondente em seu comportamento.
Se o seu cão late muito, destroi o que não lhe pertence, se é agressivo, se não obedece, pode ter certeza: o problema não é o cão. Leia livros de adestramento, contrate um treinador e, acima de tudo, seja receptivo e aceite as instruções do treinador. Você tem que mudar.

Assista o vídeo (ou ouça o áudio) complementar e aprenda mais sobre o comportamento humano.

youtube.com/watch?v=Rbms8xFdlKM&feature=youtu.be

quarta-feira, 8 de junho de 2016 | Autor:

Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu uma boa educação. Tenho acompanhado o fenômeno da evolução da nossa língua durante estas últimas décadas com perplexidade e apreensão. Muito em breve não estaremos mais falando português e sim algum dialeto esdrúxulo. Até quando poderemos declarar, com orgulho, que falamos uma língua vagamente aparentada com a de Camões, a melhor língua literária do mundo?

youtu.be/Nb_ZqK-evqU

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segunda-feira, 6 de junho de 2016 | Autor:

Nossa recomendação é sempre evitar o fanatismo. Mas onde fica a fronteira entre o fanatismo e a seriedade? Para dedicar-nos a alguma coisa com seriedade é preciso um coeficiente de determinação que os não-comprometidos com o mesmo ideal geralmente tacham de fanatismo. Só o bom senso de cada um poderá julgar. O importante é não chatear as pessoas com as nossas excentricidades. Aliás, quanto menos elas ficarem sabendo, melhor. Assim, você evita que o considerem um eco-chato.

Assista um vídeo que preparei sobre o assunto, ou ouça no podcast.

youtube.com/watch?v=BC746pKt4_k

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