Hahahahahaha… Somos nós!
http://www.youtube.com/watch?v=GFdt11WF2mE&feature=youtube_gdata_player
| Enviado pela Karlinha Juliane:Mestre querido, gostaria de propor que a nossa egrégora apoiasse a campanha Surf Seguro da nossa querida aluna Silvia Grechinski. Precisamos apenas votar pelo aumento da fiscalização e da segurança nas praias do Paraná através deste link: http://www.avaaz.org/po/petition/Proibicao_de_redes_de_pesca_em_area_de_banhistas_1/ Já são mais de 2000 assinaturas e precisamos chegar a 5000. Com a divulgação no seu blog isso será fácil! https://www.facebook.com/SurfSeguro Sobre
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Enviado por Fabio Azevedo: Parece que a história se repete mesmo, em que os homens mais importantes são perseguidos e injuriados até pelos seus pares ou principalmente por eles. Aconteceu com Hans Kelsen que, por suas ideias, foi combatido e teve que sair da Alemanha nazista para os EUA e que hoje é reconhecido como um dos mais importantes juristas do séc. XX, com centenas de obras publicadas, e a disciplina, Teoria Geral do Direito, sendo ensinada nas universidades de Direito do mundo, inspirada em suas ideias. Hans Kelsen (1881-1973), jurista austríaco, judeu, nascido em Praga, ao formular, em seu livro mais importante, Teoria pura do direito (1934), percebeu que estava contrariando muitos interesses de poderosos que usavam o Direito como forma de manipular as leis, a política e as pessoas, dando interpretações convenientes ao ordenamento jurídico, inclusive o nazismo. Na introdução dessa obra, Kelsen falou sobre as perseguições e reações violentas que vinha recebendo de pessoas que se opunham a uma forma mais neutra e científica de compreender e aplicar o direito, percebendo que o que ele propunha era muito mais “perigoso” que o que havia sido proposto por Galileu séculos antes: “a verdade prova o contrário e mostra com bastante clareza que até pela verdade sobre o curso das estrelas uma potência terrena se sentiu ameaçada” (p . XIV, Ed. Martins Fontes, 7° edição, 2006). Explica ele ao motivo da oposição: “Esta (a minha doutrina), além de adesões e imitações, provocou também oposição – oposição feita com uma paixão quase sem exemplo na história jurídica e que de forma alguma se pode explicar pelos contrastes de posições que nessa altura vieram à luz. Com efeito, estes baseiam-se em parte em más interpretações que, para mais, frequentemente parecem não ser completamente desprovidas de uma intenção e que , mesmo quando sejam sinceros, a custo podem justificar o profundo azedume dos adversários (…) Não foi tanto a novidade, mas antes as consequências da minha doutrina, que provocaram este tumulto na literatura.” (op. cit. pp. XI e XII) Mais adiante, escreve Kelsen: “é este o fundamento da oposição, já a raiar pelo ódio, à Teoria Pura do Direito, é este o motivo oculto do combate que lhe é movido por todos os meios. Com efeito, tal fundamento afeta os mais vitais interesses da sociedade e, consequentemente, não deixa de afetar os interesses pertinentes à oposição profissional do jurista” (op. cit. p. XII).
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| Mestre, você vai gostar muito deste texto. Embora ele diga o óbvio, é um passo muito importante. Um beijo, Alexandre Montagna http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos-diz-philip-low |
| Hola Mestre, mirá que noticia interesante !
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos-diz-philip-low Un abrazo muy grande ! Pablo F. |
| Olá Mestre!Quero compartilhar uma reportagem,em que cientistas, finalmente assumem a existência da consciência em animais.
Um Beijo carinhoso, Carol Talina http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos-diz-philip-low
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1960 – Tornei-me vegetariano
Até meus quinze anos de idade eu só comia carne. Era uma luta para minha mãe me convencer a provar os legumes e outras iguarias. Eu só comia carne e estava acabado. Ainda por cima, fazia questão de que a carne fosse mal passada e viesse sangrando! (Sim, todos temos um passado negro. Ou deveria dizer “um passado ensanguentado”?)
