segunda-feira, 19 de julho de 2010 | Autor:

A garotada ressucitou um jogo chamado “Assassino”, em que a comunidade dos que estão jogando precisa encontrar o dito-cujo. O maior ensinamento desse jogo é a tomada de consciência de que o ser humano tende a tachar uma pessoa, por qualquer motivo real ou imaginário, e para sempre ela carregará essa peja, seja justa ou injusta.

No jogo em questão, a quem calhou por sorteio ser o assassino em um jogo anterior, passa a ser morto na primeira rodada nos jogos seguintes, mesmo que ocorram em outros dias. Ora, todos sabem intelectualmente que a chance de calhar mais de uma vez essa qualificação por sorteio sobre a cabeça da mesma pessoa é muito improvável. No entanto, emocionalmente, todos olham para o colega e vêem nele o famigerado assassino da brincadeira anterior. Por isso, eu apenas assisto, mas não entro no jogo. Isso não quer dizer que o censure: ao contrário, acho-o muito divertido e recomendo que as escolas o adotem como meio eficiente de reforçar os vínculos de amizade.

Da mesma forma como no jogo, a opinião pública e a Imprensa, quando encasquetam que você é isto ou aquilo, mesmo que você não o seja, vai dar muito trabalho para convencer as pessoas da verdade. É que a inverdade tornou-se a percepção, e a percepção do observador é sempre aureolada como verdade.

Moral da história: façamos todos um trabalho extremamente sério, exerçamos em nossa vida pessoal uma honestidade fundamentalista e conquistemos a todos com a nossa simpatia, cavalheirismo e generosidade. É preciso que mesmo os instrutores mais novos e até os alunos reconheçam a importância de cultivar uma boa imagem em todos os lugares, com todas as pessoas.

Ah! E joguem mais “Assassino”!

__________________

Mais um exemplo de estigma: o ator sueco Max von Sydow, que havia participado de quase todos os filmes de Ingmar Bergman, aceitou com 40 anos de idade representar o padre do antológico filme “O Exorcista“, maquiado para parecer que tinha 75 anos. O resultado foi que nenhum estúdio mais o chamou para trabalhar, porque ele ficou estigmatizado por ser velho… coisa que ele não era!

__________________

Pois é, Mestre. Você foi a primeira pessoa que alertou-me, há muitos anos atrás, que verdades, são em sua esmagadora maioria, apenas visões, interpretações pessoais dos fatos, não coincidindo, quase nunca, com a realidade.

Todos nós, o tempo todo, estamos olhando os fatos segundo os nossos pontos de vista, e portanto, passíveis de distorcer os fatos, e o que é pior, sem nos darmos conta disso!

Para exemplificar, tenho um amigo, uma pessoa pública, muito famosa e que conheço há mais de 35 anos. É uma pessoa seriíssima, correta e honesta. Sempre foi. Seu erro foi atuar profissionalmente com decência, muita competência e honradez, em uma área aonde a grande maioria do métier é formada de pessoas sem formação, aventureiros e desonestos. Isto lhe angariou uma horda de desamigos, que tentaram em vão, ao longo de mais de 40 anos, fazê-lo desistir da profissão. Mas como sua honestidade fundamentalista, jamais ofereceu a esses invejosos, qualquer indício que pudesse ser usado para proibi-lo de trabalhar e crescer. Então a arma que eles vêm utilizando neste tempo todo é a calúnia, a mentira e a fofoca, para tentar desacreditá-lo junto à opinião pública.

Algumas vezes, ao conversar com algum jornalista sobre este meu amigo, percebo que aquele faz comentários pouco elogiosos sobre este. Porém ao perguntar-lhe se conhece o meu colega, o repórter simplesmente diz que não. E quando faço a defesa do meu injustiçado amigo, demonstrando, de forma educada, o valor, as qualidades, a seriedade e honestidade pessoal e profissional, o jornalista fica surpreso e admirado.

