terça-feira, 26 de maio de 2009 | Autor:

Assista a este vídeo:

 

Alessandro Martins

SwáSthya, DeRose,

creio que vai gostar deste vídeo:

http://www.yourdailymedia.com/media/1202901162/No_Flyscreen

O dono do cão mostra que ele pode passar pela porta, pois retirou a tela contra mosquitos. Ele pode sair quando quiser e mesmo assim, mesmo com o dono apontando a saída, ele não vai.

Sei lá. Acho que isso diz muita coisa.

Abraços fortes do Alessandro.

 

Pois é, Alessandro. Quanta gente que eu conheço é assim! Até mesmo instrutores de Yôga. Eu mostro que é possível romper um paradigma e eles não conseguem sair. Isto está acontecendo agora mesmo, quando a nova guinada foi sugerida, a de evitar o rótulo Yôga para comunicação com o público externo. Quem adotou, gostou.

Foi como o dono do cão que passou pela porta, mostrando que era possível passar, mas o cachorro não passava. Estava condicionado que era impossível passar com a porta fechada, ainda que não houvesse a tela contra mosquitos e nada o impedisse de passar. 

O mesmo ocorre quando procuro fazer os instrutores ascender socialmente, melhorar seu próprio nível, mas alguns opõem resistência inconsciente. Acham que estão acatando tudo o que é recomendado por nós, mas não conseguem dar um passo efetivo à frente.

Por vezes, isso ocorre com relação à linguagem. Recusam-se a corrigir ou melhorar o vocabulário, a gramática, a pronúncia. Sentem a necessidade de identificação pela linguagem com o grupo cultural do qual não conseguem se libertar.

Outras vezes, é com relação à maneira de vestir-se, calçar-se, cuidar dos pés e dos cabelos. Chegamos a ser bem diretos, mas há uma barreira de inércia cultural que os impede de mudar e progredir.

Compreendo a dificuldade. Não compreendo que não queiram superá-la.

Leia mais »

sábado, 23 de maio de 2009 | Autor:

Ontem tivemos um jantar muito agradável e divertido com todos os Diretores e vários instrutores de Belzonte. Hoje, comidinha indiana e realizamos o curso Meditação e samádhi. Turma cheia. Alunos de bom nível, simpáticos, interessados. Mas, como ninguém é perfeito, poucos frequentam o blog. Hoje à noite, festa no sítio. Amanhã, teremos um outro curso só para instrutores. Certamente, será ainda mais empolgante que o de hoje.

Leia mais »

sábado, 23 de maio de 2009 | Autor:

Recebi um CD gravado por um colega muito querido para aprovação do material gráfico. Com indescritível tristeza, observei que o sânscrito estava grafado em uma transliteração que não é a que adotamos. Fiquei chocado!

Se nossa sistematização adotou uma determinada convenção e TODOS os nossos livros seguem essa coerência, por que algum dos nossos discordaria e aplicaria outra convenção? Se você pesquisar na internet vai descobrir que existem diversas convenções diferentes e divergentes. Mas há muitas outras que não encontrei nem mesmo na internet. Por exemplo, as transliterações para o chinês, para o grego, para o russo, para o japonês e mais uns oitenta alfabetos. Mesmo a que se usa corriqueiramente na Índia, não encontrei entre aquelas que lograram conquistar a simpatia dos acadêmicos.

A pergunta que não quer calar é: você que usa outra convenção diferente da que nós adotamos, não percebe que isso é anti-didático? Não percebe que confunde os alunos e até os próprios instrutores?

Não percebe que, além de semear confusão, transmite falta de sintonia com o sistematizador do Método?

Não percebe que gera para você uma imagem de que está discordando da linha de conduta adotada por nós?

A percepção comprometedora é a de que você está mais de acordo com outra orientação, com outro grupo ou com outro Mestre que não os seus.

E eu fico particularmente entristecido, pois se eu ensino uma convenção e você a rejeita para adotar a que outro Mestre ensina, nesse caso você está rejeitando a mim e o meu ensinamento.

Leia mais »

quinta-feira, 21 de maio de 2009 | Autor:

Para levar o nosso apoio e reforço de egrégora ao pioneiro Marcelo Tessari que está defendendo nosso Método em New York, Fernanda viajou hoje cedo para lá. Marisol também está na Big Apple. Ainda que só façam atividades recreativas, a missão estará sendo plenamente contemplada. Nós aqui no Brasil é que vamos ficar sentindo a falta da alegria contagiante e das sonoras gargalhadas da Fée. Mas será uma viagem relâmpago. Na terça-feira a Fezinha já estará de volta aqui conosco. Até então, façamos em coro:

sniff, sniff, sniff… 

Leia mais »

terça-feira, 19 de maio de 2009 | Autor:

Eu estava me preparando para contar qual havia sido a decisão, ir de vez para a Europa ou permanecer no Brasil. Mas contar isso a você é difícil para mim. Então, estava demorando para dar a notícia. Imagine, viver longe dos meus amigos e visitar o país apenas duas vezes por ano para dar somente uns dois ou três cursos de cada vez, no lugar de dois cursos cada fim de semana pelo ano todo… Mas, em compensação, valorizaríamos mais cada curso, cada minuto em que pudéssemos estar próximos. É claro que nunca mais seríamos tão próximos, pois não daria tempo de estarmos tão juntos, assim, ao alcance da mão, o abraço apertado, os olhos nos olhos, o ósculo de amizade. Mas, por outro lado, quantas vezes você me abraça POR ANO? Não iríamos poder nos ver todas as semanas… mas a maioria tem compromissos e não pode mesmo vir uma vez por semana às minhas aulas. Não iríamos poder sair sempre para almoçar… mas nós não temos mesmo ido almoçar praticamente nunca. Na verdade, tenho ido mais vezes por ano e tenho dado mais cursos na Europa do que em Minas Gerais, Porto Alegre, Florianópolis, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Cuiabá, São José dos Campos, Rio Claro, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Rio Grande, Pelotas, Londrina, Blumenau, Joinville e tantas outras cidades do nosso país.

Com estes pensamentos, me emocionei e comecei a rememorar uma das nossas mais lindas características, o sentimento gregário. Fui lá no Tratado de Yôga e li o texto abaixo:

“Sentimento gregário é a energia que nos mobiliza para participar de todos os cursos, eventos, reuniões, viagens e festas do SwáSthya Yôga, pois isso nos dá prazer. Sentimento gregário é o sentimento de gratidão que eclode no nosso peito pelo privilégio de estar juntos e participando de tudo ao lado de pessoas tão especiais. É o poder invisível que nos confere sucesso em tudo o que fizermos, graças ao apoio que os colegas nos ofertam com a maior boa vontade. Sentimento gregário é a satisfação incontida com a qual compartilhamos nossas descobertas e dicas para o aprimoramento técnico, pedagógico, filosófico, ético etc. Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.”

……..

Nesse meio tempo, Priscila Ramos me deu uma ajudinha e escreveu dez motivos para ir e outros dez para ficar. Assim sendo, transcrevo os motivos citados pela Pri para eu ir viver em países nos quais o Método DeRose está sendo tão valorizado e crescendo muito.

“10 Motivos para ficar na Europa

1. Boire du chocolat chaud et manger du pain au chocolat et des croissants parisiènnes

2. Faire des promenades les samedis dans la Saint-Germain

3. Portugal, Rome, Londres et Barcelona sont très proches

4. L’hospitalité portugaise

5. Librairies et cafés tout les places

6. La liberté individuelle de faire ce qui tu veux (je pense que c’est plus respecté en Europe)

7. La possibilité de connaître des different pays, cultures e personnes

8. La culinaire française et italien

9. La musique et les films françaises

10. C’est très très chic vivre lá-bas!”

Obrigado, Pri, por expor tão bem os motivos que poderiam me mover a dar um passo tão importante.

Bem, já escrevi demais. Tenho, a seguir, uma sucessão de reuniões. Depois continuo para lhe contar o desfecho.

segunda-feira, 18 de maio de 2009 | Autor:

Foi um poderoso curso sobre chakras e kundaliní. Como sempre, dou preferência a só informar em que cidade ocorre o curso, depois que já terminou. O curso foi na Unidade Cambuí, sob a nova e competente direção da querida instrutora Vanise Perez. A escola está remodelada, bem bonita, a equipe linda, os alunos que participaram do curso, maravilhosos. Depois do curso, umas comidinhas irresistíveis e muitos presentinhos bem queridos. Lamentei não ter mais um estômago de reserva. Contamos com a super amiga presença do instrutor mais antigo de Campinas, o meu irmão e companheiro Clélio Berti, que nos honrou com a sua presença. Parabéns aos organizadoes e aos participantes. Fiquei contente que vários alunos mostraram interesse em tornar-se instrutores. Vamos prosseguir crescendo e melhorando sempre mais.

Só fiquei triste porque consultando os participantes verifiquei que a maioria deles não frequenta este blog…

Depois, fomos conhecer a nova escola, a terceira de Campinas, do instrutor Samir El Banate, que abriu as portas no início de maio. Sede própria, enorme, linda, muito bem estruturada. Estou ficando fã de Campinas. Cada vez que visito a cidade fico com uma pontinha de vontade de morar lá. Seria tão bom poder morar ao mesmo tempo em todos os lugares que nos cativam…

Leia mais »

quinta-feira, 14 de maio de 2009 | Autor:

Se você perdeu a oportunidade de fazer uma festa na sua escola para homenagear as mamães, não perca agora a chance de comemorar o dia dos namorados, convidando para uma aula aberta os namorados, namoradas, maridos, esposas e assemelhados. Depois da aula, comemoração com almoço, ou jantar, ou coquetel, ou qualquer outra coisa, com direito a flores, música e poesia. Peça ao seu diretor que promova essa festa. Todos vão ficar felizes e os seus amados vão ser mais companheiros depois dessa linda experiência.

Leia mais »