domingo, 10 de janeiro de 2010 | Autor:

http://www.youtube.com/watch?v=Nh7D2g5v-Sg

Olá Mestre não podia deixar para depois enviar-lhe este vídeo , com votos de um ano de 2010 cheio de amor e amizade

beijinhos Ida Pinheiro

Oi Mestre,

Em Abril de 2009, mais de 13 mil pessoas se uniram na Trafalgar Square, em London, para cantar Hey Jude. O resultado é de arrancar lágrimas e sorrisos, é a força da egrégora atuando ao vivo!:

http://www.youtube.com/watch?v=kHdJR6iUBFM

Abraços uníssonos ao Mestre e toda a egrégora.

Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará

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domingo, 10 de janeiro de 2010 | Autor:

Legenda para o caso de as letras estarem de difícil leitura.
Primeiro quadro: O que você quer ser quando crescer? “Um leão!”
Último quadro: “Na verdade, eu queria ser um urso.”

O que você quer ser, agora que cresceu?

Desde a mais tenra idade, os mais velhos colocam na cabeça dos mais novos que eles devem querer seguir esta ou aquela carreira profissional. Com freqüência, o jovem deixa-se influenciar e acha que quer mesmo ser isto ou aquilo. Contudo, depois de adulto, bate o arrependimento. Afinal, o que ele queria era outra coisa. Mas agora, que fazer? Já se engajou numa faculdade ou mesmo concluiu sua formação e está trabalhando em uma empresa. Não será tarde demais para dar uma guinada e passar a fazer o que lhe der prazer?

É preciso considerar que o ofício que exercermos é, geralmente, pela vida toda, ocupando nossos dias inteiros, impondo-nos a convivência com as pessoas vinculadas àquele métier – sejam colegas de trabalho ou clientes – que talvez não constituam exatamente o que almejamos para nós. Nesse caso, a profissão passa a representar um suplício, especialmente ao percebermos que se converteu em uma prisão perpétua. Dali, só sairemos para um restinho de vida muito bem estereotipada com a imagem de um idoso trajando pijama e chinelos numa cadeira de balanço, esperando a morte.

Contudo, há uma solução. Agarre seu karma pelo pescoço e mude de vida. Se não sabe como, se lhe falta coragem, leia o livro e assista ao vídeo Karma e dharma – transforme a sua vida.

Exercício de mentalização:

Visualize que você tem fios (liames) ligados aos seus braços, pernas, tronco, cabeça e que a sociedade, o Sistema, manipula esses cordões fazendo com que você se movimente e aja de forma estereotipada na profissão, nas relações afetivas, nas reações e rompantes. Então, mentalize que você segura pela empunhadura uma espada com lâmina laser cor violeta e gira a lâmina acima da sua cabeça e em torno do seu corpo, cortando todos esses cordéis. Veja-os cair e seus braços, pernas, tronco e cabeça passando a se movimentar livremente, de acordo com a sua vontade e não sendo manipulados por ninguém. Terminando, levante-se de cabeça erguida, peito para a frente e faça da sua vida aquilo que você quiser e bem entender.

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Olá Mestre! Mais um ano se passou, e que alegria poder dizer com convicção que não se tratou de apenas mais um ano. Um ano bom para o Brasil e ótimo para o Método DeRose. Em 2009 me formei instrutor e parece que já faz décadas, tamanha a intensidade das mudanças que se operam na minha vida. Nunca trabalhei tanto, nunca aprendi tanto e nunca conheci tantas pessoas legais, de bem com a vida como nestes poucos meses de formado. Nunca ganhei tão bem, nem viajei tanto! Deixo no meu caminho pessoas felizes, e eu mesmo me torno a cada dia portador de uma felicidade sincera e contagiante. Finalmente, estou trabalhando em algo de que gosto, mas mais do que isso num ambiente de trabalho incrível, rodeado de pessoas fantásticas. E para completar ainda caminhando paralelamente a meus propósitos individuais de vida. Agradeço de coração à equipe de instrutores do Alto da XV, em especial ao Prof. Rogério Brant, e ao meu monitor Alexandre Meireles. E um abraço especial a você meu Mestre querido. Sem você nada disso seria possível. Que neste ano vindouro minhas ações possam honrar o nome que portamos nas nossas insígnias e medalhas, o DeRose que está na ponta das nossas línguas e no fundo do nosso coração. Que venha 2010 cheio de força! Encontramo-nos no Param-Paraná, Beijos. Felipe Lengert – Unidade Alto da XV – Curitiba, Brasil

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domingo, 10 de janeiro de 2010 | Autor:
  Rogério Chimionato – Método DeRose Centro Cívico

Carro movido a ar. Incrível!

http://d.yimg.com/kq/groups/4281941/1326174772/name/Carro.wmv

Abraços!