Agora, Mestre, imagine que este profissional, não receba esclarecimentos prévios e é convocado para realizar uma matéria em jornal, revista ou televisão sobre este meu querido amigo. Milhares de leitores e telespectadores receberão uma imagem totalmente distorcida, inverdadeira e injusta dele.

É assim que se constrói uma “verdade”, Mestrão. E agora, durma-se com um barulho destes.

Beijos do velho discípulo.

Prof. Joris Marengo, Presidente da Federação de Santa Catarina.

Acredito, Joris, que se todos os instrutores e alunos tivessem a mesma atitude sua de ação efetiva, a Justiça e a Verdade se instalariam e, não apenas eu, mas todos nós ficaríamos muito mais felizes com o reconhecimento do valor deste trabalho que compartilhamos.

_______________

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.” (Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda Nazista)

Leia mais »

terça-feira, 13 de julho de 2010 | Autor:

Mas como é na Índia?

Eu viajei para a Índia durante 24 anos. Frequentei vários tipos de estabelecimentos, desde as escolas até os mosteiros, dos mais sérios aos que já estavam contaminados pelo consumismo ocidental – e percebi as diferenças. Mas, em todos eles, ocorria um mesmo fenômeno. Os alunos indianos entravam na sala de aula com cara normal e roupa normal, muitas vezes praticando de calça e camisa. Os ocidentais, no entanto, pareciam um bando de alucinados que se destacavam dos hindus por serem os únicos a estar vestidos com “roupa indiana”, isto é, o equivalente àquelas camisas hipercoloridas e cheias de flores que os turistas estrangeiros usam no Brasil por acharem que aqui é assim que o povo se veste. Será que não percebem que nenhum brasileiro está portando aquelas camisas espalhafatosas, ou que nenhum indiano está vestindo a tal de “roupa indiana” (especialmente as famosas “saias indianas”, que nenhuma indiana veste)?

Durante a aula de Yôga, os hindus preservam a fisionomia de pessoas perfeitamente normais, sorriem, interagem com os colegas e com o instrutor, às vezes até fazem gracejos. Os ocidentais, pelo contrário, mantêm-se muito taciturnos, com cara de santo cristão e, às vezes, babam um pouco.

Frequentemente os instrutores que levei em minhas viagens, para conhecer o verdadeiro Yôga da Índia, observaram:

– DeRose, você já percebeu que os ocidentais ficam com cara de malucos quando entram numa sala de Yôga e que os indianos são como nós do SwáSthya e preservam a cara normal?

Pois é. Aí está o x da questão. O ocidental vai à Índia, olha, mas não vê. Ouve, mas não escuta. Tanto que volta falando “ióga”, embora todos lá pronunciem Yôga, com ô fechado. É uma questão de paradigma. O ocidental enfurnou no bestunto que Yôga deveria ser de uma determinada forma. Depois ele viaja para a Índia e não consegue perceber que lá é diferente do clima cristianizado, naturéba e alternativoide que grassa no Ocidente.

Uma das fantasias é que na Índia – e nas escolas de Yôga desse país – só se coma pão integral, arroz integral, açúcar mascavo e outros modismos ocidentais. Só que não é assim. Nas escolas de Yôga come-se muito bem, desfruta-se uma comida deliciosa (obviamente vegetariana!), bem temperada e, fora isso, normal. Certa vez, uma pessoa que estava no nosso grupo pediu arroz integral ao garçom do restaurante em Nova Delhi. O empregado trouxe arroz branco. A brasileira mandou voltar e instruiu-o com mais ênfase:

– Olha, meu filho, eu quero arroz integral, compreendeu? Arroz in-te-gral!

O coitado voltou com outra porção de arroz branco. Percebendo que não agradara, explicou:

– Mas o arroz está inteirinho, Madame. Eu mesmo ajudei o cozinheiro a catar só os grãos que não estavam quebrados.

Hoje já há alguns estabelecimentos com opções integrais para atender a turistas, assim como já existem escolas de Yôga para satisfazer os devaneios dos que pagam bem para que lhes vendam o que eles querem comprar, ou seja, aquilo que o ocidental pensa que o Yôga é.

  Leia mais »

sábado, 10 de julho de 2010 | Autor:

Pedro Pena

Olá Mestre!

Adoro esta ideia e vai sem duvida tornar o blog mais interessante, nunca tomei a iniciativa de postar aqui algo por sentir que isso ia trazer confusão ao blog ou poder ser intrometido.

Aproveito para deixar um link de um vídeo com que todos certamente nos identificamos mas que tornando-se mais conhecido pode ser mais divulgado e dar alguma luz a mais cabeças.

sexta-feira, 9 de julho de 2010 | Autor:

Dedico ao meu amigo e companheiro Flávio Moreira, extensivo à sua equipe, o texto enviado por uma estimada amiga. Solicito que todos nós meditemos detidamente sobre o conteúdo e, se não alcançarmos o significado, que consultemos o Supervisor Decano em busca de esclarecimento.

 “Quando li esta notícia há um tempo atrás, chamou-me a atenção a opinião de Mark Leithause, diretor da Galeria Nacional de Arte que, perante o fato, não se surpreendeu: “A arte tem de estar em contexto. Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará. Mesmo um especialista poderá apenas observar que se trata de uma boa cópia e continuará a comer.” Hoje penso: se vivenciamos Nossa Cultura em tempo integral e somos portadores de tradições milenares que são verdadeiras obras de arte, temos que estar em contexto, em embalagens adequadas também em tempo integral, pois, caso contrário, é esperado que muitos passem a não associar as pessoas que praticam o Método DeRose à beleza e grandeza intrinsecas a ele.

Para quem se interessar, o texto original do Washington Post, Sunday, April 8, 2007:
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/04/04/AR2007040401721.html

Obrigada pelo texto e por todas as experiências aqui compartilhadas, a partir delas lembrei de diversas situações com familiares e amigos, tanto de embalagens inadequadas para o que se está a oferecer, quanto de preconceito perante uma aparência que não diz, mas tem muito valor; e percebi o quanto é importante parecer e aparecer às pessoas melhor a cada dia, pois o contato com essa egrégora ímpar me faz a cada dia muito melhor.

Abraço transbordante de carinho,
Alice Árabe – BH – Unidade Serra”

sábado, 3 de julho de 2010 | Autor:

http://www.youtube.com/watch?v=2nND68ZwL6w

http://www.youtube.com/watch?v=K9Yqb5zZAxg&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=RvGNOosIRkA&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=SUVD6pmj7ro

http://www.youtube.com/watch?v=1erPLvgWNq8&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=fxnljVvo5Ig&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=JVung5Xymeg

terça-feira, 29 de junho de 2010 | Autor:

Viajando por várias cidades, verifiquei que muita gente não sabe que já foram publicados os pocket books O Código de Ética do Yôga, A Medalha com o ÔM e Yôga tem acento, livretos fundamentais para o esclarecimento dos nossos alunos e também do público em geral. O formato pocket tem a vantagem de que o interessado pode guardar o livro no bolso ou na bolsa e consegue ler todo o conteúdo em uma só sentada, enquanto faz uma viagem de metrô, enquanto espera pelo dentista ou em um intervalo de aula. São livrinhos baratos para estimular nossos alunos e simpatizantes a dar vários exemplares de presente aos seus familiares, aos seus colegas de trabalho e de faculdade, bem como àqueles que estão mal informados a respeito do nosso trabalho. Isso é muito importante para esclarecimento da população. Se cada aluno nosso der alguns livrinhos de presente, poderemos contar com muitos milhares de pessoas esclarecidas.

Constate, pelos títulos abaixo, que nós não deixamos de ensinar Yôga. Simplesmente, passamos a ensinar um Método que extrapola os limites técnicos dessa filosofia hindu e incorpora conceitos comportamentais que devem ser inseridos na vida real do praticante fora da sala de aula: na sua profissão, no seu esporte, na sua família, na sua relação afetiva etc.

Já publicados

1. O Código de Ética do Yôga: um livreto que ensina e comenta as normas éticas e comportamentais que devem ser observadas pelos praticantes e duas vezes mais pelos instrutores dessa filosofia.

2.Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga: O título bem humorado sugere a leveza da leitura. Estruturado em perguntas e respostas, esclarecendo o que é o Yôga, para que serve, qual a sua pronúncia correta, qual sua origem, qual a proposta original, quando surgiu, onde surgiu, a quem se destina? Yôga será uma espécie de ginástica, terapia, religião, dança, luta, arranjo floral? Tudo sobre Yôga ensina como é que se escolhe um bom livro, como estudar de forma a aproveitar melhor a leitura.

3. Prática Básica de Yôga (para iniciantes): O leitor vai encontrar neste livro 84 técnicas, entre respiratórios, procedimentos corporais, relaxamento, meditação, mantra etc., tudo já montado na forma de uma aula completa e equilibrada. A prática é muito fácil de ser seguida por iniciantes sem nenhuma experiência, desde que estejam com a saúde perfeita. Várias ilustrações auxiliam o praticante para a compreensão da técnica descrita. Existe também o CD de áudio e o DVD desta aula.

4. Yôga a sério: Esclarecimentos de ordem teórica, prática, ética, filosófica e pedagógica sobre o Yôga Antigo. Este livro discorre sobre a verdadeira proposta de um trabalho de Yôga com seriedade, fornecendo dados inestimáveis para proteger o consumidor que fica desorientado com tantas informações contraditórias a respeito desta modalidade. Proporciona também esclarecimentos sobre várias técnicas e diversos outros tipos de Yôga (Ásana Yôga, Rája Yôga, Bhakti Yôga, Karma Yôga, Jñána Yôga, Layá Yôga, Mantra Yôga, Tantra Yôga, Kundaliní Yôga, Siddha Yôga, Hatha Yôga e outros).

5. Yôga tem acento: Documentação que prova a existência do acento na palavra Yôga em seu original sânscrito, desde sua escrita original em alfabeto dêvanágarí.

6. A Medalha com o ÔM – o mantra mais poderoso do mundo: Explicações sobre o ÔM e a medalha, sua utilização, histórico, escrita sânscrita, exercício e outros ensinamentos.

7. O Método DeRose: Esclarecimentos e fundamentação da Nossa Cultura, uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. No setor das técnicas, algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

8. Meu nome é Jaya – sou uma weimaraner vegetariana: Trata-se de uma publicação muito doce, super meiga, com muitas fotos da Jaya a quatro cores, saltando, correndo, brincando, abraçando um gatinho e dormindo abraçada com outro cão. O pocket apresenta textos capazes de emocionar o coração mais insensível. Talvez você deixe escapar uma lágrima ou outra.

Brevemente:

9. Zen noção: Quem pratica Yôga não é “zen”. Este livro informa e esclarece o leitor e tem a proposta de demolir preconceitos, pois eles são sempre fruto da ignorância.

10. A Síntese do SwáSthya Yôga: Este pocket book é um resumo do Tratado de Yôga, a obra mais completa já publicada sobre o tema. Neste pequeno livro o autor conseguiu concentrar a quintessência do SwáSthya.

11. Meditação: Uma profunda dissertação sobre a teoria e a prática da meditação segundo conhecimentos ancestrais e iniciáticos.

Para o futuro:

12. Manual de Civilidade: Normas de boa educação, boas maneiras e política de boa vizinhança.

Seja um amigo diferente: dê livrinhos de presente!

 ___________________

Este post lembrou-me de um fato ocorrido em 2004, quando conheci o Método DeRose. Quem indicou foi minha mãe, que nunca havia praticado, porém havia lido sobre o assunto, reconhecido a seriedade e entendido o “algo mais completo” que eu tanto buscava em relação a profissão, qualidade de vida, etc. Sendo apaixonada por livros, o que me conquistou “a primeira vista” no dia em que visitei uma Unidade do Método em Curitiba, foi a entrega especial (digo especial, pois fui contemplada com simpatia e sorrisos sinceros) do livreto “Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga e jamais teve a intenção de perguntar”. Fui para casa realizada e dizendo: – Nossa, eles até me deram um livro! Mãe! Ganhei um livro!!!
A sensação a “segunda vista” após a leitura foi indescritível. Como é bom quando nos identificamos com propostas saudáveis!

Hoje, nas viagens mensais que faço a Curitiba para participar do módulo filosófico, sempre trago comigo um livreto diferente e presenteio algum amigo ou familiar! As pessas que recebem sempre agradecem com ar de felicidade e até mesmo aqueles que não são fãs de leitura apreciam o conteúdo por ser breve, esclarecedor e de fácil compreensão.

Eu amo todos vocês!
Beijos!

Lu

Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.derosecentrocivico.org/

Leia mais »

sexta-feira, 25 de junho de 2010 | Autor:

Ric Poli

De, compreendemos a sua tristeza! Certamente nos realizamos muito mais ao ensinar para quem quer aprender o nosso método de verdade, por prazer e com profundidade.
Lembro que foram os testes mensais que despertaram em mim a vontade de fazer a Complementação Pedagógica, em 2001.
Sinto que se fizermos mesmo um campanha pró testes mensais voluntários só temos a crescer, nós instrutores e principalmente os alunos, cada qual da sua maneira.
Coincidentemente hoje colocamos em nossos murais internos e no nosso blog um cartaz explicativo, que foi desenvolvido pelas Instrutoras Camilla Miranda e Juliana Vieira e revisado pela Instra. Cibele Léger. Ele tem a intenção de estimular os alunos a assistirem os vídeos do Curso Básico e responderem aos questionários, sem ser algo chato nem obrigatório; pelo contrário, procuramos redigir um texto que mostre ao aluno o que ele tem a ganhar ao fazer as provas.
Queremos melhorar nesse ponto pois sabemos que podemos fazer muito mais bonito.
Este é o link: http://yogacentrocivico.com/blog/?p=526
Se você gostar podemos disponibilizar a arte para as Unidades que quiserem.
É isso, esperamos poder ajudar!
Beijos
Ric Poli e Equipe da Unidade Centro Cívico, Curitiba, PR.

20 jul, 2009

Teste Mensal Voluntário

Publicado por: Juliana Vieira Em: Atividades Culturais

cartaztestes1 420x611 Teste Mensal Voluntário

Rodrigo De Bona

Eba!!
Eu quero esse cartaz pra colocar na nossa Escola!
Mande a arte por e-mail pras Unidades Credenciadas, Mestre, por favor.
Um beijo grande e até o próximo findi, em Curitiba.
Rodrigo De Bona

[O cartaz pertence ao Ric Poli, de Curitiba. Inclusive, ele já ofereceu às unidades que o desejarem. Acho que o Ric poderia enviar logo a todas as escolas. Quem gostar, usa. Quem não quiser utilizar, deleta.]

Rosa

Bom Dia Mestre
Estou assistindo suas aulas em DVD na sequência e respondendo as questões para me preparar para as provas e passar de grau. A unidade Itaim onde pratico teve uma idéia fantástica, estamos tendo as aulas do programa do curso básico com o Dani toda semana. É uma perfeita motivação para que os alunos se interessem pelos testes.
Beijos
Rosália – São Paulo

Tamara Queiroz

Sabe, Regina, antes eu pensava que apenas quem tinha o interesse em se tornar instrutor é que poderia fazer os testes.

Muito bem observado!

Um beijo,

Rafael Schoenfelder

Sempre gostei muito dos testes mensais.
Pode contar comigo..

Abraços

Rafael
Curitiba Pr

flavia vasconcellos

Mais uma vez vc tem toda razão Mestre! Sábio Jojó!
Os alunos da Jardins já receberam essa informação, mas reforçarei sempre!
Muitos beijinhos
Flavinha

Regina Wiese Zarling

Lembro-me que em Floripa o Jojó incentivava aos alunos a estudar para os testes premiando os três primeiros lugares. Era interessante, uma espécie de motivação. Entretanto o maior premio que ganhamos é a sabedoria que estes testes nos proporcionam.
O que percebo hoje, não sei se em todas as escolas do método, porém acredito que na maioria delas, é que depois que foi dado a liberdade de escolha de aplicar ou não os mesmos, estes passaram a ser aplicados somente aos alunos do aprofundamento filosófico.
Eu mesma já respondi a varios testes, mas sei que sempre há mais a aprender e a estudar. Pequenos detalhes que mudam com a evolução.
Uma sugestão para que o aluno aceite melhor a idéia dos testes mensais,é fazê-lo com consulta (entretanto, não poderia ser consultado o livro programa do curso básico). Depois debater a matéria dada nos finais das aulas, para relembrar o que foi visto e após alguns meses repetir o mesmo sem consultar o livro. Talvez assim, aqueles alunos ainda iniciantes, não se sentissem pressionados e não viriam com a resposta de que só querem praticar e n
ão querem se tornar instrutores, considerando que o teste só é importante aos que almejam a profissão.

beijos
Regina
Curitiba-Batel

gab

Grande Ricardo! Para bens pela pro atividade!
Colocaré hoje mesmo o cartaz na nossa Escola no Chile.
É muito importante ter alunos identificados, da prazer ensinar a alguem que quer aprender.
Alem de isso eu converso bastante com meus alunos sobre a importancia de saber sobre a nossa cultura, e aprender o completíssimo curso básico.

Ontem fomos convidados com a Valentina a um jantar na casa do Embaixador da India no Chile junto com um importante ministro, ex embaixador de Rusia, o Dono de melhor restaurante Indiano no Chile, um militar e outro importante empresario, os unicos occidentais eramos nos…Instrutores do Método DeRose. Foi muito agradavel, a comida muito sabrosa, eles fizeram perguntas sobre o Método o sádhana e “gracias” ao Mestre e o completísimo “Curso Básico” eles perceverom como o nosso trabalho é serio. O embaixador já sabe de isso pois é a tercera vez que nos convida a um evento.
O conhecimento abre portas!!
A estudar amigos!

Alessandra Weick

Adorei o cartaz, colocaremos em breve aqui na Unidade Savassi,e faremos também reuniões informais com os alunos para assistirmos aos vídeos, na unidade ou na casa de um dos intrutores (idéia do instrutor Otávio),uma reunião informal, na qual estudaremos juntos,num clima descontraído,comidinhas gostosas… Isso tudo para incentivar o gosto pelo conhecimento…então veremos qual será o resultado…

Beijos,
Alê.

Heduan

Parabéns a toda equipe Centro Cìvico.
E muito bem lembrado Ric. Foram os testes mensais, que também me fizeram entender claramente o que constitui o nosso Método.

jmf

Olá a todos e peço licença para entrar no blog. Ainda estou no Pré-Yôga, mas sinto um prazer e alegria imensos de ler e aprender mais sobre essa cultura extraordinária. Duvido que alunos sérios e comprometidos teriam problemas com os testes mensais, já que são apenas para auxiliar o aprendizado e a fixação dos conceitos. Eu apoio 100% essa idéia.
Forte abraço a todos!
Juliana

Celinha

Mestre,
Posso dar meu depoimento de aluna. Estou na Unidade Jardins completando agora cinco anos e meio de prática . Sempre falo com minha querida instrutora Vivi o quanto aprendia com esses testes mensais e mesmo com as perguntinhas que ela volta e meia ela faz no finalzinho das aulas. Saio motivada a estudar, percebo as coisas que estou esquecendo se não pensar em dar uma olhadinha na matéria. Isso realmente me deixa interessada.
Uma dificuldade a mais será ou não motivo de desistência por parte dos alunos, dependendo de como será encarada. Muitas vezes é justamente a nossa razão para não desistirmos nunca. Possivelmente alguns alunos vão desistir por conta do teste, mas outros persistirão justamente por causa dele.
Acho esse assunto realmente importante.
Obrigada pelo incentivo!!!!
Beijos,
Celinha.

Leia mais »