Por essa época eu tinha um amigo chamado Wladimir, que não comia carne. Quando ele ia almoçar na nossa casa, eu explicava à minha mãe:
– Mãe, o Wlad não come carne.
– Por que? – me perguntava ela.
– Sei lá. Maluquice dele.
Sempre achei meio doideira do Wladimir não se alimentar direito, como qualquer pessoa normal. No entanto, um dia tivemos uma disputa, dessas de adolescente, e partimos para a briga. A essa altura eu já estava – aparentemente – muito mais forte que ele. Tinha desenvolvido físico atlético, começara a praticar lutas. E, apesar disso, quando Wlad me segurava num estrangulamento ou outro golpe era de uma força descomunal. Aquilo mexeu comigo. De onde meu amigo tirava tanto vigor? Guardei a experiência no meu arquivo de memórias e segui em frente.
Quando tinha dezesseis anos de idade li em um dos muitos livros que eu debulhava incessantemente, que uma pessoa civilizada, educada e sensível não deveria comer as carnes de animais mortos. Que uma pessoa inteligente deve procurar ter uma alimentação mais seletiva. Que evitando as carnes de todos os tipos e cores, nosso corpo fica mais saudável e purificado, proporcionando condições para uma evolução interior muito mais rápida e efetiva. Não titubeei. Lembrei-me da força do Wladimir e decidi parar de comer carnes.
No entanto, era o mês de junho de 1960. Estava ocorrendo na minha rua uma festa junina que reunia a garotada de todas as casas e um dos prazeres dessas festas eram as comidinhas. E tudo grátis! Havia uma barraquinha de mini hot-dogs. Como despedida tracei quinze! Passados cinquenta anos, não me lembro se havia sido só o pão com o molho ou se foi com salsicha e tudo. O fato é que essa teria sido a última vez. Dali para frente, tornara-me formalmente um yôgin sincero e verdadeiro, logo, sem devorar carnes mortas.
Minha mãe entrou em pânico:
– Você vai ficar fraco. Vai ficar doente!
Mas eu não arredava pé da decisão. Então mamãe chamou o médico da família para uma consulta domiciliar, como era costume naquela época. O Doutor Rocha Freire olhou a minha língua, penetrou meus olhos com um feixe de luz, auscultou meus batimentos cardíacos, mediu-me a pressão e pontificou:
– Se não voltar a comer carne, você morrerá em três meses.
Por essa época, eu já utilizava o conceito que veio a se tornar o axioma número um do SwáSthya: “Não acredite”. E eu não acreditei. Pouco tempo depois, eu fui ao enterro do médico e continuo muito vivo até hoje, meio século depois.
Minha mãe sempre lamentava:
– Eu queria fazer uma comidinha gostosa para você, mas você não come nada…
E, por mais que eu explicasse que comia sim, de tudo, consumia agora muito mais variedades do que antes e apreciava uma profusão de pratos de forno e fogão, não adiantava. No conceito da mamãe (e de tantas outras pessoas!), eu “não comia nada”. E, mesmo ela não podendo mais contar com a cumplicidade do médico que morrera, o estribilho prosseguia buzinando nos meus ouvidos:
– Você vai ficar fraco. Você vai ficar doente.
Sob todo esse esforço de me sugestionar negativamente, foi mesmo uma proeza eu não haver sido influenciado e não ter ficado de fato enfermo.
Com o tempo, ela foi se acostumando, pois cada vez eu me tornava mais alto e mais forte, ultrapassando em muito os meus pais, tios e irmão mais velho que a essa altura estava na Academia Militar.
Mas não nos esqueçamos, nesse período, eu era aborrecente, com dezesseis, dezessete, dezoito anos de idade. Quando alguém questionava minha alimentação, eu respondia do alto da minha empáfia: “Não sou necrófago, não como cadáveres.” Ou então: “Não sou papa-defunto.” Ou, melhor ainda: “Não como comida de cachorro.” (Eu não imaginava que mais tarde viria a ter uma weimaraner vegetariana!) Obviamente, não recomendo a ninguém dar essas respostas mal-educadas.
Descobri, com o tempo, que as pessoas só implicam porque nós damos satisfação. Quem não gosta de comer jiló por acaso anda apregoando isso? Se alguém puser essa amaríssima solanácea no seu prato, quem não a aprecia simplesmente deixa-a de lado sem fazer alarde. Se puxarem assunto perguntando se a pessoa em questão não come jiló, ela, com naturalidade, responderá laconicamente e prosseguirá a conversa com outro tema.
O problema maior são os entes queridos que, estando mais próximos, invadem mais a nossa privacidade e não tocam no assunto uma só vez, en passant. Os íntimos voltam à carga outra e outra vez até entupir as medidas e acabam tirando do sério o desafortunado vegetariano. Nesse caso, observe o exemplo dos meninos de escola que experimentam ir chamando os colegas de qualquer coisa. Se algum dos apodos incomodar, esse é o apelido que vai pegar. Da mesma forma, se os familiares perceberem que você dá muita importância à opinião deles e que se irrita com a interferência sistemática na sua liberdade de opção, isso se transformará numa neurose obsessiva. Aproveitarão todas as oportunidades para lhe aplicar uma alfinetada. Contudo, se você não ligar a mínima e algumas vezes entrar na brincadeira, gracejando junto, todos vão considerá-lo uma pessoa equilibrada e bem resolvida. Depois, pararão de tocar no assunto, pois ele fica velho e acaba perdendo a graça.
Para mim, o fato de não ingerir carnes nunca trouxe dificuldade alguma de relacionamento. Estudei em colégio interno, pratiquei esportes, servi o exército na tropa, sempre fazendo muitos amigos. Incursionei por esse Brasil imenso dando cursos no interior de vários estados, depois viajei por outros países e jamais tive qualquer problema para me alimentar nem para cultivar as atividades sociais. Em alguns lugares o problema para comer era a diferença de paladar, mas não o fato de eu ser vegetariano.
Comida ruim não é vegetarianismo: é desinformação
É lamentável a mania de fazer comida ruim e marrom só para dizer que é saudável. Comida vegetariana não tem nada a ver com salada, nem com soja, nem ricota, tofú, algas, shoyu, missô. Nem mesmo com açúcar mascavo ou cereal integral. É claro que o cereal integral é melhor do que o refinado. Mas isso não tem nada a ver com comer carne ou não comê-la. As pessoas tendem a misturar as coisas. É uma pena.
A Índia, que é o berço do vegetarianismo e a maior nação vegetariana do mundo, não tem arroz integral. Essa foi minha pasmada constatação quando morei num mosteiro dos Himalayas. A comida não tinha nada de marrom, não era integral e não tinha gosto naturéba. Era colorida, aromática e temperadíssima!
Marinheiro de primeira viagem, meio garotão, fui consultar o Mestre do Shivánanda Ashram a esse respeito. Perguntei: “Como é que o Swámi Shivánanda escreveu em seus livros que devemos reduzir os temperos e a comida aqui é tão condimentada?” O Mestre respondeu, serenamente: “Tudo que é demais não é aconselhável.” E eu fiquei com a minha dúvida pairando no ar. Só quando saí do mosteiro, viajei pelo país e fui comer nos restaurantes normais é que compreendi. A culinária indiana legítima é tão superlativamente condimentada, que o que eles chamam de reduzir os temperos seria elaborar uma comida um milhão de vezes mais temperada e ardida que a nossa pobre, insípida, gororoba ocidental.
No livro Método de Boa Alimentação abordo o tema da alimentação inteligente, exponho a fundamentação antropológica que sustenta essa opção alimentar, forneço regras, dicas, receitas e endereços, além de relatar uma série de peripécias e curiosidades. Como tudo isso já está publicado noutra obra, neste capítulo vamos ficando por aqui.
Oi Mestre!
Você já assistiu o The Meatrix? Este vídeo é uma paródia dos filmes “The Matrix” que destaca os problemas da agricultura industrial.
http://www.youtube.com/watch?v=zhsy2-sWyk4&eurl=http://www.vivaqualidadedevida.org/search?q=meatrix
Beijos,
Rafinha
Mestre, me desculpe a demora para respondê-lo. Eu consigo entrar normalmente ao clicar no link que deixei e me parece que está correto, já que há um comentário da Regina Wiese dizendo que entrou no site e já preencheu o formulário. Tente mais uma vez:
http://www.vista-se.com.br/expedito
Este é o link para mais informações sobre o projeto de lei:
http://vista-se.com.br/site/primeiro-projeto-de-2009-amplia-direitos-do-consumidor
Se não conseguir, me avise novamente.
Beijos
Vivi
É muito bom ver todos participando do Blog.
E como mais uma contribuição, trago um vídeo muito legal sobre Vegetarianismo:
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s
Abraços!
Estou sempre aprendendo no seu blog, Mestre. Esse post me ensinou muito.
Ah, encontrei um link de uma notícia que não tem relação com o post, mas que pode ser interessante. A Manchete é “Efeitos globais do bife brasileiro”, e fala sobre como o gado de corte brasileiro é um dos mais impactantes mundialmente para o meio ambiente.
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/efeitos_globais_do_bife_brasileiro.html
Oi, Mestre! Não sabia quais os melhores trâmites a seguir para poder deixar-lhe o link para um video que julgo que vai adorar. Devido ao tema em questão, procurei o arquivo de “amigos”, para melhor ilustrar a minha intenção.
É de uma beleza extrema, e julgo retratar na perfeição o que nos une a todos.
Espero sinceramente que goste!
Um enorme abraço
É muito bom ver todos participando do Blog.
E como mais uma contribuição, trago um vídeo muito legal sobre Vegetarianismo:
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s&feature=related
Olá João Marcelo,
além da sunga, imagine o fato do atleta ser vegetariano…
O vegetariano Piero Venturato é duas vezes
campeão mundial de fisiculturismo, sete vezes campeão italiano e cinco vezes campeão europeu.

Oi Fernanda! Olha o Bill Pearl, vegetariano, com 56 anos…

Oi Mestre,
Não sei como postar aqui, mas gostaria de compartilhar um vídeo com todos
O vídeo é de uma matéria do SBT Realidade sobre longevidade. A cidade de Loma Linda nos Estados Unidos ficou em segundo lugar no mundo com a maior expectativa de vida, perdendo apenas para a ilha de Okinawa, no Japão
O interessante é que a cidade é de adventistas do sétimo dia, ou seja, não comem carne, não bebem e não fumam
Segue o vídeo abaixo:
httpv://www.youtube.com/watch?v=1yv7goXOBVA
Abraços
Entre neste link e aprenda como fazer:
http://metododeroseitaim.com.br/2011/10/teste-seu-poder-interior-experiencia-de-mentali
| Olá Mestrão,
Fiz a experiência no ano passado depois de assistir uma aula sua. Abração. Guilherme |
Werner Forssman, nasceu em Berlim a 20 de agosto de 1904. Formou-se em medicina em 1928. Desenvolveu uma teoria que ninguém aceitava: a de que seria possível introduzir uma sonda por via intravenosa e conduzi-la até o interior do coração, sem matar o paciente. Obviamente, não poderia usar cadáveres, pois já estavam mortos. Tentou autorização dos seus superiores no hospital para levar a efeito a experimentação em algum paciente. É claro que não foi autorizado. Então, não podendo utilizar cobaias humanas, usou o seu próprio corpo.
Cortou uma veia do braço e introduziu um cateter (a pronúncia correta é catetér e não catéter) e foi empurrando-o até que atingiu o órgão cardíaco. Para provar que havia conseguido e que tal procedimento não matava o paciente, foi até a sala de raios-x e, sob os protestos dos colegas, bateu uma chapa. Era incontestável! Ninguém poderia questionar sua descoberta que viria a salvar tantas vidas no mundo inteiro. Sua recompensa? Foi tão punido, criticado e atacado que teve de abandonar a cardiologia!
Durante mais de duas décadas não era convidado para nada e se ousasse comparecer a algum congresso tinha que sofrer o constrangimento de ser apontado pelos seus pares como um indesejável. Após 25 anos de humilhações e exclusões, finalmente, o reconhecimento. Em 1956, recebeu o Prêmio Nobel de Medicina.
Se você conhecer outros casos semelhantes, por favor, informe-nos. Obrigado.