Rogério Chimionato
yogacentrocivico.org/blog

[Como o link às vezes não entra, experimente copiar o endereço e dar comando de abri-lo. Vai valer a pena.]

O que vemos, Rogério, é que há muitas soluções: carro a álcool, elétrico, híbrido, a hidrogênio, a energia solar, a biodiesel com gorduras reutilizáveis dos restaurantes, a lixo orgânico convertido em energia, a água e agora a ar. Soluções são o que não falta. É tudo uma questão de paradigma e de interesses comerciais das gigantes da indústria que pouco ligam se estão poluindo a atmosfera e expondo o planeta a guerras pelo petróleo. DR

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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor:

É da natureza humana querer compreender as coi­sas e, para isso, tentamos enquadrá-las em escani­nhos já estabelecidos em nossa mente. Não é à toa que “enquadrar” e “escaninho” são conceitos as­sociados a algo quadrado e padronizado.

Portanto, é natural que o interlocutor queira saber se é dança, ginástica, arte, terapia, religião… Mas e se não se “encaixar” em nenhuma das alternativas?

Quando um praticante pretende explicar o que é o Método, frequentemente é confrontado com a per­gunta:

–  Método de quê?

Para que as pessoas compreendam melhor o que é o Método e, dessa forma, possam desfrutá-lo em todas as suas nuances, decidimos prestar estes esclarecimentos.

Para tanto, a primeira coisa a conhecermos deve ser sua definição. Apesar de este Método ter sido sistematizado a partir de 1960 e, portanto, já con­tar com meio século, o processo foi bem gradativo e empírico. Assim, dispomos de várias definições muito boas.

Podemos definir esta cultura como:

Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas oriundas de tradições culturais muito antigas.

Ou de forma mais extensa:

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respi­ratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora­mento da descontração emocional e da concen­tração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhe­cimento.

Listando por tópico, facilita a compreensão:

  • uma proposta de life style coaching;
  • com ênfase em boa qualidade de vida;
  • boas maneiras;
  • boas relações humanas;
  • boa cultura;
  • boa alimentação;
  • boa forma;
  • reeducação respiratória;
  • administração do stress;
  • técnicas orgânicas;
  • tônus muscular;
  • flexibilidade;
  • concentração e meditação;
  • a meta final é o autoconhecimento.

Benefícios? Não! Apenas consequências de uma filosofia de vida saudável.
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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor:

Não seria um Método de Yôga?

Não. Método DeRose é outra coisa.

Embora possamos, eventualmente, para encurtar a conversa, declarar que Método DeRose é um mé­todo de Yôga, precisamos ter consciência de que essa é uma simplificação e que ela talvez possa ter consequências indesejáveis. Mais para a frente, pode parecer contradição, quando você for dar uma expli­cação mais exata e mais completa. Na verdade, o Método DeRose é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unica­mente as técnicas) são oriundas do Yôga Antigo.

Portanto, Método DeRose não é Yôga. Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como um de seus recursos.

No âmbito técnico, a maior diferença parece residir no clima, no vocabulário, no tipo de gente que adere, na total ausência de misticismo, na absoluta não-intenção de terapia, na estrutura dinâmica e alegre de todas as atividades culturais e, principalmente, no fato de constituir uma Cultura que o praticante pode e deve incorporar à sua vida real, à sua profissão, ao seu desporto, à sua família, às suas relações humanas em geral.

E os conceitos? As atitudes? A estrutura comporta­mental? Isso transcende os limites do Yôga, uma vez que ele é estritamente técnico. (“Yôga é qual­quer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.”)

No âmbito filosófico, nada há de novo nos conceitos. Eles são inspirados diretamente em um sistema professado no período proto-histórico (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya).

O Método DeRose é uma tecedura de conceitos e técnicas, da qual as técnicas (e unicamente as técnicas) são oriundas do Yôga Antigo.

Assim, precisamos compreender que nossa proposta utiliza alguns recursos dessa filosofia, mas que: “o Método DeRose é outra coisa”.
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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor:

Quem deu o nome Método DeRose foram os alu­nos e instrutores que vieram utilizando tal referên­cia durante décadas, até que finalmente, comemo­rando cinquenta anos de ensino, concordamos em utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa”? Curiosamente, foram os que ensinam ou­tras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justa­mente um crítico de arte, opositor ferrenho à pin­tura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrá­rio e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos co­legas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele pu­blicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que pro­pusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Se todos são unânimes em de­clarar que DeRose é outra coisa, nós simples­mente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 | Autor: