segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 | Autor:

Mestre, a série Coisas que a vida me ensinou está excelente.

Assisti a um vídeo que acho muito interessante. Eventualmente volto a vê-lo e pensei que talvez o agradasse também.
Eu gosto dele, pois não quero que ninguém manipule minhas ações através do medo. Já chega o medo que o Ser Humano tem de tudo por natureza, mas sempre tentam nos colocar um pouco mais para que nos tornemos mais manipuláveis.

http://vimeo.com/1763687

Abraço, Mestre.
Sinto falta das aulas de terça, pois tenho uma certa necessidade de ver que você está bem, saudável e feliz.
Espero que esteja tudo ótimo por aí.

O remetente pediu para não ser identificado.

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Arthur Costi

Excelente documentário, me faz lembrar de uma rotina de uns dos melhores comediantes “stand-up” que eu conheço.

http://www.youtube.com/watch?v=X_Di4Hh7rK0

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 | Autor:

Quando é Preciso Ser Forte é o nosso livro mais relevante. Se você quiser conhecer nossa trajetória desde o início, quais foram meus Mestres, erros e acertos, aprendizado, correções de curso, evolução da proposta, elementos biográficos, viagens, família e – além disso tudo – ensinamentos para a vida, é fundamental a leitura do Ser Forte. Não é um livro de Yôga. É uma obra sobre filosofia, história, ética, empreendedorismo, Índia, romance, drama e bom-humor. Acima de tudo, é uma leitura fluida e agradável. Muitos leitores declararam que não conseguiram parar de ler até chegar à conclusão.

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domingo, 10 de janeiro de 2010 | Autor:
  Rogério Chimionato – Método DeRose Centro Cívico

Carro movido a ar. Incrível!

http://d.yimg.com/kq/groups/4281941/1326174772/name/Carro.wmv

Abraços!

Rogério Chimionato
yogacentrocivico.org/blog

[Como o link às vezes não entra, experimente copiar o endereço e dar comando de abri-lo. Vai valer a pena.]

O que vemos, Rogério, é que há muitas soluções: carro a álcool, elétrico, híbrido, a hidrogênio, a energia solar, a biodiesel com gorduras reutilizáveis dos restaurantes, a lixo orgânico convertido em energia, a água e agora a ar. Soluções são o que não falta. É tudo uma questão de paradigma e de interesses comerciais das gigantes da indústria que pouco ligam se estão poluindo a atmosfera e expondo o planeta a guerras pelo petróleo. DR

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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor:

É da natureza humana querer compreender as coi­sas e, para isso, tentamos enquadrá-las em escani­nhos já estabelecidos em nossa mente. Não é à toa que “enquadrar” e “escaninho” são conceitos as­sociados a algo quadrado e padronizado.

Portanto, é natural que o interlocutor queira saber se é dança, ginástica, arte, terapia, religião… Mas e se não se “encaixar” em nenhuma das alternativas?

Quando um praticante pretende explicar o que é o Método, frequentemente é confrontado com a per­gunta:

–  Método de quê?

Para que as pessoas compreendam melhor o que é o Método e, dessa forma, possam desfrutá-lo em todas as suas nuances, decidimos prestar estes esclarecimentos.

Para tanto, a primeira coisa a conhecermos deve ser sua definição. Apesar de este Método ter sido sistematizado a partir de 1960 e, portanto, já con­tar com meio século, o processo foi bem gradativo e empírico. Assim, dispomos de várias definições muito boas.

Podemos definir esta cultura como:

Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas oriundas de tradições culturais muito antigas.

Ou de forma mais extensa:

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respi­ratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora­mento da descontração emocional e da concen­tração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhe­cimento.

Listando por tópico, facilita a compreensão:

  • uma proposta de life style coaching;
  • com ênfase em boa qualidade de vida;
  • boas maneiras;
  • boas relações humanas;
  • boa cultura;
  • boa alimentação;
  • boa forma;
  • reeducação respiratória;
  • administração do stress;
  • técnicas orgânicas;
  • tônus muscular;
  • flexibilidade;
  • concentração e meditação;
  • a meta final é o autoconhecimento.

Benefícios? Não! Apenas consequências de uma filosofia de vida saudável.
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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor:

Não seria um Método de Yôga?

Não. Método DeRose é outra coisa.

Embora possamos, eventualmente, para encurtar a conversa, declarar que Método DeRose é um mé­todo de Yôga, precisamos ter consciência de que essa é uma simplificação e que ela talvez possa ter consequências indesejáveis. Mais para a frente, pode parecer contradição, quando você for dar uma expli­cação mais exata e mais completa. Na verdade, o Método DeRose é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unica­mente as técnicas) são oriundas do Yôga Antigo.

Portanto, Método DeRose não é Yôga. Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como um de seus recursos.

No âmbito técnico, a maior diferença parece residir no clima, no vocabulário, no tipo de gente que adere, na total ausência de misticismo, na absoluta não-intenção de terapia, na estrutura dinâmica e alegre de todas as atividades culturais e, principalmente, no fato de constituir uma Cultura que o praticante pode e deve incorporar à sua vida real, à sua profissão, ao seu desporto, à sua família, às suas relações humanas em geral.

E os conceitos? As atitudes? A estrutura comporta­mental? Isso transcende os limites do Yôga, uma vez que ele é estritamente técnico. (“Yôga é qual­quer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.”)

No âmbito filosófico, nada há de novo nos conceitos. Eles são inspirados diretamente em um sistema professado no período proto-histórico (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya).

O Método DeRose é uma tecedura de conceitos e técnicas, da qual as técnicas (e unicamente as técnicas) são oriundas do Yôga Antigo.

Assim, precisamos compreender que nossa proposta utiliza alguns recursos dessa filosofia, mas que: “o Método DeRose é outra coisa”.
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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor:

Quem deu o nome Método DeRose foram os alu­nos e instrutores que vieram utilizando tal referên­cia durante décadas, até que finalmente, comemo­rando cinquenta anos de ensino, concordamos em utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa”? Curiosamente, foram os que ensinam ou­tras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justa­mente um crítico de arte, opositor ferrenho à pin­tura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrá­rio e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos co­legas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele pu­blicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que pro­pusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Se todos são unânimes em de­clarar que DeRose é outra coisa, nós simples­mente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 | Autor: